Energia – 1º Semestre 2014

Crédito de Carbono: Alternativa de preservação ou facilitador da poluição?

Créditos de Carbono são certificados que autorizam o direito de poluir. O princípio é simples: As agências reguladoras de proteção ambiental  emitem certificados autorizando emissões de toneladas de dióxido de enxofre, monóxido de carbono e outros gases poluentes.

Inicialmente, selecionam-se indústrias que mais poluem no País e a partir daí são estabelecidas metas para a redução de suas emissões. A empresas recebem bônus negociáveis na proporção de suas responsabilidades. Cada bônus, cotado em dólares, equivale a uma tonelada de poluentes. Quem não cumpre as metas de redução progressiva estabelecidas por lei, tem que comprar certificados das empresas mais bem sucedidas. O sistema tem a vantagem de permitir que cada empresa estabeleça seu próprio ritmo de adequação às leis ambientais.

Estes certificados podem ser comercializados através das Bolsas de Valores e de Mercadorias, como o exemplo do Clean Air de 1970, e os contratos na bolsa estadunidense. (Emission Trading – Joint Implementation).

Há várias empresas especializadas no desenvolvimento de projetos que reduzem o nível de gás carbônico na atmosfera e na negociação de certificados de emissão do gás espalhadas pelo mundo se preparando para vender cotas dos países subdesenvolvidos e países em desenvolvimento, que em geral emitem menos poluentes, para os que poluem mais. Enfim, preparam-se para negociar contratos de compra e venda de certificados que conferem aos países desenvolvidos o direito de poluir.”

F0nte: Ecoamigos

Assista o vídeo a seguir e aprenda mais sobre o assunto.

 

Grupo 1: CONTRA

ALDNEI ARCHANJO
ANA BEATRIZ SCHELB REIS
ANDRE KARLO CORREA JUNIOR
ARTHUR PIMENTA DE OLIVEIRA
CAIQUE JUNQUEIRA MARTINS
CAMILA DE ALMEIDA RAMOS

Grupo 2: CONTRA

DANIEL MAGALHAES CARMO
DANIEL TOLEDO KITAMURA
DANRLEI DIEGUES DE OLIVEIRA
DEBORA DE OLIVEIRA GLANZMANN
DIOGO BARROS PINTO
DOUGLAS GUIMARAES DE OLIVEIRA DIAS

Grupo 3: CONTRA

DOUGLAS SOUZA CAMPOS
EDUARDO MATHEUS DRUMOND DE SOUZA
ELCIO JÚNIOR DE OLIVEIRA
FAGNER FARIA FONSECA
FERNANDO VIANA DE AZEVEDO NAVES
GISLAYNE DE OLIVEIRA CARDOSO

Grupo 4: CONTRA

HIGOR RESENDE ROTONDO ROCHA
IGOR OTTONI DE PAULO
ILDER NOGUEIRA DE OLIVEIRA
IRLETE PEREIRA MOTA
IZABELA MEDEIROS DA SILVA
JOSE PAULO PIUBELLO DE OLIVEIRA

Grupo 5: A FAVOR

LARYSSA ANACLETO DE SOUZA
LAYLA LARESSA NEPOMUCENO DE
LEONARDO MACHADO EL CORAB MOREIRA
MARCELO MONTEBUNHULI DE ALMEIDA
MARINA ALVES MOREIRA
MATHEUS AUGUSTO GUILARDUCCI

Grupo 6: A FAVOR

MATHEUS CARVALHO GOUVEIA
MATHEUS CERQUEIRA COSTA
MATHEUS DE OLIVEIRA MUNIZ
MATHEUS DUARTE FERRAZ PEREIRA
MATHEUS FILIPE TORRES GANDRA
PAULO CESAR DE OLIVEIRA RODRIGUES

PAULO EMILIANO DE CARVALHO

Grupo 7: A FAVOR

PRISCILA STOPA MOREIRA
RANIELLI VIEIRA POMBO
RICARDO GRACA DA COSTA
SAMUEL EMILIO SANTOS DE MELO
TIAGO FELIPE MARTINS RODRIGUES
TOBIAS LUIS MAURO BARATA

VANESSA DE OLIVEIRA SENOS

Grupo 8: A FAVOR

VICTOR ALVES PONTES
VICTOR AUGUSTO DE CASTRO LIMA
VICTOR BELLOSE JARDIM
VITOR VIEIRA DE ARAUJO
WAGNER AUGUSTO TEIXEIRA DA SILVA
WALLACE PAULO DA SILVA
WEYDER LUIZ VIANA GANTE

 


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0 thoughts on “Energia – 1º Semestre 2014

  1. Grupo: 01 Contra

    OS créditos de carbono é uma forma que alguns países encontraram para tentar diminuir as emissões de gases que causam o efeito estufa. Mais o que vemos na prática, que alguns países que conseguem esses créditos por não poluir podem comercializar os mesmos com países que não conseguiram alcançar as metas estabelecidas no Tratado de Kyoto em 1997. Desde o período da Revolução Industrial ocorrido na década de 1780 nosso Planeta vem sofrendo com as emissões de gases poluentes nocivos não somente ao Planeta como a saúde da população. Com a constitucionalidade desse Tratado de Kyoto, parece que pouco estamos preocupados com as emissões desses gases, pois a mensagem que o mesmo passa que aquele que tiver maior poder aquisitivo para adquirir esses créditos dos outros países poderão continuar a praticar a degradação do meio sem que sofram nenhuma sanção, pois existem mecanismos de defesa e remédios constitucionais que amparam. Diante disso, fica evidente que ainda vivemos na era dos “manda que pode, e obedece que tem juízo” o que é lamentável.

