Lixo Tecnológico

Século XXI.
Produtos eletroeletrônicos cada vez mais baratos. e com a qualidade que alguns dizem ser até inferior.
A facilidade de se comprar produtos novos e modernos alcança a maior parte da população, que não resiste em adquiri-los.
A maioria deles sobrecarrega-se com as relíquias que ali já habitavam, e como na maioria dos lares não há espaço para se acumular este tipo de lixo, estes  precisam aliviar seus lares. A única fuga comum a todos é a natureza. Surge então o lixo tecnológico.

Há pouco tempo, víamos a tecnologia como algo que só trazia benefícios a sociedade, e realmente traz muito. Porem, já e notório que ela convida-nos ao consumo excessivo de produtos eletroeletrônicos e consequentemente ao desperdício. 

Por outro lado, muitos pesquisadores e especialistas no assunto, dizem que a única forma de reduzirmos grandes desastres que vem acontecendo na natureza, como efeito estufa, poluição de rios e mares, entre outros, só poderão ser feitos utilizando novas tecnologias.
Convidamos a todos a estudar esta questão e se posicionar diante ao fato:      O consumismo, ato de consumir sem levar em conta a saúde e o ambiente, deve ser freado para não chegarmos ao colapso?
Existem outras formas de salvar a Natureza do lixo tecnológico?
A tecnologia pode nos ajudar em prol da natureza?
E agora ? Pra onde correr? …

0 thoughts on “Lixo Tecnológico

  1. Grupo 3, a Favor:

    O lixo tecnologico, é algo que a sociedade atual não consegue mais parar de produzir, sendo assim, sua parada de produção total é algo impossível de acontecer .

    A solução é se utilizar de um ramo tecnológico que ainda esta em desenvolvimento que é a reciclagem dos materias assim usados, nas placas, capacitores, resistores, controladores, e em outros componentes.

    E não buscar, uma utopia de acabar totalmente com tal.

    • Grandes criações foram criadas baseadas em sonhos!!! Podemos sim acabar de maneira considerável com o lixo eletrônico barato e para alguns sem valor. Existem N maneiras, como: Utilização da ferramenta política (criações de leis e cumprimento das mesmas), informações do correto descarte do produto ao consumidor no momento da compra, utilização dos materiais eletrônicos descartados para o ensino nas faculdades, entre outros…

  2. Grupo 2: Contra

    Países em desenvolvimento como o Brasil têm pouca estrutura necessária para processamento e reutilização de componentes descartados e poucas organizações para coleta seletiva dos mesmos; não conseguimos suprir a demanda de tanto lixo produzido, segue em anexo um relatório da ONU (Pnuma);Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, que revela que o Brasil é um dos países que mais produz sucata eletrônica.

    http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=onu-pede-acao-urgente-contra-aumento-lixo-eletronico

    Obs:não queremos UTOPIA mas sim qualidade de vida.

  3. O mundo inteiro recebe hoje uma grande quantidade de produtos oriundos da china ( em sua grande maioria tecnológicos). Uma das características desses produtos é o baixo preço e também pouca durabilidade. Será que esse fator pode atrapalhar a reciclagem, do ponto de vista financeiro ? Como ? E então : O que fazer diante disso ?

  4. grupo 3: a favor

    Paises em desenvolvimento como Brasil, China, Russia, etc estão crescendo rapidadente e com isso é preciso produzir ou importar novas tecnologias para a grande demanda do mercado. Mas tais fatores vem gerando um problema mundial que é o lixo tecnologico. Para tratar de tal problema é preciso fazer um uso adequado para esse tipo de lixo, como: progetos para reutilização de produtos em progamas sociais, reciclagem adequada. E não a venda de toneladas de residuos para a queima ou simplesmente deposição em lixões a céu aberto, o que gera um grande impacto ambiental e social. Pois não podemos simplesmente deixar de produzir e usufruir de novas tecnologias, sendo que temos varias soluções para os problemas gerados, basta uma olhada adequada, por parte dos governates.

