Sistemas Eletrônicos – 2º Semestre 2013 – Lixo Tecnológico

Produtos eletroeletrônicos cada vez mais baratos, e cada vez mais descartáveis aliando-se ao fato que a cada dia mais rápido a tecnologia fica obsoleta tem gerado grande consumo de produtos eletrônicos.
A facilidade de se comprar produtos novos e modernos alcança a população, que não resiste em adquiri-los. Por isso hoje é cada vez mais comum a substituição de produtos cada vez mais rápido.
Com esse fato da substituição as pessoas ficam entulhadas com a “tecnologia antiga” e na maioria das vezes a descarta sem o menor cuidado. Gerando assim pilhas de lixo tecnológico.

A tecnologia traz muitos benefícios e avanços para a sociedade porém já é notório que ela convida-nos ao consumo excessivo de produtos eletroeletrônicos e consequentemente a desperdício. Hoje é raro encontrarmos alguém que concerte um produto estragado, quase sempre optam-se por comprar um novo.

Muitos pesquisadores e especialistas no assunto, dizem que o grande responsável pelos grandes desastres que vem acontecendo na natureza, como efeito estufa, poluição de rios e mares, entre vários outros, são os próprios humanos e que para solução desses problemas são necessárias novas pesquisas e tecnologias possivelmente gerando novos produtos para o consumo.

Convidamos a todos a estudar esta questão e se posicionar diante ao fato:

  •  O consumismo deve ser freado para não chegarmos ao colapso?
  • Qual a melhor maneira de salvar a Natureza do lixo tecnológico?

E agora? O que devemos fazer?

Segue abaixo a divisão dos grupos:

Grupo 1: A favor do desenvolvimento tecnológico

Antoinione Oliveira 20136905*A

Amanda Ayoroa 201369050A

Pedro Pinheiro Afonso 201369046A

Felipe Rosa 201369084A

Grupo 2: Contra o desenvolvimento tecnológico

Isabelas Teles 201369045A

Cassiano Carneiro 20136906944A

Rafael Brier 201369048A

Luís Felipe Domingues 201369073A

Bernardo Malatesta 201369065A

Grupo 3: Contra o desenvolvimento tecnológico

Pedro do Vale 201369086A

Luiza Capobiano 20136949A

Amanda Faria 201369064A

Camila Livian 201369066A

Victor Hugo Ilarino da Rocha 201369077A

Grupo 4: A favor do desenvolvimento tecnológico

Casemiro Junqueira 201369043A

Raphael faria 201369068A

Luis Fernando Pereira 201165456A

Gustavo Assunção 201369036A

Victor Amorim 201369043A

0 thoughts on “Sistemas Eletrônicos – 2º Semestre 2013 – Lixo Tecnológico

  1. Grupo 2: Contra o desenvolvimento tecnológico

    De fato a evolução tecnológica acelerada gera uma rápida substituição de eletrônicos e isso acaba prejudicando o meio ambiente. O reaproveitamento dos componentes eletrônicos seria uma solução cabível, mas não definitiva, pois o avanço tecnológico desenfreado ocasiona maior consumismo e assim maiores riquezas para as empresas. Mesmo que um componente dito ultrapassado ainda sirva para diversas funções, o lançamento de um novo produto que apresente pequenas adaptações será visto como evolucionário e consequentemente consumido, causando o descarte do antecessor.

  2. Grupo 2: Contra o desenvolvimento tecnológico

    “Satisfação garantida. Obsolescência programada.”
    A música resume bem a situação…
    É sabido que o avanço tecnológico está em alto e lança suas inovações a todo momento. O fluxo de informações está cada vez maior. A sociedade cada vez mais antenada, globalizada, complexa.
    Porém, tudo isso não deve ser visto apenas como ascensão. Há o lado decadente do crescimento obcecado e cego.
    A verdadeira evolução buscada pelo homem deve ser integral.
    Ao contrário do ideal, hoje a evolução tecnológica “gloriosa” anda desatenta ao estado ecológico crítico em que o planeta se encontra.
    Tal evolução está criando, de forma assustadora, um consumismo descontrolado e um crescimento que não levará o homem muito longe.
    Está urgente a necessidade de observância ao meio ambiente. Mais urgente que o lançamento de novos produtos. Além do mais, as inovações de hoje já não trazem em si grandes utilidades para o usuário. Normalmente não passam de caprichos desnecessários e ferramentas obsoletas, que, na verdade, só servem para movimentar mercado, aumentar a competição e o lucro.
    Só aqui no Brasil, calcula-se que os descartes de resíduos eletrônicos no País cheguem a 97 mil toneladas anuais (dados do CPqD – Centro de Pesquisa e Desenvolvimento). Isso devido ao avanço tecnológico acelerado. É um absurdo!
    Tem de ser pensado uma forma mais eficiente e um novo conceito de evolução. Sem dúvidas, as indústrias devem ser freadas. De forma consciente e urgente.
    A inovação tecnológica sempre é bem-vinda, mas a forma como está sendo buscada e entregue à sociedade está insustentável.

