Automação e Desemprego

Historicamente, o homem utiliza sua capacidade de raciocínio para desenvolver produtos e processos que facilitem o seu trabalho e contribuam para o seu bem estar social.

Entretanto, esta capacidade humana progrediu de forma tão intensa que chega aos nossos dias apresentando situações problemáticas entre a existência de trabalho/emprego e o alto nível tecnológico empregado nas organizações. Em parte, a tecnologia é responsável por grandes transformações sociais e econômicas ocorridas no cenário mundial. Uma delas é a polêmica discussão sobre o chamado “desemprego estrutural”, a substituição de mão-de-obra por equipamentos autônomos.
Por outro lado, a discussão ainda se estende a criação de oportunidades para a mão-de-obra especializada nas áreas de design e manutenção de tais equipamentos.
E você que vai se formar nos próximos anos, como você encara essa situação?     

0 thoughts on “Automação e Desemprego

  1. Grupo 1, a favor.

    A durante a evolução da humanidade e da sociedade o ser humano sempre buscou o desenvolvimento e o aperfeiçoamento de técnicas que facilitassem seu trabalho. Desde a pré-história, começaram a domesticar os animais e a cultivar seu próprio alimento, até os tempos da 1ª revolução industrial onde foi concebido o motor a vapor, e veio a 2ª revolução industrial com o aperfeiçoamento do uso da eletricidade que mudou o mundo inteiro, até os dias de hoje. Foi nesse período que começou o processo de desemprego estrutural e a substituição do homem por máquinas em larga escala, e até hoje esse processo continua; da mesma forma outras áreas de tecnologia foram tomando forma e se fixando no mercado. Então observamos que a sociedade é capaz de se adaptar ao processo de substituição através do estabelecimento de outras áreas de tecnologia que absorvem a mão-de-obra expulsa do chão das fábricas.

  2. No cenário neoliberalista, a alta produtividade e tecnologia de ponta nas multinacionais são o que os gigantes da política econômica mais anseiam. Para estes, essas atitudes fariam com que as pessoas pudessem desfrutar de um cotidiano mais confortável com tarefas mais fáceis de serem resolvidas e, assim, atender a uma grande demanda populacional com produtos em grande quantidade e qualidade produzidos num curto espaço de tempo. Em consequência desse processo, a alta produtividade induz a queda dos preços de produtos que poderiam ser inacessíveis pelas classes menos favorecidas, contribuindo, então, para uma na melhoria da qualidade de vidas das pessoas em prol de uma sociedade inserida no ambiente moderno e tecnológico.

  3. Mas será que, principalmente no cenário atual de crises econômicas, é possível substituir operários por máquinas, e ainda assim conter o crescente desemprego ao redor do mundo?

    • Grupo 4. A favor: Acredito que sim. Estamos presenciando em nosso país uma política que acredito muito, e que a longo prazo mostrará resultados.
      Ao passo que a tecnologia se desenvolve o incentivo à mesma cresce. Estamos dentro de uma universidade na área de engenharia e podemos observar que as pesquisas cresceram. Quantos alunos hoje têm a oportunidade de entrar em um projeto de pesquisa? E com relação ao número de pessoas se tornando mestres e doutores? Isso sem falar na quantidade de vagas. Será que se fosse em tempos atrás eu estaria cursando a engenharia elétrica?

      Além disso incentivo à educação cresceu muito. A qualificação está se tornando cada vez mais acessível. Temos em nossa cidade mesmo um exemplo: O IFET.
      A proposta principal do IFET é formar mão-de-obra qualificada, com os técnicos e engenharias, e formar professores com as licenciaturas.
      Só nos IFETs vemos um série de projetos de incentivo aos estudos.
      Acredito que o problema do desemprego seja resolvido com educação e qualificação.

  4. Crises e desempregos são resultados de políticas mal programadas e executadas. Estamos vivenciando um período da história em que o “buum” da explosão demográfica está sendo mais controlado em países com uma melhor dinamização de sua política. Observe que nos países europeus que a maior parte de sua população é envelhecida e, ainda, possuem baixo crescimento vegetativo, ou seja, há uma pequena quantidade de jovens se preparando para trabalhar no mercado interno contra uma maioria prestes a se aposentar e abandonar o trabalho. Por serem países xenófobos, a melhor maneira para se suprir a mão de obra em falta nesses locais é automatizando a produção e, assim, alavancar a economia dessas nações.

  5. Grupo 2 – Contra

    Desde os tempos remotos o homem vem utlizando sua inteligência para produzir equipamentos que facilitem o seu trabalho e gaste menos tempo possível. Esse processo, chamado automação, atingiu hoje um nível considerado preocupante para muitos especialistas, que dizem que esse processo está gerando desemprego na maioria dos países. No entanto, é de certa forma errado dizer que a automação causa desemprego. Para que muitas pessoas tenham o emprego que elas têm hoje foram necessários muitos anos de automação, como por exemplo técnico de informática, progamadores, entre outros exemplos. Outro ponto que se tem falado muito é a questão dos robôs. Dizer que os robôs tomam o emprego do montador de peça até que é certo, porém quem monta esses robôs, quem fabrica as peças deles, quem programa eles. Além de tudo isso, o ponto em que o Brasil mais peca é a qualidade da mão de obra oferecida pelo maioria dos brasileiros, será que isso não é o que faz muitos brasileiros perderem seus empregos para os robôs. Portanto, a automação está aí e não tem jeito de acabar com ela, o que é preciso é que os trabalhadores se capacitem, melhorem sua mão de obra, para que não corram o risco de perderem seu emprego.

  6. Grupo 2 – Contra

    Analisando essa relação entre a automação e o desemprego podemos explicitar dois momentos históricos distintos:
    Na época da Revolução Industrial, ou seja, logo no início do processo de mecanização, as novas tecnologias que surgiam eram vistas com temor pelos operários, afinal de contas elas realmente tomariam o lugar deles nas fábricas.
    Entretanto, tomando como base um momento mais atual da história, não devemos considerar o processo da robotização como uma substituição da mão-de-obra humana. Portanto, a automação não deve ser considerada como culpada pelo desemprego na atualidade. Afinal de contas, o homem teve que trabalhar muito para criar essas máquina, somente ele sabe como elas funcionam.
    A tecnologia não tem capacidade de escolha, então apenas o homem sabe onde deve utilizá-la, como deve fazer isso e com qual propósito.
    Devemos considerar também, o fato de que como nada que se cria é perfeito, um dia, essas máquinas precisarão de algum tipo de reparo, algum tipo de conserto, algum tipo de adaptação. Logo, uma máquina quando é criada, pode até substituir algum tipo de mão-de-obra, mas por outro lado, ela abre muitos outros caminhos e também empregos.
    A função do ser humano é se adaptar às melhorias tecnológicas que estão ocorrendo com velocidade cada vez mais impressionante. O ser humano deve estar estudando cada vez mais, deve estar se capacitando, buscando aprender e procurando relacionar-se da melhor maneira possível com a robótica. Afinal de contas, essa não veio para tomar o lugar das pessoas, ela veio para ajudar e facilitar a vida no geral.

    • Grupo 2- contra.
      Como ja fora dito pelos meus amigos de curso, automaçao e desemprego se relacionam de intimamente.Desde uma época remota, a automaçao(industrializaçao) vem fazendo com que o tipo de trabalho que era realizado se modificasse.Por exemplo, um trabalhador que manufaturava uma peça passa a operar um equipameto que otimiza sua produçao que geraria mais excedentes e portanto necessitaria de menos trabalhadores.Mas, essa mao de obra, aparentemente marginalizada, é na verdade deslocada para outros setores, por exemplo, sendo deslocado para o setor terciario(setor de prestaçao serviços) o qual nao gera excedentes e traz beneficios a populaçao.Cabe ao governo gerenciar esse deslocamento, para que nao ocorra uma hipertrofia neste ultimo setor e nao cresça o emprego informal o qual gera prejuízos ao país.

