Sistemas Eletrônicos – 1º Semestre 2013

Eletrônica orgânica X Eletrônica inorgânica

A eletrônica estuda o uso de circuitos formados por componentes elétricos e eletrônicos, com o objetivo de processar informações de forma digital ou analógica. Propomos o debate entre dois tipos: eletrônica orgânica e a eletrônica inorgânica.

organica  A eletrônica orgânica lida com polímeros condutores e a condutividade de  pequenas moléculas, ambos baseados em carbono (por isso chamada de orgânica). Apesar de recente, pode representar o futuro da eletrônica e tem se mostrado de grande potencial tecnológico e com diversas aplicações como: OLEDS, implantes biodegradáveis que se dissolvem no corpo humano, telas flexíveis.

A eletrônica inorgânica é a mais conhecida, representada por placas de circuitos que conhecemos nos diversos equipamentos ao nosso redor, como: computadores, TVs, celulaes… etc. A eletrônica inorgânica se baseia em componentes derivados do silício e do germânio.

inorganica

Prazos

Primeira Etapa – 12/07
Debate – 07/08
Questionário –  26/08

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0 thoughts on “Sistemas Eletrônicos – 1º Semestre 2013

  1. GRUPO 2 – Orgânica

    Uma ideia vislumbrada pela primeira vez em 1974, nos trabalhos dos químicos Mark Ratner e Ari Aviram, cada vez mais, ganha força com os adventos da nanotecnologia e técnicas mais refinadas de manuseio e construção de materiais. A então batizada “eletrônica orgânica” se baseia principalmente no uso de moléculas com cadeias carbônicas – daí seu nome – lineares ou planares e com alternância de ligações duplas e simples.

    Esse simples arranjo molecular permite que elétrons pi assumam conformações em que fiquem razoavelmente deslocalizados quando as moléculas de que provêm são submetidas a diferenças de potencial elétrico, sem que, contudo, seja comprometida suas estruturas covalentes. É justamente esse fato, percebido por químicos em estudos sobre polímeros desde o começo do século XX, que vem agora sendo usado por cientistas ao redor do mundo como forma de aliar aos microchips de silício dopados características impraticáveis apenas com aquilo de que dispões o mercado atualmente. Em alguns casos, já é possível falar em uma completa substituição da “eletrônica inorgânica”.
    Centros e institutos de pesquisa americanos, japoneses, europeus e brasileiros já se dedicam à construção de transistores e diodos – a base da eletrônica – formados por cadeias copoliméricas, como maneira de criar núcleos capazes de processar e armazenar dados. Dentre algumas vantagens desse novo conceito, estão o reduzido tamanho dos componentes – cerca de apenas 20 vezes maiores que uma molécula – a vasta gama de aplicações – graças a características como flexibilidade e resistência a choques mecânicos e sobrecargas elétricas –baixos custo, tempo e complexidade de produção industrial e, claro, menores danos a ecossistemas, uma vez que os metais raros presentes nos chips de hoje em dia apresentam elevados custos financeiro e ambiental, desde sua extração até seu descarte.

    Assim, esses fatos permitem o emprego dessa nova área não só em computares e telas flexíveis – que são os carros-chefe na divulgação dos avanços a serem proporcionados pela eletrônica orgânica – mas também em áreas como medicina, agricultura e conversão de energia.

    Vale ressaltar que, por ainda se constituir de um novo ramo de pesquisa, os polímeros como matéria-prima de chips ainda apresentam deficiências no uso prático que têm os componentes tradicionais de circuitos eletrônicos, como faixa de temperatura de operação e amplificação de sinais e potência. Entretanto, considerando-se o fato de que os OLED’s – um dos pioneiros realmente funcionais da eletrônica orgânica – só foram descobertos em 1990, há de se convir que esse novo campo já atingiu espantoso avanço em apenas pouco mais de duas décadas.

    A esse ritmo, resta-nos não apenas esperar, mas ajudar a construir e difundir tal conceito, que promete revolucionar a forma de processamento e armazenamento de dados num futuro realmente próximo.