  5. Grupo 4 : a favor
    Hoje o mercado consumidor exige muito esperando das empresas, novas tecnologias,então é normal de produtos se tornarem obsoletos no mercado, isso acaba se tornando uma rotina no mercado mundial, então a busca de novas tecnologias, acaba descartando produtos do mercado, logo esses produtos que são descartados acabam se tornando lixos.
    Uma solução para isso é o reaproveitamento de peças nao só pela empresa, mas também por outros tipos de orgãos que possam utilizar esses restos de outras maneiras.

  6. Quem não gostaria de trocar sua televisão pesada e grande de tubo por uma leve e portatil de LCD…
    Quem não quer um DVD com USB,Home Theater,HDMI…
    Quem não quer um Tablet…um GPS…e por aí vai uma infinidade de eletrônicos…
    A maior parte da população no Brasil não pode pagar tais produtos sofisticados com qualidade. É ai que a China entra com seus produtos baratos e fáceis de adquirir.
    Tenha um cartão de crédito internacional e vc traz a China pra sua casa sem gastar com frete.
    Produtos sofisticados sem qualidade com vida útil estreita.
    O povo não quer mais consertar seus velhos aparelhos.Compra outro barato em 10x que estraga rápido e não tem reparação(será proposital…)
    Pra onde vai isso tudo pessoal…
    E se não fosse possivel adquirir tão facilmente tais produtos inferiores…
    Fosse mais facil adquirir outros com qualidade superior e durabilidade…

    • A Favor
      A China começa a ganhar o mercado agora, e na maioria das vezes todos os produtos tem seus defeitos, por isso existe a melhora, a melhora de um produto é baseado em seus pontos fracos.Hoje o que movimenta o mercado é a tecnologia, ninguém em casa quer ficar com sua velha tv de tubo, sendo que hoje tem acesso, independentemente que seja a vista ou parcelado a uma tecnologia superior a que você tem hoje, essas facilidades de compra são necessarias, pois nem todos tem condições de adquirir as tecnologias atuais, então para que todos possam utilizar os produtos mais novos do mercado eles devem ser acessiveis, isso é uma forma de ganhar mercado, por isso a China está onde está hoje, usa a necessidade de desenvolver, de uma forma acessivel.

    • Existem empresas que sobrevivem e crescem do lixo eletrônico, o ideal seria o aumento maciço destas empresas, já que a demanda de lixo é grande!!! Nícolas, a natureza tende sempre a estabilidade e não ao desequilíbrio, vale lembrar que sempre quando as ações humanas também tendem ao equilíbrio, o resultado é positivo! Combater o lixo eletrônico se torna de suma importância,pois combate-lo é tentar alcançar o equilíbrio!!!

  7. Grupo 1: Contra

    Brasil já é o campeão do lixo eletrônico entre os países emergentes. Nós já geramos o maior volume de lixo eletrônico per capita a cada ano e o tema sequer é prioridade para a indústria.
    Segundo um relatório da ONU o Brasil é também o país emergente que mais toneladas de geladeiras abandona a cada ano por pessoa e um dos líderes em descartar celulares, TVs e impressoras.
    Diante dessa constatação, precisamos começar a adotar estratégias para lidar com esse crescimento do lixo, para evitarmos, principalmente o impacto ambiental e os problemas de saúde que as montanhas de resíduos tóxicos podem gerar.

  8. grupo 2, contra:

    Uma característica da tecnologia é se renovar muito rapidamente, uma das consequencias disso é a grande produção de lixo.

    Os produtos eletrônicos já utilizados deveriam retornar às fábricas e ser reaproveitados, o problema é que isso seria impossível devido a quantidade de lixo gerado em pouco tempo. Então como solucionar isso?

    Uma solução seria criar postos de entrega de material usado nas cidades. Assim, esses materiais iriam para lugares adequados que cada cidade seria obrigada a ter.

    Com isso, materiais que consomem muita energia como geladeiras velhas não iriam ser ligadas novamente e sim reaproveitadas por alguma fábrica ou depositada em algum lugar adequado, logo, energia tambem seria poupada com essa atitude, melhorando as condições atuais do meio ambiente.

