Etanol

 

O surgimento dos biocombustíveis trouxe uma alternativa ao uso de combustíveis fósseis e teve uma grande aceitação do consumidor brasileiro, principlamente pelo aspecto ecológico – sendo o etanol menos poluente e renovável, sua adesão foi ampla numa era de conscientização ambiental e preocupações com o aquecimento global – e pelo aspecto econômico, onde soma-se os aumentos do preço do petróleo ao enorme potencial agrícola do Brasil.

No entanto, nos últimos anos, o preço do etanol apresentou grandes variações, além de sua produção, oriunda da cana-de-açúcar, implicar o cultivo de milhares de hectares, significando a  extensão das monoculturas e provocando o desmatamento de áreas de preservação, como a Amazônia.

Após refletirmos sobre a situação do etanol atualmente e à luz das reportagens sobre esse tema, você acredita que o etanol deve continuar sendo a principal alternativa à gasolina?

 

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  1. Contra o Etanol – grupo G

    Muitas pessoas se iludem com o etanol achando que ele não polui o meio ambiente porque ele é um biocombustível, mas estão muito enganadas, pois, ele também causa danos à natureza. Pode não ser um dano tão evidente quanto o dano que os combustíveis fósseis causam, mas também tem sua parcela de culpa.

    O etanol já começa a prejudicar o meio ambiente com o cultivo da cana-de-açúcar que ocupa vários hectares de terra, onde poderiam estar várias espécies da fauna e da flora de acordo com a região onde está sendo feito o seu plantio. E estas plantações acabam causando também a degradação do solo, primeiramente com o uso de agrotóxico e depois de acordo com que o tempo for passando e a cana for sendo plantada naquele local por muito tempo ela retira determinados nutrientes do solo podendo causar a infertilidade da terra. E outro fator seria ao espaço ocupado pela usina de que o produz.

    Na produção do etanol também se utiliza combustíveis fósseis para a queima da cana fazendo assim que gases poluentes sejam liberados no ar. E também em alguns lugares do país não se somente a colheitadeira para se colher a cana ainda se queima a plantação para colher, e isso faz com que o ar seja poluído.

    Agora o etanol também está sendo utilizado em termelétricas, que é uma das formas mais caras de energia, que polui o ar com a emissão de gases poluentes.

    Mas também o etanol ainda está com um preço alto nas bombas dos postos de combustíveis, apesar de que o custo para comprá-lo do produtor tenha diminuído. Fazendo com que o consumidor prefira abastecer com gasolina, pois o preço dela não está com tanta diferença em comparação com o etanol. Também se deve observar que existem situações que se compensa utilizar a gasolina, pois ela fornece melhor potência ao veículo e quando se utiliza o biocombustível no trânsito das grandes cidades não é um bom investimento utilizá-lo porque ele é queimado mais rápido pelo motor do automóvel.

