Automação e Robótica – 2º Semestre 2013 – Automação e Desemprego

Historicamente, o homem utiliza sua capacidade de raciocínio para desenvolver produtos e processos que facilitem o seu trabalho e contribuam para o seu bem estar social.

Entretanto, esta capacidade humana progrediu de forma tão intensa que chega aos nossos dias apresentando situações problemáticas entre a existência de trabalho/emprego e o alto nível tecnológico empregado nas organizações. Em parte, a tecnologia é responsável por grandes transformações sociais e econômicas ocorridas no cenário mundial. Uma delas é a polêmica discussão sobre o chamado “desemprego estrutural”, a substituição de mão-de-obra por equipamentos autônomos.

Por outro lado, os processos que ofereciam riscos aos empregados estão se extinguindo. Os índices de acidentes do trabalho e doenças ocupacionais diminuem. Logo, é melhor estragar uma máquina a prejudicar um ser humano.

É melhor para o empregador e para o empregado. Assim, a mão de obra busca se qualificar na tentativa de atender melhor uma empresa onde a tecnologia é predominante.

Você, estudante de Engenharia Elétrica, como encara esses fatos? O desenvolvimento tecnológico é vilão ou mocinho?

Segue abaixo a divisão dos grupos:

Grupo 1: A favor da automação

ALEXANDRE LUIZ SOUZA LISBOA 201369060B
ANA BEATRIZ CALEGARO 201365011A
CAMILLO RINALDI BARBOSA 201369086B
CAROLINE DE OLIVEIRA CAETANO 201369112B

Grupo 2: Contra a automação

GABRIEL DE ALMEIDA ROCHA 201369085B
GABRIEL PONCIO BECHARA 201369093B
IURI AUGUSTO DE ALMEIDA BOYA 201369105B
LARYSSA FIGUEIRA DE ANDRADE 201265020A
LAURA VASCONCELOS DA COSTA 201369084B

Grupo 3: A favor da automação

LUCAS NUNES DUTRA 201369022B
OLANGE GUERSON GONCALVES COUTINHO 201369090B
PABLO EITERER NOGUEIRA 201369038B
PATRICIA DE SOUZA OLIVEIRA 201369080B
RODRIGO ANTONIO LOURES 201369075B

Grupo 4: Contra a automação

THAIS COELHO GOMES POUBEL 201369079B
THULIO DA SILVA PARAZI 201369046B
VITOR HENRIQUE PEREIRA VILACA 201369043B
WALMOR MACHADO SILVA 201369077B
YAGO LUIZ DE OLIVEIRA SOUSA 201369095B

0 thoughts on “Automação e Robótica – 2º Semestre 2013 – Automação e Desemprego

  1. Grupo 4: Contra a automação

    A automação industrial caracteriza-se por um processo que visa atingir o máximo de eficiência, mínimos gastos e uma busca incessante pela rapidez e eficácia nos diversos setores. Contudo, devemos nos perguntar: “Será a automação industrial a solução para diversos problemas e a heroína da história?” Enfim, a automação industrial gera vários impactos negativos tanto na sociedade quanto na economia. A partir do momento em que, a etapa de produção de determinado produto de uma grande empresa é realizado do início ao fim por cem pessoas ou mesmo duas, e é substituído por uma única máquina gera um grande impacto na economia. Este processo de substituição do homem pela máquina é um dos principais fatores do chamado desemprego estrutural. Além disso, com a automação de vários setores da nossa sociedade existe a necessidade de se procurar e obter funcionários cada vez mais qualificados e essa realidade não corresponde ao nosso país, que não oferece educação pública de qualidade para dar oportunidades iguais a todos, e pela má distribuição de renda que acarreta ainda mais na desigualdade por oportunidades. Logo, é essencial que se dê prioridade ao trabalho humano. Entretanto, sabemos que é imprescindível a automação de alguns setores.

