Nanocircuito integrado: componentes feitos de nanotubos

Imagem feita por microscopia do circuito de barramento (em cima) e esquema dos transistores em nanotubos individuais (embaixo). [Imagem: Tian Pei et al. – 10.1021/nl5001604]

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nanoeletrônica definitiva

A eletrônica baseada nos nanotubos de carbono é muito promissora, e vem avançando aos poucos, com o primeiro circuito integrado (2011), o primeiro processador (2012) e, finalmente, o primeiro computador de nanotubos de carbono (2013).

Mas não se trata ainda da esperada “nanoeletrônica definitiva”, uma técnica que consiga tirar todo o proveito do potencial dos nanotubos de carbono individuais, e da consequente ultraminiaturização dos circuitos.

Um passo mais significativo nesse sentido mais purista foi dado agora por Tian Pei e seus colegas da Universidade de Pequim, na China. Eles conseguiram construir transístores de efeito de campo (FET) diretamente sobre nanotubos de carbono individuais.

Circuitos complexos

Tian Pei desenvolveu uma técnica modular para a construção dos seus FET-CNTs (Field Effect Transistor – Carbon NanoTubes) que permite construir circuitos integrados nanoeletrônicos autênticos.

O protótipo de demonstração é um sistema de barramento de 8 bits formado por 46 transistores em seis nanotubos de carbono – sistema de barramento é um circuito amplamente utilizado para a transferência de dados em computadores.

Segundo a equipe, este é o mais complicado circuito de nanotubos fabricado até hoje, e o processo de fabricação deverá permitir a construção de circuitos ainda mais complexos.

“Este trabalho estabelece uma técnica geral para a construção de circuitos integrados complexos usando os atuais nanotubos de carbono imperfeitos, que, ao contrário de silício, são unidimensionais e diferentes uns dos outros,” disse o professor Lian-Mao Peng.

Agora a equipe pretende fabricar circuitos integrados de nanotubos de carbono que superem os sistemas baseados em silício em termos de desempenho. Esses circuitos prometem ser mais rápidos, menores e consumirem menos energia.

Para isso, eles vão tirar proveito do fato de que seu sistema de barramento é um circuito modular que pode ser usado para construir circuitos mais complexos.

 

 

Fonte: Inovação Tecnológicalogopet

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