Sistemas de Potência – 1º Semestre 2014

Transmissão HVDV: Viável ou não?

Recentemente foi inaugurada a maior linha de transmissão de energia em HVDC (corrente contínua em altas tensões) do mundo no Brasil. Essa linha de transmissão liga Porto Velho em Rondônia a Araraquara que fica em São Paulo.

Cabe agora, discutir o quão viável é a transmissão de energia dessa maneira, comparando-a com a transmissão em corrente alternada que até hoje é a forma mais comum de transmissão em todo o mundo.

Para ilustrar, segue o link de um vídeo produzido pela ABB Brasil, empresa que forneceu o aparato para a instalação da linha em HVDC no Brasil.

Grupo 1: A FAVOR

ALYSSON SOARES DE OLIVEIRA
ARTHUR ALEXANDRE LAURO DA SILVA

ARTHUR SOARES MESQUITA
BRUNO HENRIQUE DOS SANTOS

Grupo 2: CONTRA

CECILIA STANZANI KLAPKA
DOUGLAS CUNHA DUTRA
ELVYS ALTINO TEIXEIRA
FERNANDO COLLOR DE OLIVEIRA COUTO
FRANCISCO LUIZ COTTA BRANDÃO

Grupo 3: A FAVOR

HUMBERTO ALMEIDA GUIMARÃES
JOUBERT OLIVEIRA COSTA
LETÍCIA RUSSANO GAIA DA SILVA
LUCAS ALMEIDA FURTADO

Grupo 4: CONTRA

LUIZ FERNANDO PEREIRA
LUIZ HENRIQUE MARQUES
LUIZ OTÁVIO DE OLIVEIRA CUNHA
MANUELA COSTA FILGUEIRAS
MARIA CAROLINA JACOB DE PAULA

Grupo 5: A FAVOR

MARIANA BIGOGNO SILVA
MARINA VIDAL COUTINHO
MATHEUS AFFONSO ROCHA
NATALIA VIVIANNE DA SILVA FONSECA
PABLO JUAN DA FONSECA ROMUALDO

RODRIGO DE MELLO NOVAES

Grupo 6: CONTRA

RENAN SILVEIRA SENA

ROBERTO ÁVILA DE ALMEIDA JUNIOR

THAIS DA SILVA LOVISI
VICTOR TADEU DA SILVA RODRIGUES
VINICIUS CURCIO DE MORAES

 

logopet

0 thoughts on “Sistemas de Potência – 1º Semestre 2014

  1. Vale ressaltar que a transmissão em corrente contínua não pode ser geral, pois seria mais viável utiliza-la em grandes distâncias, pelo fato de utilizar poucos fios e torres que suportam menos carga, já que as torres de transmissão em CA utilizam torres mais robustas devido ao grande número de cabos, assim maior a massa; alem disso o fato de que a grandes distâncias uma transmissão CA sofre efeitos capacitivos e indutivos consideráveis em sua linha.
    Porém a transmissão em CC a baixas distâncias seria totalmente inviável economicamente, pois a energia elétrica geralmente é gerada em CA pelos geradores nas Usinas, sendo em maior escala as HHE e HTE no Brasil. Para se transmitir em CC teria que incluir no circuito componentes como retificadores, reatores de alisamento e filtros CC para converter a energia de CA para CC, além disso logo após a transmissão teria que ser utilizado os mesmos componentes para converter a energia de CC para CA, sendo que a distribuição é feita em CA, então economicamente não seria viável.
    Agora qual a melhor transmissão? na minha opinião é aquela que atende melhor a necessidade de transmissão e seja mais viável em custo e benefício, sem podendo ser CA ou CC, desde que a energia chegue onde se deseja.

    • Grupo 3 – A favor;

      Não há dúvida que as histórias passadas e presentes variadas vezes se entrelaçam, de modo que o hoje, ás vezes, se apresenta como um reflexo do ontem. A grande questão “AC or DC?” levantada no final do século XIX, é colocada novamente em xeque, em outros moldes e formas, mas com as mesmas motivações, de trazer ao mundo da melhor maneira possível, a essência de toda tecnologia moderna: a eletricidade. E uma das questoões que muito se discute atualmente é a transmissão de eletricidade por meio do sistema HVDC e a sua viabilidade.
      Entre prós e contras, muitos questionamentos são levantados. É preciso que analisemos os parâmetros não mais a partir da tecnologia desenvolvida nos anos 50 ou 60, quando o Sistema de Transmissão em Corrente Alternada estava em seu aápice devido as inúmeras facilidades que o mesmo apresentava, mas que analisemos tais parâmetros a partir da tecnologia atual. Vivemos em épocas que o contigente eletrônico assume grandezas extra-continentais, e graças ao desenvolvimento dos semicondutores e suas aplicações, a transmissão em HVDC se apresenta como a proposta de um resnacimento tecnológico na aréa dos sistemas de potência.
      A transmissão em HVDC traz ao mundo uma série de inovações, apresentadas de modo eficiente, rentável e confiável. Além de diminuir os custos com cabeamentos, uma vez que a transmissão em CC demanda apenas dois condutores (positivo e negativo), a eficiência energética apresentada na transmissão a longas distâncias sobrepõe em muito às redes em CA, diminuindo as perdas apresentadas, aumentando a confiabilidade durante a transmissão (ou seja, menor ocorrência de defeitos e intempéries na rede) dentre vários outras vantagens tecnológicas, como o controle do fluxo de potência, a fácil sincronização entre redes de frequências diferentes e etc. Talvez a um curto prazo tal forma de transmissão se apresente, de certo modo, inviável , mas a longos prazos e com os olhos no futuro poderá trazer uma nova era na eletricidade, de tal que forma que a possível inviabilidade presente se converta em uma viabilidade atual e progressista.

