Automação e Robótica – 1º Semestre 2013

 Automação e Robótica Militar

A automação está presente em diversos campos de atuação, otimizando processos e ajudando a humanidade em diversas funções, porém sempre se faz o uso de tecnologias de ponta para o uso militar. Atualmente há um grande investimento no segmento da robótica militar, feito principalmente pelos Estados Unidos. Até onde irão esses investimentos? Teremos benefícios com a pesquisa desse tipo de tecnologia? Cabe a vocês debaterem sobre isso!

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Prazos:

1ª Etapa: 12/07
2ª Etapa(debate): 06/08
3ª Etapa: 26/08

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0 thoughts on “Automação e Robótica – 1º Semestre 2013

  1. Grupo 1 – Contra

    COMENTÁRIO: O uso da robótica na área militar tem sido muito debatido atualmente. Nosso posicionamento sobre o tema é contrário e será defendido nos nossos comentários. Uma das razões pelas quais temos essa opinião é o fato de que o desenvolvimento de tal tecnologia provocará guerras ainda mais desequilibradas, já que nem todos os países têm condições de desenvolvê-la. Hoje, cerca de 60 países trabalham na criação de robôs destinados ao uso em guerras, sendo no mínimo 10 os que implantam estruturas bélicas em seus robôs – incluindo EUA, China, Inglaterra, Rússia e Coréia do Sul -, o que nos leva a acreditar que esta é uma tendência a nível mundial que deve ser acompanhada com atenção.

  2. GRUPO 3 – CONTRA

    De fato é evidente que a tecnologia produz largas vantagens à vida contemporânea, o modelo de vida atual sofreu largas mudanças e se torna cada vez mais dependente das novas tecnologias. Produção industrial, meios de transporte, saúde e meios de comunicação são algumas áreas que demonstram como a tecnologia pode vir a ser uma grande aliada da humanidade.
    Nos últimos tempos com o largo avanço da tecnologia cresce o número de países aplicando-a em prol de suas defesas. A corrida militar por armas mais sofisticadas mais eficientes tem ganhado grande importância no cenário mundial. Com o desenvolvimento de sistemas de monitoramento remoto aviões controlados remotamente que podem percorrer grandes distâncias e bombardear o alvo, entre outras coisas. Os avanços na área da robótica militar estão cada vez mais rápidos e eficientes.
    Como todo mundo sabe, aquele que não tem bola só joga se o dono da bola deixar. Os países mais desenvolvidos com mais recursos financeiros conseguem ter em mãos toda essa robótica avançada ao passo que os outros países não conseguem ter o mesmo avanço. O problema em questão não é o quão desenvolvido um país pode ser mas o que ele pode fazer com todo esse recurso.
    O posicionamento do GRUPO 3 é contrario à robótica aplicada à área militar por constar de mais uma forma de monopolizar o poder e as tomadas de decisões.

  3. GRUPO 3 – CONTRA

    Além das questões levantadas pelos comentários anteriores, é importante pensar nas consequências a longo prazo desse uso da robótica nas áreas militar e bélica em geral. Se essa tendência continuar seguindo a nível mundial, daqui a pouco não haverá qualquer preocupação com os direitos humanos, visto que destruir o outro é o principal objetivo. Os civis que vivem em áreas de conflitos por razões políticas, econômicas ou culturais conviverão com um crescente clima de tensão, que afetará profundamente suas vidas.
    Se formos pensar no Brasil, por exemplo, perceberemos que somos privilegiados por vivermos em um local que, atualmente, não sofre com grandes tensões internacionais a ponto de gerar uma guerra. Mesmo assim, a violência é grande e os brasileiros têm que garantir a sua segurança. Agora, imaginem uma área de conflitos, como em algumas regiões do Oriente Médio. A qualquer momento, os civis podem ser surpreendidos por ataques internacionais ou revoltas internas. Quanto mais tecnologia for aplicada à área militar, maiores serão o grau de destruição e os prejuízos na economia local, o que pode afetar o mundo inteiro.

    O grupo 3 acredita que não vale a pena investir tanto em algo que vai gerar mais destruição e caos. Isso não se trata de sensacionalismo! É algo que pode ser visto se pensarmos na diferença de efeito do uso de uma espada em uma guerra (como nos primórdios da civilização romana) e no uso militar de um avião remotamente controlado (como atualmente).

