Sistemas de Potência – 2º Semestre 2013 – PCH’s ou GCH’s

A maior parte do potencial hidrelétrico brasileiro não aproveitado (100 GW) é constituído por usinas de pequeno e médio porte e por aproveitamentos localizados na Amazônia (região Norte 50%). Em relação a usinas de pequeno porte, abaixo de 10 MW, este potencial é ainda mais importante se levarmos em consideração os reduzidos impactos sócio ambientais destes empreendimentos. Em função disso e de outros fatores relevantes, o setor elétrico vem concedendo paulatinamente maior atenção à contribuição das pequenas centrais hidrelétricas – PCH.

Teoricamente, por possuírem uma área inundada proporcionalmente menor em relação às grandes centrais hidrelétricas, o impacto das PCHs é menor. Porém, a localização destas, muitas vezes em tributários ou em porções superiores das bacias, pode afetar profundamente espécies endêmicas de peixes ou áreas de desova de espécies migradoras. O número de PCHs também é importante: ao se instalar diversas destas num mesmo rio, o impacto pode ser proporcionalmente maior à instalação de uma grande usina.
Em meio a tantas controvérsias e opiniões o que realmente é mais viável e favorável para um país onde o recurso hídrico é tão abundante?

Segue abaixo a divisão dos grupos:

Grupo 1: A favor das PCH’s

ALAN PANOEIRO DE ABREU 201369040C
CARLOS JEAN SOARES MELO DE MACEDO 201369075C
EDSON DE OLIVEIRA ROCHA JÚNIOR 201165094A
GABRIEL CLOSATO SIMÕES 201369056C
GABRIEL GOMES DE MIRANDA 201369067C
HUGO MARTINOLLI VERWIEBE 201369041C

Grupo 2: A favor das GCH’s

ISABELLE MIRANDA GUIMARÃES 201369065C
JOAO PAULO DE ARAUJO LOROSA ALVES 201369021C
JÚLIO CÉSAR GUEDES CORDEIRO 201165197A
KAROLAYNE PEREIRA MARTINS FARIA 201369084C
LUCAS BERNARDES PADOVAN BRANQUINHO 201369022C
LUCAS FREIRE REINH 201369057C

FELIPI MARCELO ALVES 201369092C

Grupo 3: A favor das GCH’s

LUIS ROBERTO DA SILVA CRUZ 201369063C
LYDIANE LAIS DA SILVA FERREIRA 201369038C
MARIA LAURA MONTEIRO LATUF 201369072C
MATHEUS BUENO MARTINS DE SOUZA  201369036C
MAYARA REIS NASCIMENTO 201369061C
MICHEL ESTEVES DOS ANJOS 201369087C

Grupo 4:  A favor das PCH’s

PEDRO ALMEIDA CANDIDO GONDIM 201369079C
PEDRO BATISTA ALVES FILHO 201369059C
RAFAEL DE CASTRO VERIATO SILVA 201369029C
ROBERT MALATESTA AGUIAR 201369082C
VICTOR COTTA DE OLIVEIRA 201369037C
VITOR CAETANO DE SOUZA TORRES 201369077C

0 thoughts on “Sistemas de Potência – 2º Semestre 2013 – PCH’s ou GCH’s

  1. Grupo 4: A favor das PCH’s

    No que diz respeito à natureza…
    As pequenas centrais hidrelétricas tem como característica causar menos danos ambientais.
    Seu pequeno porte não causa grandes inundações ao redor do território nem obstrui a passagem do rio, uma vez que a força da água e a vazão são aproveitadas pelas mesmas para a produção de energia.

  2. Apesar das conhecidas vantagens no que tange as pequenas centrais, é fato que um pais com o tamanho e as características do sistema de transmissão do brasil não andaria sem as grandes centrais hidrelétricas, são essas usinas que geram o bruto da energia elétrica consumida no brasil, e ditam o ritmo da geração de energia.
    As pequenas centrais são interessantes para completar a geração e fazer o ajuste fino do sistema. O impacto ambiental é um caso a se pensar porém, demasiadas pch’s causariam efeitos semelhantes e não contribuiriam tanto para o desenvolvimento do pais quanto por exemplo as três usinas do complexo do madeira, que tem um grande porte, irão contribuir.

    Grupo 3: A favor das GCH’s.

  3. Grupo 4: A favor das PCH’s

    No que diz respeito à construção…
    É verdades que as grandes centrais tem maior capacidade de gerar energia devido sua estrutura e a quantidade de água que podem represar. Porém, existem algumas vantagens que as pequenas centrais apresentam que são bem consideráveis.
    O território para a construção das pequenas centrais é mais comum nacionalmente, são normalmente mais próximas das áreas urbanas também. O prazo para a obra é, evidentemente menor, juntamente com a facilidade de conseguir mão de obra e operários qualificados.
    Seria mais sensato, na minha opinião, a construção de duas…talvez três hidrelétricas de pequeno porte em locais necessários ao longo do Brasil, gerando energia e empregos para maiores áreas um curto espaço de tempo. Ao invés de, no mesmo custo, construir uma grande hidrelétrica em um local isolado com grandes problemas de transporte de matéria prima e mão de obra em um grande espaço de tempo.