  3. Grupo 2: Contra o desenvolvimento tecnológico

    Atualmente no Brasil, são gerados 6,5kg/habitante/ano de lixo eletrônico, número que deve subir para 8kg/habitante/ano até 2015. Em países mais avançados, esse lixo passa por um processo de reciclagem, que gera empregos e reduz significativamente os riscos para o meio ambiente. No Brasil essa realidade ainda é bastante distante. Os eletrônicos apresentam diversos metais pesados como mercúrio, chumbo e berílio, esses elementos descartados de qualquer maneira, prejudicam tanto ao meio ambiente, quanto as pessoas que entram em contato direto com esse material, causando diversos problemas de saúde. Enquanto não obtivermos uma politica responsável que controle e fiscalize esse descarte do lixo eletrônico, enfrentaremos um problema bastante comum em países emergentes.

  4. Grupo 2: Contra o desenvolvimento tecnológico

    A evolução tecnológica é de fato importante para melhores condições de vida para a sociedade, por outro lado é uma fonte de riqueza inestimável para seus produtores. O lado da balança que nos ajuda, carrega em seu outro lado fatores extremamente prejudiciais ao ambiente e até mesmo para os consumidores.
    Como todo recurso natural, sua utilização deve ser controlada para não haver escassez do mesmo. Componentes eletrônicos utilizam de diversos recursos, esses altamente explorados visando o lucro dos produtores, porém seu nível de reposição, reciclagem está bem abaixo do necessário, tendendo enfim ao esgotamento dos recursos.
    Outro fator é o descarte irresponsável dos componentes eletrônicos, feito de forma errada acaba sendo nocivo ao meio ambiente e aos humanos.
    Seria sensato uma lei a qual todos produtores fossem obrigados a adotar um eficaz programa de descarte e reciclagem de componentes eletrônicos e para os consumidores evitar consumir além do necessário, como trocar de celular muito rapidamente por um mais novo, por ter algo irrelevante extra.

  5. Grupo 3: Contra o desenvolvimento tecnológico.

    A natureza nos diz através de seus fenômenos climáticos que as alterações feitas ao meio ambiente estão se agravando. Relatórios preveem desde o aumento da temperatura até mudanças no regime de chuvas no nosso país. O aumento desenfreado da produção de lixo eletrônico a cada ano pode agravar ainda mais esses problemas e acelerar o processo de mudanças climáticas.

    Resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos – REEE (em inglês WEEE – Waste Electrical and Electronic Equipment Directive) é o termo como é reconhecido pela União Europeia o descarte de dispositivos eletrônicos. Entre os elementos encontrados em suas composição estão o chumbo, cádmio, mercúrio, berílio, etc. Essas substâncias podem provocar contaminação de solo e água, assim trazendo os riscos ao meio ambiente caso não descartado da maneira adequada.

    Entre os países emergentes, o Brasil é o país que mais gera lixo eletrônico. A cada ano o Brasil descarta: cerca de 97 mil toneladas métricas de computadores; 2,2 mil toneladas de celulares; 17,2 mil toneladas de impressoras, a porcentagem desse lixo que é depositada de maneira correta é ínfima. Além disso muitos desses objetos são descartados não por defeitos técnicos e sim pela necessidade criada pela própria indústria de substituir os seus aparelhos eletrônicos por novos mais eficientes. Essa mentalidade só incentiva a produção de mais lixo eletrônico.

    • Grupo 3: Contra o desenvolvimento tecnológico.

      O lixo eletrônico vem se tornando foco de preocupação no mundo, os níveis atuais são alarmantes, segundo a ONU o mundo já produz 40 milhões de toneladas por ano, sendo o Brasil, o que mais gera esse tipo de lixo entre os países emergentes, chegando a 5kg por ano/per capta. A toxicidade dos componentes de computadores, monitores, baterias, celulares e outros eletrônicos é alta, pois em sua fabricação são usadas substâncias como chumbo, cádmio e berílio.
      Com a velocidade que o desenvolvimento tecnológico vem avançando, esses equipamentos eletrônicos estão sendo trocados com uma grande facilidade , em tempo cada vez mais curto, pois os consumidores procuram pelos modelos cada vez mais modernos e novos. Como consequência ocorre o descarte dos equipamentos eletrônicos usados (considerados velhos, ultrapassados), causando um grande impacto ambiental pois em contato com o solo contaminam o lençol freático e quando queimados poluem o ar.
      Apesar do descaso e da falta de conhecimento, o lixo eletrônico não é menos nocivo do que o lixo dito convencional, pelo contrário, ele é ainda mais poluente devido a inúmera quantidade de elementos altamente tóxicos quando lançados indiscriminadamente na natureza.