  4. GRUPO 2 – A FAVOR

    Certamente, o fato da tecnologia estar evoluindo em um ritmo cada vez mais rápido impressiona e assusta a todos, principalmente quando ela é voltada para a área militar. Diferentemente dos que muitos pensam, a robótica militar não é voltada somente para investidas ofensivas aos inimigos, a maioria dos robôs são voltados para a prevenção e alguns inclusive são utilizados para fins civis. Os modelos que já estão presentes em zonas de conflito fazem o mapeamento dos terrenos, espionagem, desarmamento ou detonação de explosivos, etc.E há também robôs que salvam vidas ajudando em resgates.
    A grande vantagem da evolução da robótica na área militar é que, no lugar de seres humanos, utilizam-se robôs evitando assim expor um soldado a um perigo mortal; afinal, se um robô é destruído, pode-se construir outros.

  5. GRUPO 1 – CONTRA

    Apesar de todos os benefícios que a tecnologia pode trazer à humanidade, os massivos investimentos em novos armamentos tornam os modelos antigos obsoletos. Isso associado à falta de conscientização a respeito do lixo tecnológico pode causar acúmulo de resíduos, o que geraria um impacto ambiental, prejudicando também a população.
    Os Estados Unidos da América são, atualmente, os maiores investidores no desenvolvimento de autômatos e, consequentemente, os maiores produtores – direta ou indiretamente – de lixo tecnológico. Por outro lado, não há nos EUA uma política nacional de coleta para artefatos eletrônicos obsoletos, as legislações são em nível estadual, porém nem todos os estados possuem de fato essa legislação.
    Apesar da Convenção de Basileia sobre o Controle de Movimentos Transfronteiriços de Resíduos Perigosos e seu Depósito (“Art. 49. É proibida a importação de resíduos sólidos perigosos e rejeitos, bem como de resíduos sólidos cujas características causem dano ao meio ambiente, à saúde pública e animal e à sanidade vegetal, ainda que para tratamento, reforma, reuso, reutilização ou recuperação.”), da qual a maior potência mundial participa “com ressalvas”, a influência de países ricos sobre os outros é inevitável no sistema econômico vigente em quase todas as nações. O que realmente acontece com o lixo tecnológico dos EUA é que aproximadamente 80% dele é exportado para países como México, Coréia do Sul, Índia, Malásia, Vietnã e Brasil. O Grupo 1 acredita que não se deve criar algo que deveria auxiliar as próximas gerações se não há responsabilidade suficiente para lidar com as consequências.
    No caso da automação bélica, o lixo tecnológico é apenas uma das suas muitas conseqüências negativas para a sociedade.

  6. GRUPO 1 – CONTRA

    A tecnologia atual na área da robótica militar ainda não apresenta a eficiência desejada quanto aos fins sociais e econômicos em relação ao seu uso nos conflitos. “Há razões para duvidar que sistemas autônomos possam julgar adequadamente a necessidade de lutar, reagir a ameaças de forma proporcional ou discriminar de maneira confiável entre combatentes e civis.”, diz o especialista em inteligência artificial, Mark Bishop, quem defende veementemente a proibição de robôs capazes de causar destruição de forma autônoma. Até mesmo os drones – aviões não tripulados controlados a distância por humanos através de métodos computacionais – são passíveis a erros: desde 2004 eles têm sido utilizados pelos Estados Unidos contra o Paquistão e, segundo o site drones.pitchinteractive.com, nesses 9 anos, mataram 3121 pessoas, das quais apenas 48 (aproximadamente 1,5%) eram comprovadamente soldados ou comandantes do exército. Portanto, pode-se concluir que essas armas ainda não têm precisão suficiente causando assim ainda mais mortes de inocentes que as guerras tradicionais.