  2. Grupo 1- Eletrônica Inorgânica

    Podemos falar da importância da eletrônica inorgânica no referente à contribuição no desenvolvimento de peles artificiais para robôs, estes tipos podem ter funcionalidades semelhantes as do ser humano, podendo ter a capacidade de tocar e sentir determinados objetos, inicialmente a ideia era de trabalhar com materiais orgânicos, porque são mais flexíveis e com um processamento simples, porém, estes materiais orgânicos são semicondutores ruins o que resultaria no uso de alta tensões nestes dispositivos eletrônicos para que seus circuitos funcionassem.
    Materiais inorgânicos, tais como o silício cristalino, possuem ótimas propriedades elétricas, podendo funcionar com potências menores e mais estáveis quimicamente, mesmo estes materiais não possuindo grande flexibilidade, há estudos com pesquisas de diversos grupos que fios minúsculos compostos de material inorgânico podem se tornar flexíveis.
    Para o desenvolvimento da pele eletrônica foram utilizados nano fios de Germânio e Silício, estes nano fios foram impressos em matrizes quadradas com 18 por 19 pixels, e cada pixel contendo um transistor .A matriz precisou de menos que 5 volts para o seu correto funcionamento e continuou operando com um bom rendimento por mais de 2 mil ciclos de dobras.A pele eletrônica inorgânica detectou pressões de 0 a 15 quilopascals, assemelhando-se assim à força utilizada em atividades diárias.
    Outro objetivo na utilização deste tipo de pele é o de restauração do sentido do tato em pacientes que necessitam de membros proteicos, porém para que esta ideia seja viável, há necessidade de grandes avanços na integração dos sensores eletrônicos com o sistema nervoso humano.

    • Grupo 1- Eletrônica Inorgânica

      Podemos falar da importância da eletrônica inorgânica no referente à contribuição no desenvolvimento de peles artificiais para robôs, estes tipos podem ter funcionalidades semelhantes as do ser humano, podendo ter a capacidade de tocar e sentir determinados objetos, inicialmente a ideia era de trabalhar com materiais orgânicos, porque são mais flexíveis e com um processamento simples, porém, estes materiais orgânicos são semicondutores ruins o que resultaria no uso de alta tensões nestes dispositivos eletrônicos para que seus circuitos funcionassem.

      Materiais inorgânicos, tais como o silício cristalino, possuem ótimas propriedades elétricas, podendo funcionar com potências menores e mais estáveis quimicamente, mesmo estes materiais não possuindo grande flexibilidade, há estudos com pesquisas de diversos grupos que fios minúsculos compostos de material inorgânico podem se tornar flexíveis.

      Para o desenvolvimento da pele eletrônica foram utilizados nano fios de Germânio e Silício, estes nano fios foram impressos em matrizes quadradas com 18 por 19 pixels, e cada pixel contendo um transistor .A matriz precisou de menos que 5 volts para o seu correto funcionamento e continuou operando com um bom rendimento por mais de 2 mil ciclos de dobras.A pele eletrônica inorgânica detectou pressões de 0 a 15 quilopascals, assemelhando-se assim à força utilizada em atividades diárias.

      Outro objetivo na utilização deste tipo de pele é o de restauração do sentido do tato em pacientes que necessitam de membros proteicos, porém para que esta ideia seja viável, há necessidade de grandes avanços na integração dos sensores eletrônicos com o sistema nervoso humano.

  3. Grupo 4- Orgânica

    Uma das vantagens de se utilizar a eletrônica orgânica é que ela é simples para pode ser sintetizada em temperatura ambiente. Quando se trata de placas de silício é necessário temperaturas acima de 1000ºC para sintetiza-las.