  7. Éverton Henrique – Grupo 3 CONTRA

    Desemprego e automação?! essa duas palavras não andam ou se quer se conheceram.
    Digo porque tenho grande ênfase para falar desse assunto, vou contar um pouco da minha vida, em 2006 com 16 anos fiz um curso no SENAI unidade Jose Fagundes Netto -Juiz de Fora, o nome do curso Aprendizagem em Eletricista de Manutenção com duração de um ano e meio em junho de 2007 terminei. Não passando no vestibular desse ano. Entrei para uma empresa titulada com o nome de Esdeva Industria Gráfica, a 3ª maior do Brasil em materiais impressos como auxiliar de produção. A automação vista lá dentro era e é impressionante. Tentei passar internamente para a parte de manutenção, mas não consegui, porque não consegui?! precisava de uma especialização, curso técnico, em março de 2008 sai da empresa para fazer um curso técnico em eletrotécnica, terminei em 2010 fiz seleção no mesmo ano para a antiga empresa e para Cemig, passei nos dois para ser estagiário fiquei com a Esdeva. Em agosto de 2010 meu estagio acabou me ofereceram um horário para trabalhar 7 horas a 17 horas mas fazia faculdade (Ciências Exatas) e recusei aceitaria somente se fosse das 14 horas as 23:30. Saindo foquei na faculdade, mas em março de 2011 recebi um telefonema do meu antigo coordenador perguntando se eu queria voltar, no horário que eu queria e tudo mais. Porque queria que eu voltasse, pois com 1 curso técnico, 1 aprendizagem, um curso de NR -10 ênfase em primeiros socorros, um curso de meio ambiente, um em gestão, cursando faculdade ciências exatas e aprovado pelo vestibular para entrar em engenharia elétrica segundo semestre, mas cursos oferecidos por empresas em matéria de automação, ou seja não tive medo de aprender por ai.

    Mas onde você quis chegar explicando a historia da sua vida???!
    E que automação, precisa de pessoas, precisa de gente, para que pessoas?! Para criar, para aperfeiçoar e para reparar. Uma maquina automatizada não se cria sozinha, uma maquina automatizada não se dimensiona em lugares sozinha, não se repara sozinha. Logo o desemprego não esta andando ou se quer conhece a automação ou robótica. O desemprego conhece a falta de ESPECIALIZAÇÃO de pessoas, o desemprego conhece a PREGUIÇA das pessoas, o desemprego conhece o MEDO das pessoas de aperfeiçoarem. É como diz a frase: emprego tem, falta profissional esforçado disposto a aprender, ou seja, profissional especializado. E quando não acham profissional capacitado?!
    E com isso não só na Esdeva, mas como outras empresas no Brasil e no mundo a fora nos ultimos anos não acham o profissional capacitado, estão “pegando” profissionais leigos no assunto e treinando para operar maquinas automatizadas, técnicos destreinados e treinando e engenheiros sem especialização e especializando. E a fica a cargo da pessoal se tornar realmente um profissional pois oportunidades tem ou dizer por ai que não tem emprego.

  8. Grupo 3 – Contra

    A tecnologia vem crescendo de uma forma assombrosa, e para alguns, preocupante, para outros, uma oportunidade ímpar de conseguir um bom emprego.
    com um regime capitalista, o crescimento vem acima de tudo, e para isso ocorrer é necessário profissionais capacitados e treinados para que possam realizar determinada tarefa com eficiência. (tarefa o qual um robô não poderia fazer)
    mas para qualquer tarefa, um funcionário necessita de uma máquina e vice-versa.
    o que aconteceu foi que a automação substituiu pessoas cujos trabalhos eram “simples” e/ou muito repetitivos e sem espaço para opiniões.
    mas sempre haverá alguem para operar essas máquinas ou fazer manutenção.

    logo, conclui-se que a automação não aumentou o desemprego, e sim aumentou a necessidade de se especializar e crescer profissionalmente, de se destacar no mercado para que não seja substituído por um software, ou seja, as pessoas são, de certa forma, obrigadas a estudar para conseguir um emprego em uma empresa, nem que a própria empresa ofereça treinamento profissional para operar uma máquina

  9. GRUPO 4 – A FAVOR

    A automação existe para nos auxiliar: Substituir o ser humano em atividades repetitivas, desgastantes, perigosas, insalubres, muito precisas, ou pesadas.
    À medida que o Brasil se desenvolve ele precisa aumentar seu investimento em gente para qualificar os empregos e os salários. A partir daí os desempregados por causa da automação poderão migrar para postos de trabalho em expansão e carentes por mão de obra qualificada, como é o caso do setor de infraestrutura, petróleo, tecnologia da informação, serviços, além de juntamente com políticas econômicas serem essenciais para desenvolver uma indústria forte com tecnologia e ciência nacionais. Além da automação também gerar emprego em pesquisa, em desenvolvimento, em projeto e na manutenção, outra forma de aumentar as vagas de emprego e melhorar qualidade de vida dos trabalhadores seria a diminuição da carga horária de trabalho.
    O trocador de ônibus, por exemplo, aqui em Juiz de Fora ele se mostra cada vez menos necessário com o uso crescente da bilhetagem eletrônica. Além de ocupar lugar no ônibus, ele é responsável por uma parte do alto preço da passagem. Várias cidades do mundo, inclusive do Brasil, já substituiu os trocadores de ônibus (pelo menos em parte), seria a vez de nossa cidade também substituí-los?

  10. “A automação existe para nos auxiliar: Substituir o ser humano em atividades repetitivas, desgastantes, perigosas, insalubres, muito precisas, ou pesadas.”
    Concordo plenamente em partes a automação existe para nos auxiliar. Substituir jamais, vamos dar um exemplo:
    Antigamente para se encher um caminhão de areia, terra ou que fosse, o trabalho era manual, braçal, pazada a pazada ali durante horas, hoje existem maquinas que fazem todo o esforço.
    Mas calma quem opera essa maquina, ela se opera sozinha?
    Por que eu, empregado, não tenho mais problemas de coluna? quem criou essa maquina?
    Tem curso para operá-la?
    Todas essas perguntas tem resposta sim, ela não se opera sozinha, você deixou de fazer esforço desnecessário com a chegada dela por isso não sente mais dor, quem criou a maquina foram engenheiros e técnicos que se qualificaram e estão se qualificando com cursos acessíveis a qualquer um e tem curso sim para operá-las.
    Essa maquina é perfeita não apresenta falhas? e se apresentar quem corrigi? por isso que os investimentos em automação hoje estão ai cada vez mais presentes para, criar, produzir e aperfeiçoar, no caso de aperfeiçoar a palavra que mais conta para os criadores e de quem utiliza essas maquinas no dia-a-dia, pois eles sabem dos defeitos e acertos de criação mais que ninguém. Minha vida melhorou com automação, logo te pergunto você preferiria encher o caminhão ainda braçalmente?