  7. Grupo 2 – A FAVOR

    A maioria dos comentários anteriores baseia seus argumentos numa lógica contrária ao aumento do desequilíbrio do poder entre os países, visto que obviamente alguns poucos países apresentam maiores recursos econômicos para financiar uma guerra. Há ainda o medo de que o uso da robótica e automação na área militar crie máquinas estúpidas de destruição em massa incapazes de diferenciar seus alvos. Nós do grupo 2 acreditamos que o avanço da tecnologia nessa área tende apenas a beneficiar o mundo das mais diversas formas.
    Primeiro, antes de uma tecnologia ser utilizada em campo de batalha ela é testada exaustivamente em busca de falhas. Em busca das falhas acontecem as descobertas, e a tecnologia avança e se torna mais segura, por isso o nosso apoio. Segundo, esses robôs obedecem a ordens humanas, ou seja, se ordenado a atacar um alvo, ele o faria, independente do que lá estiver localizado, o que não é muito diferente de qualquer piloto de caça recebendo ordens de atacar determinada região: ele não sabe necessariamente o que vai atacar, apenas obedece a ordens. Então não importa se o que mata é uma pessoa ou um robô: morto é morto.
    Por outro lado o aumento no uso desses robôs automáticos pode causar uma mudança drástica no jeito de se fazer guerra. Não seria surpresa se, com o desenvolvimento dessas tecnologias, no futuro ocorram guerras sem a presença humana nas áreas de perigo, apenas máquinas demonstrando a força econômica, científica e tecnológica de um país. Afinal de contas, essas tecnologias já substituem a presença humana em diversos setores e a perda de um robô é obviamente preferível à perda de uma pessoa, mesmo que os metais levem mais tempo para se decompor que um corpo humano, deixando lixo tecnológico, como a Alexia deixou bem claro. O país “perdedor” da guerra seria aquele incapaz de continuar financiando seus robôs e teria que lidar com os prejuízos econômicos. Como seria ineficaz mandar pessoas, visto que o poder humano é mais limitado em oposição ao das máquinas, os países não teriam escolha senão investir na educação tecnológica, em busca da criação de novos métodos de defesa, ou então desistir da guerra. Em relação ao desequilíbrio do poder entre os países, ele sempre existiu, a robótica não é responsável por isso, é apenas a consequência. Sem falar que seu uso é preferível à alternativa nuclear.

  8. Grupo 2 – A FAVOR

    Como sabemos, “tecnologia” significa tudo que possibilita avanço, flexibilidade, rapidez e eficiência no dia-a-dia do homem. Apoiando-se no desenvolvimento de tecnologias de guerra, o homem do séc. XX criou e aperfeiçoou objetos que ano pós ano foram deixando o campo de batalha e começaram a fazer parte do meio civil. Daí surgiram os aviões de transporte civil, sistema de GPS, computadores, internet, energia nuclear, conquistas espaciais e etc. O queremos dizer com isso tudo é que no âmbito militar temos um grande poder de evolução tecnológica. Como exemplo atual, podemos citar o Energetically Autonomous Tactical Robot (EATR), que constitui um projeto de criação de um robô capaz de procurar e achar biomassa que ele usaria como combustível, fazendo com que funcionasse, teoricamente, por tempo indeterminado (por isso o nome “energeticamente autônomo”). Agora imaginemos os avanços que essa tecnologia pode trazer em outras áreas de aplicação.
    Vale a pena lembrar que o avanço tecnológico é algo intrínseco ao militarismo. A róbotica e a automação também ja são intrínsecas a ele (Michael Hastings, recentemente falecido repórter investigativo da Rolling Stone, frisa que o surgimento dos drones modernos ocorreu na Guerra do Vietnã (1955-1975)). Também podemos ressaltar que, embora a disparidade tecnológica entre países exista, o interesse na área aqui debatida é mútuo e geral. Hastings nos lembra que os primeiros grandes avanços tecnológicos feitos nos drones partiram de Israel, que tinha interesse em monitorar a Faixa de Gaza nas décadas de 70 e 80, e que, hoje em dia, mais de 50 países se movimentam para adquirir os supracitados drones. Portanto, concluímos que a robótica militar não é uma característica exclusiva de países ricos, e sim uma característica já antiga do militarismo global que, embora gere polêmicas, cresce alheia a elas.

  9. Desde os ataques de 11 de setembro, a preocupação, especialmente dos Estados Unidos, com o terrorismo cresceu intensivamente, assim como o desenvolvimento de tecnologia bélica para contê-lo. Armas com a mais moderna tecnologia foram criadas, tornando-as mais precisas e com um maior poder de destruição.

    O uso dos Drones, aviões (robôs) não tripulados e controlados remotamente, em ataques pelos EUA principalmente a militantes no Paquistão, tem gerado uma grande discussão a respeito disso. Esses drones vem sendo usados com maior intensidade no governo de Barack Obama, para bombardear alvos que eles dizem ser ameaças eminente aos Estados Unidos. Entretanto, esses bombardeios matam muitas pessoas inocentes, tanto é que o governo paquistanês disse que, 80% das vitimas desses ataques foram civis.

