Sistemas de Potência – 1º Semestre 2013

O que é o sistema pré-pago de energia?

Funciona como qualquer sistema de crédito pré-pago: o usuário escolhe um valor, compra um código e insere em um aparelho medidor, que deve ser instalado em cada condomínio, casa ou empresa.  O aparelho registra a quantidade de energia a ser disponibilizada e avisa ao consumidor quando o crédito estiver perto de terminar.

potencia

Prazos

1ª Etapa: 12/07
2ª Etapa(debate): 14/08
3ª Etapa: 26/08

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0 thoughts on “Sistemas de Potência – 1º Semestre 2013

  1. Grupo 3 – Contra

    Sou totalmente contra isso, por exemplo, você esta usando a energia em casa, fazendo algo importante, ou talvez nem tão importante, mas algo que jugue ser importante para a ocasião, e do nada a energia acaba, só vai voltar depois que você comprar novos “creditos” de energia?
    Dai você perde o que estava fazendo?
    Muito melhor o sistema em que estamos, pagar depois que utilizarmos.

  2. Vamos nos concentrar em construir comentários mais sólidos e articulados, com referencias e publicações científicas de fontes confiáveis, para não ficarmos somente em opiniões próprias sem base no conhecimento de pesquisa e argumentos consistentes, o opinião própria também é bem vinda, e sem restrições, porém, para efeito de avaliação costuma ter um peso menor.
    É isso aí grupo 3, parabéns pela iniciativa!

  3. Grupo 3- Contra

    Em julho de 2012, a Aneel (agencia nacional de energia elétrica) realizou uma Audiência Publica (AP) no 48/2012 para expor e discutir a regulamentação do serviço pré-pago de fornecimento de energia elétrica. Visando uma maior compreensão do assunto, compara-se esse sitema com o existente na telefonia móvel. Porem, essa comparação mostra-se vaga no que diz respeito aos serviços que ambos sistemas (energia e telefonia móvel) teriam no momento em que os créditos acabassem. Na telefonia móvel, o usuário consegue utilizar o celular de modo parcial, ou seja, ele nao consegue efetuar ligações, mas consegue recebe-las e efetuar ligações a cobrar. No entanto, ao acabar os créditos em um sistema de fornecimento de energia elétrica, esse serviço e cortado totalmente (inviabilizando a realização de tarefas cotidianas). Alem disso, temos alternativas para suprir a falta de créditos no celular -usar telefone fixo e serviço de telefonia publica. Ja durante a falta de energia, nao encontramos nenhum meio licito de obter energia após a interrupção de fornecimento da mesma.
    Marco Antonio
    FONTES: REVISTA DO IDEC • Agosto 2012 pag 29-31
    Folha de Sao Paulo 04/9/2012

  4. Grupo 1 – Contra

    O maior problema envolvendo o serviço pré-pago de energia elétrica é o risco que os consumidores correm,de os créditos esgotarem antes do tempo previsto. Prever o quanto de energia que será gasto durante um mês não é tarefa fácil,pois dependemos cada dia mais da eletricidade e estamos a mercê de situações inesperadas em nosso dia-a -dia. Os maiores prejudicados com tal sistema será a população de média e baixa renda que não proveem,em sua maioria,de uma reserva financeira ao longo do mês para um eventual corte energético com o fim dos créditos.Além do mais,parte do subemprego é pautado em produções caseiras de bens de consumo,e para isso,há uma extrema necessidade de energia elétrica para que tais trabalhadores consigam sua renda mensal.Certamente há o “corte” de energia elétrica em casos de inadimplência no serviço atual de cobrança. Porém,antes de suspender a transmissão de energia elétrica,a empresa responsável por isso dá ao consumidor um prazo de 15 dias para que a conta seja acertada e para que não haja a real necessidade de interromper a transmissão de energia (“A Resolução Aneel 414 permite que a suspensão do fornecimento seja efetuada após 15 dias de atraso no pagamento das faturas, desde que haja notificação ao cliente. “). Tal fato não ocorre no serviço pré-pago.
    “A energia elétrica é um serviço essencial à saúde e segurança dos consumidores”.De acordo com a lei nº 7783/1989,artigo 10 : “São considerados serviços ou atividades essenciais:
    I-Tratamento e abastecimento de água;produção e distribuição de energia elétrica,gás e combustível”.