    Agora o trocador de ônibus é necessário? vamos ter que substituí-los?
    O trocador de ônibus não é mais necessário.
    Ham como assim?! Você Éverton e do contra e ta a favor ? Claro que não deixa eu explicar, ele não é mais necessário no ônibus, alguém já foi a Astransp? Só tem 3 ou 4 quiches para pedir recarga de cartão e “la ta sempre vazio”, e se o trocador sair do ônibus?, Juiz de Fora hoje com quase 600mil habitantes vai ter que ir la na Astransp recarregar o cartão e você acha que 4 quiches vão dar conta? Claro que não.
    Logo vai ter que ser feita um aumento mais que gradativo, um mega aumento, de numero de quiches, funcionários que trabalham nos quiches, tesoureiros pra verificar o dinheiro e etc. A tinha um trabalhador já fazia isso no ônibus. Porque não por esse trabalhador para fazer isso agora na Astransp e o melhor debaixo de ar condicionado, em local fixo e com muita mais segurança, sem ter que subir bairros perigoso de ônibus com alta quantia em dinheiro, logo então ele não vai ser substituído, e sim vai ter melhores condições de serviço. Traduzindo, não é porque você não vê mais o trocador no ônibus quer dizer que ele ta desempregado. Automático e robótica não vêem para substituir e sim para auxiliar, facilitar seu dia-a-dia.

  11. Grupo 1
    A Favor

    Com o desenvolvimento tecnológico e a criação de novas formas de produção, as pessoas começaram a entrar em discussões sobre a perda de empregos que seriam substituídos por modernos processos produtivos, porém é interessante pensarmos que a automação da produção não está “roubando” os empregos e sim modificando a forma como os profissionais trabalham, se antes os empregados atuavam na produção de determinada peça, agora através de especializações atuam na manutenção dos modernos meios de produção, além disso, podemos pensar que com as maquinas desenvolvendo os trabalhos que antes eram mais demorados e com menores rendimentos, agora as pessoas teriam mais tempo para realizar outras tarefas, o que abriria novos empregos, como nas áreas de turismos e serviços.

  12. Grupo 4 – A favor

    Hipertrofia do setor terciário? Isso já aconteceu há muito tempo! Basta observarmos dentro do nosso querido Brasil, especialmente nas grandes metrópoles, como a grande São Paulo, lugar onde existem pessoas que vivem de forma indigna e desumana, se escondendo debaixo de marquises e, em muitos casos, catando restos de comida dos cestos de lixo de bares para poderem saciar sua fome. Mas qual a origem desse horrendo cenário? Vamos fazer um retrospecto:
    O impulso da industrialização brasileira ocorrida após a década de 50 fez surgir uma demanda de mão de obra qualificada que o Brasil quase não tinha. Nesse mesmo período, houve um grande e extenso êxodo rural ocasionado especialmente pela população nordestina, em busca de melhores condições de trabalho. A questão era: como integrar todas essas pessoas na indústria sem qualificação alguma? Foi aí que o “inchaço” do setor terciário causado pelo emprego informal, o índice de miséria, violência e prostituição começaram a subir, perdurando, em parte, até os nossos dias atuais.
    Contudo, todo esse processo de desemprego não fora causado pela chegada da indústria ou pelo excesso de automação, mas sim pela falta de investimento em educação pública de todos os níveis. Ainda hoje, existem críticas sobre a porcentagem do PIB brasileiro investida no setor educacional, que ainda é ínfima em comparação com a necessidade do país. São as facetas do neoliberalismo.

  13. GRUPO 4 A FAVOR
    Éverton Henrique, eu disse “substituir” pois não será mais necessário a mesma quantidade de trabalhadores braçais que antes enchiam o caminhão de areia para agora operar a máquina. E sem dúvida é preciso que alguém a projete e faça sua manutenção, agora se precisará de alguém para operá-la isso dependerá do nível de automação empregado nela. Outra questão, você acha que serão necessários todos os trocadores para que os guichês comportem o aumento da demanda na recarga do cartão? Se a bilhetagem eletrônica for obrigatória uma série de mudanças no que se refere a logística terão que ser empregadas, uma delas seria espalhar os guichês de recarga do cartão pela cidade e desponibilizar a recarga pela internet.

  14. GRUPO 3 – CONTRA

    Dizer que o desemprego está diretamente ligado à automação é mascarar a realidade. O desemprego não está ligado a automação e sim a educação!
    O que gera o desemprego é a falta de qualificação, não se contrata mais o trabalhador que tem apenas até a 4° serie do ensino fundamental, o mercado hoje demanda por profissionais qualificados, e essa qualificação na maioria das vezes só se da pela educação. Então não seria o desemprego muito mais uma questão politica do que evolucionista?
    Um estudioso inglês chamado Tom Stonier, diz que o caminho seria que os governos adotassem programas maciços de educação gratuita em todos os níveis. Isto aumentaria a capacitação dos indivíduos, o que possibilitaria que descobrissem novas formas de utilização dos robôs e dos computadores e, consequentemente, novos serviços e produtos viessem a ser inventos ou gerados.
    O próprio trabalho que estamos fazendo nesse exato momento é um exemplo de automação, não estaríamos nos agora tirando o emprego dos correios, mas em contra partida empregando profissionais mais capacitados, como programadores, o técnico que instalou sua internet, os responsáveis pelo blog, o professor da própria disciplina, etc
    Para empregos retirados pela automação existem outros gerados, em setores alternativos, que talvez antes nem existissem, é claro que isso as vezes não é dado na mesma proporção, para tal os trabalhadores que perdem o emprego deveriam passar por uma reciclagem e/ou treinamento para que este seja novamente inserido no mercado em um novo foco, trocando o trabalho braçal e mecânico por um serviço mais “pensante”, um emprego do qual uma maquina não possa fazer.

    O desemprego é uma questão Politica e Educacional e não uma questão evolucionista!

  15. A todos os Grupos CONTRA:
    Parece que vocês estão com a mesma opinião dos Grupos A FAVOR.
    Vocês devem se posicionar CONTRA a automação, expondo como ela têm causado desemprego e suas consequências para a sociedade.

  16. Um contraste à opinião que ambos os lados parecem apoiarem:
    Será que, em números, o emprego especializado gerado pela automação iguala ou supera o desemprego de mão-de-obra não-qualificada causado pela automação? Será que todos os países conseguem suprir essa necessidade de especialização?

  17. Grupo 1 – A Favor

    No Brasil, os números de mercado de robôs e sistemas de mecanização de produção, devem crescer este ano num ritmo dez vezes maior do que o do resto da economia brasileira. Levando esse fato em consideração, poderíamos pensar, ora, então a robotização e automação gera desemprego. Mas o fato é que realmente os empregos que necessitam de mão de obra braçal, pouco qualificados em nível intelectual são sim substituídos por maquinas e instrumentos de maior produtividade e mecanização. O fato é que o país deve investir de maneira maciça e satisfatória em educação de qualidade, uma vez que assim poderia formar novos profissionais ligados ao setor tecnológico de alto nível, o que garante um grande numero de empregos e serviços, de forma semelhante ao que fazem no Japão, por exemplo. Enquanto o Brasil investir pouco em educação não haverá profissionais aptos a trabalhar e evoluir com a tecnologia, mantendo a qualificação profissional baixa e por consequência disso, o avanço da tecnologia pode causar desemprego, uma vez que os profissionais são desqualificados nesse ramo, nos tempos atuais. A grande solução, nesse caso, ainda que de médio a longo prazo, é investir no ensino fundamental, médio e superior, para que formem futuros profissionais brasileiros de ponta, de alto nível, para que o país possa acompanhar de maneira equilibrada, sem gerar instabilidade (desemprego, por exemplo), o avanço contínuo da tecnologia.

  18. Grupo 2 – Contra
    Nos dias de hoje a qualidade tem sido uma exigência crescente por parte do consumidor,e a grande maioria dos clientes está cada vez mais vigilante.Isto significa que a qualidade precisa ser consistente.Todas as unidades precisam ter a mesma e a melhor qualidade,o que somente se torna possível com os robôs na linha de produção,substituindo a mão-de-obra que, por ser humana,tem um desempenho naturalmente oscilante,eventualmente abaixo dos níveis de excelência desejados.