  2. Grupo 3: A Favor da automação

    A automação é evidentemente mais eficiente e mais lucrativo (para ambas as partes), tanto donos de indústria quanto consumidores. Ela garante a qualidade e a padronização do produto e ainda reduz a possibilidade de erro humano.
    Contudo é comum pensar que as máquinas provocaram desemprego, o que por um lado é verdade mas por outro é completamente o contrário, pois, com as produção automatizada ocorre redução da mão-de-obra humana nesta parte, porém essa mecanização gera emprego em outras diversas ligadas a robótica,programação,mecânica e automação.
    Temos que concordar que a automatização das indústria e inevitável para quem quer ter um nome competitivo no mercado. Portanto ao invés de empacar este processo inevitável devemos incentiva-lo fornecendo auxílios, infraestrutura e qualificação de mão-de-obra para operar,programar e construir essas máquinas.

  3. Grupo 4: Contra a automação

    Muitos economistas afirmam que os salários dos trabalhadores devem ser proporcional a sua produtividade e uma forma inteligente de tornar o trabalhador mais produtivo é eliminando toda a mão de obra que possa ser substituída por maquinas. A automatização, entretanto, possui muitos contras que, na maioria das vezes, não é levada em consideração.
    Em primeiro lugar, é importante lembrar que um dos grandes problemas do século XXI, o superpovoamento das cidades, foi causado pela mecanização do campo. De fato, os salários dos operadores de maquinas das lavouras são muito maiores do que o de um camponês comum. Contudo, é satisfatório abrir mão de centenas de empregos em prol de uns pouquíssimos empregos bem remunerados?
    A China, por exemplo, pensa que não. Tendo uma população superior a um bilhão e meio de pessoas, os dirigentes optaram por proibir a mecanização do campo para evitar o êxodo rural que aconteceu na América Latina no século passado.
    Em segundo lugar, a mecanização gera desemprego. Antigamente, uma indústria têxtil abrigava centenas de famílias. Hoje em dia, são poucas dezenas. Para onde foram todas as pessoas? Com dificuldade de encontrar emprego nas cidades e impossibilitadas de voltar ao campo, essas famílias passaram a viver marginalizadas da sociedade, e assim surgiram as favelas.
    Por ultimo, a automação gera um problema em escala global. A automação é um processo caro e exige altos níveis de tecnologia. Níveis os quais países do sul do mundo não tem acesso. Dessa forma, a automação é responsável por aumentar ainda mais a desigualdade norte/sul da Terra.

  4. Grupo 4: Contra a automação
    Se pararmos para pensar em um mundo melhor e com mais qualidade de vida,teríamos que adotar o pensamento da então presidente da república Dilma Rousseff ,”país rico é país sem pobreza”.Uma vez que a pobreza está ligada a desigualdade e que a grande responsável por tal dispararidade social é a automação.
    Tomaremos primeiro que a automação do campo provocou o crescimento desordenado das cidades,onde as famílias que foram substituídas por máquinas,na tentativa de buscarem uma melhor condição de vida,que não foi o caso,acabou por formar as favelas.Com isso as poucas oportunidades de emprego devem ser ocupadas por aqueles que tem conhecimento e que tenham condições de buscar o mesmo,excluindo as classes mais baixas da população.
    Além da desigualdade social causada pela automação, temos também os erros e problemas técnicos que podem ocorrer e que são imprevisíveis.Por exemplo na automação médica, como está ficando tudo muito automatizado se ocorrer algum problema técnico pode colocar em risco a vida do paciente.

  5. A automação vem com a avalanche de tecnologia que é derramada sobre nós todos os dias, hoje o homem moderno é completamente dependente de tecnologia para manter seu modo de vida. Cada vez mais essa “evolução” tecnológica tem possibilitado as tarefas que antes muitas vezes eram impossíveis ou de alto risco pra saúde humana.
    E apesar de assustar um pouco quem não conhece muito da área, já está “entrando” na cabeça das pessoas que a automação industrial não veio para tirar emprego dos trabalhadores, mas sim fazer do seu trabalho muito mais agradável e não salubre.
    Os processos automatizados também são responsáveis pelo aumento de produtividade com custos mais baixos que nossa sociedade atual depende pra se sustentar e no qual se ergueu, tal como a revolução industrial, a contragosto de alguns, veio pra alavancar a sociedade da época a automatização e a robótica impulsiona a nossa.