  4. Grupo 4: A favor das PCH’s

    No que diz respeito à construção…
    É verdades que as grandes centrais tem maior capacidade de gerar energia devido sua estrutura e a quantidade de água que podem represar. Porém, existem algumas vantagens que as pequenas centrais apresentam que são bem consideráveis.
    O território para a construção das pequenas centrais é mais comum nacionalmente, são normalmente mais próximas das áreas urbanas também. O prazo para a obra é, evidentemente menor, juntamente com a facilidade de conseguir mão de obra e operários qualificados.
    Seria mais sensato, na minha opinião, a construção de duas…talvez três hidrelétricas de pequeno porte em locais necessários ao longo do Brasil, gerando energia e empregos para maiores áreas um curto espaço de tempo. Ao invés de, no mesmo custo, construir uma grande hidrelétrica em um local isolado com grandes problemas de transporte de matéria prima e mão de obra em um grande espaço de tempo

  5. Levando-se em consideração a extensão territorial e os desníveis topográficos presentes no relevo brasileiro, tem-se as usinas hidroelétricas como a melhor forma de suprir a necessidade energética do Brasil. Ainda levando em conta esses fatores, tem-se a instalação de PCH’s, normalmente destinada a atender demandas locais ou quando as restrições a uma grande barragem predominam. Assim, uma alternativa seria a construção de sucessivas PCH’s. Porém, o somatório dos impactos produzido por essas são maiores do que os produzidos pelas GCH’s, sem que haja um ganho efetivo na produção de energia. Um exemplo real e numérico dessa vantagem das GCH’s em relação às PCH’s é o estudo da bacia do rio Doce em Minas Gerais.
    Grupo 2: A favor das GCH’s.

  6. Em relação aos incentivos do governo…
    Foram estabelecidas várias iniciativas governamentais visando melhorar a atratividade econômica e estimular a anexação de pequenas centrais hidrelétricas nas proximidades dos centros de cargas, em áreas periféricas ao sistema de transmissão e em pontos marcados pela expansão agrícola, em todo território nacional.

  7. Grupo 1: A favor das PCH’s.

    Ao considerar o capital investido, as PCH’s apresentam um custo mais acessível para as empresas de energia. Além de seu tempo de implantação ser menor havendo um rápido retorno do capital investido, com uma tecnologia barata e eficiente para a geração de energia e com uma maior facilidade oferecida pela legislação para à sua implantação, necessitando apenas da autorização da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica).

  8. Em termos de Geração de Energia Eletrica, as PCHs são a terceira fonte que mais produz energia no País, perdendo apenas paras as usinas termoelétricas e hidrelétricas. E visando o plano decenal feito pela ANEEL e CERPCH, a capacidade instalada até 2019 irá duplicar, ou seja, será de mais de 100% em crescimento e abastecimento de energia no País, influenciando diretamente no PIB do país que acompanhará a elevação chegando ao patamar de 5 TRILHÕES de reais. Ou seja, as PCHs, além de contribuírem para um maior fornecimento de energia para o território brasileiro e diminuir significativamente os impactos ambientes provocados pelas outras fontes, ainda aumentará substancialmente o PIB do país. Que se administrado corretamente, pode nos garantir melhorias na infraestrutura e outros setores deficitários do país.

    Grupo 1: A favor das PCH’s

  9. Quanto ao meio ambiente,as PCH’s apresentam grande vantagem.Além de haver um balanço positivo na emissão de CO2 devido ao fato de que para o seu enchimento toda área inundada deve estar limpa e insenta de qualquer tipo de vegetação,as PCH’s também protegem o ambiente aquático,pois em seus reservatórios,há uma notável melhoria na qualidade da água(oxigenação da água na saída das turbinas) protegendo toda a cadeia biológica com relação direta ou indireta com os cursos d’água.

  10. Grupo 3: A favor das GCH’s

    A demanda por energia elétrica e seu consumo crescem de forma acelerada a cada ano no Brasil, em consequência de seu desenvolvimento e o fortalecimento da economia. Estima-se que até 2020 o país terá de aumentar a sua capacidade de geração de energia, e por mais que se aposte em diversas matrizes energéticas ainda assim mais da metade dessa expansão energética se dará por meio das grandes centrais. Por isso, se investir em pequenas centrais não seria tão vantajoso uma vez que estas, não suprem a demanda esperada para os próximos anos, sendo necessária a construção de dezenas e dezenas de pch’s, algo que pode desencadear um desequilíbrio ambiental e tão maior quanto ao de uma construção de uma grande central. O Brasil necessita de grandes centrais para que alcance a sua eficiência energética.

