Sistemas de Potência

 

Expansão das Hidrelétricas na Amazônia X Meio Ambiente
hidrelétricas Nos próximos 20 anos, o planejamento do setor elétrico prevê que a bacia do Rio Amazonas seja responsável por cerca de 77% da expansão da matriz elétrica brasileira. A oferta de energia elétrica no país tem de crescer 42.600 megawatts (MW) nos próximos dez anos, e o Brasil vai colocar em operação entre três e quatro usinas hidrelétricas por ano para atender à demanda. A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) já planejou a entrada em operação de 34 novas usinas hidrelétricas até 2021, sendo 15 delas na Amazônia Legal.
Sabe-se que as hidrelétricas são fontes mais limpas e baratas quando comparadas com as termelétricas e usinas nucleares, e com a construção das mesmas será permitido a geração de riqueza e emprego nas regiões em que as usinas estiverem instaladas.
O grande problema é o local dos planos de construção dessas usinas, serão feitas no coração da Amazônia, em áreas de floresta contínua e praticamente intocadas

0 thoughts on “Sistemas de Potência

  1. GRUPO 1 – CONTRA

    “O grupo vota pela escolha do tema ‘Expansão das Hidrelétricas na Amazônia X Meio Ambiente’.

    Por ser um fato muito importante, atual e com consequências irreversíveis (afetando principalmente a vida local e a Amazônia).

    Qualquer grande empreendimento vai de contra a preservação ambiental, no mínimo deve-se lutar pela redução dos impactos ambientais no local.”

  2. GRUPO 2 – A FAVOR

    Escolhemos o tema “Expansão das Hidrelétricas na Amazônia X Meio Ambiente”.

    A Amazônia, por se tratar do maior conjunto fluvial do Brasil, deve ser explorada, pois é um local pouco habitado e com condições propícias às necessidades das hidrelétricas, porém na forma mais rentável e lucrativa, assim trazendo benefícios aos moradores, como trabalho, conforto e qualidade de vida.

    • GRUPO 3 -CONTRA
      a Amazônia pode sim ser um lugar pouco habitado por humanos em relação ao resto do pais, porém ela tem uma considerável população de índios com os Kaiowá é o lugar mais rico do brasil em bio-diversidade, eu pessoalmente acho que ela é sim muito habitada. A construção de usinas com a Belo Monte destrói uma série de eco-sistemas e não tem um potencial energético que compensaria toda essa destruição.

      • Dizer que o potencial energético de Belo Monte é baixo é errôneo, pois será uma das maiores usinas hidrelétricas do mundo. E no caso dela, já foram reduzidos muitos dos impactos ao meio ambiente.

  3. Grupo 03: CONTRA
    Expansão das Hidrelétricas na Amazônia x Meio Ambiente

    Visto que o potencial hidrelétrico brasileiro está concentrado na Bacia do Amazonas, a criação de novas usinas na região é um assunto polêmico devido aos grandes impactos ambientais e sociais causados por estas. Podendo gerar maior margem de discussões a respeito do tema.

  4. GRUPO 3 – CONTRA
    A construção de Hidrelétricas na Amazônia, como a hidrelétrica de Belo Monte, causa um alagamento na área, o que gera um tremendo impacto ambiental. Além dos grupos indígenas que são prejudicados, pois dependem da natureza para sobreviverem. A construção de tais hidrelétricas é contraditório ao que o governo propõe que é um desenvolvimento sustentável. Se aprendermos com os Índios a retirar da natureza apenas o que precisamos e não a explorarmos dessa forma brutal teriamos aí sim um desenvolvimento mais sustentável.

  5. GRUPO 2 – A FAVOR

    O grupo contra aparenta não entender muito sobre a população da Amazônia, muito menos sobre os índios da tribo Guarani-Kaiowá (estes estão situados no Mato Grosso do Sul, e não Amazônia). Recomendo que façam uma leitura prévia do tema antes de se posicionarem.
    O grupo utiliza em demasia do argumento de que “a usina afetará negativamente os indígenas”, mas desconhecem que a usina não alagará NENHUMA terra indígena. As áreas indígenas permanecerão intocadas pela barragem, pelos canteiros de obra, estradas de acesso e outras estruturas de engenharia utilizadas para a construção da hidrelétrica.
    No que tange à inundação das áreas de vegetação nativa, vale ressaltar que 50% da área do reservatório já é inundada pelo rio Xingu. Por ser uma usina fio d’água, diferente das usinas com reservatório de acumulação, seu reservatório vai ficar na abrangência que o rio já possui, como se estivesse em período de cheia.
    Para uma usina que possuirá a terceira maior potência instalada do mundo, sem dúvida seu potencial energético compensará “toda essa destruição”.