  9. Grupo 3, a favor:
    O encaminhamento dos equipamentos eletrônicos descartados pela população para áreas especificas de triagem não é nada utópico, nos Estados Unidos já existem locais que trituram os resíduos e os transformam em cubos de alumínio, plástico e aço.

    Na maioria dos países existem projetos em andamento que reutilizam e reenquadram os materiais descartados, claro estão em fase de crescimento. Isso acarreta em uma tomada de decisão por parte das empresas para implantar equipamentos que reduzam os impactos ambientais dos mesmos no momento do descarte.

    No Brasil já existem instituições preocupadas e que se especializaram em receber tais descartes, empregando-os em aparelhos desenvolvidos para atender instituições carentes.

  10. grupo 2: contra
    Com a aceleração da produção e consumo eletrônicos, o volume de descartes desses aparelhos vem crescendo de forma alarmante a onde chegou um ponto que a demanda de reciclagem desses aparelhos é menor que o descarte. Países como Brasil que e o campião de produção de lixo eletrônico tem que reaver sua politica em relação esse quesito como outros países para controlar esse problema ambientais que assombra o mundo.

  11. Grupo 1, contra:
    Já existem várias instituições e pontos de coleta que reutilizam o lixo eletrônico produzido. Entretanto a quantidade de lixo produzida cresce rapidamente o tempo todo, tornando quase impossível a reciclagem total dos resíduos, visto que os pontos de coleta e reciclagem não conseguem acompanhar esse aumento exponencial do volume de lixo.

    Para resolver esse problema não adianta insistirmos em criar cada vez mais locais de reciclagem, o deve ser feito é a melhor conscientização dos próprios usuários dos eletrônicos com relação a o que deve ser feito quando acabar a vida útil do equipamento.

    O primeiro tópico que todos deveriam saber é a capacidade de reutilizar os equipamentos eletrônicos em outras funções. Um computador doméstico, que utilizamos para fazer trabalhos e navegar na internet pode ser muito bem reutilizado como um servidor de rede para uma empresa, bancos de dados, etc. evitando a compra de um novo aparelho para executar a mesma função.

    O segundo tópico é informar a população sobre como deve ser feito o descarte. Frequentemente nas cidades existem pontos de coleta/reciclagem que não são do conhecimento da população, que descarta o lixo de forma incorreta, impossibilitando sua reciclagem.

    Uma maior conscientização é a ajuda ideal para as empresas de reciclagem para aumentar sua efetividade

  12. Grupo 4 : a favor
    O desenvolvimento tecnológico contínuo e cada vez mais acelerado gera uma grande produção de lixo de produtos obsoletos.
    A produção de lixo é normal e é proporcional ao desenvolvimento de novas tecnologias, porém a forma que ele é tratado que é totalmente inadequada. Precisa-se de maior incentivo a empresas interessadas na recuperação do lixo tecnológico, que
    resolveria em grande parte os problemas de descarte além de que neste processo podemos reutilizar recursos minerais, que como nós sabemos são finitos em nosso planeta.
    Diminuir a produção de lixo tecnológico não é uma solução nem chega a ser próximo de uma. Utilizar da própria tecnologia já existente e de futuras para reutilização desse lixo é a opção mais inteligente e mais adequada a realidade atual.

  13. Grupo 4: A favor

    A China chega ao mercado oferecendo o que as pessoas querem: bom preço. Boa parte das vezes esse bom preço não vem acompanhado de boa qualidade e durabilidade. Um grande exemplo disso é a onda de smartphones chineses no mercado. São produtos que oferecem uma grande quantidade de funções, com design bem parecido com os aparelhos mais conhecidos no mercado, porém com preço bem menor, dando possibilidade de pessoas com renda menor terem acesso a esse tipo de produto. Contudo esses produtos geralmente não tem garantia e até podem ser tóxicos e prejudicias a saúde dos consumidores. Assim “o barato sai caro”.
    Grande parte desses consumidores não tem o conhecimento de quão prejudicial esses produtos são ao meio ambiente e a eles mesmos. Para evitar esse tipo de consumismo, deveria-se regulamentar e fiscalizar melhor a entrada de produtos nos países, para garantir a entrada de produtos com facilidade de reciclagem e não danosos aos consumidores.