  6. Grupo 3: A favor da automação
    A automação é um processo de extrema importância para a redução dos acidentes de trabalho, uma vez que é capaz de substituir a força de trabalho humana em atividades perigosas e de alto risco para os trabalhadores.
    Não só no caso de acidentes mas também pode ser aplicada em atividades que envolvam risco a saúde dos trabalhadores como por exemplo em atividades repetitivas, principais causadoras da doença LER(Lesão por Esforço Repetitivo),e também podendo ser aplicada em processos que envolvam materiais radioativos, atuando na prevenção de contaminações.

  7. Grupo 3: A favor da automação
    A automação vem a tempos aumentando a produção mundial, fazendo com que produtos de qualidade sejam disponibilizados a população com preços acessíveis, levando desde conforto a algumas pessoas como por exemplo na venda de produtos de alta tecnologia, até saúde a outras como por exemplo no acesso a produtos de higiene pessoal.
    Benefícios a parte é fato que a expansão industrial foi capaz de melhorar muito a qualidade de vida da população, e tal expansão só foi possível com forte aplicação de automação nos processos industriais, é difícil imaginar por exemplo a produção de remédios em alta escala sem um processo automatizado, tal atividade demandaria muito tempo e mão-de-obra, o que iria elevar o preço do produto e consequentemente dificultar o acesso do mesmo.

  8. Grupo 3 – A favor da automação
    Patrícia de Souza Oliveira

    Como cada vez mais s sociedade busca a melhoria dos custos, procurando sempre a economia com gastos operacionais e de manutenção, a automação industrial vêm se estabelecendo como a melhor saída. Uma das muitas vantagens para a aplicação da automação que se torna decisiva nos empreendimentos atualmente é a economia, reduzindo consideravelmente os custos com energia, água e claramente, a mão-de-obra.
    Atualmente, com o avanço da tecnologia, equipamentos funcionando em capacidade total, ou até mesmo para suprir somente o consumo do mercado, são mais rápidos e eficazes (comparados com a mão-de-obra humana), evitando assim desperdícios na linha de produção.

  9. Grupo 3: A favor da automação

    Umas das vantagens mais notórias da automação incluem taxas de produção mais elevadas e um aumento da produtividade, a melhor utilização de materiais e a melhora da qualidade do produto. Além disso, o aumento de controle do processo propicia uma utilização mais eficiente dos materiais, resultando em menos desperdícios, dessa forma, evitando a saturação de matérias-primas, e também diminuindo o consumo e água e energia elétrica, benefícios que por si só já seriam forte o suficiente para justificar a automação industrial. Outro fator importante é a melhor utilização da área de trabalho, permitindo que áreas antes ocupada pelo processo produtivo sejam utilizados para outras operações.
    A segurança do trabalhador é também um ponto a favor da automação industrial, pois frequentemente remove o operário de locais de trabalho em que haja risco a sua integridade física.
    Além disso sistemas automatizados normalmente executam o processo de fabricação com menor variabilidade do que os trabalhadores humanos, resultando em maior controle e consistência da qualidade do produto, fator determinante para que as empresas possam manter uma alta competitividade no mercado.

  10. Grupo 1 : A favor da Automação.

    A Automação industrial e Robótica desde que surgiram foram contestadas por causa do temível desemprego estrutural causado. Mas afinal, as tecnologias são realmente responsáveis pelo desemprego? Segundo José Pastore (2005), depende do ambiente institucional em que operam. Tecnologias que entram em sociedades pouco educadas e com leis trabalhistas rígidas, mais destroem do que criam empregos. Tecnologias que entram em sociedades bem educadas e quadros legais flexíveis, mais geram do que destroem postos de trabalho. Uma tecnologia pode ter um impacto direto destrutivo e um impacto indireto construtivo – em outro setor da economia. Além disso, uma tecnologia pode destruir empregos hoje, e criar amanhã – na mesma empresa. Portanto não é apenas por causa da automatização da economia que faz com que os índices de desemprego se elevem, e sim da postura da economia do país, dos investimentos na qualificação dos profissionais. Além do mais, atualmente as empresas necessitam cada vez mais de tecnologia e pessoas capacitadas a operá-las para se tornarem competitivas no mercado externo.

