Lixo eletrônico ameaça saúde da população e meio ambiente

Rio de Janeiro – O crescimento significativo do lixo eletrônico (e-lixo) no Brasil vem preocupando os técnicos da Secretaria Estadual do Ambiente do Rio de Janeiro (SEA). O resíduo desse tipo de material contém substâncias perigosas, que podem impactar o meio ambiente e ameaçar a saúde da população. A estimativa é que cada brasileiro descarta cerca de 0,5 quilo de resíduos de equipamentos eletroeletrônicos por ano. Lenn pelloc’h

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Missão suicida: reparar cabos elétricos de alta tensão é pura adrenalina

A emissora americana PBS está fazendo um documentário sobre os altos perigos das profissões de companhias que reparam o sistema de energia elétrica. Ontem, um vídeo breve publicado no canal oficial da empresa no YouTube mostra parte dos riscos que esses técnicos correm diariamente.

No clipe, alguns profissionais voam de helicóptero até o local em que alguns cabos de alta tensão apresentam problemas. Para evitar um choque de 230 mil volts, um dos técnicos prende um aparelho no cabo que força a energia elétrica a circular em volta do aparelho de aviação.

O corajoso homem fica sentado na beira do helicóptero e faz o reparo manualmente apenas com a proteção de luvas. Segundo o relato do técnico, não há como sentir a energia elétrica fluindo pelo corpo, mas os cabos têm uma vibração muito forte. Haja coração!

Fonte : http://www.tecmundo.com.br 

Sensor magnético atômico mede atividade do cérebro humano

Interfaces neurais

Um sensor magnético baseado em um super átomo demonstrou sua eficácia na prática medindo a atividade cerebral humana.

Os testes demonstraram o potencial do sensor atômico para aplicações práticas em medicina e nas pesquisas de interfaces neurais, para o controle de próteses ou outros equipamentos, como robôs e computadores, diretamente pelo pensamento.

Criado por uma equipe da Alemanha e dos Estados Unidos, o novo sensor promete levar as possibilidades de mensuração dos campos magnéticos biológicos a um novo patamar.

Na avaliação inicial, o magnetômetro mediu com precisão, de forma não-invasiva, as ondas alfa do cérebro humano associadas com o abrir e fechar dos olhos, além de detectar quando a mão dos voluntários recebiam um estímulo, sem qualquer movimento motor. Lenn pelloc’h

Resíduo da cana pode gerar mais energia do que Itaipu

Os resíduos secos do cultivo de cana-de-açúcar no Brasil poderiam gerar mais energia do que a potência instalada da Usina de Itaipu.

De acordo com o Plano Nacional de Resíduos Sólidos: Diagnóstico dos Resíduos Urbanos, Agrosilvopastoris e a Questão dos Catadores, divulgado hoje (25) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o uso desses resíduos poderiam gerar 16.464 megawatts por ano.  Lenn pelloc’h

Objeto não-aerodinâmico voa por inversão

Movimento por inversão

A empresa Festo apresentou mais um de seus veículos-conceito voadores durante a Feira de Hanover.

Mas o conceito desta vez é mais do que um objeto voador comum.

Batizado de SmartInversion, o objeto demonstra um conceito de voo impulsionado não por motores, mas pela inversão de um objeto geométrico.

O objeto voador flutua graças ao gás hélio em seu interior, mas o impulso para seu movimento é fornecido unicamente pela inversão sobre si mesmo.

“A combinação inteligente de um design extremamente leve, motores elétricos, e de um controle com circuitos abertos e fechados tornou possível fazer a inversão sem fim no ar, ritmicamente pulsante,” afirmou Heinrich Frontzek, que controlava o objeto do solo usando um smartphone. Lenn pelloc’h

Isenção de ICMS pode baratear em até 8% a energia gerada por PCH

Confaz celebra primeiro convênio que autoriza isenção de ICMS na compra de equipamentos para PCH’s nos estados do Paraná e do Rio Grande do Sul

Por Fabíola Binas

A isenção de impostos na compra de equipamentos para pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) pode ser uma das alternativas para tornar mais competitivo o preço da energia gerada por essa fonte. Nesse sentido, um primeiro passo foi dado com a aprovação, na semana passada, de um convênio que autoriza a isenção de ICMS nas operações com máquinas e aparelhos destinadas a centrais geradoras hidrelétricas (CGHs) e PCH’s nos estados do Paraná e do Rio Grande do Sul.

“Uma alíquota zero poderia desencadear em um desconto de até 8% no valor do MWh”, calcula Charles Lenzi, presidente da Associação Brasileira de Geradores de Energia Limpa (Abragel) ao lembrar que o setor necessita de incentivos para melhorar seus preços em relação a outras fontes. O executivo estima que para viabilizar sua atividades, uma PCH necessita vender sua energia por cerca de R$ 160 MWh, contra uma média de próxima dos R$100 por MWh de parques eólicos e hidrelétricas.

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