Roupas eletrizantes poderão alimentar seu celular

Roupas eletrizantes poderão substituir baterias

Roupas eletrizantes

O conceito de roupas inteligentes e computadores de vestir – nos quais a eletrônica é embutida nas roupas – tem sido objeto de pesquisas há bastante tempo.

Mas será possível que, no futuro, possamos plugar nosso telefone celular ou nosso tablet em nossa própria roupa, em vez de usar uma tomada para recarregar suas baterias?

Não é uma ideia totalmente sem fundamento. A equipe do Dr. Zhong Lin Wang, do Instituto de Tecnologia da Georgia, vem trabalhando em nanogeradores há anos, materiais que estão ajudando a viabilizar um outro conceito, o de colheita de energia.

Lenn pelloc’h

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Uma comparação entre a energia solar fotovoltaica e a energia nuclear

A energia solar fotovoltaica foi apresentada durante anos como opção desfavorável por conta de seu alto custo, de sua baixa densidade energética e da aleatoriedade do recurso energético primário. Mas, o que essa escolha representaria em comparação a outra fonte energética, como por exemplo, a energia nuclear? As duas fontes em questão são consideradas tanto de baixa emissão de gás de efeito estufa para a matriz energética brasileira como potencialmente, estratégicas para o país. Esses motivos tornam interessante avaliá-las, dado que a relação entre energia e desenvolvimento implica no dimensionamento de questões econômicas, ambientais e sociais.

Durante a história, o setor de energia elétrica tem-se centrado na geração da eletricidade abundante e barata com a assistência dos reguladores e dos políticos que subsidiam todas as formas de energia para proteger os consumidores dos custos reais da extração, geração, distribuição e uso. E os aspectos ambientais e sociais, que fazem parte do sistema atual, não participam desses custos.

E, ainda que o custo e o preço das fontes energéticas sejam influenciados pelos avanços tecnológicos que promovem aumento na eficiência da conversão energética e melhorias nos métodos de produção industriais, o investimento necessário não é o fator delimitante para a escolha de uma tecnologia, mas o estimulo para se alcançar a meta final: o lucro.

É possível, portanto, observar uma decisão míope no planejamento energético. Isso porque sempre se buscou uma tecnologia com alto fator de capacidade e que apresentasse baixo custo. Contudo, em um primeiro momento, tem-se que, mesmo com a inserção de tecnologias intensas energeticamente, não se conseguiu atender a toda população. E, mesmo que a procura seja por grandes quantidades de energia, a tecnologia solar fotovoltaica também pode contribuir na matriz energética, aumentando a potência instalada de sua central ou a quantidade de módulos descentralizados, em conjunto com medidas de eficiência energética.

Lenn pelloc’h

Pesquisadores de Taiwan misturam ouro a planta para gerar luz

Cientista segura amostras de plantas desenvolvidas no Centro de Pesquisa em Ciência Aplicada de Taiwan | Nicky Loh /Reuters

O cientista Su Yen-Hsun, do Centro de Pesquisa em Ciência Aplicada de Taiwan, apresentou à imprensa, nesta sexta-feira, 28, o resultado de um experimento que mistura nanopartículas de ouro e água a plantas.

De acordo com o estudo, essas substâncias fazem com que as plantas produzam clorofila e emitam luz pelas folhas. 

A longo prazo, os pesquisadores apostam que as plantas possam substituir a tradicional iluminação , produzindo, ao mesmo tempo, um novo tipo de energia limpa.

Fontes: Estadão e Jornal Floripa

Oásis artificial pode ser início de “floresta no deserto”



Se o projeto-piloto for bem-sucedido, a ideia é converter áreas desérticas inteiras em verdadeiras "florestas".

Pesquisadores ingleses e noruegueses acreditam já dispor de toda a tecnologia necessária para que os oásis no deserto deixem de ser apenas miragens.

A Fundação Bellona, financiada pelo governo da Noruega, acaba de obter autorização do governo da Jordânia para construir o primeiro protótipo de um oásis high-tech.

Floresta no deserto

Sob o pretensioso nome de Projeto Floresta no Saara, a fundação começará, em 2012, a construir seu primeiro oásis, em um terreno de 200.000 metros quadrados, em Aqaba, próximo ao Mar Vermelho.

Se o projeto-piloto for bem-sucedido, a ideia é converter áreas desérticas inteiras em verdadeiras “florestas”, fundamentadas na alta tecnologia e no aproveitamento dos recursos naturais. Lenn pelloc’h

Ibama emite LI parcial de Belo Monte

O Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis emitiu nesta quarta-feira, 26 de janeiro, a licença de instalação parcial e uma autorização para supressão de vegetação para que a Norte Energia, sociedade de propósito específico que construirá a hidrelétrica Blo Monte (PA, 11.233 MW), que permite a instalação de canteiro de obras. A autorização libera a implantação de infraestrutura de apoio da hidrelétrica, como acampamento, canteiro industrial e área de estoque, em uma área de 238,1 hectares, além da realização de serviços de terraplenagem e estoque de solo.