  6. GRUPO 2 – A FAVOR

    O Brasil na atualidade possui a 6° maior economia mundial. Com o crescimento das indústrias, atividade comercial e desenvolvimento urbano, o país requer um grande aumento na demanda de energia elétrica. O Brasil possui grandes volumes de recursos hídricos, o que gera uma matriz energética limpa, que possibilitam a construção de usinas hidrelétricas. Embora a demanda por energia venha aumentando, a área que possui grande potencial hidráulico localiza-se no Norte do país. Apesar da Amazônia estar localizada fora dos grandes polos industriais e distante das áreas de grande densidade demográfica, ela possui a maior bacia hidrográfica do mundo com imenso potencial hidráulico. A instalação da usina de Belo Monte, por exemplo, resultaria numa grande geração de energia elétrica que suprirá as necessidades energéticas do país nos próximos anos.

  7. Grupo 2 – A favor
    Com relaçao à Hidreletrica de Belo Monte, principal alvo dos grupos contra, ela não trará um impacto direto aos indígenas ali residentes e, mesmo o indireto, sera indenizado e corretamente aplicado em melhorias, tais como novas residencias (suas casas, palafitas na maioria das vezes, ficam com água sob o piso no período da cheia do rio, e com lama na época da seca), novos hospitais e escolas (Nesse ambiente improprio, as crianças brincam e os moradores fazem suas necessidades, porque não há saneamento, o que acarreta em doenças que, por poderem ser evitadas, ocasionam lotação desnecessária nos hospitais da região; e com novas escolas as crianças terão um lugar apropriado para se divertir e estudar, saindo das condições precárias anteriores).

  8. Grupo 2 – A favor
    Nos comentários acima um grupo colocou em questão o fato de que as comunidades indígenas teriam suas aldeias alagadas. Em relação as comunidades indígenas nenhum dos grupos étnicos que habitam as regiões próximas à futura hidrelétrica serão obrigados a mudar-se e não terão suas aldeias inundadas. Alguns indígenas, inclusiva são a favor da costrução da usina. Com relação a preservação do Parque Nacional do Xingú, só mesmo as pessoas desinformadas alegam que esse grande patrimônio será ameaçado por Belo Monte. O Parque se localiza no estado do Mato Grosso, a mais de 1.300 km da Usina, deixando-o livre de qualquer efeito negativo.
    Na construção da hidrelétrica tem que ser levado em conta que o Brasil, pela primeira vez em sua história está se desenvolvendo e aumentando a demanda energética que tende a crescer nos próximos anos. A falta de investimento no setor , causou uma grave crise energética entre 2001 e 2002, sendo esta responsável pelo aumento da conta de luz, apagões e grandes prejuízos ao país. Sem a construção de Belo Monte podemos sofrer com esse mesmo problema.

  9. GRUPO 1- CONTRA
    É preciso estabelecer de plano uma verdade: não existe geração de energia elétrica sem impacto ambiental, o que não é diferente no caso da geração de origem hidráulica, eólica ou solar.
    Se diretamente Belo Monte prejudica os indígenas da região, indiretamente atinge toda população brasileira, porque mexe na nossa economia. Vão gastar bilhões, que sairão do bolso do cidadão brasileiro, que do ponto de vista do investimento é jogar dinheiro fora. Especialistas avaliaram que Belo Monte será a usina que produzirá menos energia proporcionalmente à capacidade de produção, e que terá maior custo para os investidores na comparação com outros empreendimentos de grande porte, em razão da intensidade dos impactos sociais e ambientais na região.A usina não vai produzir o que deveria, porque mais de 60% do tempo aquelas águas ficam em estado de vazante, não de cheia.

  10. GRUPO 1 – CONTRA

    O governo está considerando a Amazônia um grande reservatório de energia e mineral. Mas esquece que o grande patrimônio amazônico é o da biodiversidade, de suas florestas e águas. Também desconhece a dimensão humana, pois estas regiões são ocupadas por comunidades e terras indígenas.
    Alem do mais a construção dessas usinas não faz sentido nenhum para a região, pois elas degradam a região, mas no fim a geração de energia é para o Sul e Sudeste.
    Precisamos parar com essa mania de encontrar soluções superficiais para as questões da Amazônia. Não é assim que se tomam as decisões importantes. Precisamos definir um plano de estudos e pesquisa à altura dos desafios amazônicos.
    É preciso quebrar o paradigma de grandes hidrelétricas. Se mantido sem alterações estratégicas, o estudo da EPE para 2021 prevê que, à exceção das hidrelétricas, que representarão 12,6% da oferta de energia total no país, a participação das demais fontes renováveis passará dos atuais 1,4% para apenas 1,6%. Com 2.200 horas de insolação, o Brasil SEQUER incluiu a energia solar no planejamento energético até 2021. E quando se trata de ventos, o volume no Brasil é duas vezes maior do que a média mundial.