  2. Grupo: 01 Contra

    Países que emitem gás carbônico acima do nível permitido pelo protocolo de Kyoto, compram uma cota de CO² que restou dos países que emitem menos. Permitindo assim que polua mais, afinal ele estará poluindo parte que o outro país deixou de poluir.
    Até aí está tudo bem, porém muitas dessas compras acabam sendo farsa. Pois um país diz ter emitido uma certa quantidade vendendo o restante permitido a outros países, no qual parte desse restante já foi emitido ates mesmo de ser vendido, porém não foi declarado.
    Em outra situação uma empresa devasta uma certa área emitindo gás carbônico, depois planta árvores no local ganhando créditos, nos quais foram conquistados através de gases emitidos, fazendo que as novas árvores apenas iguale a situação e não que diminua a emição de gases.
    Ou seja no papel está tudo certo, mas o que realmente acontece é que as empresas emitem muito mais que o permitido e diz que emitiram igual ou menos que o permitido.

  3. Grupo: 7—- A favor

    Os chamados crédito de carbono também conhecidos como Redução Certificada de Emissões(RCE), são concedidos à empresas que removam ou reduzem suas emissões de dióxido de carbono da atmosfera.
    A cada tonelada de Co2 deixada de ser lançada na atmosfera, as empresa ganham um crédito de carbono. Este pode ser comercializado com empresas que não conseguiram atingir as metas de redução dos gases causadores do efeito estufa.
    Essa comercialização, muitas vezes, é vista como não solução para a crise e devastação que nosso planeta vem enfrentando. Por se tratar de uma ” autorização” para poluir. Quando na verdade, como estabelecido no protocolo de Quioto, existe um limite na compra de crédito pelos países. As empresas que conseguem esses créditos, também precisam seguir diversos parâmetros como: possuir uma matriz energética renovável e sustentável, trabalhar a eficiência energética e promover ações socioambientais.
    Um bom exemplo a ser seguido é a da associação nacional da indústria de cerâmica (anicer) que já possui 85 industrias que estão mudando a sua forma de produzir e investindo em alternativas viáveis e sustentáveis para o meio ambiente.

    Anicer
    http://www.anicer.com.br/index.asp?pg=institucional_direita.asp&secao=10&id=102&revista=2WA004509087EWRTXLZ873BDG28

    • Grupo 7 — A favor

      De fato, a ideia do crédito de carbono é uma permissão para que uma determinada empresa possa poluir, desde que dentro do limite máximo, porém ao se dizer que a ideia gerada pelo protocolo de kyoto estimula e gera o crescimento da poluição cometemos um erro, pois nos baseamos mais nas possíveis falcatruas de pessoas sem responsabilidades sociais do que de fato pela seu significado.
      O protocolo estipulado em 1997 vem com uma medida dinâmica e não mais como uma regra tirana, pois hoje quase 17 anos após, temos facilidade em perceber seus resultados principalmente em âmbito comercial onde há uma preferência por nós consumidores por produtos e serviços que sejam oriundos de fontes mais sustentáveis, e não nos resumidos apenas a isso, empresas sediadas em países que não fazem parte do acordo como os Estados Unidos, vêm transformando suas formas de produção, buscando sempre uma maior parcela de sustentabilidade, para assim em alguns casos venderem seus créditos extras.
      Portanto, mesmo que os efeitos gerados pela ideia do acordo, e pelo crédito de carbono, sejam através de um mercado global, não podemos dizer que não existe funcionalidade, pois devido a oportunidades financeiras, indústrias e empresas incentivaram uma mentalidade mais “Verde” em seus consumidores, gerando assim vantagens ao combater-se a poluição.

  4. Grupo 2 – Contra

    O Crédito de Carbono é uma tentativa de reduzir a emissão de GHGs, porém, ela é extremamente falha.
    Um dos problemas é a falsa impressão de que o aquecimento global está sendo solucionado. Fraudes e sonegações fazem parte da fiscalização da emissão dos GHGs.
    A troca dos GHGs por outros gases, que na teoria era para ser algo produtivo, também é manipulado para favorecer financeiramente as empresas; um exemplo é a emissão de um gás altamente tóxico, que normalmente é liberado como um subproduto pelas indústrias de refrigeração¹.

