Com mais 11 projetos, Gestamp pode dobrar capacidade de geração eólica

Crédito: Divulgação

Acompanhando a expansão da energia eólica no Brasil, a Gestamp Wind pode dobrar sua capacidade de geração no país já nos próximos leilões de energia de reserva e A-3, marcados pelo governo para acontecer ainda neste semestre. Atualmente com oito empreendimentos eólicos – sendo um em operação e outros sete em andamento – que somam 190MW, a companhia tem mais 260MW cobiçando a habilitação no certame organizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Os projetos em questão são para usinas na região Nordeste, mais especificamente em Rio Grande do Norte e Bahia. Ao todo, são 11 plantas, entre novos aproveitamentos e parques que já participaram de outras licitações. A companhia espanhola, porém, não tem previsões quanto ao preço que deve ser atingido para contratação pelo certame.

“Por um lado entendemos que já estamos no piso da tarifa e não se pode baixar mais. Mas agora temos a concorrência das usinas a gás e das hidrelétricas, então depende de quanto elas estarão custando”, afirmou, em entrevista ao Jornal da Energia, o diretor da empresa no Brasil, Eduardo Molina. Na última concorrência, o preço-médio para as eólicas ficou na casa dos R$131 por MWh.

Até agora, o investimento da Gestamp em geração está na casa dos R$700 milhões. Além da produção de energia, o grupo está também presente na fabricação de equipamentos, área na qual atua desde 2009, no Porto de Suape, em Pernambuco, onde produz as torres que servem como base para as turbinas eólicas.

No caso de alguns contratos já fechados, por exemplo, o grupo comprou aerogeradores da Vestas, empresa que fornece turbinas com as torres da própria Gestamp. “É possível que no futuro a gente passe a fabricar determinados componentes das turbinas. Mas ainda está em estudo. De toda forma, já estamos na cadeia”, analisou o executivo.

Cenário brasileiro
Molina deixou bem clara a importância do Brasil nos negócios da empresa. “É um mercado estratégico onde queremos ficar no longo prazo, não somente ser operadores”. O otimismo com as oportunidades no País, porém, não impedem que o diretor da Gestamp admita as falhas no setor.

“A licença ambiental é um processo complicado e muito demorado, tornando-se um gargalo para atingir os prazos. E o financiamento só conta com dois bancos, o BNDES [Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social] e o Banco do Nordeste (BNB). Então são poucos bancos para muitos projetros”.

Apesar disso, a empresa tem conseguido cumprir o cronograma das quatro usinas em andamento – duas do leilão eólico de 2009 e mais duas provenientes da disputa do ano passado. Segundo Molina, isso só acontece com a ajuda de um empréstimo ponte – que permite iniciar as obras sem a necessidade de aguardar a liberação de recursos por parte do BNDES e do BNB.

Fonte: Jornal energia

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