    Fontes: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l7783.htm
    http://www.cemig.com.br/pt-br/Paginas/homepage.aspx

  5. Grupo: 4 – A Favor
    Atualmente, um dos grandes fatores responsáveis pelo desenvolvimento do país é a eficiência energética e o desenvolvimento da mesma gera, portanto, questionamentos e mudanças em sua estrutura. Uma dessas mudanças é a implantação do sistema de energia pré-paga como já é utilizado no serviço de telefonia.
    Um dos questionamentos, com relação à implantação desse sistema, se deve ao fato de que a diferença entre o sistema de telefonia e de energia pré-pagos existe no encerrar dos créditos, pois enquanto no serviço de telefonia você ainda consegue utilizar após o encerramento, o sistema de energia não revela essa possibilidade. Entretanto, esse fato existe em ambos os sistemas, ou seja, tanto no sistema de energia pré-pago quanto no pós-pago é possível que o fornecimento de energia seja cortado devido ao não pagamento. Além disso, o sistema de energia pré-pago permite que o consumidor saiba quando o fornecimento de energia será interrompido através de avisos sonoros e luminosos e tenha controle total do consumo de energia através de leitores que serão instalados no interior do local.
    Através desse sistema, o consumidor terá maior controle dos gastos mensais, poderá gerar economia de energia e, caso o consumidor não esteja de acordo com a implantação, não é obrigado a mudar para esse plano.
    Portanto, o modelo pré-pago realmente é um modelo que gera muitas discussões, mas já é utilizado em países de grande porte como Estados Unidos, França, Inglaterra e Austrália e em países da América do Sul como Colômbia, Peru e Argentina.
    Fontes: – http://www.idec.org.br/em-acao/revista/atendimento-ruim/materia/energia-pre-paga-boa-pra-quem
    http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1148011-aneel-quer-luz-pre-paga-em-todo-o-pais.shtml

  6. Grupo 2 – A Favor

    Além do já citado, em sustento ao sistema pré-pago de energia, há um projeto que objetiva tornar gratuitos os primeiros 30kwh de energia consumida por mês por residência. Desse modo, incluir-se-iam os consumidores de renda menos favorecida, que algumas vezes se encontram até mesmo na clandestinidade. A provisão de energia à população em geral decerto promoveria o engrandecimento do país, tanto economicamente, considerando que os consumidores clandestinos virariam consumidores regulares, quanto socialmente. Esse sistema proporcionaria, portanto, crescimento nacional e economia de energia.

  7. Grupo 4 – A Favor
    A discussão entre a implantação ou não do sistema de crédito de energia pré-paga indica que há muitos fatores contrários e favoráveis ao sistema. Com relação ao preço foi divulgado que o país apresenta uma das tarifas mais caras do mundo e, apesar de o governo já ter tomado algumas decisões a respeito, ainda é necessária a redução desse valor. Dessa forma, visando melhorar esse aspecto, juntamente com a implantação do sistema, há fatores no sistema pré-pago que garantem uma redução do orçamento. Ainda que o preço do kWh seja o mesmo em ambos os sistemas, a energia comprada com antecedência tende a ser mais barata, cerca de 2% a 10%, as empresas fornecedoras diminuirão o gasto com leituras e com envio de faturas e, ainda, não haverá pagamentos de algumas tarifas como ocorre no sistema pós-pago.
    Além disso, o sistema visa atender a uma maior parte da população que não têm condição e não recebe o serviço de fornecimento de energia adequado, desejando, dessa forma, diminuir as ocorrências dos “gatos” e reduzir o índice de pessoas que não recebem esse serviço. Portanto, o sistema tende a ser benéfico a grande parte das pessoas, e pode, inclusive, gerar um consumo de energia mais consciente visando desenvolver o setor energético do país.
    Fonte: http://www.businessreviewbrasil.com.br/technology/apps/o-novo-sistema-de-energia-eletrica-do-brasil