  6. O lixo tecnológico, aquele formado a partir do consumo desenfreado de equipamentos eletrônicos e eletrodomésticos que se tornam obsoletos mediante ao rápido crescimento da tecnologia. Em concomitância, causam grandes danos ao meio ambiente devido a quantidade de substâncias poluentes presentes nestes equipamentos. Desta forma, surgi uma pergunta retórica: “será que existem maneiras de como lidar com o problema em questão, amenizando os efeitos deste tipo de lixo sem comprometer o desenvolvimento tecnológico?”.
    Em 2009 foi promulgada a Lei Federal nº 13.576 que estabelece normas e procedimentos, principalmente, no que diz respeito ao destino do lixo tecnológico; em 2010 foi criada outra Lei Federal – nº 12.305 – que complementa a anterior, a medida que aborda novas possibilidades de destinação e gerenciamento do lixo em questão. A implementação destas leis auxilia no investimento de novas soluções para o problema, como por exemplo, a criação de coletas específicas para a reciclagem deste e-lixo.
    A multinacional norte-america Apple investe desde 2009 na geração de computadores iMac e Mac mini – considerados PCs “verdes” – que foram desenvolvidos levando-se em conta diminuir os prejuízos ao meio ambiente. Eles possuem baixo consumo de energia, além de serem constituídos por componente de fácil reciclagem e baixo nível de substâncias nocivas. Empresas como a Apple conseguem um grande destaque internacional por demonstrar sua preocupação com a natureza e, deste modo, garantem o status de “empresa verde”, o que fortalece a marca e corrobora com o fato de que é possível lidar, de forma inteligente, com o avanço da tecnologia sem grandes danos ao meio ambiente.
    O chamado “projeto de coleta de computadores usado” é fortemente defendido pela fabricante de hardware DELL que destina as pessoas que querem doar os seus computadores antigos, para sua parceira: Fundação Pensamento Digital. Outra empresa que apresenta soluções é a HP(Hewlett-Packard) que realiza os chamados Trade-in, onde o consumidor “troca” os equipamentos usados por descontos em aparelhos novos, como impressoras e scanners da própria HP. A empresa também recicla cartuchos usados com a finalidade de produzir peças automotivas, entre outros acessórios.
    A resposta para a pergunta retórica inicial, apresenta-se mais evidente. É perfeitamente possível ter um investimento tecnológico sem prejuízos consideráveis ao meio ambiente. As criações de leis federais e as políticas desempenhadas por várias empresas de tecnologia, podem garantir a destinação adequada da qual o lixo abordado necessita. Logo, é de grande valia medidas como essas apresentadas, com o intuito de conciliar tecnologia e meio ambiente.

  7. Grupo 3: Contra o desenvolvimento tecnológico.
    O lixo eletrônico é algo muito prejudicial ao meio ambiente, mesmo podendo ser reciclado, ele demanda uma grande demanda energética para que se possa realizar sua reciclagem. Devido a essa grande demanda energética vemos que o lixo eletrônico tem sido descartado de forma incorreta em sua grande parte, o que acarreta grande impacto ambiental. A seguir vão alguns dados sobre o lixo eletrônico.

    Do que é composta uma tonelada de sucata eletroeletrônica mista:
    Ferro Entre 35% e 40%
    Cobre 17%
    Chumbo Entre 2% e 3%
    Alumínio 7%
    Zinco 4% a 5%
    Ouro 200 a 300 gramas
    Prata 300 a 1000 gramas
    Platina 30 a 70 gramas
    Fibras plásticas 15%
    Papel e Embalagens 5%
    Resíduos não recicláveis Entre 3% e 5%

    Do que é feito um computador
    Metal Ferroso 32%
    Plástico 23%
    Metais não ferrosos (chumbo, cádmio, berílio, mercúrio) 18%
    Vidro 15%
    Placas eletrônicas (ouro, platina, prata e paládio) 12%
    Aproximadamente 94% dos materiais contidos nos aparelhos eletro-eletrônicos podem ser reciclados.

    As substâncias tóxicas dos computadores e celulares
    Chumbo – Prejudicial ao cérebro e ao sistema nervoso. Afeta sangue, rins, sistema digestivo e reprodutor
    Cádmio – É um agente cancerígeno. Acumula-se nos rins, no fígado e nos ossos, o que pode causar osteoporose, irritação nos pulmões, distúrbios neurológicos e redução imunológica
    Níquel – Causa irritação nos pulmões, bronquite crônica, reações alérgicas, ataques asmáticos e problema no fígado e no sangue
    Mercúrio – Prejudica o fígado e causa distúrbios neurológicos, como tremores, vertigens, irritabilidade e depressão
    Zinco – Produz secura na garganta, tosse, fraqueza, dor generalizada, arrepios, febre, náusea e vômito.
    Como pode ser visto nas tabelas, muitos destes componentes são altamente poluentes quando lançados indiscriminadamente no meio ambiente.

