Microrrobôs estão quase prontos para atuar no corpo humano

Microrrobôs estão quase prontos para atuar no corpo humano 

Para simplificar o projeto, os robôs não têm sistema próprio de locomoção, sendo guiados por campos magnéticos externos. Na foto, o microrrobô aparece ao lado de uma mosca, para comparação das dimensões. [Imagem: ETHZ]
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Robôs no corpo humano

Viagem Fantástica, um clássico da ficção científica, colocou os nanorrobôs no imaginário popular décadas antes que se ouvisse pela primeira vez o termo nanotecnologia.

Desde então, cientistas têm-se inspirado no filme para projetar robôs microscópicos que, no futuro, possam entrar no interior do corpo humano e fazer cirurgias e tratamentos em nível molecular.

Esse futuro está ainda distante, mas a equipe do Dr. Brad Nelson, do Instituto Federal de Tecnologia da Suíça, está firme nesse propósito.

Eles apresentaram a última versão de seus microrrobôs, que já têm o tamanho suficiente para fazer cirurgias em moscas.

Lenn pelloc’h

Belo Monte: sob o olhar de todos

Da Agência Ambiente Energia – O coordenador do Programa Xingu do Instituto Sócio Ambiental, André Vilas Boas, apresentou ao vice-governador do Pará, Helenilson Pontes, o “Observatório Belo Monte”. O objetivo é definir prioridades de monitoramento e a recepção e divulgação da informação produzida de forma consistente e isenta. Para isso, Vilas Boas quer juntar os grupos do governo e da sociedade civil, os que são contra e os que são a favor, para garantir a aplicação das condicionantes para a construção da obra da hidrelétrica.

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GEE: estudo mede emissões de hidrelétricas

Do Planeta Coppe – A Coppe e a empresa canadense Hydro-Québec estão executando um projeto de medição de gases de efeito estufa em reservatórios de hidrelétricas, no Brasil e no Canadá. O objetivo é buscar um consenso para as metodologias utilizadas pelas duas instituições que, até o momento, estão na dianteira, em nível mundial, nos estudos voltados para medições de gases emitidos por usinas hidrelétricas. No Brasil, o projeto é coordenado por Marco Aurélio dos Santos, professor de Planejamento Energético da instituição.

Os pesquisadores canadenses Pierre David Beaudry e Julie Bastien, da empresa Environnement Ilimitè, ligados ao Departamento do Meio Ambiente da Hydro-Québec, estiveram no Brasil em fevereiro para, com a equipe do Programa de Planejamento Energético da Coppe, fazer medições no reservatório de Ribeirão das Lajes, da Light, em Piraí (RJ). Participaram da missão pela Coppe o professor Marco Aurélio e os pesquisadores do Laboratório de Energias Renováveis e Estudos Ambientais (Lerea) Alexandre de Abreu Marcelino, Cláudio Roberto da Silva e Marcelo Amorim, além de Ednaldo Oliveira dos Santos, do Instituto Virtual Internacional de Mudanças Globais (Ivig).

Lenn pelloc’h

Baterias ultra-rápidas poderão ser recarregadas em segundos

Baterias ultrarrápidas poderão ser recarregadas em segundos

Que tal recarregar seu celular em alguns segundos e seu notebook em poucos minutos?

Ou ter um carro elétrico que recarrega completamente em menos de uma hora?

Isso poderá ser possível com uma nova tecnologia de baterias, que está sendo desenvolvida na Universidade de Illinois, nos Estados Unidos.

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Rumo a uma Economia Verde: Caminhos para o Desenvolvimento Sustentável

Economia verde

A busca de um novo modelo econômico de baixo carbono, baseado no melhor aproveitamento dos recursos naturais, exigirá um investimento anual de mais de US$ 1,3 trilhão, ou 2% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial, em dez setores estratégicos, até a metade do século XXI.

O relatório Rumo a uma Economia Verde: Caminhos para o Desenvolvimento Sustentável e a Erradicação da Pobreza, divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), mensura o peso que as políticas públicas terão no fomento de novas tecnologias nos próximos 40 anos e atribui à iniciativa privada a maior parte da responsabilidade desse investimento. Lenn pelloc’h

Presidente do Grupo Virgin diz que energia nuclear é necessária e está cada vez mais segura

Branson defendeu necessidade de instalações de usinas nucleares em lugares seguros

O governador do Amazonas, Omar Aziz (centro), e o fundador e presidente do Grupo Virgin, Richard Branson (à dir.), posam para foto no fórum

 

O empresário do Grupo Virgin, Richard Branson, defendeu a necessidade instalações de usinas nucleares. “Precisamos de reatores nucleares pelo mundo; precisamos desse tipo de energia”, afirmou o executivo.

– Nós [o Grupo Virgin] não investimos nesse tipo de energia, mas o reator nuclear moderno é muito seguro.

Segundo ele, um desastre em uma mina de carvão na China gera tantos mortos quanto um acidente nuclear como o ocorrido no Japão, por exemplo. “O fato é que as usinas nucleares são necessárias, e no Japão não eram tão seguras e estavam em um lugar errado”, disse o empresário que investe no desenvolvimento de biocombustíveis, energia solar e eólica.

Branson acredita que, sem as taxas de crescimento na China, Brasil e Japão continuarem nos ritmos atuais, vai faltar petróleo no mundo.

–  A curto prazo, isso poderia ser bom para o Brasil, com suas novas descobertas. A indústria do petróleo é um segmento que vai gerar muitos empregos, além da internet.

Sem querer dar uma palestra para os participantes do 2o Fórum Mundial de Sustentabilidade, que vai até amanhã em Manaus, Branson achou melhor apenas responder às perguntas da platéia, que passaram pelos temas Empreendedorismo, Sustentabilidade, Olimpíadas e Música. O executivo elogiou o desenvolvimento brasileiro e fez uma menção especial ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

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Usina de Belo Monte já poderia ter gerado energia para um ano

BRASÍLIA – A Usina Hidrelétrica Belo Monte, no Rio Xingu (PA), se tivesse entrado em operação em 1986, como estava previsto nos estudos iniciais do projeto, que começaram na década de 70, poderia ter gerado em vinte anos mais de 400 terawatts/hora, energia suficiente para suprir toda a necessidade de consumo do país por um ano. O cálculo é do diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Nelson Hübner.

Hübner falou nesta quinta-feira (24) sobre o projeto de Belo Monte em reunião do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea) e criticou o argumento de entidades que são contrárias a construção da usina. “Quando se faz uma usina hídrica, é como se tivesse fazendo um crime ambiental absurdo, mas quando faz usina térmica a óleo ninguém se manifesta”.

O diretor da Aneel também argumentou que para gerar com fontes eólicas os mesmos 11,2 mil megawatts que serão produzidos por Belo Monte, seria necessário construir 5,5 mil aerogeradores de 2 mil quilowatts de potência. Segundo ele, isso daria um custo extra de R$ 63 bilhões.

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