  11. GRUPO 1 – CONTRA

    Em março de 2011, o governo anunciou o início da construção da usina de Belo Monte sem que as 66 condicionantes estabelecidas estivessem cumpridas. Ou seja, já começou errado!
    Grupos ambientalistas, indígenas e ribeirinhos resistem ao projeto de Belo Monte, na Amazônia Brasileira há 30 anos. São 31 terras indígenas, 25 povos indígenas, 15 unidades de conservação, que claramente é uma área que é de alta prioridade para a conservação da biodiversidade, e com toda certeza será afetada. Depois de construída, desviará 80% do fluxo do Xingu por canais artificiais, reduzindo a vazão do rio e deixando a Volta Grande do Xingu com apenas 20% do seu fluxo natural, podendo causar impactos imprevisíveis. A Usina terá capacidade total de produção de 11.200MW, só que devido ao regime de cheia e seca do rio essa média cai para 4000MW, isso é eficiente? Essa usina seria eficiente? Só na época de cheia e mesmo assim sem pensar no quesito Biológico Ambiental. A capacidade de produção de 1/3 custará aos cofres públicos 30 bilhões de reais, dos quais 80% somos nós quem pagamos, através de impostos. Esses 30 bilhões vão alagar em média 600 km de floresta, o pulmão do nosso Brasil, que de certa forma é o pulmão do mundo também.
    Podemos gerar energia com painéis solares, eólica e o Brasil tem a maior reserva de silício do mundo, o necessário é diversificar as fontes de energia e consumirmos menos.

  12. GRUPO 4- A FAVOR

    Um dos pontos positivos da implementação de usinas hidrelétricas na amazônia seria a possibilidade de aumentar a geração de energia elétrica não só para a região, mas esse abono na geração poderia ser interligado no sistema elétrico brasileiro e fornecer energia para todo o Brasil, aumentando a oferta de energia para a produção industrial, para o aumento da infraestrutura, entre outros.

  13. GRUPO 4- A FAVOR

    O Brasil é um país que está se desenvolvendo à todo vapor, e a oferta de energia elétrica não acompanha o mesmo processo. Devemos então ampliar a produção de energia, e o local com enorme potencial a ser explorado é a bacia amazônica, então devemos fazer a difícil escolha: desenvolvimento energético que resultará em um desenvolvimento econômico e social, ou a preservação ambiental e futuros problemas na geração e sustentação do sistema elétrico brasileiro.

  14. GRUPO 4- A FAVOR

    A implementação da usina hidrelétrica “Belo Monte” implicará uma geração energética eficaz, de modo a suprir as necessidades da sociedade brasileira, indústrias, que vêm crescendo numa progressão geométrica.

  15. Grupo 4 – a favor.

    Uma das primeiras vantagens na construção da usina e Belo Monte é o preço, que é muito mais barato que outras fontes de energia, além disso é uma fonte limpa e renovável.
    Muitos argumentam que deslocaria a população e elas ficariam sem sua principal fonte de renda, que é a agricultura, porém a usina vai gerar cerca de 18 mil empregos diretos e 23 mil empregos indiretos, com isso o desemprego não seria mais um problema.
    Em relação aos impactos ambientais, eles existirão, porém tem sido feito um estudo para minimizar esses problemas, por exemplo a área de inundação foi reduzida, além disso existirá uma casa de força secundária que foi projetada para melhorar o aproveitamento da vazão do rio e reduzir os impactos ambientais.
    O Brasil precisa muito desta usina, pois vai ajudar a suprir a demanda por energia nos próximos anos, com geração média anual de 4.796 MW.
    Hoje, para o Brasil, a melhor opção seria a construção desta usina, pois o país está em constante desenvolvimento, a economia não para de crescer, a população também só cresce, então se o Brasil quer continuar todo esse desenvolvimento tem que ter energia para sustentar tudo e evitar transtornos como os apagões que acabam gerando prejuizos enormes à economia e tambem a vida de cada pessoa.