  2. Grupo G-Etanol (contra)

    O que deveria ser o orgulho dos brasileiros é uma decepção para o consumidor. O Brasil precisa diversificar mas de forma consciente, sem ameaças ao abastecimento. O pais precisa rever alguns conceitos, e ter mais confiança no que esta fazendo, para quem sabe um dia o etanol tornar-se uma realidade, pois ainda hoje o governo insiste em uma política já fracassada.
    Insistem em produzir etanol apenas da cana, fazendo com que o combustível dependa do preço do açúcar e das condições climáticas. Enquanto por outro lado, esse errôneo incentivo a monocultura, alem de prejudicar o consumidor, beneficia a concentração dos latifúndios e o aumento do êxodo rural.
    Muitas vezes o baixo custo de produção, comparado a outros países, estão relacionadas a esses problemas sociais e ao emprego de mão-de-obra assalariada de baixíssima remuneração ou seu uso com características de escravidão por divida, dentro dos latifúndios.
    A substituição da agricultura familiar, variada e em pequenas propriedades, cria a possibilidade do aumento do preço dos alimentos em detrimento da pratica de culturas para a produção do combustível e não de alimentos.
    Será que combustível ecológico é esse?Que contribui com o desmatamento, usa a pratica de queimadas desordenadas e a infertilidade dos solos?Será que vale a pena pagar mais caro por um veiculo que eventualmente usa esse combustível?
    A plantação de cana é uma das culturas que mais prejudica o solo, o Brasil tem como exemplo o nordeste, que já teve os solos mais férteis do mundo, mas com o triste período açucareiro tornou-se um deserto. Se nós acompanhar-mos essa política o cerrado e parte da Amazônia, que já tem solos frágeis, terão o mesmo fim.
    Quanto ao desaparecimento dos combustíveis fosseis, e seus malefícios é fato. Porem é muito mais provável dos solos brasileiros se esgotarem mais rapidamente, com a exploração desordenada, adubação incorreta, com a compactação por maquinas, desmatamento, queimadas e monocultura, do que o esgotamento dos poços de petróleo e do pré-sal.
    O etanol não é a única alternativa para se reduzir a emissão de poluentes, pois já existem carros elétricos, GLP, e oxigênio. O etanol foi importante para o desenvolvimento automobilístico, mas não representa o futuro. Pode ser que ele seja apenas uma transição entre os tradicionais motores a combustão para essas novas tecnologias, mas não tão ecologicamente melhor do que o GLP.
    O etanol não é uma energia confiável e seu preço depende de vários fatores.O Proálcool já fracassou na década de 80 e Brasil continua no caminho inverso ao desenvolvimento de novas fontes de energia. O governo até criou uma termoelétrica a etanol, em Juiz de Fora, que entre as inúmeras criticas que poderia fazer, mais uma vez os preços serão repassados na conta de energia do consumidor.
    Cabe aos consumidores criticar e recusar essa política para seja debatida e repensada pelos governantes, e a nós estudantes e engenheiros eletricistas desenvolver métodos mais eficazes e viáveis.

    Fabricio F martins.

  3. Contra Etanol, Grupo G

    A monocultura da cana-de-açúcar no nordeste brasileiro existe a muitos anos, e coincidentemente, é a região mais pobre do país. O Etanol não traz muitos benefícios nas regiões onde a cana-de-açúcar é obtida, pelo contrário, quanto mais é produzido maior é a exploração da mão-de-obra nas plantações. Se hoje em dia você considera o etanol rentável, saiba que seu preço seria bem mais elevado caso todas as leis trabalhistas fossem devidamente cumpridas nas principais regiões onde a cana-de-açúcar é plantada.
    Alem desta questão existe a ambiental, como já foi citado acima. A exploração do solo para a plantação em larga escala pode danifica-lo seriamente e a plantação necessita de vastas áreas, fazendo com que regiões onde existiam ecossistemas sejam substituídas por plantações de cana-de-açúcar, o que causa um dos piores problemas do ponto de vista ecológico, a perda de biodiversidade.

  4. Etanol – Grupo G – (Contra)

    É de se questionar a eficiência energética do etanol onde queimadas afetam o ambiente, aliada ao uso de poluentes na produção como fertilizantes e pesticidas.
    Fora a mão-de-obra muito pouco qualificada, o etanol necessita de muitos terrenos de cultivo para obter a matéria prima, o que gera áreas de desmatamento.

    A indústria do etanol no Brasil está ligada à poluição do ar e da água em uma escala épica, ao desmatamento da floresta amazônica e da mata atlântica e à destruição da savana na América Latina.

    O temor é que o interesse internacional pelo etanol cresça tanto que a cana-de-açucar se torne uma cultura predominante, de extensão maior que a soja.

    A ampliação das fronteiras agropecuárias porém, vem provocando uma devastação ambiental descontrolada, com o desmatamento e queimadas que destroem a floresta.
    Pode reconduzir o Brasil à prática da monocultura que é o plantio extensivo de um único vegetal.

    Alguns especialistas consideram que o etanol não é o substituto ideal do petróleo devido a sua produção envolver gastos de energia em suas várias etapas de produção.

    Assim antes de dizer que o álcool é o combustível do futuro, é preciso desatar os nós que envolvem sua produção.

  5. Etanol – Grupo G – (Contra)
    A produção do etanol no Brasil tem um efeito negativo no combate ao problema do mesmo, porque tem gerado desmatamento e poluição. A indústria do etanol no Brasil está ligada à poluição do ar e da água em uma escala épica, ao desmatamento da floresta amazônica e da mata atlântica e à destruição da savana na América Latina.