  8. Grupo 4:
    O problema não está no desenvolvimento tecnológico, muito menos no consumo destes bens, o desenvolvimento é essencial para o avanço da sociedade, assim como o consumo, pois sem o consumo, não existe razão para melhorar os aparelhos eletrônicos, o consumo move o mundo.
    A real questão é o descarte do lixo eletrônico, que é feito de forma inadequada, em lixeiras comuns, envolver

  9. Apertei enter sem querer…
    continuando, o problema é o descarte inadequado, ou seja, em lixeiras comuns, não adianta envolver o lixo em jornais e sacolas, pois a contaminação ocorrerá de qualquer forma. Outro problema latente é a exportação desse lixo para países menos desenvolvidos, pois os mesmos não tem condição de reciclar e acabam por contaminar o seu solo depositando o lixo em aterros sanitarios.
    Pesquisas indicam que 80% do lixo eletronico mundial seja exportado parapaíses em desenvolvimento. Para sanar esse problema devem ser instaladas lixeiras especias nas ruas e estabelecida a coleta seletiva de uma forma eficaz, então este lixo deve ser reciclado, pois não a forma segura de descarta-lo na natureza, sanções devem ser estabelecidas as empresas que não contribuirem com a coleta de seus dejetos eletrônicos.

  10. Com o consumismo tendemos a evoluir mais rapidamente, devido a necessidade de querermos sempre coisas cada vez melhor, por isso o consumismo é importante. Porém, com a rápida evolução, descartamos rapidamente os aparelhos ultrapassados, e o grande motivo dessa quantidade de lixo eletrônico é a maneira inadequada de se descartar os aparelhos, que não deveriam ser jogados em uma lixeira qualquer.

  11. Grupo 1: A favor do desenvolvimento tecnológico

    Desenvolvimento se faz com tecnologia

    Nos dias de hoje é impossível vivermos sem a comodidade que a tecnologia nos traz. Por exemplo, você conseguiria ficar sem seu celular ou computador por uma semana? Tenho certeza que muitas pessoas só de pensarem nessa possibilidade se arrepiam, não é mesmo?
    Mas, não são apenas esses benefícios que a tecnologia nos traz, aliás esse são pequenos se compararmos a outros bem maiores. Um exemplo são as cirurgias que são feitas com auxílio de equipamentos, como a cirurgia a laser que destrói “pedras” nos rins. Outro exemplo são os equipamentos usados nos CTI’s que salva e mantém pessoas vivas. Isso tudo só se consegue com o desenvolvimento da tecnologia.
    Entretanto o desenvolvimento da tecnologia faz com que tenhamos o “lixo eletrônico”, ou seja, uma consequência desse desenvolvimento que se faz necessário para alcançarmos o crescimento e a cada vez mais a melhora na qualidade de vida.
    O “lixo eletrônico” não é um problema, basta que tenhamos o conhecimento e os investimentos necessários para lidarmos com ele. Vejamos um fato, é muito mais vantajoso reciclar o ferro que produzi-lo a partir do minério de ferro. Ou seja, quando reciclarmos o “lixo eletrônico” também será vantajoso, pois poderemos usar como base para o desenvolvimento de outras tecnologias.
    Por fim, é certo que o desenvolvimento está ligado a novas tecnologias e que suas conquencias podem ser desprezíveis quando tratadas de maneiras corretas.

  12. Assuntos que envolvem a relação do homem com a natureza não são muito fáceis de serem resolvidos, principalmente o lixo. Como o consumo é a base da nossa economia, e parar esse sistema geraria uma grave crise no modelo capitalista. Diminuir o consumismo pode ser uma alternativa quando pensamos no lixo eletrônico, já que seria impossível parar o avanço tecnológico, e ao mesmo tempo precisamos pensar em formas que agridam cada vez menos o meio ambiente. Visto que os causadores desse desequilíbrio ambiental por diversos fatores também são bem prejudicados.
    Então opções de reciclagem mais elaboradas são muito válidas nesses momentos, mas da mesma forma apenas tentam ‘amenizar’ o problema, que além de complexo envolve um senso de cidadania do consumidor.
    Uma das iniciativas é a Descarte Certo, formada por um grupo de empresas, que atendem principalmente a região Sudeste, que possuem como intuito reaproveitar todos os materiais que possam retornar ao processo produtivo, para reduzir a necessidade de se extrair mais elementos da natureza. E o que não puder ser reaproveitado é descartado com segurança, em lugares próprios, preparados e autorizados para tal, evitando a contaminação das fontes de vida. Porém, por mais que essa gestão de resíduos pós-consumo seja adequada, alguns tipos de serviços geram gastos ao próprio consumidor. Como por exemplo, descarte de matérias grandes, como uma geladeira, que para que haja o recolhimento do objeto é cobrada uma taxa de transporte, que pode ser cara para o consumidor, e isso prejudica a sua conscientização em relação ao descarte, feito muitas vezes em lixeiras comuns e prejudicando o solo com matérias tóxicos.
    Logo, não é apenas necessário responsabilizar o fabricante pelo descarte de seus produtos, como também promover uma ideia relacionada a necessidade de reciclagem desses resíduos com o altruísmo, isto é, implementar no cotidiano de cada um ações benéficas para todos, como o simples ato da reciclagem.

