Brasil avança em robótica mas ainda sofre com infraestrutura

 

Robô Ambiental Híbrido Chico Mendes, de 2005, é considerado uma das melhores criações do laboratório de robótica do Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes)

Déborah Salves.

Nos últimos dez anos, o Brasil deu um salto no que diz respeito à tecnologia robótica, mas ainda sofre – e é possível que a situação se mantenha assim por algum tempo – com a falta de infraestrutura. Segundo especialistas do segmento, a dificuldade de conseguir componentes é um dos principais problemas enfrentados pelos desenvolvedores de robôs, o que acarreta em lentidão na melhoria da tecnologia e encarecimento das pesquisas.

Lenn pelloc’h

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Hélice mais leve e resistente pode revolucionar a geração eólica

Pesquisadores da Universidade Case Western Reserve, nos EUA, desenvolveram uma hélice para turbinas de usinas eólicas muito mais leve e resistente. Normalmente, as hélices chegam a diâmetros de 60 m. Por isso, construir um elemento deste tamanho capaz de resistir à pressão de ventos fortes sem pesar muito é um desafio.

O protótipo usa um composto a partir de poliuretano e nanotubos de carbono. As hélices já foram testadas com sucesso em turbinas de 400 watts. Mais leves, elas aproveitam melhor os ventos, uma vez que sopros mais fracos já são suficientes para fazê-las girar. Lenn pelloc’h

Brasil é o 4º país que mais investe em edifícios verdes

O Brasil está em quarto lugar entre 120 países com maior número de empreendimentos que podem receber o Selo Verde, nome pelo qual é conhecido o Leadership in Energy and Environmental Design (Leed), um protocolo de avaliação e certificação internacional de edifícios ecologicamente sustentáveis. Mesmo assim, apenas 1% do que é construído no país se encaixa no conceito de sustentabilidade ambiental.

De acordo com o gerente de Relações Institucionais e Governamentais da Green Building Council (GBC) Brasil, Felipe Faria, o país está à frente de nações como Canadá e Índia em número de certificados verdes e a demanda de mercado por construções sustentáveis não para de crescer. Mas os desafios nessa área ainda são grandes, segundo Fábio, sobretudo devido ao preconceito e à falta de informação. Lenn pelloc’h

Fernando de Noronha terá painéis fotovoltaicos

Da Agência Ambiente Energia – A Companhia Energética de Pernambuco (Celpe), do grupo Neoenergia, implantará em 2012 os primeiros painéis de geração de energia solar fotovoltaica conectados à rede elétrica do arquipélago de Fernando de Noronha. A Neoenergia investirá R$ 5 milhões no projeto, que possui parceria com o Comando da Aeronáutica. A ação integra o programa de eficiência energética da companhia. O convênio foi formalizado  na última segunda-feira, 26 de dezembro, no Rio de Janeiro.

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Bio-bateria transforma papel velho em eletricidade

O mecanismo utilizado pela bio-célula é semelhante ao usado por formigas e cupins para digerir a madeira e transformá-la em energia.

Recarregando com papel

A Sony apresentou um protótipo de bateria alimentada por papel velho.

A tecnologia gera eletricidade transformando papel picado em açúcar, que por sua vez é utilizado como combustível para gerar eletricidade.

Se chegar ao mercado, a inovação pode permitir que as pessoas recarreguem seus equipamentos portáteis utilizando lixo.

A equipe que desenvolveu o projeto afirmou que as bio-baterias são ecologicamente corretas por não utilizarem produtos químicos nocivos e nem metais.

A novidade foi apresentada durante uma feira de produtos ecológicos.

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Uma corrida silenciosa e ecológica

São Paulo – “Você se lembra do ‘zuuuum’ que faziam os Pod Racers durante uma corrida disputada no primeiro episódio da série Guerra nas Estrelas? É esse o tipo de barulho que queremos nos nossos carros.”

Quem diz isso é Paul Faithfull, diretor técnico da Westfield Sportscars, empresa que está construindo uma frota para disputar a EV Cup (sigla em inglês para Copa dos Veículos Elétricos), primeiro campeonato mundial de automobilismo para carros movidos a bateria. Se tudo correr de acordo com os planos, a largada da etapa inicial da competição acontecerá no dia 26 de novembro no circuito da Mazda, em Laguna Seca, na Califórnia. Ajustar o barulho dos iRacers, como estão sendo chamados os bólidos dessa nova categoria, é apenas um dos inúmeros desafios que Faithfull e seus colegas vão enfrentar para atrair os fãs de automobilismo, acostumados com o rugido dos motores V8 dos carros da Fórmula 1. A ideia de promover uma categoria com veículos elétricos ganhou força no ano passado, impulsionada pelo burburinho causado pelo lançamento de modelos como o Chevy Volt, da GM, e o Nissan Leaf. Lenn pelloc’h

Tinta solar transforma luz do sol em energia elétrica


A tecnologia para se produzir uma tinta com capacidade de célula solar, ou seja, uma tinta que, colocada sobre materiais específicos, seja capaz de gerar eletricidade, já existe. Por mais ficção científica que isso possa parecer, aplicar um conjunto de quatro tintas distintas (e com propriedades específicas) sobre uma placa de metal é uma alternativa para aquelas grandes e pesadas placas solares que usamos hoje. Lenn pelloc’h