  8. Grupo 4 – A Favor

    O sistema pré-pago de energia vem levantando discussões e conflitos de ideias. Atualmente o Brasil estuda os benefícios e desvantagem de sua adoção. Um dos objetivos da implementação da energia pré paga é diminuir a inadimplência no pagamento da fatura de energia, além de complementar o Programa Luz para Todos (PLT) criado pelo Governo Federal com o finalidade de levar luz elétrica a lares que ainda não possuem. Para os contratantes do serviço de energia elétrica o término da obrigação do pagamento da tarifa básica é uma das vantagens, além de que o preço da energia comprada com antecedência será mais barato, gerando assim uma economia maior para o consumidor ademais de um considerável controle dos gastos, proporcionando ao usuário final maior autonomia e um melhor uso
    da energia adquirida. Todo sistema tem prós e contras, cabe a população se inteirar sobre o assunto e se posicionar.
    Fonte: http://www.redenergia.com/noticias/aneel-quer-luz-pre-paga-em-todo-o-pais/

  9. GRUPO 3 – CONTRA

    O sistema de energia pré paga beneficia única e exclusivamente as concessionárias de energia. Não haverá mais inadimplência, os gastos com mão de obra na medição e emissão de contas serão reduzidos, além do número de reclamações por cobranças indevidas. Em outros países em que o sistema foi adotado, os consumidores mais vulneráveis são os mais atraídos e os que mais podem ser prejudicados por ele devido, principalmente, ao corte imediato da energia quando os créditos acabam. Os órgãos de defesa do consumidor enfatizam os diversos riscos que o usuário pode correr devido à suspensão de energia (que atualmente acontece apenas 15 dias depois que o cliente recebe uma notificação) e como pode comprometer sua saúde, a segurança e o bem-estar. Foram apontados casos de morte devido interrupção repentina da energia em países em que o sistema vigora, como no Reino Unido. Antes de implantar uma nova modalidade de cobrança de luz que mudará drasticamente os hábitos da população brasileira, deve-se ocorrer uma análise mais minuciosa dos prós e contras.

  10. Grupo 1 – Contra

    A energia elétrica é um serviço essencial e a perda do acesso a ela representa uma ameaça à saúde e à segurança do cidadão. Embora essa modalidade seja uma opção, o pré-pagamento sujeita o consumidor ao racionamento forçado e contínuo do consumo de energia, resultando na perda dos padrões razoáveis de uma vida digna e com o mínimo de conforto, indispensáveis sobretudo em momentos de dificuldade financeira temporária, lembrando que deve haver regras claras e diferenciadas para consumidores supervulneráveis, como idosos e os de baixa renda.
    Corte imediato – Essa é a questão que mais preocupa os órgãos e instituições de defesa do consumidor. Argumenta-se que isso retiraria um ganho do consumidor que, hoje, é notificado 15 dias antes da suspensão do serviço de energia.
    Risco de vida – Os órgãos de defesa do consumidor argumentam que a interrupção imediata pode pôr o usuário em risco e apontam casos de morte em países que adotaram o sistema, como o Reino Unido.
    Solicitação da recarga extra – O usuário pode fazer essa solicitação de crédito, que vai ser descontado da próxima recarga, mas os críticos do sistema acham que isso deveria ser concedido automaticamente.