  5. Grupo 2 – Contra

    O mercado de créditos de carbono tem a intenção de dinamizar a forma com a qual os países tentam atingir metas estipuladas de redução de emissão de gases do efeito estufa.Porém,existem alguns pontos que evidenciam a inconsistência dessa ideia.
    Primeiramente,é fácil perceber que os países que mais comprarão créditos de carbono serão os mais desenvolvidos,pelo fato de possuirem maior poder aquisitivo e existir uma forte relação no grau de desenvolvimento de um país com a quantidade de poluentes que emite.Dessa forma,o mercado de crédito de carbono acaba transferindo a tarefa de procurar soluções para a redução do impacto que está sendo causado ao planeta aos países menos desenvolvidos,isentando assim os países mais ricos dessa tarefa,que são justamente os que tem mais tecnologia e capital para que possamos avançar nessa área.
    Existe também o problema do reflorestamento como forma de se obter créditos de carbono,ao passo que a floresta pode ser cortada ou queimada futuramente,o que poderia anular o benefício causado pela área.
    Além disso, há a questão do mercado do crédito de carbono acabar por sustentar a prática do uso de fontes de energia poluidoras e esgotáveis,enquanto deveria ser empregados esforços e dinheiro na busca por um sistema energético sustentável.

  6. grupo 5: a favor

    As negociações de créditos de carbono representam uma forma de promover a redução da produção de gases que contribuem para o agravamento do efeito estufa(dióxido de enxofre, monóxido de carbono, entre outros). Cada país pode liberar até uma determinada quantidade de gases poluentes, essa quantidade foi estabelecida dentro das metas propostas pelo Protocolo de kyoto em 1997, por convenção, a cada tonelada de CO2 que deixa de ser liberada a empresa ou país ganha um crédito.
    Existem três principais formas de negociação de créditos: a primeira é o comércio de emissões que é feito de forma que os países que possuem uma atividade industrial muito intensa superam o limite permitido, portanto, compram créditos de países ou empresas que exercem menor atividade industrial, ou seja, poluem menos o meio ambiente e investem em práticas de reflorestamento o que garantem muitos créditos. A segunda é a implementação conjunta que propõe uma ação de parceria dos países para atingirem suas metas, colaborando entre si no cumprimento das mesmas que visam a redução de suas emissões. A terceira é o mecanismo de desenvolvimento limpo que possibilita projetos de redução de emissões e estimula o desenvolvimento sustentável por disponibilizar certa flexibilidade aos países de forma a alcançar suas metas, além disso, promove a transferência de tecnologia e o envolvimento social nos países em desenvolvimento.
    A comercialização de créditos de carbono é uma forma benéfica de reduzir a intensa atividade poluidora por meio da compensação do retorno econômico-financeiro no contexto Capitalista.

  7. Grupo 6 – A favor

    Muitos acreditam que o crédito de carbono é uma forma de se reduzir, consideravelmente, a emissão dos gases que agravam o efeito estufa. O funcionamento deste mercado se mantém, de maneira simplificada, da seguinte forma: os países, as empresas e até mesmo as pessoas que conseguem diminuir de forma significante a emissão dos GEE recebem os créditos e os vendem para aqueles que não conseguiram realizar tal redução; desta forma, aqueles que alcançam a redução lucram, enquanto os mais poluentes devem comprar os créditos para reduzirem as suas multas. Assim, se o crédito de carbono se tornar futuramente um mercado disseminado no mundo todo, haverá grande perda de capital por parte dos países e empresas poluentes. Esse mesmo capital, então, terá como destino as empresas e os países mais limpos nesse contexto. Logo, a existência deste mercado poderá servir de motivação para que muitos cumpram o propósito do Protocolo de Kyoto, assim como poderá abrir um caminho para a busca pelo desenvolvimento sustentável.

  8. GRUPO – 4. CONTRA
    Em teoria, a estratégia em que se baseia o mercado de Créditos de carbono, é muito bem fundamentada. Atualmente, o mercado de carbono equivale a um conjunto de várias transações por meio das quais volumes de reduções de emissões de Gases Efeito Estufa (GEE) são comercializados. Primeiramente é preciso entender que esse mercado foi criado para ajudar no cumprimento das metas de reduções estabelecidas pelo Protocolo de Kyoto. Os governos fixam metas de redução de emissão de GEE para os diversos setores da economia. Depois de estabelecida a meta, ela é dividida entre os setores que mais emitem GEE, de acordo com o inventário de emissões, e, desse modo, cada setor passa a saber o quanto poderá emitir (anualmente) desses gases.
    Na pratica, porém, o que se pode dizer é que Créditos de Carbono são certificados que autorizam o direito de poluir. As agências de proteção ambiental reguladoras emitem certificados autorizando emissões de toneladas de dióxido de enxofre, monóxido de carbono e outros gases poluentes. As empresas recebem bônus negociáveis na proporção de suas responsabilidades. Quem não cumpre as metas de redução progressiva estabelecidas por lei, tem que comprar certificados de empresas que estão gerando menos gases que sua meta.
    O que está ocorrendo, é que os créditos de carbono estão conferindo aos países desenvolvidos o direito de poluir, pois estes, não conseguindo alcançar a metas de redução de emissão, compram os créditos de países em desenvolvimento, que de maneira geral, poluem menos gerando créditos que são vendidos aos países desenvolvidos.