  4. Grupo 2 -organica

    A tecnologia entra em um estágio no qual o termo “nanotecnologia” é bem explorado. E a procura por novas técnicas mais baratas dinâmicas e ao mesmo tempo eficientes é bem discutida, a eletrônica orgânica é um novo ramo da tecnologia e se adéqua como uma dessas técnicas inovadoras.
    Tem como base matériais orgânicos,entre exemplos os polímeros,para a produção de circuitos e dispositivos eletrônicos que podem ser fabricados por impressão esses frequentementes são finos,flexíveis e até transparentes.Em oposição estão os semicondutores inorgânicos produzidos a partir de técnicas caras como a fotoligrafia,enquanto a eletrônica orgânica possui processos de custos baixos como a impressão.O que torna os produtos bem mais baratos em comparação aos tradicionais dispositivos eletrônicos.
    De acordo com o fórum econômico mundial os circuitos eletrônicos biodegradáveis estão entre 10 motivações tecnológicas que prometem alavancar e extinguir a paralisia econômica mundial e assim poder a vir ter um crescimento sustentável,pois apesar de não poder competir com a eletrônica orgânica no ponto de vista de velocidade e densidade ela possui vantagens em custo e versatilidade.
    Uma área que é bem receptível a essa tecnologia é a saúde no campo da optogenética.
    Onde microleds pequenos e sofisticados dispositivos permite o controle das células por meio da luz.Com isso é possível estudos ligados as funções cerebrais de forma eficaz e precisas sem haver a necessidade de técnicas que podem afetar neurônios.

    • No fragmento “apesar de não pode competir com a eletrônica orgânica” em vez de orgânica é inorgânica.

  5. Grupo 3 – Inorgânica

    Apesar dos semicondutores inorgânicos serem mais caros e com uma produção mais trabalhosa, existem algumas áreas que a eficiência da eletrônica inorgânica, prevaleçe sobre a da orgânica, uma delas é a energia solar.
    As placas de energia solar tradicionais são compostas por células solares de silício, o que permite um aproveitamento de aproximadamente 25% dos raios solares captados, e atualmente estão sendo feitas também, células solares de película fina compostas por Telureto de cádmo.Essas células apesar de ter um aproveitamento um pouco menor que as tradicionais, elas possuem uma durabilidade maior, de aproximadamente 20 anos.
    Alguns projetos de células solares orgânicas foram criados, mas seu aproveitamento chega de 2 a 5%, sendo inferior as de silício e de cádmo.

  6. O baixo rendimento das células solares orgânicas se deve principalmente à baixa condutividade elétrica nos atuais componentes. Mas isso está prestes a mudar, pois uma nova técnica de impressão com base em materiais orgânicos produz componentes eletrônicos com uma eficiência na condutividade 10 vezes maior do que usando métodos comuns.
    Esse avanço influenciará não só a energia solar, mas toda a eletrônica orgânica. Será possível desenvolver telas flexíveis e equipamentos cada vez menores, devido ao alto rendimento dos componentes.
    A eletrônica inorgânica continua usando dispositivos robustos, de alto custo e baixo rendimento. Como o Germânio, que é um dos elementos usado na dopagem do silício, por exemplo, e é muito dispendioso, restringindo os seus empregos. Enquanto a eletrônica orgânica oferece métodos de fabricação mais viáveis, componentes econômicos e inúmeras inovações tecnológicas.

  7. Grupo 3 – Inorgânica

    Os cientistas informaram que terão que ser feitas varias pesquisas ainda, para fazer com que a produção de energia dessas placas orgânicas flexíveis se comparem com a produção das inorgânicas, ou seja vai levar um tempo bom ainda.
    As placas solares inorgânicas também tem sua versão flexível, são formadas pelas células solares CIGS, elas podem ser fabricadas em filmes, plásticos e até impressão por jato de tinta, obtendo um record de aproximadamente 19% de eficiência.
    Vale ressaltar também que a empresa Power Film Solar, criou placas solares flexíveis, portáteis, duráveis e o mais importante de BAIXO CUSTO.Essas placas são compostas de uma menor quantidade de silício e uma maior quantidade de cádmo comparada as tradicionais, elas perdem um pouco em questão de eficiência, mas ganha em relação a custos.

  8. A resistência dos materiais da eletrônica orgânica, em sua maioria, é bem maior que a resistência dos materiais da inorgânica, fazendo com que a condução da eletricidade seja ruim e até ineficiente. Muitas vezes, cientistas buscam colocar quantidades pequenas de metais condutores para melhorar a qualidade da orgânica. Mas mesmo assim, em muitas aplicações, os condutores inorgânicos são a única opção viável.