  14. Grupo 1, CONTRA :

    Será mesmo que a palavra impossível se enquadra na nossa discussão?
    Muitas vezes os humanos já surpreenderam com criações que eram consideradas ficção. Até onde vai a capacidade da fantástica máquina pensante? Não é de hoje que o homem tem a capacidade incrível de quebrar tabus, explorar novas fronteiras do conhecimento e pisar na lua…
    Caros amigos, de fato não existe uma máquina que acabe com o lixo eletrônico, simplesmente é ficção. Mas pode ser criada… Por enquanto não temos essa tecnologia, portanto, devemos tornar o punho humano como o principal agente contra o lixo eletrônico.
    Mas como?
    De fato a quantidade de lixo eletrônico produzido no Brasil é de grandes proporções. Deve-se conscientizar a população sobre os aspectos negativos produzidos com o descarte deste tipo de lixo no ambiente. Mas pelo visto, a ignorância de alguns homens deixaria de entender a importância do assunto e estes não iriam colaborar. Com isso, a entrada do poder executivo nas aplicações de multas e punições seria muito bem vinda, mas para isso, vale lembrar que deveriam existir no Brasil leis mais rigorosas quanto ao lixo eletrônico.
    Além disso, a adoção de medidas políticas com o intuito de colocar barreiras em relação à importação de tecnologia barata se torna essencial, visto que estes produtos tecnológicos de pouca duração agravam cada vez mais o quadro brasileiro de lixo eletrônico.

  15. Grupo 1 – Contra

    Desde quando apenas a conscientização da população é o bastante para problemas mundiais? Vivemos em um país com uma sociedade completamente consumista, que visa lucro em tudo e em todos, que sequer se preocupa com o dia de amanhã. O ponto de vista sobre o que produzimos e consumimos deve ser revisto em todos sentidos. Um grande exemplo é o uso dos combustíveis extremamente tóxicos ao meio ambiente. Sabemos que é prejudicial, mas não reduzimos o consumo. Um exemplo, porque não trocar a gasolina pelo alcool? Já que ela possui alto teor de destruição ao meio ambiente, aumentando cada vez mais o efeito estufa. O povo tá consciente que é prejudicial, mas a resposta para continuarmos usando está onde? Será que no grande monopólio criado pelo governo na extração de petróleo? E o incentivo fiscal para produção do bio-combustível? Automaticamente o preço pro consumidor não diminuiria? Influenciando-nos a utilizá-lo? Pois é, nosso país precisa de medidas que deixem de lado apenas o interesse econômico dos GRANDES e que comecem a se preocupar com o futuro do nosso PLANETA, ja que o desenvolvimento econômico é paralelo ao nosso desenvolvimento tecnológico. Devemos nos preocupar até que ponto esse desenvolvimento não nos prejudica. Será que depois desse imenso e não destrutível lixo eletrônico gerado por nós, terá solução? O governo deve investir em pesquisas incentivando o uso de materiais que não prejudiquem o meio ambiente e abrir os olhos pra um problema mundialmente não revertível.
    Hugo Fernandes Moraes

  16. Que tal mais uma solução para a tentativa do fim do lixo eletronico!!! Mais investimentos em pesquisas cientificas por parte do governo. E assim, estas pesquisas tentariam aproveitar e reutilizar do lixo objetos que para os olhos “cegos” seriam de pouco valor!