  9. Grupo 6 – A Favor

    Sob a ótica da sociedade capitalista em que vivemos, os créditos de carbono são sim, uma ótima saída para conter o aumento das emissões de poluentes.
    Bom, primeiramente devemos frisar que o objetivo principal de uma empresa ou país é aumentar sempre seus lucros e acumular capital, e é justamente aí que entram os créditos de carbono, e entram muito bem, aliás.
    Digo isso porque, a partir do momento em que uma empresa reduz sua emissão de poluentes de acordo com a meta estabelecida, ela recebe um incentivo (que vem na forma de créditos de carbono comercializáveis) para continuar cumprindo esta meta.
    Por outro lado, se uma empresa ou país polui mais do que deveria (além da meta), ela deve comprar créditos de carbono, o que acaba por diminuir a receita e os lucros desta mesma empresa ou país. Mas, logicamente falando, se o objetivo de uma empresa ou país é aumentar sempre seus lucros e a poluição que ela emite é um empecilho para tal, por que a mesma insistiria em manter alto seus índices de emissão de poluentes?
    Percebemos então que os créditos de carbono estão muito bem contextualizados com a nossa realidade.
    Além de tudo isso, essa busca por diminuir as emissões de poluição, incentivadas cada vez mais pelos créditos de carbono, podem ser associadas ao desenvolvimento de pesquisas e tecnologias nesta área, onde nós, futuros engenheiros eletricistas, podemos vir a atuar.

  10. Grupo 4 – Contra

    Os créditos de carbono são uma “moeda” utilizada principalmente pelos países industrializados para certificar o direito de poluir. O princípio desse projeto gira em torno de uma ideia muito contraditória: quando se atinge a meta de redução da emissão de gases que provocam o esfeito estufa, ganha-se o direito de emitir tais gases. Acredito que o Crédito de Carbono tornou-se mais uma forma de enriquecer os capitalistas, pois os certificados podem ser comercializados através das Bolsas de Valores e de Mercadorias, sendo que 1 crédito equivale a 1 tonelada de poluentes.
    Assim, essa medida implantada pelo Protocolo de Kioto está longe de ser uma alternativa de preservação do meio ambiente,pois apenas 35 países no mundo, em mais de 190, participam desse acordo. Quer dizer, uma maioria absoluta pode poluir indiscriminadamente a atmosfera terrestre? É Por falta de vontade política que o projeto dos créditos de carbono é muito insignificante como solução para a poluição, já que os maiores países, como Estados Unidos, Rússia, Japão e Canadá, já não demonstram interesse em fazer parte do acordo, uma vez que este pode comprometer a economia deles. O que vejo como a maior falha desse sistema é a falta de uma punição severa ou sansões contra aquele país que polui em grande escala, pois, da forma como está sendo conduzido, o sistema de Crédito de Carbono acaba perdendo a “credibilidade”, uma vez que fica sujeito apenas ao bom senso do capitalismo. Podemos dizer que os Créditos de carbono são apenas mais uma mercadoria girando no sistema capitalista. Apenas enriquecem a propaganda do “ecologicamente correto” sem contribuir de modo significativo para a preservação do planeta.

  11. Grupo 7 – A favor

    O mecanismo dos créditos de carbonos criado pelo Protocolo de Kyoto em 1999 pode não ser o método mais eficaz para combater a poluição gerada atualmente, porém é uma forma consistente que deu início à um mercado voluntário de empresas e países que comercializam sua não poluição. A criação desse tipo de mercado tornou o assunto ”sustentabilidade” algo rentável, e, como consequência, interessou mais pessoas do que apenas aquelas que se interessam e defendem o meio ambiente. Agora, não poluir deixou de ser uma obrigação com o planeta e passou a ser comércio, que pode ser expandido ainda mais com a adesão do resto do mundo e maior limitação dos poluentes lançados.

  12. GRUPO 4 – CONTRA

    Outro ponto que deve ser considerado contra a eficácia dos créditos de carbono como instrumento usado para redução da emissão de gases estufa, é o fato de que existe uma forte demanda por parte dos países industrializados, e uma expectativa futura de que esse mercado se torne apenas mais um negócio, uma fonte de investimento vista do ponto de vista estritamente financeiro.
    Neste caso, existe o risco de os certificados de carbono sejam transformados numa operação financeira, apenas para dar lucro aos seus investidores, acabando por não gerar nenhum benefício ao meio ambiente, situação para o qual foram originalmente idealizados. Existe sim, um grade risco de que na prática, essa excelente ideia, criada para a sustentabilidade e proteção ao meio ambiente, acabe por se tornar apenas mais um instrumento de geração de lucro nas mãos de especuladores.

  13. Grupo7 – A favor

    Com o grande crescimento industrial e a busca pelo desenvolvimento tecnológico dos dias atuais encontramos grande dificuldade em garantir a preservação do meio ambiente. Nesse contexto os Créditos de Carbono se apresentam como meio de promover a preservação ambiental.
    A ideia dos créditos de carbono, estabelecida no Protocolo de Kyoto, consiste em certificados gerados por projetos que, comprovadamente, absorvam ou reduzam as emissões de gases responsáveis pelo efeito estufa. Empresas que conseguem obter esses créditos podem comercializar-los com outras empresas e países desenvolvidos. A principio nos causa a impressão de que os créditos são permissões para poluir entretanto, existem limites nas compras desses créditos. Alem disso, alguns países e empresas que compram esses créditos também investem em formas de desenvolvimento sustentável. Um exemplo é a Holanda que financia uma usina elétrica, no Rio Grande do Sul movida a biomassa.
    Considerar os Créditos de Carbono prejudiciais ao meio ambiente baseando-se em possíveis fraudes cometidas é um equivoco visto que, a idéia dos créditos é trabalhar no sentido de promover a preservação ambiental já as fraudes são fruto de uma corrupção dessas idéias.