  16. Grupo 2 – A favor

    A respeito de Belo Monte, o impacto ambiental de árvores cortadas para o lago, será compensado pela geração de energia mais limpa, que emite menos carbono. Terá muita compensação ao meio ambiente a longo prazo.
    Além desta energia ser mais limpa, ela também será muito mais barata quando comparada a outras fontes de energia, como usinas de carvão, petróleo e gás.

  17. Grupo 1- CONTRA
    Segundo organizações o projeto para a usina Belo Monte ainda possui muitas lacunas e problemas graves.Dentre eles podemos colocar em questão a alteração do regime de escoamento do rio que poderá ser afetado diminuindo o fluxo de água e prejudicando diretamente a fauna e a flora local, além de causar impactos também nos âmbitos sócio-econômicos. Outro fator, que vem sendo questionado nos estudos é a inundação permanente dos igarapés Altamira e Ambé, que cortam a cidade e a região rural por qual passam. A vazão da água a jusante do barramento do rio em Volta Grande do Xingu será reduzida e o transporte fluvial até o Rio Bacajá (um dos afluentes da margem direita do Xingu) será interrompido, impedindo então, que o único meio de transporte dos ribeirinhas até Altamira seja afetado.E não só o transporte é um fator preocupante,o fato é que na cidade é que a população tem assistência à saúde e é onde fazem os negócios de peixes e castanhas.A alteração da vazão do rio, segundo os especialistas, altera todo o ciclo ecológico da região afetada que está condicionado ao regime de secas e cheias. A obra irá gerar regimes hidrológicos distintos para o rio. A região permanentemente alagada deverá impactar na vida de árvores, cujas raízes irão apodrecer. Estas árvores são a base da dieta de muitos peixes. Além disto, muitos peixes fazem a desova no regime de cheias, portanto, estima-se que na região seca haverá a redução nas espécies de peixes, impactando na pesca como atividade econômica e de subsistência de povos indígenas e ribeirinhos da região.O caso de Belo Monte envolve a construção de uma usina sem reservatório e que dependerá da sazonalidade das chuvas. Por isso, para alguns críticos, em época de cheia a usina deverá operar com metade da capacidade, mas, em tempo de seca, a geração pode ir um pouco abaixo de 4,5 mil MW, o que somado aos vários passivos sociais e ambientais coloca em xeque a viabilidade econômica do projeto.

  18. GRUPO 1 – CONTRA

    Referindo ao comentário GRUPO 4(Thaís).
    A energia gerada por uma Usina Hidrelétrica, sim, é uma das mais baratas, se tratando de ‘geração’.
    Não é totalmente uma energia limpa, hidrelétricas emitem gases de efeito estufa, pela decomposição de compostos orgânicos, números acima da Biomassa, Nuclear e Eólica.
    A fonte é renovável, mas, o meio em que foi instalada essa usina sofrerá com a sua implementação.
    As hidrelétricas causam um enorme dano ao meio ambiente, exemplo como desmatamento, alagamento de grandes áreas, mudança no ciclo hidrológico, impacto social e outros.
    Tanto quanto a obra e o impacto sócio-ambiental são de proporções gigantescas e irreversíveis. Afetando a Amazônia em si e o Brasil como um todo, pois possui uma rica fonte de biodiversidade e também é responsável pela regulação das chuvas, clima e umidade em grande parte do Brasil.
    Referindo a Usina de Belo Monte, existem diversos estudos de especialistas, ONG’s brasileiras e internacionais que apontam equívocos e inviabilidade da construção desta .
    O Brasil precisa de investimentos como este, mas, que apresente estudos convincentes, no que se diz a viabilidade de tais construções.

  19. Grupo 1- CONTRA
    Quanto as PCH´s(pequenas centrais hidréletricas), seus impactos são sim menores que os das hidrelétricas mais causam tanto transtorno quanto e afetam a vida da população e do ecossistema local tanto quanto,sendo assim nem sempre são as melhores alternativas.

  20. GRUPO 2 – A FAVOR
    Alguns dados publicados nos mostram que o Brasil dispõe em seus rios uma quantidade suficiente para multiplicar por quatro sua capacidade hidrelétrica.Cerca 40% desse potencial está na bacia do Rio Amazonas. No momento,toda atenção esta voltada para o norte. As grandes hidrelétricas que podiam ser feitas no restante do Brasil já foram construídas.Se a atual demanda de energia continuar nessa constante crescente, não demorará muito para que novos apagões possam ocorrer pelo país.A contrução de novas hidrelétricas é de extrema necessidade para a sustentabilidade do país.