Segundo o sistema de licenciamento do órgão ambiental (Sislic), que pode ser acessado pela página do Ibama na internet, o órgão tem listado a LI 770/2011, ao se consultar as informações do processo. Como situação atual, o sistema apresenta a informação “Check-list estudo para LI”. O sistema indica ainda que não houve a análise final da documentação para a licença de instalação. Já teria ocorrido, segundo o mesmo Sislic, a análise do Projeto Básico Ambiental e do Plano de Controle Ambiental. Ao se consultar os documentos do processo, é possível acessar apenas a autorização de supressão da vegetação.

O Ibama informou que a LI definitiva ainda está em análise. De acordo com o órgão, ocorreram mais de 20 reuniões entre técnicos do Ibama com a SPE, consultores, órgãos como minstérios do Meio Ambiente e Minas e Energia, Funai, Casa Civil, entre outras, e uma vistoria técnica entre os dias 16 e 20 de novembro, a fim de verificar a situação da região. Em nota, a SPE Norte Energia informou que considerou todos os aspectos socioambientais relacionados à construção da usina e que manteve diálogo com as comunidades indígenas próximas ao loal das obras.

Segundo o presidente da Andrade & Canellas, João Carlos de Oliveira Mello, a liberação da LI parcial é um marco importante, porque sem ela, não se pode construir nada no local. Para ele, a LI é questão de tempo. O executivo destacou ainda que a liberação da ASV deve significar um investimento expressivo este ano, por conta do grande imobilizado que o empreendimento demandará. Mello estima que o investimento inicial seja entre R4 1 bilhão e R$ 2 bilhões.

No momento, ressaltou, a região encontra-se em período de cheia, tendo o início do período seco em abril. O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, previu a liberação da licença de instalação de Belo Monte em fevereiro. A usina tem custo estimado oficial de R$ 19 bilhões, mas projeções extraoficiais apontam para valores da ordem de R$ 25 bilhões. A licença prévia foi liberada em fevereiro do ano passado e apresentava 40 condicionantes para a emissão da licença de instalação.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social liberou para a usina R$ 1,087 bilhão, a título de empréstimo-ponte, para compra de materiais equipamentos nacionais e serviços de engenharia para a implantação da hidrelétrica. A usina tem pleito de empréstimo de R$ 19 bilhões. A usina está localizada a 40 quilômetros de distância do município de Altamira, terá reservatório de 516 quilômetros quadrados e deve gerar 18 mil empregos no auge da obra. A previsão é que a usina inicie a operação da primeira máquina em 2015 e estima a conclusão das obras em dez anos.

Fonte:Canal Energia

Robô evolucionário aprende a andar alterando o próprio corpo

Robô evolucionário altera o próprio corpo para aprender a andar

Este é um robô simplificado, construído para testar

na prática os resultados dos algoritmos evolucionários

desenvolvidos no ambiente robótico virtual.[Imagem: Josh Bongard]

Quer construir um robô realmente robusto, capaz de resistir às mais duras exigências?

Então é melhor esquecer o Exterminador do Futuro e se preparar para observar como um girino aprende a usar pernas para se transformar em um sapo.

Este foi o enfoque da equipe do professor Josh Bongard, da Universidade de Vermont, nos Estados Unidos.

Os pesquisadores criaram robôs virtuais, simulados em computador, e robôs reais que, como os girinos, mudam as formas do próprio corpo enquanto aprendem a andar.

Robótica evolucionária

Este é o princípio da chamada robótica evolucionária, que utiliza algoritmos genéticos, ou evolucionários, para encontrar a forma mais eficiente de resolver um problema – neste caso, como um robô pode andar de forma mais eficiente.

Ao longo das gerações, os robôs simulados evoluíram, passando cada vez menos tempo na sua forma “infantil” de girinos e mais tempo na forma “adulta”, com quatro patas.

Mesmo em situações similares, os robôs capazes de evoluir a própria forma aprenderam a andar mais rapidamente do que os robôs com forma fixa.

Além disso, quando atingiram uma forma “definitiva”, considerada eficiente pelos pesquisadores, os robôs mutantes desenvolveram um gingado mais robusto, que lhes dá maior equilíbrio – isto foi aferido tentando derrubar os robôs com um varinha enquanto eles andavam: os robôs evolucionários são muito mais difíceis de derrubar.

“Esta pesquisa mostra como a mudança corporal, mudança morfológica, de fato nos ajuda a projetar robôs melhores,” disse Bongard. “Isso nunca havia sido tentado antes.”

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DuPont destaca potencial solar brasileiro e espera aquecimento do mercado a partir de 2011

A multinacional Dupont pretende ampliar sua atuação no mercado fotovoltaico brasileiro ainda neste ano.  Segundo a companhia, a intenção de estimular o desenvolvimento local do setor – já consolidado na Europa – faz parte da estratégia de potencializar o crescimento da empresa nos países em desenvolvimento. Na sede administrativa da companhia, em Alphaville, foram instalados painéis fotovoltaicos conectados à rede. Os equipamentos fazem parte de uma das iniciativas de pesquisa na área solar que tem recebido incentivos da DuPont.

“Outro projeto que temos é a instalação de pequenas instalações-piloto em vários locais do País para fazermos estudos e medições”, revela a diretora para o segmento de Eletronics&Communication da DuPont América Latina, Sylvie Gallou. Hoje, a companhia já trabalha em uma planta piloto em conjunto com a Pontíficia Universidade Católia do Rio Grande do Sul (PUC-RS). “De forma geral, damos apoio com tecnologia e recursos humanos”, explica a executiva.

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