Produção de energia eólica aumenta 44,4% em um ano

Energia eólica: produção aumentou 44,4% no último anoA produção de energia eólica aumentou 44,4% no último ano, segundo a edição do Boletim de Operações de Usinas da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). A comparação é entre os meses de maio de 2013 e 2014.

No mesmo período, a geração de energia termelétrica aumentou 20,7%. Apesar de apresentar uma redução de 5,1%, a energia produzida por hidrelétricas mantém-se predominante, sendo responsável por 66,5% da produção brasileira.

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Depois da Energia Solar, a Energia Lunar

Empresas e Governos investem na força das marés  como fonte complementar.

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A ideia de obter energia das marés, que o movimento da Lua comanda, data da Idade Média, quando era usada para moer grãos. Na era industrial, foi testada nos anos 1960 em La Rance, na França, mas a usina foi desativada após quatro anos por causa dos altos custos. Agora essa tecnologia pode tomar impulso graças a turbinas bem mais leves e baratas. Costuma-se dizer que a energia das marés se encontra hoje no ponto em que a energia eólica estava há três décadas, quando a engenharia ainda não havia chegado ao desenho ideal das turbinas dos aerogeradores.

A captação de energia das marés é feita por lâminas que giram, à semelhança das hélices que se movem com o vento, só que instaladas sob o mar. As usinas de marés são mais previsíveis do que as movidas a vento, já que o movimento das águas tem precisão de relógio.

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Olimpíadas: obras de energia recebem investimentos de R$166,2 milhões

Autoridade Pública Olímpica (APO) detalhou aportes para os Jogos de 2016

Crédito: Getty Images

As obras previstas para o segmento de energia nos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, deverão reunir R$166,2 milhões em investimentos. O detalhamento é da Autoridade Pública Olímpica (APO), através da publicação da Matriz de Responsabilidade. O documento é atualizado a cada seis meses e traz o acompanhamento das obras para a realização do evento esportivo.

A infraestrutura de energia é composta por duas linhas de transmissão para o Parque Olímpico em 138 kV, oriundas das subestações Gardênia e Barra II, e pela subestação Olímpica 138 kV/13.8 kV que será responsável pela distribuição da média tensão no interior do local. As linhas estão orçadas em R$82 milhões e a subestação em R$ 70,8 milhões.

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Leilão deve destravar projetos de energia solar

Realidade em países como Alemanha e Japão, a energia solar deve dar seu primeiro passo efetivo no mercado brasileiro em outubro, quando será realizado o próximo leilão de energia de reserva. A expectativa é de que sejam leiloados entre 500 MW e 1 GW de energia solar – um fato inédito no Brasil.

Em 2013, o governo brasileiro autorizou a presença de empreendimentos solares em dois leilões, mas em nenhum deles a energia foi vendida, por não ter preço competitivo. O leilão de outubro deve ter desfecho diferente. O governo decidiu promover uma disputa em que não haja concorrência entre as fontes. Isso significa que, ao contrário do que aconteceu no ano passado, os projetos solares não vão disputar espaço com empreendimentos mais competitivos, como os eólicos.

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Risco de apagão no país é descartado neste ano

Sistema Interligado Nacional dispõe neste sábado de condições de abastecimento


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 Está descartado o risco de apagão no Brasil. Segundo o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), o risco de “déficit de energia é zero para as regiões Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste”. Após uma reunião na tarde dessa sexta, o grupo, que é formado por integrantes de órgãos oficiais do setor elétrico, disse que foram observadas chuvas acima da média em junho nas principais bacias de rios da região Sudeste, e houve uma melhoria nas condições de suprimento de energia do Sistema Elétrico Nacional.  Lenn pelloc’h

Conversão de energia renovável em gás pode viabilizar transição energética alemã

power-to-gasUm problema de fontes eólicas e solares é manter o fornecimento estável, independente do tempo. Armazenar energia em gás ou líquido é uma possível solução. Porém a legislação atual desestimula investimentos nessa técnica.

O governo da Alemanha pretende aumentar o percentual de energias renováveis em sua matriz energética, e definiu metas concretas para esse fim. Até 2050, no mínimo 80% de sua produção e 60% da demanda deverão ser de origem solar, eólica ou de outras fontes renováveis. Contudo continua em aberto a questão de como garantir um abastecimento estável e suficiente durante os períodos em que não há sol ou vento.

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Elétricas em apuros

O setor energético brasileiro está em apuros. Depois de R$ 4 bilhões de ajuda do Tesouro, recebeu o empréstimo bancário de R$ 11,3 bilhões, para cobrir os desequilíbrios entre receitas e custos até o fim do ano, e o dinheiro já acabou. Tem chovido muito neste período seco e, mesmo assim, o nível dos reservatórios do Sudeste está em 36%, o pior número desde 2001.

Quando a Aneel decidiu dar mais tempo para as distribuidoras de energia pagarem a conta do que compraram no mercado à vista, estava criando mais um desequilíbrio. O regulador, ao permitir um atraso no pagamento, impôs um custo a quem tem a receber. É uma intervenção arbitrária.

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