Processador neuromórfico roda os primeiros programas

O grande feito da equipe foi descobrir como programar seu chip neuromórfico.

O grande feito da equipe foi descobrir como programar seu chip neuromórfico.

Neurônios de silício

Cientistas das universidades de Berlim e Heidelberg, na Alemanha, conseguiram tornar um processador neuromórfico totalmente funcional, executando uma tarefa específica e prática.

O chip usa “neurônios de silício”, componentes artificiais que imitam sinapses, para classificar diferentes tipos de dados, uma das tarefas mais comuns e mais úteis na computação.

Apenas essa operação é suficiente para que o chip reconheça números escritos à mão ou separe espécies de plantas com base nas suas flores – desde, é claro, que essas informações sejam convertidas em formatos adequados. Lenn pelloc’h

Abelhas ciborgues carregam mochilas com sensores

O “sensoriamento de enxame” vai permitir detectar riscos de biossegurança. [Imagem: CSIRO]

Insetos robóticos

Os insetos ciborgues já causaram alguma polêmica, sobretudo quando foram usados para brincadeiras.

Agora, cientistas australianos estão equipando milhares de abelhas com “mochilas eletrônicas”, transformando-as em autênticos sensores vivos.

Lenn pelloc’h

Máquina quântica vai interligar fóton e átomo ao mundo macro.

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Conceito de uma máquina quântica que permitirá estudar as interações de um único fóton, com um único átomo e com vibrações mecânicas. [Imagem: J. Restrepo/Université Paris Diderot]

Fronteira entre física clássica e física quântica

Quando um fenômeno físico deixa de ser explicado pela mecânica clássica e passa a ser explicado pela mecânica quântica? Será que os estranhos fenômenos da mecânica quântica afetam os objetos macroscópicos?

Lenn pelloc’h

Governo diz que risco de faltar energia no país é ‘baixíssimo’

apagc3a3oO Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), formado por representantes do governo na área de energia, divulgou nota nesta quinta-feira (13) em que afirma que o fornecimento de energia no país em 2014 está garantido, a não ser que a situação dos reservatórios piore nos próximos meses, probabilidade considerada “baixíssima”.

A avaliação ocorre em um momento em que os reservatórios de algumas das principais hidrelétricas nacionais estão com baixo nível devido à falta de chuvas.

O nível dos reservatórios das hidrelétricas instaladas no Sudeste e Centro-Oeste já é o mais baixo para esta época do ano desde 2001, quando o governo federal decretou racionamento de energia elétrica. De acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), essas represas tinham, em média, 37,6% de água armazenada no domingo (9).

Por conta disso, está havendo o uso mais intenso de energia termelétrica no país desde o final de 2012. O problema é que gerar energia por meio de usinas termelétricas é mais caro, e essa conta é repassada aos consumidores.

De acordo com a nota, as análises meteorológicas feitas indicam que o armazenamento de água nos reservatórios ao final do período de chuvas, ou seja, no fim de abril, será suficiente para garantir o atendimento da demanda por energia no Brasil ao longo deste ano.

Lenn pelloc’h

Memória de cristal guarda dados para sempre

Memória do Super Homem

Brevemente, dados armazenados em cristais não serão mais exclusividade do Super Homem.

Pesquisadores conseguiram gravar dados no interior de um cristal de forma controlada e com elevada densidade.

Como a estrutura interna do cristal é modificada de forma estável, eles criaram uma nova forma de gravação de dados que é virtualmente indestrutível – uma “memória eterna”, como eles dizem.

Jingyu Zhang e seus colegas da Universidade de Southampton, no Reino Unido, calculam que a memória de cristal poderá guardar os dados com confiabilidade por pelo menos 3 x 1020 anos – 30 quintilhões de anos. Lenn pelloc’h

Brasil desperdiçou 46,4 mil GWh em 2013

liviaO desperdício de energia no ano de 2013 no Brasil foi de 46,4 mil GWh, segundo a Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (Abesco). Para se ter ideia, o montante é superior ao consumo do Estado do Rio de Janeiro.

O diretor da associação, José Marcelo Sigoli, explica que já houve avanços na conscientização e esse cenário vem mudando, mas um dos problemas é que no Brasil a falta de atenção para economia de energia ainda é acentuada e, em momentos de crise, o que se observa são apenas medidas pontuais nem sempre eficazes.

Lenn pelloc’h

Finalmente uma bateria de lítio à prova de fogo?

Os sais de lítio se dissolvem no PFPE, algo que normalmente não ocorre com os polímeros.

Os sais de lítio se dissolvem no PFPE, algo que normalmente não ocorre com os polímeros.

Dominica Wong estava estudando um material que pudesse evitar que cracas e outros organismos marinhos se fixassem no casco dos navios.

Os navios vão ter que esperar um pouco, porque o material que ela estava estudando mostrou-se útil em outra aplicação bem mais interessante – impedir que as baterias de lítio peguem fogo e até explodam.

A combustão espontânea não é um problema muito grande com aparelhos portáteis, diz Dominica, apesar de vários casos de laptops pegando fogo já terem sido documentados. Lenn pelloc’h

Grupo de cientistas nos EUA quer proibição de ‘robôs assassinos’

Gubrud trabalha há 25 anos com organização que luta contra armas robóticas

Há mais de duas décadas, Mark Gubrud, pesquisador do Programa sobre Ciência e Segurança Global da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, luta pela criação de regras para o controle de armas robóticas autônomas.

Ele é membro do Comitê Internacional para o Controle de Armas Robóticas (CICAR), um grupo de ativistas, acadêmicos e intelectuais do mundo todo que tenta conseguir a proibição do uso de robôs que podem matar sem a interferência humana.

Lenn pelloc’h

Grafeno faz elétrons voarem como fótons: Novo componente eletrônico?

Elétrons que se movem como fótons

Por mais famoso que tenha-se tornado, o grafeno pode estar escondendo segredos ainda não desvendados pelos físicos.

Um experimento que eliminou defeitos nas bordas das fitas de grafeno mostrou que os elétrons podem viajar através do material 10 vezes mais rápido do que as teorias diziam ser possível.

O fenômeno inusitado foi chamado de “transporte balístico” por Jens Baringhaus, da Universidade de Leibniz, na Alemanha, que realizou o experimento com o auxílio de colegas da França e dos Estados Unidos.

Os resultados sugerem que os elétrons movem-se nas bordas das fitas de grafeno de forma muito similar aos fótons circulando em uma fibra óptica, em vez do jeitão normal dos elétrons, que trombam e desviam do caminho quando se movem em um condutor metálico.

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Lenn pelloc’h