  11. Grupo 1 – Contra

    Aneel, ao criar o sistema de energia pré-paga, seria a maior beneficiada pois haveria a diminuição da inadimplência e cortes com funcionários, o que faria os seus lucros aumentarem. Além disso haveria uma diminuição nas ligações clandestinas. Para Aneel isto lhe daria uma grande comodidade, mas em contra partida muitas famílias teriam seus direitos “feridos”. Está previsto no Código de Defesa do Consumidor, que “o sistema de energia elétrica é um serviço essencial à população – Lei n 7.783/1986 – e, por isso, deve ser prestado com qualidade, eficiência e continuidade”. Além de ferir com os direitos dos consumidores, não está previsto no projeto uma redução nas tarifas, que seria a maior vantagem para os consumidores.

    Fonte:http://www.gazetadopovo.com.br/economia/conteudo.phtml?id=1131222&tit=Conta-de-luz-pre-paga-ja-enfrenta-oposicao
    http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2011/05/10/sistema-pre-pago-de-energia-eletrica-sera-prejudicial-ao-consumidor.jhtm

  12. GRUPO 1- CONTRA

    Para conter o consumo desenfreado de energia elétrica no Brasil,o governo quer copiar o modelo de alguns países lançando um plano de energia pré-paga no território.Esse sistema será extremamente prejudicial para habitantes de áreas rurais.Quando os créditos esgotarem ocorrerá a suspensão de eletricidade nas residências.Para voltarem a receber eletricidade,será necessário telefonar para a concessionária e solicitar a liberação de energia.O problema está aí,visto que há uma substancial ineficiência das operadoras de telefonia em proporcionar cobertura eficiente nas áreas não urbanas.A falta inesperada de energia pode comprometer e inviabilizar a vida de milhares de moradores de áreas rurais.

  13. GRUPO 3- CONTRA

    Pagar primeiro e utilizar o serviço depois, até o limite dos créditos. De acordo com Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), o pré-pago passará a ser uma opção de acesso à energia elétrica. Quando se fala em pré-pagamento, a comparação com a telefonia móvel é inevitável, mas os dois serviços são bastante diferentes. A diferença crucial é que a energia elétrica é um serviço essencial à saúde e segurança dos consumidores, conforme dispõe a Lei no 7.783/1989 (artigo 10, inciso I) “São considerados serviços ou atividades essenciais: tratamento e abastecimento de água; produção e distribuição de energia elétrica, gás e combustíveis;”.
    No sistema convencional de conta de luz (pós-pago), há algumas restrições para a desconexão, conforme disciplina a Resolução no 414/2010 da ANEEL: as empresas são obrigadas a notificar o consumidor sobre a suspensão, que só pode ocorrer em até 90 dias depois do inadimplemento (Com isso, o consumidor ganha tempo para regularizar sua dívida e evitar o corte), enquanto que no pré-pagamento, quando os créditos expiram, o usuário pode ficar sem luz imediatamente. A proposta da ANEEL prevê que as distribuidoras disponibilizem um “crédito de emergência”, cujo valor será descontado quando o consumidor fizer nova recarga. O crédito emergencial deve ser de no mínimo 5 kWh, o que dá para pouco mais de um dia, considerando que o consumo médio mensal dos brasileiros é de 120 kWh, de acordo com os cálculos do presidente da Abradee. Ou seja, os preços das tarifas são maiores que os da tarifa convencional apesar de grandes reduções de custos de operação e financeiro.
    Desvantagens para o consumidor:
    – Preço: nos países que usam o sistema pré-pago, geralmente os preços das tarifas são maiores que os da tarifa convencional apesar de grandes reduções de custos de operação e financeiro;
    – Consumidores terão cortes de energia com maior facilidade;
    – Tempo e custo com deslocamento até o local de recarga;
    Desvantagens para a concessionária:
    – Custo elevado dos medidores: os medidores do sistema pré-pago são mais caros do que o do sistema convencional, pois exige um pouco mais de tecnologia;
    – Elevado custo médio de manutenção;
    – Investimento em pontos de venda: as concessionárias têm a necessidade de fazer investimentos em pontos de venda e precisarão pagar comissão para que esse serviço seja feito;
    – Vida útil dos medidores pré-pagos de 10 a 15 anos;