  14. Grupo 6 -A favor
    o CREDITO CARBONO, foi umas das solução encontradas para tentar minimizar as emissões de gazes que aceleram o processo de aquecimento do planeta.
    Isto não da o direto, de quem compra estes créditos, de poluir o quanto desejarem, pois existe uma cota máxima de compra, ou seja o direto de poluir é limitado.
    Esta solução leva em conta que alguns países com grande nível de desenvolvimento industrial possam desenvolver novas tecnologias para diminuir estas emissões e também possam favorecer os projetos de reflorestamentos em seu pais ou em países em desenvolvimento e estes benefícios necessitam serem reais e mensuráveis.
    Este projeto leva em conta que o ecossistema não tem fronteira, pois do ponto de vista ambiental oque importa e que haja, a redução de emissão global.
    No Brasil já existem vários projetos de reflorestamentos aprovados.
    :

  15. Grupo 5 – A favor

    O mercado de crédito de carbono, criado pelo protocolo de Kioto(1997). Tem sua principal proposta, que a cada tonelada de CO2 não emitida por um país pode ser negociada no mercado mundial.
    Esse programa tem a vantagem de reduzir a quantidade de gases poluentes emitido na atmosfera, diminuindo o agravamento do efeito estufa, além disso os países que não reduzirem sua emissão ou poluir além da meta poderão comprar créditos de um outro país, o que proporciona a possibilidade de um país em desenvolvimento lucrar com esse mercado, ao vender seus créditos e conseguir condições para desenvolver mais em seus projetos sustentáveis.
    É importante salientar, que há controvérsias, como todo programa que está sujeito à irregularidades em sua administração. Mas o que vem ao caso, são seus resultados positivos durante todo esse tempo.
    O nosso grande exemplo é a Central Térmica a Gás do Aterro Sanitário dos Bandeirantes, localizado na rodovia dos Bandeirantes-SP, que tem abastecido com o gás bioquímico resultante, a Usina Térmica Bandeirantes, que tem capacidade de gerar mais de 170000MW/h de energia por ano, suficiente para abastecer uma cidade de 4 mil habitantes. É uma das maiores usinas de biogás do mundo. Com isso o Brasil ganha créditos, podendo comercializa-lo.
    Percebemos que esse programa não estimula apenas grandes industrias, mas também a população que tem preocupado em usar produtos de origem menos agressivos ao meio ambiente.

  16. GRUPO 1 – CONTRA

    Créditos de carbono ou Redução Certificada de Emissões (RCE) consiste em um certificado adquirido pelos países que reduziram a emissão dos gases que provocam o efeito estufa.O sistema que engloba a RCE prevê a comercialização de créditos de carbono,como commodities,no mercado nacional e internacional.Nesse sistema,uma tonelada de CO2 equivale a um crédito de carbono.Dessa forma,empresas que não conseguiram diminuir a emissão dos gases poluentes tendem a comprar esses créditos,o que as permitem manter ou aumentar a emissão.
    O principal equívoco desse sistema é desfocar o objetivo que está por trás de sua implementação:a conscientização dos problemas do aumento do efeito estufa e a busca de formas para reverter esse quadro.O que acontece é que grande parte das empresas estão visando apenas o lucro,recebido na venda de créditos de carbono,aos benefícios ambientais da diminuição da emissão dos gases poluentes.
    Além disso,uma alternativa eficaz para a solução dos problemas ambientes requer a participação de um número significativo de países.Nesse sentido,outro ponto negativo é que o número de países que firmaram o acordo que engloba os créditos de carbono no Tratado de Kyoto é praticamente irrelevante em relação ao total.Sendo que dentre os que não aceitaram estão,por exemplo,os EUA e o Japão,que são uns dos que mais poluem no contexto mundial.

  17. GRUPO 1 – CONTRA
    A partir do comércio internacional de emissões de carbono, os países compromissados com a redução de emissões têm a possibilidade de negociar o excedente das metas. Porém, é possível observar um conjunto de fatores sociais que não estão previstos pelos defensores desse mecanismo de flexibilização. Com a implantação de um mercado de carbono, a concentração das emissões de poluentes pode se tornar maior em áreas que já têm o nível elevado, uma vez que os grandes poluidores compram o direito de poluir. Não obstante, o protocolo determina que apenas os países industrializados devem enfrentar objetivos vinculados à redução das emissões de carbono, permitindo, assim, que esses possam comprar créditos de carbono gerados por processos de redução de emissões em nações menos desenvolvidas. Dessa forma, tal maneira de controle, faz com que a repartição dos esforços para redução de emissões se torne desigual, já que, os países desenvolvidos optam pela solução mais simples, a compra, ao invés de desenvolver mecanismos para diminuir suas emissões.