  9. GRUPO 2-Orgânica

    A resposta para essa “ineficiente” da eletrônica orgânica é, pesquisa. Como exemplo, cito um avanço já discutido anteriormente, que foi a técnica de impressão que melhora a eletrônica orgânica em 10 vezes, onde eram feitos estudos para melhorar os componentes orgânicos e o resultado foi um aprimoramento muito satisfatório(de 10 vezes).
    Então, com pesquisas relacionadas a melhora da condutividade da orgânico, fica previsível que ela ira ser competitiva e porque não superior a inorgânica. Claro que estudos e pesquisas não são rápidos de serem feitos, entretanto como a tecnologia de nossa época anda em passos largos, é de se esperar avanços representativos em um curto espaço de tempo.

  10. Grupo 3 – Inorgânica

    Um ponto a se considerar é a difusão de conhecimento da inorgânica, pois sua amplitude de aplicações em instituições de ensino é muito maior do que os meios da eletrônica orgânica. Atualmente engenheiros, técnicos, ou seja, praticamente toda a parte profissional da área, mexe com o que já está no mercado e para que haja uma transição, se houver, de áreas, a necessidade de que se abra novos cursos sobre o assunto será um empecilho para o avanço tecnológico dos componentes baseados em carbono.

  11. Grupo 3 – Inorgânica

    Outro aspecto importante é também a parte comercial. No mercado eletrônico, todas as empresas lidam com semi-condutores, sendo algumas poucas a utilizarem os meios orgânicos em sua produção. A pesquisa que ainda é necessária em relação a custos de produção e reais benefícios para os componentes orgânicos são coisas que poucos empresários farão devido a condições financeiras. Caso haja uma transição de produção, futuramente muitas empresas e funcionários serão esquecidos no mercado, portanto causará certa exclusividade de conhecimento e finança

  12. Grupo 3 – Inorgânica

    Apesar da tecnologia orgânica apresentar várias vantagens sobre a tecnologia inorgânica, ela ainda possui graves impedimentos que dificultam sua aplicação em produtos para o qual nossa demanda está atualmente direcionada. A exemplo do uso de OLEDs, que seriam perfeitos para construção de displays, vemos que estes possuem problemas quanto ao seu encapsulamento, que permitem a permeabilidade de água e oxigênio que encurtariam sua vida útil por danificarem suas estruturas. Ainda se tratando de vida útil de seus componentes, notamos grande variação entre a duração dos filmes que compõem um OLED para composição de cores, o que necessitaria de manutenção constantemente, se tornando algo dispendioso.

  13. Grupo 3 – Inorgânica

    Outro problema relacionado a eletrônica orgânica é que apesar de apresentar algumas vantagens, toda a planta de produção atual está adaptada aos componentes da eletrônica inorgânica, e para que essa nova tecnologia chegue aos mercados seria necessária toda uma reestruturação da cadeia industrial que temos atualmente, gerando grandes despesas.

  14. Grupo 2 – Orgânica

    Por serem biodegradáveis, chips, por exemplo, baseados na tecnologia da eletrônica orgânica, não permaneceriam como corpo estranho no organismo humano após o uso, eliminando riscos de incompatibilidade ou rejeição do implante. Quanto ao problema da tensão que alimenta esses circuitos, pesquisadores do grupo da cientista Yueh-Lin Loo, da Universidade de Princeton, conseguiram construir transistores poliméricos, pouco maiores que uma molécula, capazes de amplificar a tensão desses chips, orientando melhor o caminho no qual devem seguir os estudos sobre alimentação de circuitos desse tipo.