    Diante disso, varias questões são abertas, entre elas e talvez a mais importantes, sobre os direitos humanos. O grupo 3 é contra ao uso da robótica militar, por ela na maioria das vezes ferir os direitos dessas famílias inocentes que sofrem com todos esses ataques, muitas vezes desnecessários.

  10. Grupo 2- A FAVOR

    A humanidade sempre estará criando conflitos,independentemente de quão avançada estará.Fato este provado pelos conflitos atuais.Logo,a robotização das guerras não trarão mais guerras e sim as solucionarão de forma a poupar o máximo de vidas possíveis de soldados que serão substituídos no campo de batalha por estes,alem de aumentar a precisão de ataques reduzindo as perdas civis.Logicamente,deve-se haver um conjunto de leis que impedem o desequilíbrio de forças(entre nações sem poderio econômico e militar e grandes detentoras de tecnologia).Paralelamente ao desenvolvimento militar,vem o desenvolvimento da sociedade principalmente ao desenvolvimento de outras áreas civis,como a agricultura e os transportes,sendo o inverso também verdadeiro,tendo a robótica militar alicerçada no desenvolvimento civil,sendo utópico acreditar que esta pode ser parada.Quanto a questão sustentável,obviamente haverá lixo tecnológico,porém as crescentes pesquisas sobre materiais biodegradáveis e reciclagem,inclusive de placas de silício usadas em microchips(http://tek.sapo.pt/noticias/computadores/ibm_desenvolve_novo_processo_de_reciclagem_pa_870813.html),tendem a reduzir ao máximo os danos ambientais e econômicos.

  11. GRUPO 1 – CONTRA

    Seria muito bom se a robótica militar se resumisse apenas à construção de drones, que não são mais do que novas tecnologias de aviação (mesmo que, até agora, não tenham sido efetivos). Além de drones, o que se discute agora é a criação de robôs / armas autônomas, o que traz muitas questões a serem debatidas. Primeiramente, todo software está vulnerável a falhas, ainda mais quando são tão complicados quanto aqueles de um robô. Armar robôs seria perigoso, pois eles poderiam sair do controle e provocar catástrofes. Além disso, outro problema seria: se um robô cometesse crimes de guerra, quem pagaria por isso? Isso seria atribuído a uma falha do sistema? Os desevolvedores do robô seriam responsabilizados? Ou a culpa seria atribuída aos “donos” da arma autônoma? O grupo 1 acha que não é correto arriscar vidas humanas com o desenvolvimento e uso de tecnologias tão perigosas.

  12. Milhares de civis, especialmente na região do Oriente Médio, vem sofrendo as consequências do avanço bélico. Armas controladas remotamente, apesar da suposta precisão, matam pessoas inocentes que estão em áreas de conflito.
    Logo, percebe-se que os direitos humanos não estão sendo respeitados, a tecnologia bélica e militar cresce indiferentemente se os respeita ou não. Se continuar desse jeito, nada mais importará, a não ser o objetivo a ser alcançado.
    Investir milhões em algo que vai tirar a vida de milhares não vale a pena!
    Diante disso, o grupo 3 reafirma a sua postura de ser contra.

  13. Grupo 2 – A FAVOR

    Muitos dos comentários dos grupos que são contra o uso da robótica militar, basicamente a criticam por acreditar que seu uso vai “tirar a vida de milhares…” Talvez vocês não saibam, mas as vidas de milhares SÃO tiradas atualmente por armas NÃO automáticas. O que está sendo discutido aqui não é o cenário geral das guerras, é o uso da robótica e automação nessa área. A evolução tecnológica sempre trouxe muitos benefícios ao homem e a evolução da tecnologia nessa área tende a diminuir o número de mortes e não aumentá-lo. Ao apoiar a pesquisa nessa área, estamos estimulando o desenvolvimento dessa tecnologia, tornando-a mais segura e acessível aos países. Com todas as questões desse século, conflitos energéticos, religiosos, territoriais,…, é ingenuidade acreditar que a diplomacia será capaz de resolvê-los todos. Guerras ocorrerão e acredito que o investimento na robótica militar é a única maneira de evitar que os países usem a tecnologia nuclear que é de longe muito mais perigosa. Ao contrário do que postaram antes, nós do grupo 2 acreditamos que vale a pena sim, investir BILHÕES em algo que vai SALVAR a vida de MILHÕES.