  17. grupo 3 : a favor

    Sendo o lixo eletrônico uma conseguência inevitavel da produçao de novas tecnologias e as novas tecnologias a maior esperança para resolver problemas da sociedade atual ,o papel do mundo não é redusir drasticamente o consumo ,pois é ele que financia as pequisas de novas tecnologias, mas sim ter um maior controle sobre o que entra no pais e qual o destino.
    No caso do Brasil e dos demais países subdesenvolvidos dificultar a entrada de produtos estrangeiros e investir em tecnologias proprias ajudaria muito nesse processo de redusir os danos conseguêntes da tecnologia

  18. Grupo 2 Contra : Infelizmente a sociedade só vai se dar conta da poluição crítica que nosso planeta está passando quando de fato a “vaca for pro brejo”, já estiver tdo perdido , o ruim do ser humano é achar q é imortal e q nada é efêmero, mas como diria platão “A necessidade que é a mãe da invenção.” então quando tiver tdo perdido o homem da um jeito de inventar uma máquina ai pra despoluir.
    Eu não critico a China,pais quando cresce abaixo do esperado, cresce 8,5% , quem sou eu pra criticar, se os produtos de la são baratos e de baixa durabilidade eu não sei, só sei que minha HP 50 g é de lá ,meu tenis é de lá,minha cueca é de lá,e ta tdo funcionando , agora vergonha é nossa politica,que num incentiva nada,só a corrupção,a pessoa quer produzir quer começar um negocio aqui e já entra com um sócio invisivel (o governo) .

  19. grupo 3 : a favor

    Se o lixo eletrônico é uma conseguência inevitavel da produçao de novas tecnologias e as novas tecnologias a maior esperança para resolver problemas da sociedade atual ,o papel do mundo não é redusir drasticamente o consumo ,pois é ele que financia as pequisas de novas tecnologias, mas sim ter um maior controle sobre o que entra no pais e qual o destino.
    No caso do Brasil e dos demais países subdesenvolvidos dificultar a entrada de produtos estrangeiros e investir em tecnologias proprias ajudaria muito nesse processo de redusir os danos conseguêntes da tecnologia

  20. grupo 1: contra

    Grandes criações foram criadas baseadas em sonhos!!! Podemos sim acabar de maneira considerável com o lixo eletrônico barato e para alguns sem valor. Existem N maneiras, como: Utilização da ferramenta política (criações de leis e cumprimento das mesmas), informações do correto descarte do produto ao consumidor no momento da compra, utilização dos materiais eletrônicos descartados para o ensino nas faculdades, entre outros…

    abril 30, 2012 às 1:28 am

  21. Grupo 2: Contra

    O problema do lixo eletrônico, é alarmante. Muitos dizem sobre políticas de recolhimento, desses materiais. Porém, o governo tem apenas uma lei, que trata de recolhimento de material eletrônico no país. É a Resolução 257, do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), de 1999, que atribui aos fabricantes ou importadores de pilhas e baterias a responsabilidade pelo gerenciamento desses produtos tecnológicos que necessitam de disposição final específica, por conta dos níveis de metais tóxicos. Muitos desses fabricantes, não segue a lei. Apesar do aumento dos postos de coleta desse tipo de material, como, por exemplo, na Kika Colorida,aqui em Juiz de Fora, que faz a coleta de pilhas, o índice de rocolhimento ainda esta longe do ideal. Nossos governantes tem que tomar decisões rápidas, pois o lixo eletrônico só cresce no Brasil. Porém, não cabe apenas ao governo tomar ações. É preciso que toda a população tome consciência do problema que estamos enfrentando.

  22. A atitude correta, e mais importante, seria incentivar as empresas que fabricassem produtos com menor impacto ambiental. (Mas venhamos e convenhamos, nós sabemos que no mundo o que move é dinheiro, esse incentivo só aconteceria se fosse uma redução na tributação ou qualquer coisa do tipo).

    Somente desse jeito nós caminharíamos para uma sociedade civilizada e avançada, onde o lixo é tratado e reaproveitado de maneira correta, ao invés de descartá-los em qualquer lugar sem se preocupar com o planeta.

  23. Grupo 3: Contra
    A atitude correta, e mais importante, seria incentivar as empresas que fabricassem produtos com menor impacto ambiental. (Mas venhamos e convenhamos, nós sabemos que no mundo o que move é dinheiro, esse incentivo só aconteceria se fosse uma redução na tributação ou qualquer coisa do tipo).

    Somente desse jeito nós caminharíamos para uma sociedade civilizada e avançada, onde o lixo é tratado e reaproveitado de maneira correta, ao invés de descartá-los em qualquer lugar sem se preocupar com o planeta.