    O etanol precisa de muita energia para ser feito causando um gasto excessivo, necessita também de terrenos para ser plantado diminuindo o espaço do plantio de alimentos.
    Apesar dos níveis modestos de industrialização na maior nação da América Latina, o Brasil passou a ser o quarto país do mundo em emissão de gases de efeito estufa.

    Outro fator para a contra o uso do etanol seria à degradação ambiental causada pelo uso de fertilizantes e pesticidas na lavoura da cana e pelo manejo de dejetos gerados na produção do mesmo.

    Com isso, torna-se como uma outra importante desvantagem do etanol, a extração da cana-de-açúcar, por empregar uma mão-de-obra pouco qualificada (assalariada de baixíssima remuneração ou seu uso com características de escravidão por dívida).

    Enfim, a razão pela qual o argumento de que o mundo pode “plantar” o combustível que precisa (no caso, o etanol) parece muito bom para ser verdade é porque realmente é muito bom para ser verdade.

  6. Existem alguns trabalhos que afirmam ser a quantidade de poluente produzida pelo biocombustível (etanol) menor quando comparada aos combustíveis derivados do petróleo. Outro aspecto a se considerar é que é uma mesma quantidade de etanol e gasolina produzirão também a mesma quantidade de CO2 – dióxido de carbono, mas com uma diferença a favor do etanol, pois o mesmo como tem origem na cana-de-açúcar , na fase de crescimento desse vegetal o mesmo promove o sequestro de carbono da atmosfera, fato que não ocorre na formação do petróleo.
    A cana é um produto completo porque produz açúcar, álcool e bagaço, cujo vapor gera energia elétrica. Além de ser ótimo para a economia brasileira.

  7. Etanol – Grupo H (A Favor)

    O Etanol vem se descatado e atraido a atenção do mercado internacional, alem de ser uma fonte de combustivel renovavel, o etanol tambêm polui menos que a gasolina.
    O Brasil por ser um pais com inumeras terras cultivaveis deveria ser um grande produtor de matéria prima para o etanol, infelizmente isso não acontece e o preço acaba que ficando alto, e a gasolina acaba sendo mais produtiva, não ecologicamente falando obvio.Se o Brasil investisse pesado no Etanol coenceteza seria uma excelente forma de substituir gradativamente a gasolina,

  8. O Desenvolvimento Sustentável é uma premissa transversal do atual governo federal e que encontrou no biodiesel uma quase tradução do conceito. Isso porque as vantagens são ambientais, econômicas e sociais, ao se privilegiar a diversidade de culturas e poder beneficiar a agricultura familiar. Já abraçaram a causa, os ministérios do Meio Ambiente, do Desenvolvimento Agrário e o da Ciência e Tecnologia, além da Câmara dos Deputados, que lançou mês pasado o 1º Caderno de Altos Estudos Biodiesel e Inclusão Social.
    Entre as inúmeras vantagens ambientais está o fato de reduzir em 78% as emissões de dióxido de carbono (CO2), por ser renovável, além da diversidade de culturas permitidas. No campo social, a expectativa é que muitos agricultores familiares e pequenos agricultores passem a produzir matéria-prima para a fabricação do biodiesel, que pode ser mamona, babaçu, soja, dendê, girassol… O Ministério do Desenvolvimento Agrário tem cerca de 100 milhões de reais para financiar lavouras do Programa do Biodiesel, cuja meta é cobrir 150 mil hectares, beneficiando 30 mil famílias ainda em 2004. Para 2005 as metas são ainda mais otimistas. Para antender aos 2% de mistura no diesel do petróleo, 150 mil empregos diretos e indiretos serão gerados.
    No campo econômico, sendo o biodiesel um substituto para o petrodiesel, produzido a partir de fontes renováveis, como óleos vegetais, gorduras animais e até óleos de cozinha, será reduzido a importação brasileira dos 6 bilhões de litros de diesel, podendo chegar a zero quando a mistura chegar aos 20%. Isso sem falar que os empregos que serão gerados fará movimentar a economia brasileira, podendo até mesmo diminuir o desenfreado êxodo rural, que vem inchando as periferias das grandes cidades nas últimas décadas. A aposta é tão certa que uma empresa de transporte intraestadual já tem um ônibus modelo que adota o biodiesel, além do exemplo de Varginha, em Minas Gerais, cuja frota de ônibus do município já opera com o combustível limpo.