  14. Grupo 4- A Favor

    O principal motivo de investimentos por parte do governo na área da Robótica é para o uso militar. Sem esse interesse militar, a robótica sofreria um atraso em seu desenvolvimento. Acreditamos que o uso no campo de batalha é iminente, e não há nada que possa ser feito para conter isso. Guerras desbalanceadas sempre existiram e sempre continuarão a existir, isso é um fato, depende da quantidade de investimento e desenvolvimento de cada país, não sendo desculpa portanto para impedir a militarização da robótica.

  15. Grupo 4 – A favor

    Com a urgente necessidade de entrega de produtos finais de qualidade, a indústria tem se tornado cada vez mais baseada na automação. E isso não deixa de acontecer no ramo militar, onde o desenvolvimento de armas e tecnologias similares utiliza cada vez mais os recursos de automação e robótica. Os robôs são utilizados em larga escala porque realizam uma imensa variedade de funções com menores custos de produção.
    Chegamos, então, a um impasse: até que medida a robótica militar é positiva para o desenvolvimento e evolução das sociedades? Após analisar tal questão entramos em conflito, pois o desenvolvimento de tais tecnologias existe em função das guerras e conflitos entre as nações e até mesmo dentro de cada país. Mas esse processo também gera evoluções positivas, como, por exemplo, o desenvolvimento de bombas na implosão de minas, os aviões militares com capacidade de resgatar reféns e vítimas de catástrofes, os robôs que são capazes de pesquisar e desbravar ambientes inabitados, entre tantas outras funções que podem ser realizadas por máquinas, poupando assim o risco que seria sofrido por seres humanos.

  16. Grupo 4 – A favor

    Outro ponto a ser questionado é a desigualdade de acesso a tecnologias militares de ponta. As grandes potências do hemisfério norte dominam as nações mais pobres porque suas economias são impostas ao mundo todo, mas essa hegemonia foi obtida através do poderio militar desses países.
    Como exemplo claro dessa desigualdade e da utilização de armas para se manter no poder, podemos citar a criação do Estado de Israel, atendendo aos interesses norte americanos e britânicos. Na região observamos intensos conflitos, e as grandes potências são beneficiadas porque são as grandes concessoras de armas e tecnologias militares para os países envolvidos no conflitos.
    Concluímos, portanto, que o desenvolvimento militar sempre vai garantir a hegemonia das nações que dominam tais recursos. O grande problema é que os países não têm o mesmo acesso a essas tecnologias, quando têm acesso.

  17. Grupo 4 – A favor

    O debate de desenvolvimento sustentável aparece na atualidade como primordial. A evolução da automação e robótica militar contribui na criação de tecnologias modernas com pensamento de sustentabilidade, envolvendo a diminuição da poluição e outras externalidades negativas relacionadas principalmente ao meio ambiente.
    Vale destacar ainda que os Estados Unidos têm utilizado robôs em suas ações militares, tendo como vantagem:
    – Autonomia de voo;
    – Ausência de risco ao operador;
    – Mobilidade;
    – Autonomia diretamente relacionada à capacidade motora que alguns robôs têm.

  18. Grupo 4 – A favor

    Cientistas europeus desenvolveram um “peixe-robô” que monitora a poluição da água, o equipamento reduz o tempo necessário para se detectar poluentes, porque seus sensores químicos permitem análise em tempo real. Existem ainda versões do robô utilizadas para limpeza de vazamento de petróleo e salvamento no mar.
    Além de robôs utilizados para amenizar e prevenir problemas ambientais, existem equipamentos desta natureza utilizados em muitas outras áreas: alguns robôs terrestres podem neutralizar minas, aparelhos voadores não pilotados reconhecem foguetes guiados, muitos deles podem ser utilizados em ações militares em cidades. Neste dois últimos casos nos referimos a utilização da robótica na defesa contra ataques eminentes bem como garantia da segurança das nações.