  19. Grupo 1 – A Favor

    Os comentários muito se pautam no sentido do trabalho braçal, os grupos contra estão se confundindo quanto a sua colocação e acabam no final por defender a especialização em automação quando deveriam apontar pontos falhos do setor, evidenciando que o processo esta imaturo! Com isso todos os grupos estão no mesmo ponto educação e especialização, mas como difundir essas idéias?! O grupo três cita isso a todo tempo mas não atribui ideais claros de resolução, o grupo dois entrou com titulação contra e postou a favor! Ninguém até agora citou que o Brasil não é um país com recursos automáticos instáveis, pois quem acompanha a econimia percebe que o Brasil conseguiu a façanha de se desindustrializar, a participação da indústria no PIB caiu! O que demonstra que a automação deve ser implementada já no nosso sistema de gestão,automação não gera e nem nunca vai gerar desempregos é como um “cálculo II” ela tem pré-requisitos, e os seus pré-requisitos são cursos tecnólogos ou superiores nas áreas de tecnologia! O governo meio que acordou e começou a implantação de institutos federais, mas falta incentivo pra trazer estudantes, falta marketing para buscar jovens e transformá-los em profissionais, como pode um páis querer crescer se apenas 15% da população tem e teve acesso a cursos superiores?! A política é errada, as faculdades agora estão aderindo a métodos mais paupáveis de admissão o que vem diminuindo o medo do vestibular por parte dos estudantes, a automação é a saída pra o crescimento industrial mas ainda está muito imatura e requer apoio do governo!

  20. Grupo 1 – A Favor

    Bom falar de automação e desemprego não é fácil, às vezes uma mesma pessoa pensa acredita que a automação não gera desemprego e um minuto depois ela muda de opinião e passa a acreditar que sim, que a automação gera desemprego sim. Eu na verdade acredito que gera sim visto em um setor específico, mas não necessariamente gera se for visto de uma forma global. Uma pessoa que fala que no setor de produção agrícola a automação não gerou desemprego, esta completamente equivocada, pois uma colheitadeira substitui o trabalho de dezenas de homens. Mas se não houvesse automatização no setor agrícola, será que seria possível manter abastecida uma população que passa de 7 bilhões de pessoas? É difícil de acreditar que isso seria possível. Mas essas pessoas que perdem seus empregos tem a oportunidade sim de consegui-los em outras áreas como nas indústrias, pois mesmo que estas também se automatizem, elas estão sempre se multiplicando, pois a logica do capitalismo é essa, estar sempre buscando mais lucro e pra isso tem que haver expansão e expansão gera novos empregos. O que mais acontece devido à automatização é a mudança às áreas que oferecem empregos, que hoje oferece muito emprego para aqueles que possuem uma qualificação.

  21. Grupo 2-contra.
    A automação veio com o objetivo de trazer melhorias à qualidade de vida das pessoas.E desde a primeira Revolução Industrial em diante vem reduzindo o tempo das pessoas com suas obrigações e seu trabalhos.Hoje se pode resolver negócios de empresas pela internet,o caixa eletrônico de um banco presta quase todos os serviços em pouco tempo.Não há duvidas de que o avanço tecnológico melhorou a vida das pessoas, como também pode afetar um país inteiro.Cada vez mais os trabalhadores estão precisando estudar, se qualificar para acompanhar o ritmo das inovações tecnológicas,trazendo inúmeros benefícios para a população como,pessoas mais bem instruídas,qualificadas,desenvolvendo cada dia mais uma região e consequentemente todo um país.Muitos questionam se a automação não gerou um desemprego ,o chamado desemprego estrutural,porém assim como uma máquina substituiu o trabalho de dez homens,foram necessários outros dez homens especializados na construção,manutenção e controle das maquinas.Portanto, a automação deu emprego à pessoas mais qualificadas e fez com que ,as que perderam seus empregos buscassem qualificação.E como dito antes contribuísse para o desenvolvimento da população.

  22. Gente, de fato a automação causa desemprego. Porém esse desemprego se caracteriza nas classes desprovidas de educação.
    Mas tem um lado positivo que ainda não vi ninguém comentar. A segurança do trabalhador.
    Geralmente o ponto de vista financeiro está a frente. É interessante isso pois mostra o que para a maioria está em primeiro lugar.
    Enfim. Todos sabemos que as indústrias devem seguir as normas de segurança no trabalho. Por mais “normatizada” que esteja a empresa, sempre há o risco. Os setores produtivos são classificados conforme o risco que oferece ao funcionário. Por exemplo, uma indústria que produz químicos oferece risco 3. A automação e robotização fez com que não haja mão-de-obra exposta ao risco. Hoje, máquinas podem executar uma série de atividades que causavam graves doenças ou ofereciam o risco de morte.
    Enquanto dono de empresa, é melhor que se quebre ou estrague uma máquina do que levar uma vida.

  23. Grupo 4 – A Favor

    Em relação a alguns benefícios provenientes da automação:

    Estudiosos e a nossa própria experiência em termos de ‘Brasil’ já deixaram claro que o nosso país deve aproveitar o seu potencial em agricultura e exploração de petróleo na camada do pré-sal – potencial esse que a maioria das nações não possui – para fomentar investimentos na automação e robotização.
    Um dos exemplos de inserção dessas tecnologias em áreas predeterminadas é o caso do Robô Ambiental Híbrido Chico Mendes, criado em 2005 pelo Centro de Pesquisas da Petrobras, para fazer o monitoramento da Amazônia.A partir disso, pode-se verificar os imensuráveis benefícios que o país recebe com o acionamento dessa técnica.
    Além de propiciar a inclusão dessas métodos tecnológicos em setores específicos, é necessário também que haja iniciativas tanto por partes privadas quanto por governamentais.Com todos esses investimentos, o Brasil obterá resultados socioeconômicos favoráveis e, ainda, poderá melhorar sua posição em relação aos países desenvolvidos no que se refere à automação.

  24. GRUPO 3 – CONTRA
    A tecnologia, que vem desde a revolução industrial na Inglaterra em 1750, traz problemas, e certamente é uma das principais causas do desemprego mundial. Uma máquina substitui o trabalho de 10, 20, 40 ou mais pessoas. A revolução industrial provocou insatisfação dos trabalhadores, mas pouco desemprego, porquanto, na época, as vagas fechadas numa empresa eram supridas pela abertura de outras empresas. Além disso, houve a redução da jornada de trabalho para 8 horas e a semana de 5 dias. Todavia, hoje, com a globalização, a informatização, as novas tecnologias, nós temos efetivamente um problema de desemprego estrutural. Vejam por exemplo um banco, onde diminuem em menos da metade os postos de trabalho. Tudo é informatizado, as pessoas não precisam do caixa humano, elas vão direto ao caixa eletrônico. Esses funcionários perdem o emprego e não têm outra oportunidade, porque todos os ramos de atividade estão se modernizando, não só os bancos, mas as indústrias estão sendo robotizadas. Estão desaparecendo muitas profissões e atividades profissionais, porque têm o robô fazendo o trabalho de muitas pessoas. Isso realmente gera desemprego e tanto o governo quanto a sociedade têm que contribuir para encontrar uma solução.