  24. Grupo 3, a favor:

    A pergunta que quero fazer, é se todos nós sabemos descartar corretamente nossos matérias eletrônicos.

    Para informação de muitos que não sabem, nosso lixo tecnológico, possui metais, muitos metais, que INFELIZMENTE no nosso país sustentam catadores de lixos.

    Antes de fazer pesquisas no Google, ou criar situações na minha cabeça, eu fui (já tinha ido) ate pessoas que vivem do lixo ( do NOSSO lixo) e perguntei:
    -O que vocês acham do lixo eletrônico?

    Me respondeu a coordenadora dos catadores:
    -E o mais valioso apesar de não conseguirmos reciclar tudo, mas tiramos muitos matérias que são muito caros, e nos ajudam muito no complemento de nossa renda.

    Na época ela me falou o preço do kg de cobre no mercado, e outros metais.
    ( Isso foi real e aconteceu a menos de 2 anos por um projeto que participei)

    Atualmente o preço do kg de cobre está, de acordo com um site: R$ 9,92 o pior de todos, que é aquele junto a outros, que mais nos interessa por se tratar de equipamentos eletrônicos.
    http://www.sucatas.com/cotacaoamplicobre.html

  25. Grupo 1: Contra.
    Algumas pessoas justificam a produção de lixo tecnológico citando a China como exeplo de ‘prosperidade econômica’, mas a realidade é diferente.

    A China é o segundo maior produtor de lixo eletrônico do mundo (2,3 milhões de toneladas ao ano) atrás apenas dos Estados Unidos.
    Em nome de um “desenvolvimento” contribui para prejudicar todo o planeta.
    Ela apresenta uma produção intensa com custos reduzidos, mas seus produtos apresentam qualidade interior.

    A consequencia direta disso é que os produtos se tornam “descartáveis” aumentando a produção de lixo desnecessariamente. É certo que a curto prazo há o desenvolvimento, mas devemos pensar nas
    consequências futuras.

  26. Grupo 1: Contra

    A respeito do que disse o Vinícius, concordo com ele que temos vários catadores que vivem do lixo. Mas enquanto tivermos lixo para oferecermos aos catadores, eles ficarão “quetos”, e o governo nada fará por eles. Mas se esse lixo não existisse, os catadores ficariam sem “renda” e, com certeza, fariam alguma coisa para se verem em situação melhor.
    Portanto, enquanto estivermos dando lixo aos catadores, o governo nada fará para melhorar a situação deles. Ou seja, o lixo não é uma vantagem. É um paliativo para um problema muito maior.

  27. Grupo 1: Contra

    A respeito do que disse o Vinícius, concordo com ele que temos vários catadores que vivem do lixo. Mas enquanto tivermos lixo para oferecermos aos catadores, eles ficarão “quetos”, e o governo nada fará por eles. Mas se esse lixo não existisse, os catadores ficariam sem “renda” e, com certeza, fariam alguma coisa para se verem em situação melhor.

    Portanto, enquanto estivermos dando lixo aos catadores, o governo nada fará para melhorar a situação deles. Ou seja, o lixo não é uma vantagem. É um paliativo para um problema muito maior.

  28. Grupo 4: A favor

    Nem todos os produtos fabricados na China tem qualidade inferior. O plano chinês(e de todo sistema capitalista) é gastar o menos possível para maximizar o lucro. É claro que existem produtos de qualidade inferior que podem até ser prejudiciais as pessoas, porém generalizar nunca é bom.
    Essa característica “descartável” é o preço que pagamos para o grande avanço tecnológico da atualidade que só tende a crescer. E é este avanço que garante o conforto, lazer e segurança à muitas pessoas. Não podemos parar de desenvolver observando apenas o lixo tecnológico, temos que olhar o lixo como um problema a ser resolvido e tirar o teor perjorativo do termo “descartável”: Como seria bom se todo aparelho eletrônico que comprássemos pudessem ser totalmente ou quase totalmente reciclado e fosse utilizado na produção dos próximos aparelhos com tecnologia mais avançada? Impossível? Utopia? Tantas coisas “impossíveis” se tornaram possíveis na história da humanidade…

  29. Grupo 3: a favor
    Obs: agora foi certinho!
    A atitude correta, e mais importante, seria incentivar as empresas que fabricassem produtos com menor impacto ambiental. (Mas venhamos e convenhamos, nós sabemos que no mundo o que move é dinheiro, esse incentivo só aconteceria se fosse uma redução na tributação ou qualquer coisa do tipo).