    A mesma pesquisa de Loo permite, ainda, uma alternativa bem mais barata ao processo atual de produção de células fotovoltaicas. Capaz de substituir os processos que envolvem o manuseio e obtenção do óxido de índio-estanho, o novo método permite ainda a produção de desses dispositivos que captam a luz solar em rolos, diminuindo o tempo e investimento necessários à fabricação de placas solares.
    Quanto à deficiência na durabilidade, por contaminação com partículas do ar, o National Institute of Standarts and Technology, nos Estados Unidos, e a Universidade de Seul, na Coréia do Sul, conseguiram sintetizar transistores em que a base e o dielétrico sejam colocados no início do processo, usando em seguida moléculas orgânicas longas para forçar o correto encapsulamento e orientação das moléculas menores, essas sim semicondutoras.

    O melhor de tudo: dessa forma circuitos ou placas poderiam ser impressas de forma rápida e prática com impressoras de funcionamento similar às de jato de tinta, dispensando o uso de grandes reformas em matrizes industriais inteiras, hoje adaptadas à eletrônica inorgânica.

    Obviamente, ainda são necessários alguns anos de pesquisa nesse ramo, mas todos hão de concordar que as descobertas nessa nova área de estudo se dão a um ritmo muito maior que o visto na eletrônica inorgânica, que vem se modificando há décadas, desde a primeira válvula produzida no mundo. Se dermos todo esse tempo à eletrônica do carbono, quem sabe onde podemos chegar?

  15. Grupo 4- Orgânica

    Em relação a questão apresentada sobre profissionais perderem seus empregos e serão obrigados a investir em cursos e novas formas de aprendizado se a eletrônica orgânica for aplicada, temos que de fato isso vem ocorrendo a todos os momentos, como exemplo podemos citar que antes um profissional com mestrado era de grande excelência no mercado, hoje já é necessário um doutorado. Da mesma forma ocorre com as tecnologias presentes no atualidade elas vão evoluindo e é necessário as pessoas tentarem acompanhar (não que isso é a melhor forma, mas é uma realidade!). E por apresentar inúmeras vantagens,a eletrônica orgânica, tende a tomar o mercado e as empresas e profissionais irão se adaptar como sempre aconteceu.

  16. Grupo 4- Orgânica

    A pesquisa no campo dos OLEDs está rapidamente avançando e pode liderar as aplicações do futuro com displays “heads-up”, painéis automotivos, displays para quadros de anúncios, iluminação no lar e no escritório e displays flexíveis. Como os OLEDs se atualizam mais rápido do que os LCDs (quase mil vezes mais rápido), sendo uma vantagem que dificilmente será batida pelos dispositivos tradicionais. Um dispositivo com display de OLED poderá alterar a informação quase instantâneamente. As imagens de vídeo poderão ser mais realistas e constantemente atualizadas.

  17. Grupo 4 -Orgânica

    Podemos citar algumas vantagens dos OLEDS como por exemplo:

    As camadas orgânicas de plástico do OLED são mais finas, leves e flexíveis do que as camadas cristalinas do LED ou LCD e como essas camadas de emissão de luz do OLED são mais leves, o substrato do OLED pode ser flexível ao invés de rígido.
    Os substratos do OLED podem ser de plástico, ao contrário do vidro usado nos LEDs e LCDs;

    Os OLEDs são mais brilhantes do que os LEDs. Como as camadas orgânicas do OLED são mais finas do que as camadas de cristal inorgânico correspondentes de um LED, as camadas condutiva e emissiva do OLED podem ser sobrepostas. Da mesma forma, os LEDs e os LCDs precisam do vidro como suporte e o vidro absorve alguma luz. Os OLEDs não precisam de vidro;

    Os OLEDs não precisam de luz de fundo como os LCDs . Os LCDs funcionam através do bloqueio seletivo das áreas de luz de fundo para montar as imagens que você vê, enquanto os OLEDs geram a própria luz. Como os OLEDs não necessitam de luz de fundo, eles consomem muito menos energia do que os LCDs (a maior parte da energia do LCD vai para a luz de fundo). Isto é especialmente importante para dispositivos que funcionam com bateria, como os telefones celulares;

    Os OLEDs possuem grandes campos de visualização, aproximadamente 170 graus. Como os LDCs funcionam bloqueando a luz, eles apresentam um obstáculo natural de visualização de determinados ângulos. Os OLEDs produzem sua própria luz, portanto, têm um alcance maior de visualização;

    Além disso,os OLEDs são mais fáceis de serem produzidos e podem ser feitos em tamanhos maiores.

