Robô-tartaruga ajudará arqueólogos a inspecionar naufrágios

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Os criadores deste robô afirmam ter-se inspirado no princípio de locomoção das tartarugas, embora tenham lhe dado o nome de U-Cat.

A intenção foi construir um robô de pequeno porte e totalmente manobrável, para que ele possa entrar no interior de embarcações naufragadas.

O robô leva uma câmera, e as imagens de vídeo podem ser usadas para reconstruir o ambiente virtualmente, permitindo a identificação de objetos e o planejamento de missões de mergulhadores.

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Torre inflável pode ser alternativa de produção de energia

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Energia solar: um dos problemas apontados pelo projeto no último século é que, para que a instalação seja rentável, a torre deve ter um quilômetro de altura

Engenheiros britânicos estão na reta final do protótipo de uma estrutura inflável de um quilômetro de altura, 170 metros mais alta que o maior edifício do mundo, desenhada para produzir energia a partir do calor do sol.

A Universidade de Londres e o engenheiro sueco Per Lindstrand, que acompanhou há duas décadas o milionário Richard Branson na primeira viagem global através do Pacífico, se uniram para tentar dar viabilidade comercial a um velho sonho da engenharia energética projetado pelo espanhol Isidoro Cabanyes em 1903.

O design básico de Cabanyes consistia em uma estufa onde durante o dia se aquece o ar, que sobe por uma alta chaminé e movimenta turbinas que permitem gerar energia. Lenn pelloc’h

Londres vai usar calor do metrô para aquecer residências

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Metrô: projeto vai reduzir a conta de energia e cortar as emissões de carbono de Londres em 60%

Pensa em quantas vezes já não passou sufoco dentro do metrô em dias abafados? Atento a essa experiência “sudorenta”, que não é exclusividade brasileira, a prefeitura de Londres vai utilizar o calor produzido no agitado metrô para suprir a demanda de energia para aquecimento das residências. Com a iniciativa, a prefeitura espera não só reduzir a conta de energia, mas cortar as emissões de carbono da cidade em 60%, já que ao invés de usar termelétricas a carvão, extremamente poluentes, a cidade aproveitará uma energia limpa e disponível que vem de baixo da terra. Lenn pelloc’h

Memcomputação: física caótica abre caminho para computação cerebral

Um comportamento inesperado em materiais ferroelétricos abre o caminho para uma nova abordagem para o armazenamento e processamento de dados conhecido como memcomputação.

Um comportamento inesperado em materiais ferroelétricos abre o caminho para uma nova abordagem para o armazenamento e processamento de dados conhecido como memcomputação.

Ferroeletricidade

Muitas descobertas prometem melhorar as memórias e mesmo os mecanismos de processamento dos computadores.

Contudo, um comportamento inesperado nos materiais ferroelétricos aponta para uma abordagem radicalmente diferente para o armazenamento e o processamento de dados, uma abordagem que está mais para o cérebro humano do que para os processadores eletrônicos.

Anton Ievlev, juntamente com uma equipe da Ucrânia, Rússia e EUA, descobriu o fenômeno ao estudar justamente os materiais ferroelétricos, cuja maior promessa são memórias de computador que não perdem dados na falta de energia.

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Táxi elétrico desmistifica autonomia dos veículos a bateria

O veículo elétrico foi desenvolvido para uso em regiões tropicais, com um sistema de ar-condicionado individualizado e revestimento térmico. [Imagem: TUM CREATE]

Táxi elétrico

Além de carros a hidrogênio e veículos para guiar de pé, o Salão do Automóvel de Tóquio está revelando várias novidades no campo dos veículos elétricos.

Um dos que está fazendo maior sucesso é o EVA, criado por engenheiros da Universidade Técnica de Munique, na Alemanha.

O EVA é um protótipo de táxi elétrico projetado para grandes centros urbanos.

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Folha artificial captura energia solar e gera eletricidade

O sistema híbrido concentra os fótons absorvidos em duas etapas, primeiro nos oligômeros de rênio, e depois no centro de reação de rutênio.

O sistema híbrido concentra os fótons absorvidos em duas etapas, primeiro nos oligômeros de rênio, e depois no centro de reação de rutênio.

Cientistas japoneses conseguiram pela primeira vez coletar a energia do Sol usando um número excepcionalmente grande de moléculas coletoras de luz, aproximando-se mais da forma como as plantas coletam a luz solar para produzir seu alimento.

Já que a luz é uma onda eletromagnética, Yohei Yamamoto e seus colegas do Instituto de Tecnologia de Tóquio criaram uma folha artificial que captura a luz usando diversas antenas.

A seguir, a luz é conduzida até um receptor, onde os fótons são efetivamente convertidos em energia, completando o circuito da fotossíntese artificial.

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Li-fi: transmissão de dados por luz alcança 10 Gbit/s

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O professor Harald Hass, um dos criadores da técnica Li-Fi, já está se preparando para comercializar a tecnologia.[Imagem: University of Edinburgh]

Transmissão por luz

Poucos meses depois de apresentar sua técnica Li-Fi de transmissão de dados, um grupo de cinco universidades britânicas mostrou que a tecnologia é prática o suficiente para entrar na agenda das tecnologias emergentes – e ir para o mercado.

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