    Fontes: http://www.stiupb.com.br/noticia/2013/01/19/energia-pre-paga-boa-pra-quem.html
    http://www.eletrica.ufpr.br/ufpr2/tccs/232.pdf
    http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l7783.htm

  14. Grupo 4 – A Favor
    O modelo de energia pós paga, na qual o consumidor realiza o pagamento da fatura após o consumo, é um meio que possibilita o mesmo de continuar utilizando energia de forma irregular, por exemplo, quando não há o pagamento da conta de luz. Essa situação causa perda tanto para as distribuidoras quanto para o consumidor, tornando-se um fator preocupante, já que a inadimplência dos contratos de compra e venda de energia elétrica na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) foi de, aproximadamente, 12% no final do ano de 2012.
    Sendo assim, o modelo de energia pré paga possui projetos que diminuem a inadimplência nos contratos de energia elétrica. Isso ocorre porque o programa exige que o consumidor efetue, primeiramente, a compra de créditos energéticos para que só depois ele possa desfrutar dessa energia, que será, imediatamente, interrompida ao final do último crédito adquirido. Contudo, o cliente não será surpreendido com o corte da luz, uma vez que haverá um aviso prévio quando essa energia estiver atingindo seu limite, através de sinais sonoros e luminosos inseridos no local.

  15. Grupo 2 – A favor

    O sistema de energia pré-pago é um sistema que está sendo estudado para que aconteça sua instalação no território brasileiro no futuro próximo. O sistema pré-pago de telefonia, que é semelhante ao de energia no que diz respeito ao processo de pagamento, já conquistou mais de 80% dos usuários. É um sistema que prevê reduzir a inadimplência dos usuários e ao mesmo tempo economizar em mão de obra na medição mensal de consumo por parte da empresa especializada na distribuição. Para os usuários, a vantagem principal consiste no fato de possuirem uma ferramenta na qual o controle dos gastos se torna maior. O equipamento a ser instalado mostra a evolução dos gastos e o crédito remanescente, e, além disso, quando o saldo está próximo de acabar, o equipamento dispara um alarme visual e sonoro, importante ferramenta para que o consumidor não seja “pego de surpresa” e fique sem energia. O sistema pré-pago já foi instalado com sucesso em diversos países como Argentina, Reino Unido e África do Sul.

  16. GRUPO 1- CONTRA

    É perceptível no mundo contemporâneo a importância da otimização de vários
    eventos para uma melhor qualidade de vida. Isso é de tal forma comum, que está em plena expansão à procura de profissionais da área de automação industrial em empresas e residências.
    A ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) visa tornar o fornecimento de energia elétrica do modelo convencional para um pré-pago, semelhante ao sistema do celular. Essa tal mudança está se divergindo da otimização do processo, uma vez que as contas que eram quitadas através de débitos automáticos, não ocupando tempo para seus consumidores, com esta mudança, os mesmo precisariam ligar para a distribuidora e requerer certa quantia de créditos. É relevante citar que muitos brasileiros não provém de conhecimentos técnicos de quantos kWh será consumido em um determinado tempo, tornando-se à mercê de um interrompimento inesperado.
    É necessário levar em consideração a dificuldade de comunicação da população em relação à falta de cobertura da rede de celulares, internet e telefones fixos em toda extensão nacional, além de obrigar todos os consumidores a possuírem uma linha telefônica ou se deslocar para um ponto de venda. Os maiores prejudicados nessa mudança são a população de baixa renda e quem reside em zonas rurais distantes dos pontos de vendas e sem cobertura de celulares, tornando-se totalmente inviável esse novo modelo.