  18. A eletrônica orgânica cresce mais a cada dia, no mundo, no Brasil e em Minas Gerais. O Csem Brasil, um centro privado de pesquisa e desenvolvimento tecnológico, com sede em Belo Horizonte é pioneiro na produção de eletrônica orgânica impressa. O centro é responsável pelo desenvolvimento da primeira luz eletroluminescente impressa do mundo e pela produção de lâminas de plásticos usadas em painéis fotovoltaicos.
    A Lei de Inovação promove o investimento do governo em pesquisas científicas na área de tecnologia. Governo e empresa trabalhando juntos para a criação de inovações na eletrônica molecular.
    A eletrônica orgânica permitirá a chegada da energia elétrica em locais de difícil acesso, devido às fitas de painéis solares impressos. Serão necessárias muitas mudanças para a implementação da eletrônica orgânica, mas mudança não significa algo ruim e sim uma evolução, que pode trazer benefícios inimagináveis, afinal de contas, há 50 anos os computadores ocupavam um prédio inteiro, hoje cabem na palma da mão.

  19. Grupo 1- Eletrônica Inorgânica

    Enquanto a eletrônica orgânica se volta, em sua maioria, para a criação de novas tecnologias para objetos, a inorgânica cresce cada dia mais para ajudar os próprios seres humanos.
    Até hoje, os exames cardiológicos são desconfortáveis para a maioria da população. No monitoramento de saúde clínica, as máquinas de diagnóstico que realizam a medição fisiológica e estimulação através da pele estão ligados a pacientes com fios e cabos. A fiação é complicada e pode ser inconveniente e angustiante para pacientes e médicos.
    Para acabar com isso, uma equipe de engenheiros americanos projetou um circuito elétrico que pode ser colado à pele como uma tatuagem temporária. O aparelho é capaz de medir o ritmo cardíaco e outros dados vitais, e pode revolucionar o monitoramento de pacientes. Tal invento foi publicado na revista Science. Esse é um exemplo do conforto para as pessoas, melhorando a qualidade da saúde.
    Esse exemplo é um ponto importante, visto que ultimamente, a eletrônica inorgânica vêm melhorando cada dia mais a qualidade de vida das pessoas sem incentivar o excesso de consumismo; ao contrário da eletrônica orgânica.

    • Grupo 2 – Orgânica

      Um bom exemplo para opor a este adjetivo (consumismo) dado a eletrônica orgânica é o exemplo de que estudante da Universidade Nacional de Ching Kung, em Taiwan, desenvolveram transistores com claras de ovos sem nenhum tipo de refinamento ou tratamento, apenas aquecimento dos ovos, ou seja, eles literalmente fritaram os ovos e usaram suas claras.
      E em seus resultados , os transistores tiveram correntes de saída quase o dobro se comparados a outros transistores orgânicos.
      Isto mostra o quanto fantástico é a eletrônica orgânica, pois com coisas simples como um ovo ela nos surpreende.

  20. Grupo 1- Eletrônica Inorgânica

    Enquanto a eletrônica orgânica se volta, em sua maioria, para a criação de novas tecnologias para objetos, a inorgânica cresce cada dia mais para ajudar os próprios seres humanos.
    Até hoje, os exames cardiológicos são desconfortáveis para a maioria da população. No monitoramento de saúde clínica, as máquinas de diagnóstico que realizam a medição fisiológica e estimulação através da pele estão ligados a pacientes com fios e cabos. A fiação é complicada e pode ser inconveniente e angustiante para pacientes e médicos.
    Para acabar com isso, uma equipe de engenheiros americanos projetou um circuito elétrico que pode ser colado à pele como uma tatuagem temporária. O aparelho é capaz de medir o ritmo cardíaco e outros dados vitais, e pode revolucionar o monitoramento de pacientes. Tal invento foi publicado na revista Science. Esse é um exemplo do conforto para as pessoas, melhorando a qualidade da saúde.
    Esse exemplo é um ponto importante, visto que ultimamente, a eletrônica inorgânica vêm melhorando cada dia mais a qualidade de vida das pessoas sem incentivar o excesso de consumismo; ao contrário da eletrônica orgânica.