  11. Muito se fala das consequências negativas da Automação industrial e Robótica no plano social. Pode ser que alguns tipos de trabalhos serão substituídos gerando emprego naquele setor, porém a substituição de robôs em alguns processos industriais pode fazer com que haja uma redução dos acidentes, pois os trabalhadores não teriam que se sujeitar a terríveis condições de trabalho. Como por exemplo, no setor de soldagem ou de pintura em uma indústria e na extração de minérios em minas. Além disso, pode contribuir na redução da incidência de doenças como as Lesões por Esforço Repetitivo (LER).

  12. Grupo 1 : A favor da Automação

    Muito se fala das consequências negativas da Automação industrial e Robótica no plano social. Pode ser que alguns tipos de trabalhos serão substituídos gerando emprego naquele setor, porém a substituição de robôs em alguns processos industriais pode fazer com que haja uma redução dos acidentes, pois os trabalhadores não teriam que se sujeitar a terríveis condições de trabalho. Como por exemplo, no setor de soldagem ou de pintura em uma indústria e na extração de minérios em minas. Além disso, pode contribuir na redução da incidência de doenças como as Lesões por Esforço Repetitivo (LER).

  13. Grupo 1 :

    A automação industrial consiste na aplicação de técnicas computadorizadas para diminuir o uso da mão-de-obra em qualquer processo, além disso, diminui os custos e aumenta a produção. O homem sempre procurou reduzir o esforço para realizar determinada atividade através de invenções que otimizavam seu trabalho. A automação, propriamente dita, desenvolveu-se a partir do aperfeiçoamento dessas ideias e com o surgimento de outras ideias devido ao aperfeiçoamento das invenções anteriores.

  14. A automação industrial está intensamente ligada ao nosso dia a dia, desde o despertador que utilizamos para acordar, os semáforos que nos controlam o transito, iluminação publica, entre outros. Indiscutivelmente, o desenvolvimento dessa área propiciou maior conforto à população , mesmo àqueles prejudicados pelo desemprego estrutural que forçam ver apenas o lado negativo , se beneficiam ainda que indiretamente da automação industrial.

  15. Grupo 4: Contra a automação

    Walmor Machado Silva

    Em 1936, John Maynard Keynes publicou sua obra “Teoria geral do emprego, do juro e da moeda”. Nele, Jonh afirma que na economia clássica, o desemprego é sempre uma escolha pois há empregos se as pessoas estão dispostas a trabalhar por salários baixos. Mas os salários mudam lentamente, portanto, durante as recessões, quando os preços caem, o valor dos salários aumenta e as empresas procuram menos mão de obra. Quando a procura na economia despenca, os trabalhadores ficam presos ao desemprego, e as empresas presas à subprodução, logo o desemprego não é uma escolha. A automação indutrial, por sua vez, está sendo inserida sem estudos econômicos que comprovam sua eficácia. Em sociedades desenvolvidas tem se observado, na verdade, crises de superprodução (produção em quantidade superior às possibilidades de absorção do mercado). Como diria Richard Easterlin “A meta é maximizar a felicidade, não a renda, pois renda nacional não é o mesmo que bem-estar nacional.”

    BANCO MUNDIAL. Relatório sobre o Desenvolvimento Mundial – O trabalhador e o processo de Integração Mundial.
    BARROS, Ricardo; Camargo, J.M. & MENDONÇA, Rosane. Estrutura do desemprego no Brasil. Anais da ANPEC.
    THE ECONOMICS BOOK. Tradução de Carlos S. Mendes Rosa. São Paulo: Globo 2013.

  16. Grupo 1:

    A automação residencial vem se popularizando cada vez mais em casas e apartamentos modernos e consiste na integração de diversos equipamentos motorizados e automatizados que se comunicam.É notadamente diferenciada quanto a questão do conforto e segurança.Além disso também se fala em economia e redução de gastos , uma vez que os sistemas acessados remotamente serão utilizados de maneira inteligente e controlada.

  17. Redução na força de trabalho – Resulta no desemprego. O efeito imediato da automação reduzirá a necessidade da mão de obra. Pelo aumento da produtividade e a substancial margem tem consequência na dispensa de um número elevado de trabalhadores e a não criação de novos empregos rapidamente.