  18. GRUPO 3 – Contra

    A iniciativa dos créditos de carbono possui alguns defeitos, que podem prejudicar sim o meio ambiente agravando o nosso problema que neste caso é o aquecimento global.
    Um desses defeitos é a comercialização desses créditos, porque é nele que começa a gerar um desequilíbrio de áreas mais ou menos afetas pela poluição, onde as empresas que poluem menos obtém-se mais créditos e vendem para outras que precisam poluir, neste caso o ideal seria as empresas que poluem mais ao invés de comprarem o direito de poluir( com isso produzir mais, crescer etc), que elas apostassem em mecanismos de mais sofisticados de menos poluição e mais produção, investir no desenvolvimento tecnológico e em pensamentos ecologicamente correto, pois assim ao investir em tecnologia, diminui a poluição, aumenta o crescimento do pais em pesquisas e com novas pesquisas gera o desenvolvimento e crescimento da sociedade como um todo.

  19. Grupo 5 – A favor.

    Os créditos de carbono são uma forma que os paises encontraram para poder minimizar os prejuízos causados pela emissão de gases poluentes na atmosfera terrestre. Na minha opinião essa ação é muito válida tendo em vista que os países desenvolvidos além de não possuírem tantas áreas de reflorestamento eles também não deixaram de produzir em grande escala. É claro que a questão ambiental sempre será de suma importância em qualquer assunto, mas atualmente não conseguimos mais reduzir o potencial de produção e isso implicaria diretamente na qualidade de vida de toda população. Os créditos de carbono são permissões para a emissão dos gases poluentes e de certa forma se essa iniciativa for levada a sério e ser melhorada, em breve a balança será equalizada e a quantidade de poluição estará normalizada com a compra desses créditos que minimizam tais efeitos.

  20. Grupo 6: A FAVOR

    Os créditos de carbono são certificados adquiridos por empresas que conseguem reduzir sua emissão de gases do efeito estufa. Essas empresas, que se comprometeram com o Protocolo de Kyoto, têm um limite de produção de GEE. Assim, os créditos de carbono funcionam como um meio de motivar a redução da poluição gerada, isso porque podem ser negociados no mercado internacional gerando grande lucro, que deve ter uma parte investida no desenvolvimento sustentável ocasionando um benefício ambiental e econômico. Cada país tem uma cota máxima de créditos que se pode comprar, ou seja, o “direito de poluir” é limitado e cada vez mais reduzido. Além disso, os países mais desenvolvidos podem contribuir em incentivar os países em desenvolvimentos a diminuírem a emissão dos gases poluentes através da compra de créditos no mercado.

  21. Os créditos de carbono funcionam basicamente da seguinte forma: é como se cada país pudesse liberar na atmosfera uma determinada quantidade de gases. Alguns não atingem a meta, e podem comercializar esta cota na forma de créditos . Outros têm uma atividade industrial tão poluidora que superam o limite e, por isso, compram créditos de quem polui menos ou possui áreas de floresta conservada. Desta forma o meio ambiente – bem indisponível e propriedade de todos – passa a ser comercializado, negociado. Certamente essa medida é uma facilitadora da poluição, já que não diminui a emissão de poluentes no mundo, apenas transfere a “permissão para poluir.”

  22. Os créditos de carbono foram criados como uma maneira de tentar reduzir a emissão de gases que causam o efeito estufa por parte das empresas e também de conscientizar a população e os países sobre o efeito poluição no planeta. A ideia central prevê que as empresas que conseguirem reduzir a emissão de gases poluentes e assim produzirem abaixo do limite estipulado pelas agências reguladoras ou por acordos entre países, possam comercializar os créditos gerados pela agências de meio ambiente com as empresas que ultrapassaram o limite estipulado. Mas esse meio utilizado para tentar diminuir a emissão de poluentes não prevê que as empresas poderão poluir muita mais se estiverem dispostas a pagarem para poluir e assim provavelmente aumentar ainda mais a poluição em locais e países com os índices de poluição já elevados. Além disso seria mais interessante se essas empresas investissem em mecanismos que diminuíssem a emissão de poluentes e assim, a médio e longo prazo, teríamos um maior retorno em relação à diminuição da emissão de poluentes.

  23. GRUPO 1 – CONTRA

    Crédito de carbono surgiu com o protocolo de kyoto como um projeto alternativo para redução dos gases que aceleram o aquecimento global. Se uma indústria, por exemplo, diminuir sua emissão de CO2 na atmosfera por investimentos internos, e em seguida passa por uma avaliação de órgãos internacionais, caso aprovada, cada tonelada de CO2 que “deixaria de ser eliminada” torna-se 1 crédito.
    Um projeto que deveriam funcionar como uma solução promissora para a redução dos gases poluentes, na verdade tentam neutralizar a emissão, mas acabam tirando o ímpeto de buscarmos novas soluções sobre a mudança climática. Visto que se um reduz sua poluição acaba vendendo seu suposto excedente para outro poluir.
    “Um relatório divulgado durante uma reunião da ONU em Bonn disse que uma onda de créditos relativos ao carbono florestal poderia também desacelerar a luta contra o aquecimento global e desviar bilhões de dólares que poderiam ser investidos em tecnologias limpas. Matéria de Alister Doyle, da Agência Reuters.”