  9. O etanol vem sendo usado como combustível no Brasil desde os anos 1920, mas foi somente com o advento do Proálcool, em novembro de 1975, que seu papel ficou claramente definido a longo prazo, permitindo que o setor privado investisse maciçamente no aumento de produção. A motivação do governo para lançar o Proálcool foi o peso devastador da conta petróleo na balança de pagamentos do país, que importava na época mais de 80% do petróleo que consumia.
    A produção anual, que estava em torno de 600 milhões de litros, aumentou rapidamente e ultrapassou a meta do programa, de 10,6 bilhões de litros anuais, em menos de dez anos. Com o aumento da produção interna de petróleo e com a queda de seus preços internacionais, o governo perdeu o interesse pelo programa, que passou a navegar à deriva. Os subsídios foram reduzidos e o etanol hidratado perdeu competitividade perante a gasolina; a obrigatoriedade do uso do anidro na mistura com a gasolina e a velha frota de carros a álcool mantiveram o programa vivo, apesar da falta de apoio do governo. Um ponto vital foi a manutenção da infra-estrutura de abastecimento — o etanol estava disponível em mais de 90% dos 30 mil postos de combustível instalados no país.
    Em 2001 o mercado de etanol no Brasil foi totalmente desregulamentado, passando a prevalecer a livre competição entre os produtores. O governo não mais estabelecia preços nem cotas. Felizmente, em 2002 começou uma nova elevação nos preços internacionais do petróleo, e o conseqüente aumento de preço da gasolina, que trouxe de volta o interesse do consumidor pelo carro a álcool — as vendas antes não deslanchavam pelo receio que tinha a população quanto à garantia de abastecimento. Percebendo isso, as montadoras de veículos passaram a trabalhar no desenvolvimento do motor flexível ao combustível (FFV — Flex Fuel Vehicle), que poderia operar com gasolina, etanol ou qualquer mistura desses dois combustíveis. O uso de gasolina ou etanol nesses veículos depende do preço relativo entre eles, considerando que a equivalência em quilometragem é de 0,7 litro de gasolina por litro de etanol.
    Analisando a situação do etanol combustível hoje no Brasil notam-se os seguintes pontos marcantes:
    • O etanol representa cerca de 40% dos combustíveis para motores leves (ciclo Otto);
    • Não existem subsídios para o etanol e, mesmo assim, ele consegue competir com a gasolina; os custos de produção foram reduzidos em cerca de 70% desde 1975;
    • O Brasil é auto-suficiente em petróleo, importando diesel e exportando outros derivados;
    • Cerca de 50% da cana moída no Brasil é usada para produzir etanol;
    • Há uma crescente expansão do mercado externo tanto para açúcar como para etanol, sendo difícil hoje identificar o real potencial do mercado mundial de etanol;
    • O setor sucroalcooleiro está em franca expansão: existiam 320 usinas em 2001, hoje já são 360, e 120 projetos estão em vários estágios de execução (expansões e novas usinas);
    • O Brasil é o maior produtor de etanol de cana no mundo, mas, em produção total, fica atrás dos Estados Unidos, que usa o milho como matéria-prima;
    • A tecnologia de produção de etanol no Brasil está totalmente madura, permitindo ainda alguns ganhos de produtividade na área agrícola e pouca coisa na área industrial; existem variedades de cana geneticamente modificadas que permitiriam grandes reduções nos custos de produção, embora não possam ser utilizadas pela morosidade do processo de liberação.
    Com tudo isso, pode-se afirmar com muita convicção que a produção de etanol no Brasil está perfeitamente consolidada, podendo crescer ainda na substituição da gasolina caso a volatilidade dos preços do petróleo continue. Assim, o Brasil poderá vir a ser um grande exportador de etanol e gasolina.