  11. Grupo 3: A favor das GCH’s

    Um país que não é capaz de suprir sua própria demanda de energia e depende de outros países para tal gasta demasiada verba na compra de energia destes, tornando-a mais cara para seus habitantes e, em tempos de conflitos internacionais, mais escassa.
    Em um país com o porte do Brasil e onde a base do sistema elétrico nacional provém de hidrelétricas, é mais viável a construção de grandes usinas, uma vez que estas contam com uma alta geração e deixam o sistema estável.
    Um exemplo recente e significativo deste fato ocorreu no final de 2013, onde a binacional Itaipu, responsável pela geração de cerca de 17% da energia consumida no Brasil, bateu seu próprio recorde mundial, atingindo a marca de 98.5 milhões de MWh (segundo comunicado pela empresa), que é o suficiente para suprir a demanda mundial por 48 horas e a brasileira por cerca de 79 dias.
    As PCH’s, embora importantes no sistema, não conseguem sozinhas obter tal efeito, nem suprir a demanda em horários de pico, por exemplo, precisando da atuação de outras fontes de geração, como termoelétricas, que custam mais caro e gera grandes quantidades de poluentes.

  12. grupo 1 – a favor das PCH’s

    O custo da implantação da PCH são competitivos na comparação com outras fontes, inclusive as hidrelétricas de grande porte.
    Viabiliza o aproveitamento do potencial de rios próximos às regiões consumidoras de pequeno e grande porte, tendo impacto ambiental reduzido, já que não é necessário alagar grandes regiões.Alem de ter menor prazo de implantação e um rápido retorno de capital.

  13. Desde a contrução as GCH’s geram muitos benefícios para o país, a alta tecnologia aplicada necessita de profissionais extremamente especializados, fazendo com que, por exemplo, o impacto ambiental de obras como essas seja menor. É o caso da construção atual da Usina de Belo Monte, no rio Xingu alta tecnologia foi empregada para reduzir a área alagada que passou dos inicias 1.225 km², para 503 km², o que tornou possível o não alagamento de áreas indígenas. Além disso, a mão de obra não especializada como pedreiros,carpinteiros, e etc também é utilizada em enorme escala, portanto a geração de empregos na contrução é proporcional ao tamanho da usina e consequentemente do quanto de energia que ela será capaz de gerar. O contingente depois das obras concluídas reduz-se porém continua alto, na usina de Itapu por exemplo ao todo são cerca de 3329 funcionários. Por outro lado a geração de empregos nas PCH’s jamais atinge um contigente tão alto. Dessa forma, além de toda a energia gerada as GCH’s ajudam na economia aumentando consideravelmente a geração de empregos nas regiões próximas.

  14. Apesar dos grandes impactos provocados pela instalação de usinas hidrelétricas, esta é uma das fontes de energia mais proveitosa para o Brasil, porque além de ser mais barata que outras, como nuclear, disfruta do grande recurso hidráulico presente em nosso país. Perante a esse grande recurso, é indiscutível a importância das GCH’s, pois estas suprem a energia bruta necessária para o consumo, já que a construção de diversas PCH’s causariam impactos maiores ou semelhantes e não teriam a mesma eficiência energética. Grupo 3 – A favor das GCH’s

  15. Grupo 1: A favor das PCH’s.

    Além de oferecem menores impactos ambientais ao local onde serão implantadas, as PCH’s oferecem uma bela paisagem ao lugar de implantação, sendo possível se tornar um ponto turístico rentável e as PCH’s representam, atualmente, uma forma rápida e eficiente de promover a expansão da oferta de energia elétrica, visando suprir a crescente demanda do mercado nacional.

  16. Grupo 4: A favor das PCH’s
    As PCH’s são mais baratas de construir, causam um dano ambiental menor, podem ser construídas em rios com menor vazão e contribuem para a descentralização da geração de eletricidade. Além disso, gera empregos diretos e indiretos, utiliza 100% equipamentos, serviços de engenharia e construção 100% nacionais, utiliza tecnologia barata e eficiente na geração de energia e ainda oferecem uma paisagem bonita, sendo ponto turístico em alguns locais que são implantadas.