  21. Grupo 4 – Eletronica Organica

    Umas das grandes vantagens da Eletronica Inorganica é a reabsorção (biodegradação) dos circuitos implantados. Após a utilização do circuito organico, a reabsorção dele pode ser acionada por calor, radiação, variações no pH e outros fatores ambientais. E, diferente dos equipamentos inorganicos, o tempo de reabsorção deles no ambiente é muito menor, podendo ser até questão de minutos, dependendo da aplicação.

  22. Grupo 1 – Inorgânica

    Na eletrônica orgânica, apesar dos materiais usados serem mais flexíveis e de processamento relativamente simples, são também semicondutores ruins. Sendo assim, para que seus circuitos funcionem, eles precisarão frequentemente de altas tensões. Já na eletrônica inorgânica os componentes usados têm propriedades elétricas excelentes, podendo também operar com baixa potência. Além disso, pesquisas recentes têm mostrado que fitas ou fios minúsculos de materiais inorgânicos podem se tornar altamente flexíveis.

  23. Grupo 4- Organica

    Aos que dizem que na eletronica organica os semicondutores são ruins, existem pesquisas atuais que mostram que a descoberta que o poliacetileno poderia aumentar drasticamente a sua condutividade podendo romper com esse problema de serem semicondutores ruins.

  24. A tecnologia em eletrônica vem se expandindo dia após dia, podemos ver tamanha importância do uso da eletrônica nos diversos setores da economia. A eletrônica inorgânica vem sendo aprimorada no uso de diversas descobertas científicas, bem como a criação de uma pele eletrônica, a qual é feita de compostos inorgânicos derivados de material, batizado de e-skin (pele eletrônica) por seus criadores, é o primeiro feito de semicondutores inorgânicos cristalinos. Essa tecnologia objetiva gerar uma pele semelhante a pele humana, e com as mesmas funções. Inicialmente será utilizada em robôs, mas os cientistas pensam na possibilidade de futuramente implementa-la em humanos. Essa nova criação na área tecnológica irá gerar um desenvolvimento intenso na engenharia robótica, a qual irá similar a pele de um humano em um robô e será o grande desafio da robótica similar as atividades sensoriais de tato humanas em uma máquina. “A ideia é fazer com que o material tenha funcionalidades semelhantes à da pele humana, o que implica incorporar a capacidade de tocar e de sentir objetos”, disse Ali Javey, coordenador da pesquisa.
    Anteriormente esse mesmo trabalho foi realizado com compostos orgânicos, porém não obteve um sucesso tão satisfatório quando os compostos inorgânicos. “O problema é que os materiais orgânicos são semicondutores ruins, o que significa que dispositivos eletrônicos feitos com eles precisarão frequentemente de altas tensões para que seus circuitos funcionem”, disse Javey.
    Ou seja para essa tecnologia ser bem sucedida, apenas seria necessário os compostos inorgânicos, descartando os demais, já que diferente dos orgânicos, os inorgânicos têm propriedades elétricas excelentes, podem operar com baixa potência e são quimicamente estáveis, embora são muito sensíveis, possuído a facilidade em se romper. Porém após alguns estudos os cientistas estão descobrindo que há formas de tornar estes compostos inorgânicos mais resistíveis, os quais não serão mais um dos fatores de erros da implementação da tecnologia.
    “O problema é que os materiais orgânicos são semicondutores ruins, o que significa que dispositivos eletrônicos feitos com eles precisarão frequentemente de altas tensões para que seus circuitos funcionem”, disse Javey. Resumindo, podemos concluir que os compostos orgânicos não possuem a capacidade de criar a pele humana em robôs, ou seja, o avanço da ciência está crescendo cada dia mais com o uso e a implementação dos compostos inorgânicos.

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