  19. Grupo 1 – Contra

    Um fator que reforça o nosso posicionamento a respeito da Robótica Militar é a questão orçamentária, já que bilhões são gastos no investimento da mesma. Por exemplo, o orçamento da Defesa dos Estados Unidos da América é de 708 bilhões de dólares, o que corresponde a 43% dos gastos militares globais. Segundo dados provenientes de uma pesquisa realizada em 2011 pela ABI Research, os gastos mundiais com a robótica militar devem crescer dos 5.8 bilhões de dólares gastos em 2010 para mais de 8 bilhões de dólares em 2016.
    O investimento em massa na produção de novas tecnologias militares com a justificativa de que esses avanços poderiam ser aplicados no âmbito civil é um equívoco, já que para termos avanços eficazes para a sociedade, deveria haver maior investimento voltado para o desenvolvimento de estabelecimentos, serviços e tecnologias que auxiliassem na melhoria da qualidade de vida. Além disso, um grande avanço na área da automação militar por parte de alguns países faria com que os demais países tivessem que destinar um orçamento maior da sua economia para conseguir acompanhar o desenvolvimento dessas tecnologias e não se tornarem alvos vulneráveis ao ataque dos robôs, fazendo com que deixem de investir em outras áreas essenciais para a população para continuar mantendo a segurança da nação.
    O Grupo 1 é contrário ao desenvolvimento da robótica e automação baseada em aplicações militares, defendendo que essas tecnologias sejam utilizadas para a melhoria da qualidade de vida da sociedade, e não para decidir sobre a vida de determinado indivíduo.

    • GRUPO 4 – A FAVOR
      Não temos que ir muito longe para ver que a utilização de robôs para fins militares é uma boa pedida! Usemos o nosso país como exemplo: favelas no município do Rio de Janeiro. O Exército Brasileiro ‘tomou as rédeas’ da situação e promoveu uma operação enorme de pacificação em muitas favelas, fazendo melhorar a vida da população, da comunidade, dos civis ali presentes. Isso conta muito como qualidade de vida, não é João Vitor? Foi uma operação feita em prol da sociedade para minimizar a violência e trazer menos preocupação e medo às pessoas que moram lá!
      É óbvio que pessoas morreram (soldados e civis). É bom ter soldados que poderiam fazer mais operações como esta mortos? Quem fará da próxima vez? Concatenando tecnologia de ponta e as forças armadas, não teríamos perdas como essas. Temos o nosso exemplo dessa robótica militar no cotidiano.
      O grupo 4 é a favor da robótica militar já que, como foi muito enfatizado anteriormente, é melhor um robô em campo do que um soldado correndo risco de vida!

      • Na nossa opinião, seria muito ingênuo acreditar que somente realizando a pacificação de uma comunidade traríamos melhora na qualidade de vida da população. Viver em um ambiente aparentemente pacífico não isenta esses habitantes dos prejuizos causados pela falta de atendimento a outros fatores que influem diretamente na qualidade de vida, tais como emprego, saúde e educação.
        A utilização de robótica nesse tipo de operação não garante a segurança nem dos civis nem dos próprios policiais. Deveria sim ser utilizado em desarmamentos de bombas, resgates, entre outras coisas e não para combate direto com o ser humano.

    • GRUPO 4 – A FAVOR
      Não temos que ir muito longe para ver que a utilização de robôs para fins militares é uma boa pedida! Usemos o nosso país como exemplo: favelas no município do Rio de Janeiro. O Exército Brasileiro ‘tomou as rédeas’ da situação e promoveu uma operação enorme de pacificação em muitas favelas, fazendo melhorar a vida da população, da comunidade, dos civis ali presentes. Isso conta muito como qualidade de vida, não é João Vitor? Foi uma operação feita em prol da sociedade para minimizar a violência e trazer menos preocupação e medo às pessoas que moram lá!
      É óbvio que pessoas morreram (soldados e civis). É bom ter soldados que poderiam fazer mais operações como esta mortos? Quem fará da próxima vez? Concatenando tecnologia de ponta e as forças armadas, não teríamos perdas como essas. Temos o nosso exemplo dessa robótica militar no cotidiano.
      O grupo 4 é a favor da robótica militar já que, como foi muito enfatizado anteriormente, é melhor um robô em campo do que um soldado correndo risco de vida!