  13. Grupo 1: a favor do desenvolvimento tecnológico

    O grande problema que envolve o desenvolvimento tecnológico não é ele em si, mas como nos comportamos perante ele. Infelizmente uma parte notável de seres humanos que produzem e consomem produtos oriundos desse desenvolvimento não sabem ou não se incomodam quanto às consequências que a má utilização deste valioso recurso que a humanidade tem para sobreviver podem causar.

    Afinal se não fosse o desenvolvimento tecnológico, inclusive o produzido por aqueles que não se preocupam com as consequências geradas (resíduos por exemplo, muito comentado nos comentários anteriores), estaríamos todos em situação bem pior, e talvez até mesmo com outros problemas causados pela falta de desenvolvimento, inclusive com problemas para armazenarmos outros tipos de resíduos!

    Creio que a engenharia tem um papel fundamental nessa área, pois ela permite usufruir do desenvolvimento e permite reduzir seus impactos da forma mais eficiente possível.

  14. Grupo 3: Contra o desenvolvimento tecnológico

    O lixo eletrônico tem na sua composição metais tóxicos (chumbo, cádmio, mercúrio e berílio, etc.), outros compostos como os BFRs (Brominated Flame Retardants), além de plástico, metais e vidro.
    Cerca de 40 milhões de toneladas de lixo eletrônico são gerados pelo mundo. O Brasil, entre os países emergentes, é o que mais gera esses resíduos. Descarta a cada ano aproximadamente 97 mil toneladas métricas de computadores, 17,2 mil toneladas de impressoras e 2,2 mil toneladas de celulares.
    Atualmente esse lixo eletrônico é descartado de forma inadequada, assim, causa um sério risco à natureza. Os BFRs quando queimados liberam toxinas perigosas, já os metais tóxicos, em contato com o solo contaminam o lençol freático. Já o plástico, vidro e metais demoram muito tempo para decompor no solo.
    Devido ao aumento da produção, consumo e descarte desenfreado de eletrônicos, é necessário que haja uma destinação correta para estes como empresas e cooperativas que atuam na área de reciclagem. Outra opção é doar os eletrônicos que estejam em boas condições e não são utilizados.

  15. A Tecnologia está prejudicando a natureza (assunto permanentemente em debates, talvez desgastado, mas de extrema importância). O desenvolvimento tecnologico se da à custa da natureza porque ele destrói habitats ecológicos . O aço é extraído da terra , a sua madeira é feita pelo corte de florestas, seus metais cavado a partir do solo, seus plásticos sugado do petróleo e, em seguida, queimado no ar. Suas fábricas pavimenta, sobre zonas úmidas. ”O pior é que esta destruição do habitat natural pode extinguir espécies , um ato que não pode ser desfeita (pelo menos não ainda)”, de acordo com o professor de Harvard Kevin Kelly. Mesmo que a tecnologia pare a destruição do habitat natural, o fato de que consome grandes quantidades de energia provoca uma perturbação na atmosfera , o que altera o clima. A escala da tecnologia é simplesmente tão grande que quase não importa seu benefícios atuais, visto que seu futuro preocupante em relação ao planeta em seu tamanho supera os ciclos naturais .

  16. (enviei este comentário mas parece que deu erro, se tiverem 2 iguais para serem aprovados pela moderação peço que apenas ignorem este)

    O desenvolvimento tecnologico, nos separa cada vez mais da natureza e das relações com outros seres humanos. O que nos torna pessoas egoístas em relação ao nosso próprio meio e às outras pessoas, nos tornamos consumidores e não mais receptores. Somos cada vez mais artificiais e agimos mesmo como máquinas em diversos aspectos. A tecnologia avança tão rápida que já não pode ser controlada nem pela natureza nem mesmo por nós seres humanos, a tendência é que ela se auto destrua. Tecnologias de auto-replicação, como robótica, nanotecnologia, engenharia genética estão auto-acelerando a um ritmo tal que eles podem desviar em direções inesperadas, incontroláveis ​​a qualquer momento.