    Somente desse jeito nós caminharíamos para uma sociedade civilizada e avançada, onde o lixo é tratado e reaproveitado de maneira correta, ao invés de descartá-los em qualquer lugar sem se preocupar com o planeta.

  30. Em relação ao que Gustavo Lopes disse não acho que parar de destinar o lixo a catadores é a melhor solução. Que tal organizar e profissionalizar os catadores? A maioria deles trabalha de forma autônoma e com pouca qualificação que gera pouco arrecadamento a eles. Porém com um treinamento e a organização desses catadores teríamos uma classe unida e com qualificação, fazendo com que mais lixo seja reciclado e maior seja o lucro dos catadores tornando-se uma das alternativas para a destinação do lixo.

  31. Grupo 1: Contra
    Segundo a Folha de São Paulo, a de geração de lixo eletrônico no mundo cresce a uma TAXA de 40 MILHÕES de TONELADAS por ano e como a Alessa já citou, o Brasil é o campeão no crescimento desse tipo de lixo entre os países emergentes. Isso tem se tornado um grande problema ambiental e de saúde pública, pelo fato dos aparelhos eletrônicos conterem em sua composições metais pesados altamente tóxicos, como mercúrio, cádmio, berílio e chumbo e outros compostos químicos conhecidos como BFRs. Esses metais em contato com o solo contaminam os lençóis freáticos e os BRFs se queimados liberam toxinas perigosas. Portanto, a manipulação do lixo eletrônico não é tão simples e trás um grande risco de contaminação se manipulada de forma incorreta.

    Com isso percebe-se que o lixo eletrônico é um problema e é imediato! De fato o desenvolvimento tecnológico e econômico são importantes, porém não podem superar o ritmo natural ou passar por cima da qualidade de vida da população. Também há uma diferença entre desenvolvimento tecnológico e a necessidade das empresas em geração de lucro movido pelo pensamento capitalista, pois não apenas os produtos chineses baratos como os produtos originais tem tido sua “vida útil” reduzida drasticamente. Hoje um produto é feito para durar menos, pois em questão de meses a empresa irá um lançar um produto totalmente “revolucionário” que consiste em ser apenas mais fino, ou ter uma cor diferente. Um exemplo simples é considerar o tão famoso A55 da Nokia, o “indestrutível”, e pegar qualquer outro celular atual (até mesmo da marca Nokia) para comparar qual desses produtos irá durar mais (já sabemos quem será o vencedor). Não vejo esse consumismo exagerado em compras de produtos eletrônicos como desenvolvimento e sim como uma sede capitalista em busca de status quo e lucro.

    Devemos considerar o chamado desenvolvimento “sustentável” para a tecnologia. Mesmo que sustentabilidade seja um termo muito questionado, pode ser um início para melhoria do problema do lixo eletrônico. Há empresas como a HP e Nokia, por exemplo, tem recolhido seus produtos fora de linha e/ou estragados para “reciclarem” partes desses e reutilizando, por exemplo, o cobre e o ouro que alguns componentes possuem. A Associação Brasileira de Recondicionadores de Cartuchos paga por cartuchos e tonners usados e ainda reutilizam tais produtos. O controle da formação de lixo eletrônico e de seu fim já é preocupante e é um problema que deve ser solucionado imediatamente, mas para isso TODOS devem ter consciência que ao trocar sua televisão de tubo por uma de LCD você estará contribuindo com quase 30 kg de lixo potencialmente TÓXICO!

Lezel ur respont da Ítalo Fernando Valle Alvarenga Nullañ ar respont

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