  17. Grupo 2 – A Favor

    Se tratando de mudanças, é evidente que exista o posicionamento de diversas opiniões sobre o assunto, ainda mais envolvendo finanças e cortes.
    Para muitos o sistema pré-pago de energia vem trazendo medo e aversão, pois a primeira impressão é que teremos o direito de “energia elétrica” cortado com um simples “Acabaram seus créditos” ou “Serviço interrompido, favor recarregue!”, mas não é nada disso que o novo sistema deseja implantar.
    A ideia de implantação desse sistema vem com um grande leque de pontos positivos. Este, já é utilizado em diversos países e em algumas cidades brasileiras, trouxe como seu carro chefe um melhor controle do usuário com o seu gasto de energia elétrica, refletindo em menores índices de inadimplência, maior economia na conta de luz, menos erros por parte da concessionária prestadora do serviço como por exemplo: Problemas de faturas, erro de leitura, suspensões indevidas,etc.
    Segundo a ANEEL, nas cidades brasileiras onde o sistema já foi implantado houve uma diminuição de 10% a 35% no consumo.
    Também é importante citar sobres as recargas, o sistema será facilitado, a ideia é colocar pontos de recarga em todos os locais de acesso diário, como padarias, supermercados, lojas, pontos de venda da empresa espalhados pela cidade e até em bancas de jornais.
    Com a implantação desse sistema, haverá uma melhoria do nível e da qualidade de vida do cidadão!

  18. Grupo 4 – A Favor

    O novo modelo de energia pré-paga funcionará no mesmo molde das telefonias de celulares. O consumidor compra um determinado valor em créditos de energia que serão consumidos conforme a utilização do serviço. Já instalado em diversos países como França, Austrália e África do Sul e, mais recentemente, em alguns países da América do Sul, como Peru e Argentina, pesquisas apontam que a satisfação dos consumidores é de aproximadamente 80%.
    Um ponto a favor deste sistema é que em razão da possibilidade do acompanhamento do consumo de energia em tempo real (através do próprio medidor instalado ou ainda via internet ou celular) os consumidores passaram a ter um controle maior de seus gastos. Até mesmo comprando créditos de energia somente no período de sua utilização.
    Mais um aspecto relevante é que com este monitoramento as pessoas tendem a racionar e assim utilizar melhor a energia.
    Pode–se destacar também o fato que não há pagamento de tarifas básicas como ocorre no sistema pós-pago.

  19. Grupo 2 – A favor.

    Como foi mostrado anteriormente algumas desvantagens para o consumidor, é possível ver muitas vantagens, que serão descritas abaixo:

    1°) há uma maior flexilidade pra o consumidor, pois pode escolher o quanto e quando comprar.
    2°)Muitos consumidores não possuem conta em banco então algumas vezes
    tem dificuldades em fazer o pagamento.
    3°)Melhor administração do consumo.
    4°)A tecnologia do pré-pagamento mantém o consumidor continuamente
    atualizado sobre o status da sua conta e proporciona flexibilidade para pagar
    pelo consumo da forma que melhor se enquadrar com o seu perfil, ajudando
    no orçamento.
    5°)Subsidio do governo:algumas pessoas de baixa renda podem ter descontos ou mesmo ganhar alguma parte da energia pelo governo.
    6°)Evita erro de leituras.
    7°)Aqueles que estão na economia informal geralmente recebem por
    dia/semana, e muitas vezes não conseguem guardar um valor alto para pagar
    energia, então com o sistema pré-pago podem comprar créditos quando
    puderem.

  20. GRUPO 1- CONTRA

    O sistema pré-pago de energia veio como uma alternativa de buscar melhorias tanto para as concessionárias de energia como para os consumidores. Existem algumas vantagens como uma forte política contra a inadimplência, o não deslocamento de equipe de campo para a realização da operação de desligamento e religamento, sendo automática, e a redução do “furto” de energia elétrica, por exemplo. Logo, com a implementação de um sistema pré-pago, a redução de custos com leitura, desligamento e religamento seriam reduzidas drasticamente. Essa automatização do processo é, de certa forma, prejudicial, pois ocorreria uma redução de postos de trabalho. Os funcionários responsáveis pela leitura mensal dos medidores de consumo de energia e aqueles que realizam o corte e o religamento nas residências teriam sua função extinta. Outro fator é que, na maioria dos casos, são recém formados em cursos de especialização técnica que realizam essas atividades, principalmente a leitura de medidor. Este cargo de emprego é, muitas vezes, a porta de entrada de um jovem no mercado de trabalho para que ele comece a se adaptar ao ambiente de uma empresa de distribuição de energia elétrica. Desta forma, estes empregos não são descartáveis, pois são responsáveis por vários contratos empregatícios.