  20. Grupo 2 – A FAVOR

    A maior e mais importante vantagem do uso de robôs militares é que eles são capazes de realizar tarefas humanas sem colocar vidas em perigo. Muitas vezes eles conseguem, inclusive, aguentar danos causados por explosivos e outros de um modo impossível para os seres humanos. Sem falar que, caso destruídos, eles são facilmente substituídos, ao contrário de uma vida humana. Então, o uso da robótica militar traz sim um avanço extremamente eficaz para a sociedade, afinal de contas os soldados também fazem parte dela e a robótica militar os protege de perigos mortais. Assim, apoio os grandes gastos nessa área, pois ela protege as pessoas. Além disso, o que está de fato “decidindo sobre a vida de determinado indivíduo” são os governos que decidem partir para a guerra, os robôs são apenas um dos tipos de ferramentas que, ao contrário das variadas armas de fogo existentes, tem também o objetivo de proteger e não apenas destruir.

  21. Grupo 4 – A Favor

    O desenvolvimento da robótica voltada para aplicações militares necessita sim de investimentos volumosos, mas sempre se gastou muito com tecnologias militarem sejam elas quais forem. Gastos altos significam que os países dominantes terão inevitavelmente um desenvolvimento maior devido aos seus altos recursos, e isso gera uma desigualdade de forças em relação aos outros países, mas de novo, isso sempre aconteceu. Temos que observar as vantagens e avanços que as novas tecnologias trazem, por exemplo, as desenvolvidas durante a primeira e segunda Guerras Mundiais: rádio, televisão, telefonia mais ágil, radar, internet, entre outros. Essas tecnologias são de extrema importância para o modo de vida moderno de transmissão de informações em tempo real ao redor do globo. Outra grande vantagem do desenvolvimento tecnologia, especificamente robótica: se forem utilizados robôs de combate em larga escala em vez de soldados, não teremos os números de mortos absurdo que tivemos nas guerras mundias.

  22. GRUPO 1 – CONTRA

    No dia 29 de Maio de 2013, A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) concedeu a primeira autorização para um drone civil privado operar no Brasil. No mesmo dia, o Portal de Notícias da Globo (http://g1.globo.com/) divulgou que mais de 200 drones estão em operação no território nacional sem que exista regulamentação para emprego comercial destas aeronaves.
    Apesar da primeira autorização concedida pela Anac representar um grande marco, ainda precisamos nos preocupar com o grande número de aeronaves irregulares. Estas podem apresentar um grande risco, uma vez que a irregularidade dificulta o monitoramento das mesmas, permitindo que pessoas não autorizadas e ou não capacitadas usem desse recurso como uma arma militar para defesa de interesses pessoais.
    É interessante ressaltar que os drones são parte da evolução tecnológica, mas ainda assim são equipamentos de alto poder destrutivo que podem acarretar mortes de inocentes. Tal risco aumentaria de forma brutal caso drones fossem operados por leigos ou por pessoas defendendo apenas o seu próprio interesse.
    Nós, do grupo 1, acreditamos que tirar a vida de um ser humano através de um robô isenta do peso de um assassinato, já que o operador apenas controla a aeronave não tripulada e não possui contato algum com o corpo sem vida.

  23. Grupo 1- Contra
    O Grupo 1 reconhece que toda nova forma de tecnologia é exaustivamente testada antes de ser liberado o seu uso. Apesar disso, o Grupo 1 também reconhece que toda forma de tecnologia causa incidentes, de uma forma ou outra. Não devemos esquecer que nem todos os robôs são realmente controlados por humanos em tempo real (também por isso são chamados autônomos) e como foi dito algumas vezes, é provado com base em dados recolhidos de fontes seguras que os autônomos atacam sim civis. Ou seja, infelizmente, o Grupo 1 considera que dessa forma pode ser formado um exército de “máquinas estúpidas de destruição em massa incapazes de diferenciar seus alvos”.
    Defender o uso de robôs em áreas de perigo de guerras em prol da vida humana parece ingenuo. Uma vez que, provavelmente, o fim de uma guerra entre robôs não vai ser quando um dos lados perder todos os seus robôs, e sim quando, após um dos lados perder todos os seus robôs, os remanescentes atacarem a nação que não terá como se defender contra máquinas inorgânicas incansáveis com poder bélico destrutivo.
    Concluimos que com tanto investimento nesta área, iriamos apelar para uma guerra injusta, já que não seria uma guerra com fim prevista, sabemos também que com este armamento acelerado – muitas vezes desnecessária – perderiamos um pouco a parte “humanizada” da guerra, já que estamos lidando com vidas.