  17. A Tecnologia está prejudicando a natureza (assunto permanentemente em debates, talvez desgastado, mas de extrema importância). O desenvolvimento tecnologico se da à custa da natureza porque ele destrói habitats ecológicos . O aço é extraído da terra , a sua madeira é feita pelo corte de florestas, seus metais cavado a partir do solo, seus plásticos sugado do petróleo e, em seguida, queimado no ar. Suas fábricas pavimenta, sobre zonas úmidas. ”O pior é que esta destruição do habitat natural pode extinguir espécies , um ato que não pode ser desfeita (pelo menos não ainda)”, de acordo com o professor de Harvard Kevin Kelly. Mesmo que a tecnologia pare a destruição do habitat natural, o fato de que consome grandes quantidades de energia provoca uma perturbação na atmosfera , o que altera o clima. A escala da tecnologia é simplesmente tão grande que quase não importa seu benefícios atuais, visto que seu futuro preocupante em relação ao planeta em seu tamanho supera os ciclos naturais .

  18. Grupo 4 – A favor do desenvolvimento tecnologico

    O desenvolvimento tecnológico vai além de áreas como a informatica. Está nas diversas áreas do conhecimento humano, isso é bem visível na agricultura e medicina . As máquinas que atuam na agricultura por exemplo, maximizaram a os níveis de produção ao mesmo tempo que diminuiram os custos. Também , ainda na agricultura, a biotecnologia, que é uma junção entre tecnologia e ciências biológicas. Graças à engenharia genética foi possível diminuir consideravelmente a perda de produção, através do combate às pragas que destruiam a plantação. Já na medicina certos procedimentos médicos não dependem, hoje em dia, apenas da habilidade do médico, há equipamentos especiais e softwares que o auxiliam no exercício de sua função, principalmente em casos extremos, o que diminui os riscos de erros e ajudam a salvar vidas.E ainda tem aqueles robôs que substituem cobaias humanas.
    O problema nao se baseia no desenvolvimento tecnologico , mas sim no lixo eletrônico , que é o nome dado aos resíduos resultantes da rápida obsolescência desses equipamentos eletrônicos .
    Alguns entraves e alternativas seria o reaproveitamento desses materias .Em vez de jogar no lixo equipamentos que você já não utiliza, poderia doá-los para instituições que os reaproveitam , algumas empresas isoladas de telefonia e de computação têm programas para diminuição de impactos ambientais em sua cadeia de produção e recolhem esses materiais .

  19. CONTRA O DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO

    A sociedade capitalista contemporânea vivencia um avanço tecnológico desenfreado. Em paralelo, a evolução da internet contribui para o surgimento de um universo virtual onde as redes sociais dominam o ciberespaço e exigem, cada vez mais, equipamentos sofisticados e de tecnologia avançada. Para acompanhar toda esta rapidez e manterem-se atualizados, a sociedade tem trocado seus equipamentos com maior frequência trazendo um descarte agressivo e impactante para o meio-ambiente.
    Como o consumo e a facilidade de aquisição não são controlados, as grandes empresas desenvolvedoras de hardwares deviam se voltar para a preservação do planeta e começar um trabalho de conscientização para todo este lixo eletrônico, prevendo e promovendo uma maneira de recolher e reciclar todos os equipamentos descartados. Os consumidores finais são os principais responsáveis pelo descarte inadequado, já que no Brasil não existe lei de regulamentação do descarte eletrônico e de baterias. Tudo é apenas sugestivo. As pessoas, de acordo com o nível cultural, é que se encarregam de descartar, de maneira consciente, o material em desuso e/ou com defeito. União Européia, Japão, Reino Unido e Coréia do Sul, já têm suas leis que obrigam as empresas a recolherem e destinarem seus produtos de forma sustentável. Cabem aos outros países, onde a pesquisa e o desenvolvimento da tecnologia estão em estágio avançado, discutirem e formarem uma opinião consciente para conter o impacto ambiental e controlar o descarte desses poluentes.
    Para preservar ou, ao menos, diminuir a poluição tecnológica devem ser tomadas medidas cautelares uma vez que a agressividade desse material na natureza é altíssima pois possuem substâncias químicas em suas composições, levando assim à contaminação de rios e solos, além de provocarem doenças graves nas pessoas que reciclam os lixões. Sem contar que os descartes são confeccionados de materiais que podem demorar muito tempo para se decompor no solo, como o plástico, vidro e metais. Existem empresas especializadas em reciclar eletrônicos, onde é feito o “garimpo” dos equipamentos, separando os materiais por suas categorias. Devemos fazer uma seleção dos descartes para facilitar este tipo de reciclagem eletrônica, pois estes devem ser separados dos resíduos orgânicos e dos materiais recicláveis (papel, plástico e metal). O lixo eletrônico contribui para um grande impacto ambiental, pois de acordo com o Pnuma – Programa da ONU para o Meio Ambiente, mundialmente são gerados mais de 40 milhões de toneladas deste material. O Brasil, dentre os países emergentes, é o maior gerador de lixo eletrônico, sendo, anualmente, 97 mil toneladas métricas de computadores, 2,2 mil toneladas de celulares e 17,2 mil toneladas de impressoras. Devemos cada um, fazer a sua parte. O planeta depende de nossa consciência para se manter habitável e despoluído, pois dependemos dele para usufruirmos de seus recursos naturais.