  17. Grupo 4: A favor das PCH’s

    Devemos evidenciar que as PCH’s, apesar de seu baixo impacto ambiental em função das dimensões e impactos referentes a reservatórios, em relação as GCH’s . Elas possuem várias outras vantagens. Como por exemplo: na sua construção, que são obras de pequeno porte, enquanto as GCH’s são obras de grande porte que geram vários transtornos para a região onde será instalada,pois precisa de um número muito grande de mão de obra, causando assim uma grande migração, causando vários transtorno para a região, sem falar da desocupação da população ribeirinha que é um outro grade problema. Em relação ao investimento inicial das PCH’s, quando comparadas a investimentos em outros empreendimentos de geração de energia elétrica, como as de grande porte, são muito mais vantajosos. Sem falar na localização mais próxima da “carga”, demanda consumidora, e menos custos de conexão e transmissão de energia elétrica, e também de seu menor tempo de desenvolvimento e construção, em geral de 18 a 24 meses. E o custo da energia é compatível com o custo das GCH’s, principalmente em função do uso de novas tecnologias e metodologias de construção.

  18. Grupo 4: A favor das PCH’s

    Devemos evidenciar que as PCH’s, apesar de seu baixo impacto ambiental em função das dimensões e impactos referentes a reservatórios, em relação as GCH’s . Elas possuem várias outras vantagens. Como por exemplo: na sua construção, que são obras de pequeno porte, enquanto as GCH’s são obras de grande porte que geram vários transtornos para a região onde será instalada,pois precisa de um número muito grande de mão de obra, causando assim uma grande migração, causando vários transtorno para a região, sem falar da desocupação da população ribeirinha que é um outro grade problema.
    Em relação ao investimento inicial das PCH’s, quando comparadas a investimentos em outros empreendimentos de geração de energia elétrica, como as de grande porte, são muito mais vantajosos. Sem falar na localização mais próxima da “carga”, demanda consumidora, e menos custos de conexão e transmissão de energia elétrica, e também de seu menor tempo de desenvolvimento e construção, em geral de 18 a 24 meses. E o custo da energia é compatível com o custo das GCH’s, principalmente em função do uso de novas tecnologias e metodologias de construção.

  19. A principal característica que torna as PCH´S um investimento melhor do que as GCH´S é que a grande área que é alagada para a construção das GCH´S ocasiona, quase sempre, problemas como perda de área com potencial de uso agrícola, perda de fauna e flora, até perda de regiões urbanizadas (como a hidrelétrica de três gargantas na china, que demandou uma grande área para sua construção.). Assim, as PCH´S conseguem utilizar de uma área menor, com um perfil mais especifico da região a qual ela é construída.

  20. Grupo 1: A favor das PCH’s.

    À segurança do fornecimento

    As PCHs,operando a 100% nos períodos chuvosos,podem contribuir para a reposição dos estoques dos reservatórios das usinas maiores para que se possa reduzir ou mesmo inverter a perigosa tendência de redução do estoque de energia armazenada dos reservatórios das grandes hidrelétrica mesmo nos períodos de chuva, aumentando a segurança do suprimento energético do País. Seus reduzidos reservatórios permitem que sua implantação seja próxima dos centros de consumo,evitando a necessidade de grandes linhas de transmissão e sobrecargas a esse sistema.

  21. Apesar das vantagens, um dos problemas para a implantação de mais PCH’s é que a grande maioria dos locais que teriam viabilidade geográfica e de potencial energético suficiente para a implantação de PCH’s no Brasil já estão ocupados com suas respectivas centrais. Hoje temos um quadro onde os rios com potencial energético se localizão na região norte, que todos tem o conhecimento que é quase restritamente composta por florestas, a construção seja de uma GCH ou de várias PCH’s proverá o mesmo problema de logística, construção e desequilíbrio ambiental.
    Diante de todos esses problemas, a construção de GCH’s é mais viável, uma vez que irão gerar uma carga realmente relevante para o abastecimento energético nacional, como também poderá possibilitar a integração no norte ao sistema interligado nacional, coisa que não seria possível com PCH’s uma vez que a construção de várias pequenas linhas de transmissão deixariam o projeto tão ou mais oneroso que o de uma GCH.

  22. A construção de PCH’s embora mais rápida, não seria uma boa solução para o quadro em que vivemos hoje no país, a demanda por energia cresce a cada dia mais no país, e a tendência é seguir assim por um periodo considerável, tanto pelo aumento populacional, quanto pelo industrial.
    As PCH’s não conseguiriam suprir futuramente essa demanda, por isso a importância de termos centrais com capacidades elevadas, que poderão a longo prazo evitar que possamos ter futuramente problemas relacionados e falta de energia.

  23. A aceleração da construção de hidrelétricas está no centro dessa estratégia de desenvolvimento adotada em nosso país. Nestas últimas décadas, dezenas de hidrelétricas foram construídas para atender demanda de energia cada vez maior. Mais recentemente, a construção de hidrelétricas ganha mais importância, e os principais investimentos em infra-estrutura do governo brasileiro estão direcionados para construção de grandes centrais hidrelétricas nas principais bacias hidrográficas de nosso país.

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