  18. Grupo 2 – Contra a automação

    Redução no poder de compra – Como consequência do desemprego, está a redução no poder de compra dos trabalhadores. O ciclo vicioso que se cria nesta situação é que os estoques dos mercados ficam saturados com os produtos que não são comprados e portanto a reposição dos estoques não ocorrerá tão breve, resultando assim em uma maior dispensa de trabalhadores em virtude da queda da produção. Este ciclo resultará finalmente no processo de depressão econômica.

  19. Grupo 2 – Contra a automação

    Substituição do homem pela máquina – A automação normalmente é empregada em trabalhos operacionais de nível inferior na atividade produtiva. O trabalho manual realizado pelo homem como cargas e descargas, troca de ferramentas remoção de chips pode ser enquadrado como este tipo de atividade de nível inferior na escala das atividades. Num país cuja nível de intelectualidade é muito baixo, com cerca de 60% de analfabetos, esse tipo de atividade quando reduzida pela automação provoca um desemprego sem volta às atividades, em virtude do trabalhador não estar habilitado para exercer outra atividade similar ou mais nobre. Este tipo de tarefa é muito fácil de se aprender e não requer qualquer treinamento mais cuidadoso, assim qualquer trabalhador está apto para exercer. Com a automação o nível fica cada vez mais elevado, proibindo que este trabalhador tenha qualquer chance futura de exercer uma atividade no polo industrial.

  20. Grupo 4: Contra Automação

    Um dos pontos negativos da automação industrial já destacado foi o desemprego. Para corroborar o fato de que a automação gera impactos negativos à sociedade, dados mostram que, “entre 1870 e 1880, a marinha mercante inglesa aumentou seu movimento para cerca de 22.000.000 de toneladas em carregamento para o exterior. Entretanto, o número de homens empregados na realização desse trabalho caiu em 1880, se comparado a 1870”. Exemplos como esse mostram o real efeito da automação industrial inseridos na indústria tecnológica.

  21. Grupo 2 – Contra a automação

    Disparidades sociais crescentes. Desde a Primeira
    Revolução Industrial os trabalhadores
    vêm sendo forçados a conviver em
    meio à automação e à robótica, vendo
    seus postos de trabalho serem substituídos
    por máquinas, que, como já
    dito, são muito mais eficientes e rápidas.
    A concorrência é tão desleal que
    faz com que o ser humano se torne rapidamente
    obsoleto. Assim, enquanto
    as empresas buscam meios de produção
    cada vez mais econômicos e lucrativos,
    os trabalhadores abrem mão de
    direitos fundamentais, flexibilizando-os
    na tentativa de se manterem no
    emprego, mesmo que isso possa lhes
    custar a saúde ou, até mesmo, a vida.

  22. Grupo 2: Contra

    Devido o afunilamento de empregos os trabalhadores que não tem qualificação abrem mão de
    direitos fundamentais, como horas de trabalhos, flexibilizando-os
    na tentativa de se manterem no
    emprego, mesmo que isso possa lhes
    custar a saúde ou, até mesmo, a vida.

  23. Quando falamos do processo de se automatizar, estamos falando de processos cruciais para as empresas, portanto ainda existem obstáculos no processo de adoção. Um dos principais problemas é o complexo cálculo do retorno de investimento, por ser um processo irreversível, torna-o imprevisível. Portanto, podemos destacar alguns entraves para o processo de automatização como: Dificuldade no cálculo de retorno do investimento; Por ser um processo irreversível, torna-o imprevisível; Pelo fato de exigir um profissional cada vez mais qualificado para o exercício dessas funções, vem impondo uma política de emprego de afunilamento; Devido ao mercado globalizado, somente os grandes grupos de empresas possuem acesso rápido e fácil a toda essa nova tecnologia; Diminuição imediata do emprego disponível

  24. A automação industrial tem sido um dos fenômenos marcantes das transformações globais recentes. Entretanto, a evidencia indica que, no que concerne a questão de salários e emprego nos países industrializados, o impacto agregado não e tao significativo, ainda que em um numero limitado de setores esse efeito seja mais evidente. Globalização e desemprego no que se refere a questão dos efeitos do extraordinário progresso técnico recente, a introdução de técnicas poupadoras de mão-de-obra qualificada, ainda que tenha mudado a configuração geral do mercado de trabalho, não parece ter tido um impacto muito significativo sobre a criação ou destruição liquida de empregos nos países industrializados.

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