  20. Grupo 2: Contra o desenvolvimento tecnológico

    O debate sobre o desenvolvimento tecnológico e suas conseqüências, incomodam principalmente as empresas de tecnologia, pois a obsolência dos equipamentos é algo comum e planejado pelas mesmas, uma vez que um produto que mantenha sua qualidade e funcionamento por muito tempo é sinônimo de menos faturamento.

    O cenário atual é preocupante, segundo a universidade das nações unidas (UNU) a quantidade de lixo eletrônico gerado aumentará em torno de 33% num período de 3 anos, passando de 49 milhoes de toneladas métricas para 65,4 anuais. Esse lixo vêm em grande parte de países como China e Estados Unidos, reflexo do numero de industrias tecnológicas que possuem.
    Muito pouco é feito para reduzir a quantidade de material descartado, o que notamos inclusive é justamente o contrário, uma vez que o incentivo ao consumo desenfreado faz parte do nosso dia a dia. Mudar esse comportamento é de extrema importância, o lixo eletrônico ocasiona muitos danos a natureza já que são em sua grande maioria, compostos de substancias tóxicas e nocivas, nos afetando quando descartados incorretamente, poluindo o meio ambiente.

  21. Grupo 4-
    O desenvolvimento tecnologico tem trazido enormes vantagens para a sociedade em que vivemos, numa sociedade em que o tempo é precioso, o tempo é dinheiro, precisamos cada vez mais usa-lo da melhor forma possivel. E nessa correria do dia a dia, podemos dizer que nossos deveres só sao satisfeitos, por causa da enorme facilidade que a tecnologia eletronica tem trazido com o seu desenvolvimento diario. É claro e evidente que nao seriamos capazes de desenvolver tantas atividades, e de uma maneira produtiva usando de aparelhos rusticos, como os de antigamente. A sociedade pede mais, a cada dia que passa, somos mais cobrados, e isso tende a aumentar a cada dia, e o tempo tende a diminuir, e a tecnologia, junto com todos nós, a se desenvolver para suprir nossas necessidades.

  22. O maior dom do ser humano é a sua capacidade de pensar e transformar seus sonhos em realidade. Atraves de seu raciocinio ele soube aproveitar os recursos e com isso obter meios para que seu desenvolvimento nao tenha limites. Não podemos parar com o desenvolvimento tecnológico, porque tem que acompanhar os grandes negócios, as grandes metrópoles . A tecnologia por si só não traz malefícios nenhum, o seu uso indiscriminado e inconsciente é que provoca todos os problemas pelos quais estamos passando.Segundo pesquisa feita em 2009 , se cada um dos três bilhões de usuários de celulares no mundo devolvessem para reciclagem um de seus aparelhos velhos, a economia de energia, matéria-prima e emissões seria equivalente a retirada de 4 milhões de carros das ruas.
    Campanhas governamentais de conscientização do consumidor para a importância da reciclagem de materiais eletrônicos, adoção de critérios de sustentabilidade em licitações públicas, bônus do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para quem utiliza produtos recicláveis na produção, isenção de impostos no comércio de créditos de carbono seriam algumas açoes que poderiam ajudar a solucionar esses problemas do lixo tecnologico e consequentemente a natureza .

    • Grupo 4 – A favor do desenvolvimento tecnologico .

      O maior dom do ser humano é a sua capacidade de pensar e transformar seus sonhos em realidade. Atraves de seu raciocinio ele soube aproveitar os recursos e com isso obter meios para que seu desenvolvimento nao tenha limites. Não podemos parar com o desenvolvimento tecnológico, porque tem que acompanhar os grandes negócios, as grandes metrópoles . A tecnologia por si só não traz malefícios nenhum, o seu uso indiscriminado e inconsciente é que provoca todos os problemas pelos quais estamos passando.Segundo pesquisa feita em 2009 , se cada um dos três bilhões de usuários de celulares no mundo devolvessem para reciclagem um de seus aparelhos velhos, a economia de energia, matéria-prima e emissões seria equivalente a retirada de 4 milhões de carros das ruas.
      Campanhas governamentais de conscientização do consumidor para a importância da reciclagem de materiais eletrônicos, adoção de critérios de sustentabilidade em licitações públicas, bônus do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para quem utiliza produtos recicláveis na produção, isenção de impostos no comércio de créditos de carbono seriam algumas açoes que poderiam ajudar a solucionar esses problemas do lixo tecnologico e consequentemente a natureza .