  21. Grupo 3- contra
    Foi citado anteriormente que o sistemas de energia pré-pago beneficiaria os consumidores de baixa renda, sendo os primeiros 30kw/h gratuitos.Porém não existe nenhum projeto que garanta isso, pelo contrário especula-se que as companhias energéticas estejam visando esse sistema para reduzir as ligações clandestinas e não há nenhuma garantia que a tarifa desse sistemas seja reduzida,pois pois apesar da eliminação de gastos com processo de leitura, envio da fatura de forma continua, e do desligamento/religamento do serviço de energia elétrica, por outro lado, os medidores são mais caros e necessitarão de uma rede de pontos de venda.

    Além disso a energia pré-paga tira a característica de essencialidade do serviço.A possibilidade do consumidor ter a sua energia interrompida imediatamente quando os créditos acabam que se mostra contrário as disposições do artigo 22 do código de defesa do consumidor que obriga os órgãos públicos a fornecerem serviços adequados,eficientes,seguros e,quando essenciais, contínuos.

    Foram citados também experiências com pré-pagamento no Reino Unido, África e Colômbia. Porém a realidade e os motivos da implantação do sistema nesses países se diferem do Brasil. O Reino Unido,por exemplo, possui o mercado mais competitivo do mundo,o inicio da implantação do sistema pré-pago foi marcado pelo alto índice de desconexões deste,fato que levou o governo e o órgão regulador do país a determinarem melhorias por parte das empresas.

    .

  22. GRUPO-3 contra
    Adotar tal sistema seria uma atitude extremamente maléfica a população, uma vez que não podemos copiar uma coisa que não deu certo nem na Inglaterra- país rico. Se a pessoa tem pouco crédito no cartão, vai ter que optar por usar menos aparelhos para poupar créditos que lhe resta . É contraditório, porque a energia vem para facilitar a vida das pessoas, mas não terão acesso, porque o custo da energia elétrica está muito alto. Por um lado somos estimulados a comprar um monte de bugiganga elétrica, que somos influenciados a pagar em parcelas a se perder de vista ,e não vamos poder usar. É um contra senso do próprio mercado. Água e luz são serviços essenciais(o projeto de lei que visa a implementação de um sistema pré-pago de energia também almeja um sistema pré-pago de água!) as pessoas têm que ter acesso. Se elas não têm renda é preciso dar acesso a uma quantidade mínima isso é política pública, não tem saída.
    No Brasil, três empresas se interessaram pelo sistema. A Sabesp concluiu que seria inviável economicamente adotar o sistema em São Paulo. A SANEAGO, de Goiás, fez o teste em 420 residências de Abadia de Goiás, mas desistiu porque a tecnologia mostrou-se economicamente desvantajosa. E a SANEATINS testa o sistema há cinco anos em 50 residências do Tocantins.
    Assim, fica claro que nenhuma empresa procurou verificar se houve algum benefício ao consumidor, principalmente o de baixa renda, limitando-se a verificar sua viabilidade técnica e quais as vantagens econômicas que poderiam auferir. Esta é a confirmação do custo social da privatização de serviços essenciais à população, levando a busca pelo lucro ofuscar as necessidades básicas da população, responsabilidade do Estado, que agora seriam responsabilidades das empresas privadas.
    Fonte-texto baseado na justificativa do projeto de lei n 2751/2005 do Deputado Edimilson Valentim.

