Aneel deve adiar pagamento de julho pelo uso das usinas termelétricas

 Medida vai evitar inadimplência, já que distribuidoras não têm recursos. Socorro às empresas já consumiu R$ 11,2 bilhões até junho.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) deve adiar para o final de julho o pagamento da nova parcela pelo uso mais intenso das termelétricas e pela compra, feita por distribuidoras, de energia no mercado à vista. A fatura, de R$ 1 bilhão, venceria na quarta-feira (9).

O assunto será votado em reunião extraordinária da agência na próxima quarta. Com o adiamento da data de vencimento, evita-se a inadimplência no setor. As distribuidoras alegam não ter dinheiro em caixa para cobrir esse custo e o governo ainda não decidiu se vai socorrê-las novamente e como isso será feito.

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Calor do corpo é usado para gerar eletricidade

Gerador termoelétrico flexível gera energia a partir da diferença de temperatura entre o corpo humano e o ar ambiente.

Gerador termoelétrico flexível gera energia a partir da diferença de temperatura entre o corpo humano e o ar ambiente.

 

 

 

 

 

 

 

 

Gerador termoelétrico

Que tal trocar as baterias por um gerador que produza eletricidade aproveitando o calor do seu corpo?

Esta é a proposta de um novo gerador termoelétrico flexível, fabricado à base de um tecido de fibra de vidro por Sun Jin Kim e seus colegas do instituto KAIST, na Coreia do Sul.

Basicamente dois tipos de geradores termoelétricos, ou nanogeradores, têm sido desenvolvidos – com materiais orgânicos ou com materiais inorgânicos.

Os geradores termoelétricos orgânicos utilizam polímeros, ou plásticos, que são altamente flexíveis e compatíveis com a pele humana, o que os torna ideais para roupas eletrônicas, ou e-tecidos, e para aparelhos eletrônicos de vestir.

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Minas e Energia aposta no uso de térmicas e nuclear

“É possível que as fontes renováveis percam participação depois de 2030, porque não teremos mais hidrelétricas de grande porte para construir”, disse secretário

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Rio de Janeiro – A próxima década será marcada por uma virada no planejamento energético do Brasil, que passará a dar mais peso às usinas térmicas com o esgotamento das possibilidades de se construir hidrelétricas de grande porte.

A avaliação é do secretário de Planejamento e Desenvolvimento do Ministério de Minas e Energia, Altino Ventura, que abriu hoje (14) o 5º Seminário Internacional de Energia Nuclear, no Rio de Janeiro.

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Consumidor deve pagar mais de R$ 8 bilhões por uso de térmicas

Governo reduziu valor do aporte do Tesouro de R$ 4 bi previsto em plano. Se nova injeção não for feita, recursos serão emprestados de bancos.

O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino, disse nesta segunda-feira (7) que o valor que os consumidores terão que bancar pelo uso mais intenso das termelétricas e pela necessidade compra de energia mais cara deverá superar os R$ 8 bilhões. O percentual de reajuste da conta de luz relacionado a esses gastos ainda não foi definido, mas chegará em 2015.

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Governo admite que sistema elétrico opera em sinal amarelo

energia+eletrica+2[1]O secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, reconheceu nesta quarta-feira (19), na Câmara dos Deputados, que o sistema elétrico brasileiro opera atualmente em alerta amarelo por conta do baixo nível dos reservatórios das hidrelétricas.

“Estamos acompanhando passo a passo e, a menos que haja uma piora considerável na situação [estiagem], não trabalhamos com qualquer problema de abastecimento”, disse ele, explicando que o alerta amarelo quanto à geração de energia é conjuntural [falta de chuvas] e não reflete problemas estruturais do setor.

Termelétricas

“Em 2001, houve racionamento porque havia um desequilíbrio estrutural, ou seja, faltava usina. O que não ocorre hoje, porque temos um sistema elétrico estruturado, com usinas e linhas de transmissão”, completou o secretário, que ainda defendeu o uso das termelétricas como parte da matriz energética do País e não de um plano emergencial ou de reserva.

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Laser de som: partículas de som podem revolucionar termoeletricidade

Os fônons sofreram uma transição de onda para partícula em uma superrede de óxidos de perovskita. [Imagem: Berkeley Lab]

Transporte coerente de fônons

A luz existe tanto como uma onda quanto como partículas quânticas, chamadas fótons.

É esta dualidade partícula-onda da luz que permite o transporte coerente dos fótons – mais conhecido como laser.

O som em escala atômica tem essa mesma natureza dualista, existindo como onda e como quasipartículas conhecidas como fônons.

Mas será que essa dualidade permite a construção de lasers sônicos, lasers baseados em fônons?

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Governo diz que risco de faltar energia no país é ‘baixíssimo’

apagc3a3oO Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), formado por representantes do governo na área de energia, divulgou nota nesta quinta-feira (13) em que afirma que o fornecimento de energia no país em 2014 está garantido, a não ser que a situação dos reservatórios piore nos próximos meses, probabilidade considerada “baixíssima”.

A avaliação ocorre em um momento em que os reservatórios de algumas das principais hidrelétricas nacionais estão com baixo nível devido à falta de chuvas.

O nível dos reservatórios das hidrelétricas instaladas no Sudeste e Centro-Oeste já é o mais baixo para esta época do ano desde 2001, quando o governo federal decretou racionamento de energia elétrica. De acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), essas represas tinham, em média, 37,6% de água armazenada no domingo (9).

Por conta disso, está havendo o uso mais intenso de energia termelétrica no país desde o final de 2012. O problema é que gerar energia por meio de usinas termelétricas é mais caro, e essa conta é repassada aos consumidores.

De acordo com a nota, as análises meteorológicas feitas indicam que o armazenamento de água nos reservatórios ao final do período de chuvas, ou seja, no fim de abril, será suficiente para garantir o atendimento da demanda por energia no Brasil ao longo deste ano.

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Governo estuda modelo para facilitar habilitação de térmicas a gás nos leilões

1494Apesar de bastante competitivas do ponto de vista econômico energético, as termelétricas a gás natural enfrentam dificuldades de participar dos leilões de energia devido à indisponibilidade do combustível. A fim de desatar esse nó, o governo já estuda uma nova sistemática que pode facilitar a habilitação desses projetos.

Segundo o José Carlos de Miranda, diretor de Estudos de Energia Elétrica da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), está sendo estudada a criação de um leilão pela disputa de gás.

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