  24. Grupo 2 – Contra

    No mundo globalizado e capitalista em que vivemos atualmente, a preocupação com as questões ambientais torna-se cada vez mais importante, já que as indústrias estão poluindo cada vez mais. Em meio a esse contexto, surgem alternativas como os créditos de carbono para tentar atenuar tal poluição.
    Os créditos de carbono são declarações emitidas para empresas que conseguiram reduzir seu níveis de poluição. Ou seja, o que uma empresa deixa de poluir, segundo os níveis de poluição estabelecidos, pode ser convertido em créditos, e estes podem ser negociados.
    Porém, os créditos acabam intensificando ainda mais a poluição, pois empresas ou países que já atingiram seu nível de poluição (estabelecido pelo Protocolo de Kyoto) podem adquirir tais certificados. Ou seja, eles garantem a uma empresa ou país o direito de poluir.

  25. GRUPO 4 – CONTRA

    O comércio de créditos de carbono não atua como solução do aquecimento global. Os países poluidores ( países desenvolvidos ) não investem em pesquisa e tecnologias que possibilitem a diminuição da emissão de gases poluentes. Ao chegarem no limite de poluição que o Tratado de Kyoto permite , para não sofrerem as penalidades pré-definidas compram créditos de carbono de países subdesenvolvidos .
    Realmente, tudo no mundo atual vira negócio para fins meramente lucrativos.
    Essa medida do crédito de carbono já foi implantada nos EUA , no qual houve fracasso.
    Grandes corporações envolvidas com o comércio de combustíveis fósseis, já foram acusadas de fraude no uso de certificados de crédito de carbono falsificados.
    O crédito de carbono é uma forma de adiar o problema iminente da poluição global .

  26. Grupo 4 – CONTRA

    Crédito de carbono nada mais é que o “direito’’ de poder poluir, são certificados que uma empresa ou até mesmo uma pessoa adquiri quando diminui a emissão de gases do efeito estufa ou quando refloresta uma área. O Protocolo de Kyoto é o responsável para determinar quando cada país ‘’pode poluir’’, ele é o responsável para determinar a equivalência da diminuição dos GEE (gases do efeito estufa) em créditos de carbono; para cada elemento poluente à um valor diferente de crédito. Se bem analisado os créditos de carbono é uma engrenagem para mover a economia, é como um desconto na multa que dos países que ultrapassarem o valor da emissão de GEE teriam que pagar; sendo assim eles favorecem mais a economia que o próprio meio ambiente. Realizando uma analogia, os créditos de carbono obtém o mesmo esquema que um assassino faria se ele matasse uma pessoa e depois fizesse um filho, ele tira a vida de uma pessoa e cria outra, assim como as empresas que compram créditos de carbono elas usam o delas e compram de outras, elas estão apenas “tapeando”a sociedade e fazendo o que mais as convém.

  27. Grupo 5: A favor.

    A ideia de créditos de carbono, proposta pelo Protocolo de Quioto, baseia-se na iniciativa de fornecer créditos aos países e empresas que cumprirem seu papel sustentável com o mundo, ou seja, que seguirem um padrão que diminua emissão de gases poluentes na atmosfera. Esses créditos podem ser comercializados, sendo assim, é vantajoso para as empresas, que acabam lucrando economicamente, e para o mundo, que passa a ser menos agredido ambientalmente. Além disso, há um limite para a compra dos créditos, assim, as empresas ou países não podem simplismente poluir e comprar os créditos. Essa medida não é a solução para a poluição do planeta, mas é um paleativo eficiente até que esse problema deixe de preocupar.

  28. Grupo 5 – A FAVOR

    Visando uma forma de promover a redução do agravamento do efeito estufa pelos gases poluidores emitidos por indústrias e que ainda possa ser benéfica financeiramente a essas empresas, foi criado em 1997, pelo protocolo de Kyoto, o mercado de créditos de carbono.
    De acordo com a quantidade de CO2 que a empresa deixa de liberar, ela ganha um “bônus” em que ela pode negociar com outras empresas, até mesmo por meio da bolsa de valores. As empresas que poluem mais, não atingindo as metas de redução, podem comprar esse crédito. Existindo um limite para essa comercialização, os países devem seguir diversos parâmetros como, por exemplo, promover ações socioambientais.
    Embora seja mal visto, como uma “permissão para a poluição”, os créditos de carbono tem sido de grande eficácia, com inúmeras vantagens. Além de ser um grande incentivo às empresas, é também à população em geral e aos países tanto desenvolvidos como os em desenvolvimento, incentivando a criação de novos projetos sustentáveis. Sendo assim, vantajoso sustentavelmente e financeiramente.

  29. Grupo 3 – CONTRA

    Os créditos de carbono foram criados com o intuito de reduzir as emissões de dióxido de carbono. Entretanto, na prática, tal atitude não se mostra eficiente. O mais falado e não menos importante é a utilização desse mecanismo com o interesse financeiro visto que tal comércio se desvia do principal objetivo (combater o aquecimento global) pois as indústrias e países desenvolvidos continuam poluindo porém, compram certificados de países subdesenvolvidos (que não poluem tanto quanto os de primeiro mundo, logo possuem mais créditos) para realizar tal ação e, dessa forma, não diminui também os problemas das grandes cidades poluidoras causados pela grande emissão de gases. Portanto, tal prática não é de maneira alguma vantajosa visto que ao invés dos países desenvolvidos investirem em tecnologias limpas, sem impactos para o meio ambiente, preferem investir na compra de créditos, o que não é nem um pouco sustentável.