    Como já havia mencionado acima, a maior motivação para o uso de biocombustíveis é seu potencial de reduzir a emissão de gases de efeito estufa (GEE) de uma forma sustentável. No entanto eles terão de competir com outras formas de energia renováveis e também com tecnologias de seqüestro de carbono, como a injeção e o armazenamento de dióxido de carbono em poços exauridos de petróleo. A economia de energia é uma alternativa de redução de GEE que terá de ser utilizada, mas enfrentará dificuldades em alguns casos por exigir mudança de hábitos, como o uso do veículo particular para transporte. Dessa forma, torna-se muito importante o balanço energético da cadeia produtiva do biocombustível e a quantidade de gases de efeito estufa emitidos na sua produção, incluindo as fases agrícola e industrial. Nesse aspecto, o etanol de cana-de-açúcar tem se mostrado a melhor opção até o momento, pois consome 1 unidade de energia fóssil para 8 unidades de energia renovável produzida; para o etanol de milho ou de trigo essa relação é de 1,1 a 1,5 (dependendo de como se leva em conta o valor energético dos subprodutos). Para o biodiesel, esse balanço indica que a relação entre a energia renovável do biocombustível e a energia fóssil gasta na sua produção só excede o valor 3 para o caso do dendê.
    Outro ponto importante na sustentabilidade do biocombustível é a necessidade de terras para produzi-lo. Comparando o etanol de cana-de-açúcar com o biodiesel de mamona vemos que um hectare cultivado com cana produz mais de 6 mil litros por ano de etanol, ao passo que esse mesmo hectare plantado com mamona proporciona apenas 500 litros de biodiesel. Dessa forma, os 13 bilhões de litros de etanol combustível que substituem cerca de 40% da gasolina utilizam pouco mais de 2 milhões de hectares de cana; para substituir 40% do diesel consumido no Brasil, ou seja, 16 bilhões de litros, seriam necessários 32 milhões de hectares plantados com mamona, o que representa cerca da metade da área cultivada no nosso país.
    Toda a produção mundial de biocombustíveis se baseia hoje nas chamadas tecnologias de primeira geração, o que significa produção de etanol a partir de açúcares ou amidos (cana, beterraba, milho, trigo, mandioca) e biodiesel de óleos vegetais ou gordura animal (soja, mamona, dendê, sebo, óleo de fritura). Estão em desenvolvimento várias tecnologias que utilizam os materiais lignocelulósicos como matérias-primas (resíduos agroflorestais, madeira de florestas plantadas, culturas energéticas de curto ciclo, lixo urbano), que são mais baratos, mais abundantes e podem ser produzidos nas mais variadas condições de solo e clima.
    A cana-de-açúcar será beneficiada com essas tecnologias emergentes, pois além do açúcar ela produz uma grande quantidade de fibras na forma de bagaço e palha; atualmente quase todo o bagaço é usado para fornecer a energia de que a usina precisa e a palha é queimada antes da colheita. Com a redução do consumo energético nas usinas, o fim das queimadas e o início do recolhimento da palha, a produção de etanol por tonelada de cana processada poderá crescer em torno de 50% com a produção de etanol dos resíduos da cana.
    O etanol já é hoje um grande sucesso no Brasil com substituto da gasolina e seu futuro é promissor com o advento das tecnologias de segunda geração. O biodiesel ainda tem um árduo caminho pela frente com as tecnologias de primeira geração e o futuro dependente de outras matérias-primas para as tecnologias de segunda geração; não devemos desanimar, mas não há razões para ufanismo quando se trata de biodiesel.

  10. O ETANOL é extraído no Brasil da Cana-de-açúcar. Nos Estados Unidos é extraído do Milho. Em outras regiões, como na Europa, é extraído também da Beterraba, e da mandioca na Ásia.
    A melhor fonte de ETANOL é da cana-de-açúcar, pois produz mais e seu custo de fabricação é o menor de todos.
    A grande vantagem do álcool (ou etanol) em relação a seu principal concorrente, a gasolina, está na forma como o combustível é obtido. No caso do álcool, trata-se de uma fonte renovável, isto é, que pode ser produzida indefinidamente desde que haja condições mínimas, como a disposição de sol, chuvas e terra para a plantação.

    Já a gasolina é derivada do petróleo, um recurso mineral finito, que, segundo alguns especialistas menos otimistas, pode se esgotar em cerca de 50 anos

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