  23. Grupo 4 – A Favor

    O modelo de sistema de energia pré-pago tem sido muito discutido devido aos problemas gerados após o encerramento dos créditos. De acordo com a Aneel, como já foi dito, o equipamento utilizado mostra consumo de energia e a quantidade de créditos que ainda restam. Dessa forma o consumidor, de uma forma mais “fácil”, tem acesso ao consumo e pode ter maior controle dos gastos tanto do ponto de vista energético quanto do ponto de vista econômico. Além disso, o consumidor não será surpreendido com a interrupção do fornecimento uma vez que o aparelho avisará sobre o encerramento dos créditos. Com relação a falta de energia que o consumidor estará sujeito, haverá um crédito emergencial de 5KWh que permitirá que o mesmo não corra o risco de ficar sem energia. A discussão nesse ponto se deve à contrariedade que existe com o Código De Defesa Do Consumidor, que diz que a energia é um serviço essencial ao homem, e ao fato de os habitantes da zona rural serem prejudicados devido à dificuldade de acesso ao serviço. Entretanto, esse modelo de energia permite que a eletricidade atinja maior número de pessoas inclusive da zona rural, uma vez que não será necessário ir a local várias vezes para fazer as medições. Além disso, o consumidor não precisará todo mês ir até determinado local para fazer o pagamento, visto que poderá ser feito em casa ou qualquer ponto comercial como padaria ou banca de jornais. Como exemplo, é possível citar que o sistema já está sendo implantado no estado do Amazonas e já demonstrou sucesso e redução do consumo. Com relação à interrupção e ao fato de 5KWh durar pouco mais de um dia, o preço do KWh atualmente é de R$ 0,50 e tende a ser mais barato com o sistema pré-pago, dessa forma compensa o fato de que no pós-pago você possui 90 dias de espera antes de ter o fornecimento interrompido, mas não resta dúvidas de que a mão de obra e os transtornos serão maiores nesse caso. Se houver alguém que não seja de acordo com a implantação devidos aos problemas mencionados não é obrigado a adotá-la, basta se manter no modelo já existente.

  24. Grupo 2 – A Favor
    O sistema de energia pré paga, tema muito discutido atualmente e que surge como projeto para uma possível redução do consumo de energia, duvide opiniões acerca daqueles que o discutem, apresentando características que não seriam de maneira alguma ” maléficas ” à população, pois cada consumidor utiliza sua energia de maneira diferente e caberia apenas a ele mesmo se organizar e adaptar ao sistema ou não, uma vez que sua instalação não é obrigatória e sim opcional. É inegável fato que em alguns países o sistema não foi tão eficaz quanto esperado, mas isso não se deve somente ao sistema em si, mas sim a uma conjuntura de fatores não só econômicos como também culturais de cada lugar.
    O equipamento instalado na casa de cada cliente apresenta informações de consumo e de créditos restantes, sendo bastante eficaz ao avisar da escassez destes, e em caso de emergências, é possível que o contratante consiga um adiantamento de 5 KWh a serem descontados na próxima recarga. Se a recarga não for efetuada ( o que poderia ser feito pela internet, celular, telefone, padarias, bancas de jornais e etc. ), mesmo após ter sido avisado sobre a falta de saldo no aparelho e ter recebido o ” crédito extra ” o consumidor não adquirir mais créditos, o fornecimento de energia é cortado mas pode ser religado em tempo muito mais hábil do que no sistema convencional, economizando em mão de obra. Além disso, as reduções de custo com envio mensal de contas via correio e gastos com processo de leitura, por exemplo, poderiam acarretar em redução da tarifa da energia, o que seria benéfico para todos. Em suma, o projeto pode sim ser viável se houver uma conscientização da população sobre as vantagens do sistema, uma fiscalização rigorosa para que todo funcione nos padrões desejados e colaboração por parte do governo na redução da tarifa. O Brasil pode sim tornar-se exemplo não só na geração de energia ( uma vez que já é tomado como referência em energia hidroelétrica ) mas também na venda dessa energia para o povo.

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