  25. GRUPO 3 – CONTRA

    “No século passado grandes pensadores(Alvin Toffler, Marshall Mc) pré-vinham que o mundo no século XXI seria maravilhoso, uma espécie de “aldeia global”, com todos os seres falando a mesma língua, usando as mesmas roupas e ouvindo as mesmas músicas, Rifkin prevê um futuro não tão brilhante: a sociedade caminhando para um declínio dos empregos.que ele chama de a terceira revolução industrial, é o resultado do surgimento de novas tecnologias, como o processamento de dados, a robótica, as telecomunicações e as demais tecnologias que aos poucos vão repondo máquinas nas atividades anteriormente efetuadas por seres humanos. De fato, o que vemos hoje, como um prenúncio das previsões de Rifkin é a automatização de escritórios, comércio e indústria a níveis nunca antes observados. Computadores fazem o trabalho de dezenas de seres humanos. Robôs, de milhares, e a custos infinitamente inferiores, sem férias, dores de cabeça, TPM ou benefícios.
    A mais sombria previsão de Rifkin é que os trabalhos perdidos pelo ser humano para as máquinas nunca mais serão feitos por homens. Paradigmas promovidos pelos interesses de empresários que, automatizando seus empreendimentos afirma que isso apenas irá estimular o crescimento econômico. Na realidade isso é a pura verdade, mas a que custo?
    Automatização proveniente de máquinas e computadores, oferece um ganho em produtividade e uma redução de custos, que a princípio oferece a falsa visão que mais pessoas poderão entrar no mercado de consumo e adquirir bens. O mesmo produto que era inatingível para alguns consumidores, décadas atrás, hoje em dia estão nas prateleiras a preços muito acessíveis. Mas a questão é: se as pessoas estão desempregadas, qual seria o preço justo a se pagar por um produto?”
    Texto tirado do site (www.portaldomarketing.com.br/Artigos/O Fim dos Empregos.htm)
    E na minha humilde opinião falarmos em qualificação de pessoas num mundo que só pensa no seu dinheiro, investimos em qualificação se o que pensamos é mão de obra barata, pois na teoria quanta mais qualificado mais se ganha ou não se não for isso larga o curso de engenharia e vai trabalhar em um local onde não precisa que qualificação no momento, muitos destes empregos dar para tirar uma boa grana.o “negocia é se expandir sem muito custo”, mais esquece para o seu lucro precisa-se de alguém para comprar, se tratando que vai gerar desemprego cadê o circulo do capitalismo?

  26. Hoje no mundo todo se fala que a culpa do desemprego é da automação e da robótica e existem varias propostas de possíveis soluções para o problema e a OIT (Organização Internacional do Trabalho), que é um órgão vinculado a ONU, fez algumas propostas que pretende levar ao conselho da ONU, são elas a diminuição da carga horária semanal de 40 horas para 30 horas e criação de empregos no setor de serviços sociais, mas será que daria certo? Será que todos os países adotariam essas medidas? Se algum país não adotar a primeira proposta ele provavelmente produziria com um menor custo ganhando mais mercado por vender a menor preço o seu produto. E se conseguirem a redução da carga horaria seria necessário mais funcionários e será que haveria pessoas qualificadas para preencher as vagas? Não, a resposta é não, porque o tipo de emprego não mudaria, apenas aumentaria o numero de vagas e o tipo de emprego que está com carência de candidatos é o que exige alguma qualificação e diminuir a carga horaria semanal de trabalho não qualifica ninguém a nada, e investir no setor de serviços sociais não deveria nem ser colocado como proposta pela OIT porque melhorar e ampliar este setor são obrigações de todo país, educação e saúde nunca poderiam parar de melhorar e crescer. Todo mundo está cansado de falar que o governo deve investir mais em educação, mas parece que isso já vem acontecendo, um pouco devagar pela situação que o país se encontra de ter vagas no mercado de trabalho para pessoas que possuem qualificação e não são preenchidas, só que uma qualificação não é de um dia pro outro então como a automatização não foi acompanhada pela educação, o que ainda vamos ter por algum tempo é muitos desempregados e muitas vagas de emprego no mercado de trabalho, porém como dito, não causados pela automatização e sim pela falta de pessoas qualificadas, devido ao não acompanhamento da educação com o desenvolvimento industrial!!

  27. Grupo 2 – Contra

    A Automação e Desemprego é um tema que causa muita discussão, principalmente pelo fato de muitas pessoas acharem que a automação causa desemprego. Mas na verdade, não é isso que acontece, existe uma subistituição da mão de obra, porque as maquinas vem para substituir o trabalho braçal do homem, e isso não quer dizer subistituir o trabalhador, pois é necessário o trabalho do homem para instalar a máquina, para dar manutenção, etc.
    Talvez o que faz com que as pessoas pensem equivocadamente é a necessidade de trabalhadores qualificados pra trabalhar na área da automação, por isso é preciso disponibilizar cursos para especializar estes trabalhadores e acabar com essa imprensão de desemprego, pois acabar com a automação industrial é regredir no tempoe uma falta de inteligência ja que a automação aumenta a qualidadedo produto, a velocidade da produção, o lucro da empresa tornando assim, mais facil o acesso de todas pessoas a estes produtos tendo finalmente o desenvolvimento social.

    Maio 3, 2012 às 10:21 am

  28. GRUPO 2 -CONTRA

    Muito se fala sobre como o automatização e a tecnologia vem ao longo dos anos sendo a grande vilã do desemprego.Se a automação é vilã, por que nos países com os parques fabris mais modernos as taxas de desemprego não são tão altas? O que dizer a respeito de países ou continentes de primeiro mundo, ao exemplo do norte-americano? Você encontra uma economia altamente automatizada, inclusive no ramo de logística, uma população economicamente ativa superior à população total do Brasil e, ainda assim, o nível de desemprego é um dos mais baixos no mundo. Se a tecnologia fosse tão vilã assim, lá deveria ter um dos maiores índices de desemprego, não acha?
    O problema é um pouco mais amplo do que parece,pois é preciso entender que a tecnologia,os computadores e seus softwares podem até tirar o emprego do montador de peças de uma industria,mais também cria oportunidades.Quem monta os computadores,quem desenvolve os softwares ate mesmo quem monta os robôs?
    As pessoas continuam sendo necessárias,a unica mudança é um demanda por mão de obra mais especializada,forçando então a população a buscar um maior especialização.
    Não causando assim desemprego mais um mudança na estrutura.

  29. GRUPO 3 – CONTRA

    O sucesso dos outros, geralmente o atribuímos à sorte (o nosso próprio, em regra o vemos como produto de esforço e competência); pelo infortúnio próprio, geralmente culpamos o azar (comumente atribuindo a seus erros e falhas a desgraça dos outros).
    No entanto, na maior parte das vezes, a sorte e o azar têm pouco que ver com, respectivamente, o sucesso dos outros e os infortúnios que temos pela frente. Vou procurar esclarecer esse assunto discutindo uma questão preocupante no momento atual no Brasil: o desemprego e o papel que a informática está desempenhando no processo.
    Os economistas distinguem dois tipos de desemprego. O desemprego conjuntural depende da conjuntura, isto é, da situação do momento. Ele é visto como decorrente de algo anormal que acontece num determinado momento (uma grande seca, chuva demais, recessão econômica, etc.). Acredita-se que, passada a anormalidade, o nível de emprego também voltará ao normal. E o desemprego estrutural acontece em função de mudanças definitivas na própria estrutura da sociedade. A automação dos processos produtivos na indústria nos serviços é uma mudança definitiva na forma de produzir bens e prestar serviços das sociedades modernas. Por isso, o desemprego que está sendo causado por essa automação está aqui para ficar. A única solução para quem ficou desempregado em função de mudanças estruturais na sociedade é se (re)qualificar ou (re)capacitar.
    A Informática e a Automação Industrial
    Até o início deste século, a maior parte das pessoas trabalhava na agricultura. Depois, a agricultura foi se automatizando e hoje, nos países desenvolvidos, apenas cerca de 2% das pessoas economicamente ativas trabalha na agricultura. Algo semelhante está acontecendo hoje na indústria. A força motriz da automação industrial, que no passado já foi mecânica e elétrica, é hoje eletrônica – mais precisamente, eletrônico-digital: o computador. Analistas estimam que por volta do ano 2015 o percentual da força de trabalho dos Estados Unidos que estará atuando no setor industrial estará próximo dos 2% que hoje atuam no setor agrícola.
    Essa enorme redução da força de trabalho na indústria não significa que os países em que isso está acontecendo deixarão de ser potências industriais. Os Estados Unidos, por exemplo, continuarão sendo uma potência industrial da mesma forma que continuaram sendo uma potência agrícola. O que diminuirá é o número de pessoas, em termos relativos e absolutos, que será necessário para gerar a produção. Isso significa que haverá sério desemprego estrutural no setor industrial americano nos próximos anos – como, de resto, vem acontecendo nos últimos trinta anos. E o que acontece lá, geralmente acontece aqui, logo depois.
    No total, provavelmente aumentará a oferta de trabalho: os 95% da força de trabalho americana que não estarão nem na agricultura nem na indústria por volta do ano 2015 estarão trabalhando no setor de serviços: lidando com pessoas e com informações. (E aqui o computador é mais importante do que na indústria!)
    Pior cego, diz o ditado, é o que não quer ver. Em pleno limiar do século XXI, há pessoas que não vêem que o computador está roubando seu emprego. Pois as notícias do “front” industrial podem ser interpretadas como excitantes, ou como altamente melancólicas, dependendo do ponto de vista que o leitor quiser abraçar.