  21. GRUPO 4 – A FAVOR

    A construção de usinas hidrelétricas seria um ponto positivo pois é uma forma de geração de energia limpa. No caso da construção delas na amazônia, é um situação válida pois os impactos ambientais foram diminuídos devido as reivindicações indígenas. É uma das fontes de energia limpa existentes com o melhor custo benefício. Exemplo disso são os dados que mostram que 20% da energia mundial já é vinda dessa fonte. Mais de 150 países ao redor do mundo utilizam essa forma de geração.A energia hidrelétrica é um das fontes de eletricidade que menos geram gases de efeito estufa, sendo 60 vezes menos que usinas movidas a carvão e 18 vezes menos que usinas movidas a gás natural. Com isso podemos levantar a seguinte questão: Se a energia proveniente das usinas hidrelétricas atingissem de maneira tão negativa o meio ambiente, seria exemplo mundial de produção limpa de energia?.

  22. GRUPO 2 – A FAVOR

    @Paulo Eduardo M.
    O Sr. faz questão de colocar a usina hidrelétrica como uma vilã entre as fontes de energia sustentável, mas não para para pensar que a área que será coberta pelo reservatório de Belo Monte, por exemplo, é de aproximadamente 500 km² (dos quais 250 km² já são do rio), e que a média mensal de desmatamento ilegal da floresta amazônica é também de 250 km². O que se pode concluir disso? Estás a atacar uma usina que apesar desse pequeno impacto ambiental, trará um enorme desenvolvimento para a região norte e para o país, enquanto recusa perceber que o principal inimigo do bioma da amazônia é o desmatamento ilegal. Toda forma de obtenção de energia elétrica tem seus impactos no meio ambiento, e as hidrelétricas sem dúvida estão as que aplicam o MENOR impacto.

    http://g1.globo.com/natureza/noticia/2012/09/desmate-na-amazonia-triplica-no-mes-de-agosto-em-relacao-2011-diz-inpe.html

    @Paola Moreira
    Em relação aos impactos socioambientais, o que não falta são projetos em andamento voltados a neutralização dos mesmos. Para se ter uma idéia, dos R$25,8 bilhões de custo de Belo Monte, R$3,7 bilhões serão destinados a projetos socioambientais. A obra mal começou e várias escolas e postos de saúde já foram construídos nas cidades da região. É inegável a importância de Belo Monte para o desenvolvimento da região, que há tanto tempo permanece estagnada.

    http://blogbelomonte.com.br/2012/12/21/geracao-de-desenvolvimento-em-belo-monte-ja-comecou-e-vai-crescer-em-2013/

  23. Grupo 3 – Contra (Cópia Integral da internet – http://www.reidaverdade.com/hidroeletrica-belo-monte-vantagens-e-desvantagens-xingu.html)
    Para começar mais de 20.000 pessoas serão diretamente deslocadas. Essas pessoas terão de ser reassentadas. Além dos índios das tribos Juruna e Arara que utlizam do rio para seu sustento e como rede de transporte,os níveis da ágoa provavelmente irão causar o deslocamento. Este provavelmente será o motivo do aumento de doenças transmitidas pela água.

  24. Grupo 3 – Contra (Cópia integral da internet – http://www.reidaverdade.com/hidroeletrica-belo-monte-vantagens-e-desvantagens-xingu.html)
    Grandes quantidades de florestas serão inevitavelmente perdidas. Uma preocupação é a perda da biodiversidade já que um número de espécies são encontradas apenas dentro da área afetada pela barragem, e é extremamente improvável que eles sobreviveriam a seca e /ou alagamento de seus habitats.

  25. Grupo 3 – Contra (Cópia integral da internet – http://www.cnbb.org.br/site/imprensa/noticias/2894-belo-monte-vai-ser-a-maior-agressao-ja-vista-na-amazonia-garante-dom-erwin-krautler-em-debate)
    É pacífico que o Brasil precisa de energia de qualidade, mas a obra não trará essa energia limpa e barata como diz o governo. Que energia limpa é essa que afetará milhares de famílias, trará doenças, apodrecerá um lago e acabará com o meio de subsistência de tantas pessoas?”.

  26. Grupo 3 – Contra (Fora do prazo)
    Diferente do que se pensa, todas as formas de produção de energia afetam de algum modo a natureza, pois elas advêm da transformação dos recursos naturais.Porém, apesar da implantação de projetos socioambientais junto com a construção das usinas, a instalação de uma determinada usina hidrelétrica gera especulação imobiliária sobre os lotes de terras na Amazônia, cenário que incentiva os produtores rurais locais a desmatarem mais para produzir mais ou especular maiores preços sobre suas próprias terras.

Lezel ur respont da Thaís Alves de Carvalho Nullañ ar respont

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