  24. Grupo 3- Contra

    Não podemos negar que o uso da robótica militar trará grandes avanços e a possibilidade de se iniciarem novas pesquisas, mas não podemos esquecer que em um ambiente de conflitos a robótica militar não será usada apenas para tornar o exercito de um país mais forte e com menos perda humana, mas também para destruir, manipular e enganar o inimigo.
    Pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Geórgia, nos Estados Unidos, desenvolveram robôs capazes de fraudar e enganar. Segundo os pesquisadores, os robôs foram projetados para criar pistas falsas, gerar comunicações fraudulentas e se esconder de forma a se beneficiarem e não serem encontrados.

    “Nós desenvolvemos algoritmos que permitem que um robô determine se ele deve enganar um homem ou outra máquina inteligente e criamos técnicas que ajudam o robô a selecionar a melhor estratégia para ludibriar e reduzir a chance de ser descoberto,” conta Ronald Arkin, que criou os robôs juntamente com seu colega Alan Wagner.

    A pesquisa de Ronald Arkin tem grandes implicações morais e éticas e levam o uso da robótica militar para um novo potencial de destruição.
    Nós do grupo 3 somos contra o uso de robótica militar, pois entendemos que muitas discussões éticas ainda não foram levantadas afim de estabelecer limites para o uso da robótica militar. Sabemos que o problema não é a maquina em si, mas o homem que a comanda.

  25. Grupo 3- Contra

    Durante pesquisas sobre o assuntos um dos textos expõe de forma clara a maior preocupação quanto ao uso da robótica militar.

    “Em uma guerra existem dois princípios humanitários fundamentais: o princípio da discriminação e da proporcionalidade.
    O princípio da discriminação requer que combatentes não ataquem diretamente não combatentes e que tomem medidas razoáveis para evitar casualidades entre não combatentes. Assim, como garantir que este princípio seja respeitado por robôs, em especial nos conflitos de hoje, muitos dos quais travados em ambientes urbanos, onde civis e soldados sem uniforme coexistem.
    Já o princípio da proporcionalidade significa determinar os limites máximos do uso da força que possam ser empregados racionalmente, tendo em vista os objetivos de uma guerra justa. Ao considerarmos um conflito onde de um lado temos seres humanos, os quais podem se ferir ou morrer, e do outro máquinas, que são produzidas em série e podem ser restauradas após qualquer avariação, retornando prontamente ao campo de batalha. Estas guerras serão certamente assimétricas.”

    Assim sendo, o grupo 3 acredita que o desenvolvimento da robótica pode seguir por outros caminhos que sejam menos destrutivos ao ser humano, ainda há varias áreas que podem ser exploradas mais a fundo e que podem trazer vários beneficios ao ser humano.

    obs: texto retirado do site: http://info.abril.com.br/noticias/rede/eu-virtual/2013/04/03/sobre-guerras-drones-e-soldados-robos/

  26. Grupo 2 – A FAVOR

    No mundo real, uma guerra não ocorre com o puro e simples objetivo de destruir a nação inimiga. Ela ocorre por razões de ordem política, territorial e, principalmente, financeira. Não é interessante para um país continuar atacando o outro após vencer a guerra, é interessante mostrar que ele tem poder suficiente para isso. Afinal de contas, a guerra traz perdas financeiras a ambas as partes e é comum que o país “perdedor” pague parte dos prejuízos econômicos do país adversário. Além do que, no mundo globalizado, não há a necessidade de que um país invada outro para ter controle de suas riquezas, isso é característica do colonialismo e do imperialismo. Também não é interessante ao país “perdedor” continuar lutando e se destruindo mais ainda, o comum é a pedida do armistício, com a retirada das tropas (na situação em discussão, dos robôs).
    Mais uma vez volto a afirmar que o verdadeiro perigo nos tempos atuais é uma guerra nuclear. Uma guerra de pequenas proporções teria bombas lançadas que espalhariam poeira radioativa por todo o mundo, causando anomalias climáticas e nos seres vivos. Pode haver enormes consequências maléficas para toda a humanidade, não apenas os países em guerra. Assim, a única maneira (eficaz) de impedir que os países “se sintam tentados” a usar essa tecnologia é criando uma alternativa a ela, no caso a robótica.
    Quanto ao comentário do Ítalo, nenhuma guerra é justa, nenhuma guerra tem fim previsto (se fim se referir a “finalidade”, toda guerra tem fim previsto) e, se a parte humanizada da guerra é sangue jorrando, pessoas sendo mutiladas por outras pessoas e arremessadas a metros de distância, que seja perdida!

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