    O desemprego causado pela incorporação de novas tecnologias no processo produtivo, como automação de escritórios, robótica, automação comercial e bancária, etc., parece ser estrutural e irreversível. O aumento da eficiência provocado pela tecnologia elimina definitivamente muitos empregos das folhas de pagamento das empresas, e estes empregos não voltarão nunca mais. É uma tendência irreversível, não importa o que achemos dela. A busca da eficiência, da economia, da produtividade e da competitividade, é, hoje, um processo irreversível.
    Vejam o que acontece com a automação de escritórios, por exemplo, que está sendo, em minha opinião, um dos mercados de trabalho que produzirá o maior contingente de desempregados. Com as redes locais de computadores, uso de softwares de processamento de texto, cálculo, arquivamento e comunicação, milhões de escriturários e secretárias estão sendo dispensadas. Toma menos tempo, para o executivo, escrever pessoalmente um fax no computador e despachá-lo automaticamente, do que passar por todo o penoso e longo processo de chamar a secretária, ditar o teor do fax, ler e corrigir (geralmente duas ou mais vezes, a não ser que sua secretária tenha mestrado em literatura pela UNICAMP), mandar imprimir e enviar. O tradicional ditado à secretária, ainda muito usado porque toma menos tempo do executivo, será substituído pelo programa de reconhecimento de voz, tornando totalmente automatizado o processo de ditar e imprimir cartas perfeitas (a IBM acaba de lançar um produto sensacional no mercado de PC’s, que é capaz de transcrever ditados com alta qualidade e velocidade). Mais secretárias para a rua…
    Da mesma forma, o correio eletrônico e a Internet abolirão o correio convencional, a biblioteca, os mensageiros e os milhões de intermediários e tecnologias que existem apenas para criar e fazer funcionar o processo de intercomunicação entre pessoas nos ambientes de trabalhos. As redes de computadores vão permitir a teleconferência e o teletrabalho, e isso vai diminuir a necessidade de transporte. Finalmente, embora isso ainda não tenha pegado bem, com exceção do Japão, é o uso de robôs industriais e da automação integral das linhas da produção, que chegam a substituir 20 a 30 operários por apenas um !
    A tendência, entretanto, não é um pouco nova. No século 18, quando surgiram os primeiros teares semi-automáticos do tipo Jacquard, na França, milhares de artesãos manuais perderam os seus empregos em toda a Europa, ocasionando, inclusive, um problema social seriíssimo, que levou os operários à revolta várias vezes. Os ludditas, como eram chamados, entravam nas fábricas e destruíam os teares, mas isso não teve a menor influência no curso da história, e provocou um grande desemprego estrutural, que acabou sendo absorvido por novas indústrias da época. E assim sempre ocorreu, na história da humanidade. As máquinas a vapor substituíram o trabalho braçal, as máquinas de escrever os caligrafistas, as máquinas de calcular e os computadores os calculistas, desenhistas e inúmeros outros “istas”… E isso em todos os setores. Imaginem, por exemplo, quantos empregos intermediários são eliminados por uma única linha aérea entre duas cidades.
    O fato é que, até recentemente, a evolução tecnológica e social se encarregava de gerar novos empregos, formando um ciclo auto-substitutivo que mantinha longe a catástrofe social do desemprego alto e irredutível. Agora, entretanto, o que preocupa muito é que a velocidade das mudanças está ficando tão alta, que não está dando mais tempo para o tecido social se adaptar e reciclar empregos. O resultado, especialmente para os países desenvolvidos, que já tinham se acostumado ao pleno emprego, ao emprego permanente, e ao emprego bem pago, é catastrófico. Não adianta mais estudar. Não adianta mais se especializar. Se o jovem escolher o curso errado, estará condenado ao desemprego permanente. Isso é terrível e tira a motivação das pessoas. É o que está acontecendo atualmente.

  30. GRUPO 3 – CONTRA

    É notável que a automação gera uma substituição de empregos menos qualificados por empregos mais qualificados, porém isso tem que ser visto em uma horizonte muito maior a automação causa sim o desemprego, ela retira o emprego do “peão”, apesar do equivoco passado sobre qual tema deveríamos defender continuo batendo na mesma tecla. Um país tem que estar preparado para se automatizar.
    “Um estudo conduzido no Japão em 1983 mostrou que existiam no início de 1981, no
    Japão, cerca de 25000 robôs, cujo valor médio de mercado era de US$17000. Desses robôs espera-se uma vida útil de seis anos, desde que trabalhem 22 horas por dia, durante os sete dias por semana. Fazendo-se as contas, percebe-se que nesses seis anos o robô trabalhará cerca de 48000 horas. Isso equivale ao que o operário médio japonês consegue trabalhar em 30 anos, já que trabalha apenas 40 horas por semana.
    O custo do operário médio para as empresas japonesas, sendo de US$13000 por ano, ou seja, us$3900000 em 30 anos, 20 vezes mais caro manter um trabalhador.
    Pode se notar a vantagem que os robôs possuem sobre os operários.
    Quando se fala em desemprego, é necessário ressaltar que, não existem somente os empregos destruídos. Existem também os empregos modificados. Habilidades pacientemente adquiridas por trabalhadores, são, para alguns, bruscamente desqualificadas, porque foram tornadas inúteis pelo movimento do braço do robô. ”
    Caros amigos, façam as contas e vejam que em um mundo capitalista a escolha pelo lucro e agilidade é fatal. Dizer que o problema está na educação é controverso já que presenciamos até mesmo dentre os que possuem nível superior uma certa taxa de desemprego. Conheço pessoas formadas que trabalham atras de um balcão. Não seria então falho dizer que o problema está na educação? e sim numa automatização demasiada em busca de tamanha agilidade e lucro?
    Para cada emprego retirado é sim gerado um novo em outra área mais especializada, porém isso se da na mesma proporção? a resposta é simples, é obivio que não! dizer que novos trabalhadores e/ou profissioanais são contratados para que um robê seja fabricado, é na verdade, mascarar a realidade! Basta olhar a vida útil de um robô, quer dizer então que estamos gerando empregos a cada 6 anos? Ou pior, sçao contruidos novos robôs para contruir o próprio robô.
    E quando essa modificação de novos empregos é realmente repassada para os trabalhadores fabris, isso se da em escala minima. Os empregos gerados ligados diretamente a criação de robôs NUNCA chegará perto dos milhares de empregos desfeitos na implantação dos mesmo!
    E o mundo continua evoluindo, ontem foram os operarios, hoje carteiros, trocadores de onibus, operadores de caixa, atendentes de quichês de informação, etc. Amanhã não sabemos… Será que você engenheiro (estudante de engenharia) ainda terá um emprego amanha? Ou terá que disputar uma vaga no marcado de trabalho com alguma maquina que nós mesmos criamos?
    Quantos empregos foram tirados com o advento do caixa eletrônico? ah! mas foram gerados novos empregos na manutenção… Sim, concordo que empregos novos foram gerados, porém onde antes trabalhavam 10 operadores de caixa, hoje trabalham 2 na manutenção dos caixas eletrônicos. Criamos empregos nas empresas de comunicação instantânea (e-mail), e quantos funcionários dos correios foram demitidos por falta de demanda?
    É realmente muito difícil ir contra algo que não se acredita, pois como disse o amigo Pedro Henrique acima, se eu for olhar como estudante de engenharia, sinceramente desacredito em cada palavra, porém olhando pelo lado humanista para mim é um fato que mesmo com todas as vantagens capitalista da automação, para cada centavo investido, retiramos o emprego de mais um trabalhador direta ou indiretamente.