  23. Grupo – 4

    Como eu disse anteriormente, a tecnologia tem se desenvolvido, e é claro, com isso um ponto vem sendo discutido: “O lixo eletronico” .
    Pode nao ha como negar que o lixo eletronico vem junto,mas é um problema que vem sendo diminuido, de pouco em pouco. Cada dia que passa, mais e mais campanhas sao feitas para a conscientização da populaçao para o descarte de seus aparelhos eletronicos, e cada vez mais estudos sao deselvolvidos diminuir os riscos ambientais. Nao esquecendo tambem, da Reciclagem, que esta cada vez mais presente no nosso dia a dia. Muitos problemas sao grandes no inicio, mas sempre sao diminuidos com o passar do tempo, e do desenvolvimento da populaçao. Assim, nossos problemas de hoje, nao serao os de amanha. Nao deixemos isso parar nosso crescimento.

  24. Grupo 1: a favor do desenvolvimento tecnológico
    Considerando a particularidade de cada solução proposta no primeiro comentário, irei direcionar esta abordagem a questão de geração de renda, através do lixo eletrônico, aliada a legislação nacional.
    A lei federal criada em 2010, considerada como a “política nacional dos resíduos sólidos”, constitui diretrizes de como destinar adequadamente este tipo de lixo, em particular os equipamentos eletro-eletrônicos, além de atribuir esta responsabilidade da “geração” do e-lixo a qualquer tipo de empresa. Desta forma, cria-se uma grande oportunidade para o estabelecimento das empresas de recolhimento de lixo eletrônico, que cobram para coletar, separar e enviar estes resíduos para reciclagem. As placas eletrônicas, que são constituídas por metais, podem ser vendidas para empresas europeias que fazem a extração destes metais. As “carcaças” podem ser vendidas para empresas nacionais de reciclagem, que fazem os materiais se transformarem, por exemplo, em peças de comunicação visual que custam cerca de cinquenta por cento a menos do que se fossem fabricadas com materiais “virgens”. Além do que foi dito, o mercado em questão gera inúmeros empregos.
    O lixo tecnológico pode ser um grande investimento, uma vez que o consumismo gera este tipo de problema que, para alguns pode ser convertido em renda. Esta maneira de se enxergar o lixo permite unir avanço tecnológico com sustentabilidade de forma inteligente.

  25. Grupo 1: A favor do desenvolvimento tecnológico

    Como diria Antoine Laurent de Lavoisier (Paris, 26 de agosto de 1743 — Paris, 8 de maio de 1794) na natureza nada se cria nada se perde, tudo se transforma. É essa metodologia que devemos usar para tratar o lixo eletrônico.
    Não podemos deixar a preocupação com o lixo eletrônico que é produzido devido o desenvolvimento tecnológico nos atrapalhar no desenvolvimento do país e de outras tecnologias, mas sim solucionarmos esse problema.
    No Brasil pouco se recicla e esse é o principal problema, e quando eu digo pouco se recicla me refiro a todo tipo de lixo reciclável e não somente ao lixo eletrônico reciclável. Isso nos mostra que o problema real esta nos meios que são aplicados para tratar o lixo no país e não no tipo de lixo.
    Veja a reportagem da revista época:

    Os números da reciclagem no Brasil

    Apenas 18% dos municípios brasileiros possuem coleta seletiva. O que o Brasil ganha e perde com isso

    O país perde cerca de R$ 8 bilhões por ano por deixar de reciclar os resíduos que poderiam ter outro fim, mas que são encaminhados aos aterros e lixões das cidades. Este foi o valor estimado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) por encomenda do Ministério do Meio Ambiente. Ainda assim, o volume do lixo urbano reciclado aumentou nos últimos anos. Segundo o Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre), passou de 5 milhões de toneladas em 2003 para 7,1 milhões de toneladas em 2008, o que corresponde a 13% dos resíduos gerados nas cidades. Se considerada apenas a fração seca (plástico, vidro, metais, papel e borracha), o índice de reciclagem subiu de 17% em 2004 para 25% em 2008. O retorno financeiro é visível: o setor já movimenta R$ 12 bilhões por ano.
    Entre 2000 e 2008, houve um aumento de 120% no número de municípios com coleta seletiva, chegando a 994. A maioria está localizada nas regiões Sul e Sudeste do país. O número, embora importante, ainda não ultrapassa 18% dos municípios brasileiros. Confira, no infográfico abaixo, um pouco mais sobre a reciclagem no Brasil.

    Ou seja, isso nos mostra que quando reciclamos além de solucionarmos o problema com o lixo, ganhamos dinheiro. E também esse o caminho que devemos tomar para tratarmos o “lixo eletrônico”.

    Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/o-caminho-do-lixo/noticia/2012/01/os-numeros-da-reciclagem-no-brasil.html

Lezel ur respont da Antonione Ferreira Nullañ ar respont

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