  30. GRUPO 1 – CONTRA

    O mercado de créditos de carbono não é a solução ideal para reduzir a emissão de CO2 na atmosfera. Essa forma de “venda” de créditos não tem como alvo o combate ao aquecimento global pois não inibe a produção de CO2, mas sim, dá o direito de uns poluírem mais ao passo que outros poluam menos.
    Esse comércio mascara a possibilidade de se encontrar soluções reais e duradouras para o aquecimento global, como investimentos em sistemas ecológicos de energias renováveis, porque não reduz a emissão de gases poluentes, e assim mantém o mesmo nível alto de poluição.

  31. Com a intenção de minimizar os gases(Ex.: CO2, CH4)poluentes que são responsáveis pelo efeito estufa, foi instituído pelo protocolo de Kyoto em 1997 um falso mecanismo que reduz a emissão desses poluentes de indústrias a atmosfera. Utilizar países como Brasil(que tem alto potencial de investimento em créditos) para suprir a necessidade de países desenvolvidos não é a solução para a redução do efeito estufa. Ao invés de criar soluções racionais para a minimização dos problemas ambientais, os países(União Europeia) que se dizem preocupados com essa questão apenas criaram um refúgio, um caminho que não visão somente os problemas ambientais mas sim questões de mercado. Numa tentativa de fugir das especulações financeiras a União optou por um caminho de lucro, criando uma máquina fictícia que movimenta bilhões ao invés de optar por um caminho que visasse realmente questões ecológicas e não somente ao ideário capitalista.

  32. Grupo 3 – Contra

    Com relação aos créditos de carbono acredito que as empresas que conseguem a redução de emissão de poluentes deveriam ser recompensadas de alguma forma, porém não repassando o direito para que outras empresas que não tem o mesmo sucesso e eficiência (ou interesse propriamente dito) possam poluir mais ou continuar poluindo.
    As empresas que conseguem atingir as metas estipuladas pelos órgãos ambientais deveriam receber benefícios pelas conquistas e estímulos a continuar a redução e as que não atingirem deveriam ser penalizadas e forçadas a se adequarem.
    Acredito ser muito mais barato adquirir créditos de carbono do que investir em ideias realmente sustentáveis. É mais fácil pagar a terceiros para realizar e neutralizar as emissões de carbono do que realmente buscar soluções eficientes a esta causa e ainda assim continuar produzindo sempre mais visto a elevada demanda e desenvolvimento do mundo moderno em que estamos.

  33. Os Créditos de Carbono foram criados com o objetivo de diminuir a poluição do planeta causada pela emissão dos gáses de efeito estufa, a partir daí, empresas que contribuem para a redução desses gáses ganham o certificado, esse que pode ser livremente comercializado, sendo assim, grandes empresas com níveis elevados de poluição atmosférica compram créditos de empresas que trabalham dentro dos padrões aceitáveis para receber o certificado. Contudo acaba se perdendo o real objetivo dos créditos de carbono e se torna um “negócio” entre empressas com fins lucrativos.
    Acredito que a comercialização dos certificados deveriam ser proibida, pois assim só obetriam as empressas que atuassem dentro dos conformes de sustentabilidade estabelecidos para receber o certificado.

  34. Grupo 5 – A favor
    O Mercado de Carbono surgiu a partir da criação da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança Climática (UNFCCC, em inglês), durante a ECO-92, no Rio de Janeiro.

    Em 1997, durante uma de suas mais importantes reuniões em Quioto, Japão, foi decidido que os países signatários deveriam assumir compromissos mais rígidos para a redução das emissões de gases que agravam o efeito estufa, ficando conhecido como Protocolo de Quioto.
    Este Protocolo, para entrar em vigor, deveria reunir 55% dos países, que representassem 55% das emissões globais de gases de efeito estufa, o que só aconteceu depois que a Rússia o ratificou em Novembro de 2004.
    Assim, o objetivo central do Protocolo de Quioto passa a ser que os países limitem ou reduzam suas emissões de gases de efeito estufa. Por isso, a redução das emissões passam a ter valor econômico.
    Por convenção, uma tonelada de dióxido de carbono (CO2) corresponde a um crédito de carbono. Este crédito pode ser negociado no mercado internacional. A redução da emissão de outros gases, igualmente geradores do efeito estufa, também pode ser convertida em créditos de carbono, utilizando-se o conceito de Carbono Equivalente.
    Para ajudar os países a alcançar suas metas de emissões e para encorajar o setor privado e os países em desenvolvimento a contribuir nos esforços de redução das emissões, os negociadores do Protocolo incluíram três mecanismos de mercado, além das ações de caráter nacional ou esforços de redução individuais : Comércio de Emissões, Implementação Conjunta e Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL).
    Fonte:http://www.ipam.org.br/saiba-mais/O-que-e-e-como-funciona-o-Mercado-de-Carbono-/4

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