  31. Grupo 3
    Contra

    Para entendermos o que se passa hoje, temos que voltar em dois períodos da história. O surgimento do Capitalismo e a Primeira revolução industrial
    Com a crise do feudalismo, os Senhores feudais se viram estimulados a consumir novos produtos e, para tanto, foram obrigado a aumentar suas rendas produzindo para o mercado urbano. Com isso o capitalismo foi se evoluindo gradativamente, e aos poucos foi se sobrepondo sobre outras formas de produção, até ter sua hegemonia, que ocorreu em sua fase industrial. Contudo, este apresenta algumas características bem definidas, como a constante obtenção de lucro, não importando quem perca com isso e o fato da grande desigualdade social alimentada com o fato de quem tem muito terá mais e quem tem pouco terá menos ainda.
    Com a primeira revolução industrial, as maquinas começaram a predominar e fazer trabalhos que antes eram realizados por até 20 funcionários. Com isso os trabalhadores se viram ameaçados e em 1811 o estopim estourou e surgiu o movimento ludista onde operários invadiam as fábricas e destruíam as máquinas, por serem mais eficientes e baratas que os homens.
    Tendo isto em mente, percebemos que a automação surgiu no âmbito de substituir a mão de obra por máquinas mais eficientes e mais baratas e isso veem sendo cada vez comum. Como, por exemplo, a criação de softwares para substituir alguns empregos.
    Logo, é possível afirmar que a automação gera sim desemprego, sendo ele mais constante nas categorias de base.

  32. GRUPO 3 – CONTRA

    TECNOLOGIA E DESEMPREGO
    Em 1931, no auge da grande depressão americana iniciada em 1929, o economista
    inglês John Maynard Keynes criou o conceito de “Desemprego Tecnológico”. Mas afinal, as
    tecnologias são realmente responsáveis pelo desemprego? Segundo José Pastore (2005),
    depende do ambiente institucional em que operam. Tecnologias que entram em sociedades
    pouco educadas e com leis trabalhistas rígidas, mais destroem do que criam empregos.
    Tecnologias que entram em sociedades bem educadas e quadros legais flexíveis, mais geram do que destroem postos de trabalho. Ema tecnologia pode ter um impacto direto destrutivo e um impacto indireto construtivo – em outro setor da economia. Além disso, uma tecnologia pode destruir empregos hoje, e criar amanhã – na mesma empresa. Em suma, para se avaliar o efeito final das tecnologias não basta examinar a destruição líquida de emprego que geralmente ocorre nos locais em que entram, é preciso examinar os efeitos de deslocamento da mão-de-obra e de criação de novas atividades e postos de trabalho em outros setores e empresas. No mundo atual, não há a menor possibilidade das empresas competirem fora dos avanços tecnológicos. Se a situação do emprego é difícil com tecnologia, seria catastrófica sem ela.
    De acordo com Mattoso (2000), o progresso técnico pode ser ao mesmo tempo fonte
    de crescimento e, portanto, de empregos, e origem da elevação da produtividade, que
    permitiria a supressão de postos de trabalho. Mas, a inovação tecnológica e a elevação da produtividade, ao mesmo tempo que destruiriam produtos, empresas, atividades econômicas eempregos, também poderiam criar novos produtos, novas empresas, novos setores e atividades econômicas e, portanto, novos empregos. Não tenhamos dúvidas de que, do ponto de vista do emprego, o progresso técnico (e seu ritmo) favorece a aceleração das transformações qualitativas do trabalho (mudança da divisão técnica do trabalho, da organização do trabalho, das qualificações, assim como da distribuição setorial do emprego (nascimento, expansão e declínio das atividades econômicas). Portanto, o conjunto de inovações surgidas nos anos 60 e 70, e que vem sendo difundido nas últimas décadas, mudou a qualidade do trabalho e acelerou a destruição de velhos produtos, atividades econômicas ou formas de organização do trabalho. É evidente também que o progresso técnico – sobretudo quando observado em uma empresa, setor ou região – pode se refletir em supressão de empregos. No entanto, a inovação tecnológica – embora possa modificar a determinação da qualidade do emprego, principalmente quando observamos uma empresa ou setor – não determina a priori seu resultado em nível nacional. Esse resultado não precisa necessariamente ser mais desemprego. Pode ser mais emprego, consumo, tempo livre ou desemprego e essa é uma escolha social, historicamente determinada pelas formas de regulação do sistema produtivo e de distribuição dos ganhos de produtividade.
    Segundo Rifkin (1995), em menos de um século, o trabalho “em massa” no setor do
    mercado será provavelmente eliminado em praticamente todas as nações industrializadas do mundo. Uma nova geração de sofisticadas tecnologias de informação e de comunicação (TIC) esta sendo introduzida aceleradamente nas mais diversas situações de trabalho. Máquinas inteligentes estão substituindo seres humanos em incontáveis tarefas, forçando milhões de trabalhadores de escritórios e operários para as filas do desemprego. Enquanto as primeiras tecnologias industriais substituíram a força física do trabalho humano, trocando a força muscular por máquinas, as tecnologias baseadas no computador prometem substituir a própria
    mente humana, colocando máquinas inteligentes no lugar dos seres humanos em toda a escala da atividade econômica. As implicações são profundas e de longo alcance. Mais de 75% da força de trabalho na maior parte das nações industrializadas estão desempenhando funções que são pouco mais do que simples tarefas repetitivas. Máquinas automatizadas, robôs e computadores cada vez mais sofisticados podem desempenhar muitas, se não a maioria dessas
    tarefas. Devemos nos lembrar do provérbio do Hubbard3 que dizia: “Uma máquina é capaz de fazer o trabalho de cinqüenta homens comuns. Nenhuma máquina é capaz de fazer o trabalho de um homem extraordinário”.
    Por sua vez, Albornoz (1994) ressalta a possibilidade de uma sociedade de
    trabalhadores sem trabalho não aparece como uma libertação do mundo da necessidade, mas como uma ameaça inquietante. As massas contemporâneas seriam destruídas da única atividade que lhes restas.
    Mas, Rifkin (1995) ressalta que, quando a primeira onda de automação atingiu o setor
    industrial ao final de 1950 e princípio de 1960, os líderes trabalhistas, ativistas de direitos civis e um coro de críticos sociais não demoravam a soar o alarme. Entretanto, sua preocupação foi pouco compartilhada por líderes empresariais da época, que continuavam a acreditar que os aumentos de produtividade causados pela nova tecnologia da automação apenas intensificariam o crescimento econômico e aumentariam as oportunidades de emprego e o poder de compra. Hoje, entretanto, um pequeno, mas crescente número de executivos está começando a se preocupar com o rumo para onde à nova revolução tecnológica está nos levando.
    Porém, Mattoso (2000) alega que no quadro da economia mundial – sob domínio dos
    credores, da estabilidade a qualquer custo e do capital sem fronteiras e regulamentações -, os efeitos das tecnologias da info-comunicação sobre a desordem do mundo do trabalho podem parecer maiores do que efetivamente são, sobretudo quando ignoradas as atuais relações macroeconômicas, sociais e institucionais mais amplas. Nos dias que correm, a redução dacapacidade de gasto e regulação do Estado, a concentração dos ganhos de produtividade nas mãos do capital financeiro, a estagnação e até elevação do tempo de trabalho e, mão menos importante, o relativamente menor crescimento do produto, da demanda e do investimento são
    elementos determinantes no entendimento do desemprego e da precariedade das condições e relações de trabalho.
    Rifkin (1995) ainda alerta que, para a maioria dos trabalhadores sente-se totalmente
    despreparada para lutar com enormidade da transição que está ocorrendo. Os atuais avanços tecnológicos e as iniciativas de reestruturação econômica parecem ter se abatido sobre nós sem se fazer anunciar. Subitamente, em todo o mundo, homens e mulheres perguntam se existe, para eles, algum papel que possam desempenhar no novo futuro que se abre para a economia global. Trabalhadores com anos de estudo, habilidades e experiência enfrentam a perspectiva muito real de serem declarados excedentes pelas novas forças da automação e informação. O que há alguns anos nada mais era do que um debate esotérico entre intelectuais e um pequeno número de escritores sociais em torno do papel da tecnologia na sociedade, agora é o centro de discussões acirradas entre milhões de trabalhadores.Eles se perguntam se
    serão os próximos a serem substituídos pelas máquinas inteligentes. Atualmente, vemos à nossa volta a introdução de tecnologias surpreendentes capazes de feitos extraordinários. Fomos levados a acreditar que as maravilhas da moderna tecnologia seriam a nossa salvação. Milhões de pessoas colocaram suas esperanças de um futuro melhor no potencial libertador da revolução do computador. No entanto, a prosperidade econômica da maioria das pessoas continua a se deteriorar em meio ao constrangimento das riquezas tecnológicas. Em todo país industrializado, as pessoas estão começando a indagar porque o antigo sonho de abundância e de ociosidade, anunciada por gerações de seres humanos que trabalharam duramente, parece mais distante agora, ao despontar da “Era da Informação”, do que em qualquer época nos últimos 50 anos. Realizando umas consideraçoes finais como podemos observar ao longo de texto, o trabalho, cuja à origem da palavra permite várias interpretações, deriva da necessidade humana de substância e bem-estar. Refere-se a uma atividade de transformação da natureza através de ferramentas criadas para esta finalidade e revela a racionalidade do homem.
    Vimos que ao longo da história da humanidade e do desenvolvimento das sociedades
    os processos de trabalho e seus instrumentos foram aprimorados para à obtenção de maior produtividade como o dispêndio do menor esforço físico. Que a população migrou do campo para as cidades onde passou a constituir a mão-deobra
    empregada nas fábricas. Por sua vez, a expansão econômica proporcionou avanços
    tecnológicos desde a máquina à vapor até a invenção dos computadores.
    O impacto causado pela Revolução Industrial que intensificou e transformou as
    relações trabalhistas. O surgimento da classe trabalhadora e sua luta por condições de trabalho mais humanas e justas. E, que em 1919, foi criada a Organização Internacional do Trabalho (OIT).
    Relatamos também, que na passagem dos séculos XIX para o XX teve início as
    primeiras discussões para avaliar os efeitos da tecnologia sobre a produção e o mercado de trabalho. Por sua vez, a automação das linhas de montagens e dos escritórios acelerou as conseqüências do mundo industrializado sobre as “massas” de trabalhadores cujos postos de trabalho passaram a serem ocupados por máquinas e cuja realidade que se apresenta é o desemprego generalizado. Observarmos que as inovações tecnológicas da “Era da Informação” e os processos econômicos como a globalização e a desregulação dos mercados contribuem ainda mais para a redução dos níveis de emprego.

  33. Indiscutivelmente a automação gera desemprego, e dependendo de como é feita, o desemprego se concretiza em larga escala!
    É o que poderíamos chamar de “Evolução Destrutiva”.
    Os empregadores, no intuito de aumentar a produtividade, visando eficiência e custo-benefício, acaba tirando o sustento de muitas pessoas que tinham certa qualificação, ou seja, elas “batalharam” para estarem empregadas.
    O caso é que, mesmo atingindo o objetivo de otimizar a produção, isso implica não só desemprego, mas também uma queda no que compete o desenvolvimento humano no nosso país, já que não é criada a oportunidade para aqueles que “perdem seu lugar” para o processo de automação.
    Ainda que haja pessoas qualificadas para o manuseio do maquinário, muita gente tem que procurar outra oportunidade de emprego, sendo que há uma grande competição no mercado, já que hoje em dia é exigido cada vez mais qualificação.
    Portanto, o que devemos pensar para solucionar e sanar essa problemática?
    Já percebemos uma alta taxa de desemprego, mas agora pode aumentar cada vez mais com a introdução da robótica.
    O que tenho pra deixar aqui são somente dúvidas, mas essas são devido ao que podemos claramente perceber no mercado atual e por conseguinte uma projeção do desemprego no nosso país.

    (baseado em dados da seguinte fonte: “http://blogti77.blogspot.com.br/2009/10/automacao-industrial-x-desemprego.html”)

  34. Grupo 3 – CONTRA

    Indiscutivelmente a automação gera desemprego, e dependendo de como é feita, o desemprego se concretiza em larga escala!
    É o que poderíamos chamar de “Evolução Destrutiva”.
    Os empregadores, no intuito de aumentar a produtividade, visando eficiência e custo-benefício, acaba tirando o sustento de muitas pessoas que tinham certa qualificação, ou seja, elas “batalharam” para estarem empregadas.
    O caso é que, mesmo atingindo o objetivo de otimizar a produção, isso implica não só desemprego, mas também uma queda no que compete o desenvolvimento humano no nosso país, já que não é criada a oportunidade para aqueles que “perdem seu lugar” para o processo de automação.
    Ainda que haja pessoas qualificadas para o manuseio do maquinário, muita gente tem que procurar outra oportunidade de emprego, sendo que há uma grande competição no mercado, já que hoje em dia é exigido cada vez mais qualificação.
    Portanto, o que devemos pensar para solucionar e sanar essa problemática?
    Já percebemos uma alta taxa de desemprego, mas agora pode aumentar cada vez mais com a introdução da robótica.
    O que tenho pra deixar aqui são somente dúvidas, mas essas são devido ao que podemos claramente perceber no mercado atual e por conseguinte uma projeção do desemprego no nosso país.

    (baseado em dados da seguinte fonte: “http://blogti77.blogspot.com.br/2009/10/automacao-industrial-x-desemprego.html”)

Lezel ur respont

Fill in your details below or click an icon to log in:

Logo WordPress.com

Emaoc'h oc'h ober un evezhiadenn gant ho kont WordPress.com Log Out /  Kemmañ )

Google photo

Emaoc'h oc'h ober un evezhiadenn gant ho kont Google Log Out /  Kemmañ )

Skeudenn Twitter

Emaoc'h oc'h ober un evezhiadenn gant ho kont Twitter Log Out /  Kemmañ )

Luc'hskeudenn Facebook

Emaoc'h oc'h ober un evezhiadenn gant ho kont Facebook Log Out /  Kemmañ )

War gevreañ ouzh %s