    • Douglas Cunha Dutra

      Grupo 2: Contra

      Essa discussão vem sendo feita desde a Guerra das Correntes, no qual quando os EUA estavam começando a usar a eletricidade para substituir a energia a vapor. A partir dai surgiu a duvida de qual melhor sistema a ser usado, defendido por Thomas Edison a transmissão em CC, e por Nicola Tesla em CA, nessa disputa Edison chegou ate a eletrocutar animais para provar o perigo da energia CA, no fim permaneceu o sistema de Tesla, pela simplicidade de que a energia era gerada em CA.

      Como a energia produzida nas usinas é gerada em CA, e com a utilização de transformadores e possível elevar a tensão, para que a corrente seja de menor intensidade, consequentemente a espessura do fio é menor, diminuindo o custo. Em energia CC não é possível a utilização de transformadores para elevar ou abaixar a tensão, logo é necessário converter CC para CA com a utilização de conversores, para poder se utilizar os transformadores. Assim a transmissão de altas tensões em CC (corrente continua) tem o custo beneficio melhor que a transmissão atual de CA (corrente alternada) apenas quando a distancia supera por volta dos 1000 km de distancia.

      Uma peculiaridade com a transmissão em CC é que faz surgir um campo elétrico sendo polarizado unidirecional e por causa disso pode originar uma corrente iônica e o surgimento de cargas espaciais, o que não ocorre com a CA, já que seu campo muda constantemente.

      A troca do sistema CA por CC é inviável, pois seria um gasto muito grande com a utilização de conversores e remanejamento do sistema. Outro problema é a grande quantidade de tecnologia que é necessária para implementação, demanda uma mãe de obra qualificada que nos não temos. Portanto, a melhor opção seria a utilização de ambas formas de energia, levando em conta qual possui o melhor custo beneficio de acordo com a situação.

  2. Grupo 1 – A favor

    A tecnologia de transmissão HVDC atende a necessidade de transmitir energia elétrica em grandes distâncias, com menores perdas energéticas e custos inferiores em relação à transmissão por corrente alternada. O custo de uma linha de transmissão depende dos cabos utilizados, sendo que transmissão em corrente alternada necessita de três conjuntos, contra dois da tecnologia de transmissão HVDC – que pode usar até mesmo apenas um, com a Terra como retorno.
    Adicionalmente, com uma linha de corrente continua é possível interligar dois sistemas assíncronos ou em frequências diferentes, razão pela qual é adotada por vários países, como França, Inglaterra e Estados Unidos. Outra vantagem é que essa tecnologia é particularmente vantajosa em transmissão submarina de energia, pois longos cabos submarinos de corrente alternada têm uma alta capacitância.
    A título de exemplo, uma linha de transmissão instalada na Índia entre as províncias de Orissa e karnataka, com extensão de 1450 Km e em operação desde 2003 permite a interligação de duas redes regionais assíncronas na malha energética do país. Outro exemplo de sucesso da implantação da transmissão HDVC deu-se na região de Nova Délhi, com uma linha de 2500MW e 800 km, que promete reduzir as perdas em 37% e a emissão de 688 mil toneladas de CO2 – pois se trata de geração térmica.
    Por fim, os custos das estações conversoras podem ser compensados pelos custos reduzidos da construção de linhas de transmissão, desde que essas linhas tenham comprimento considerável. Assim, a HVDC é a melhor tecnologia para transportar grandes quantidades de energia em longas distâncias, como entre o norte e sudeste brasileiro.

  3. Grupo 6 : Contra

    A energia que utilizamos é produzida em usinas, e projetada para que os elétrons se movimentem em correte alternada (CA), e geralmente essas usinas ficam a longas distâncias do local onde a energia será consumida. Em CA não há muita perda da mesma, devido a distância, pois esta suporta altas voltagens (quanto maior a voltagem, mais longe a energia chega sem perda), ao contrário da corrente continua (CC), esta em longas distancias possui grandes perdas, pois não suporta altas voltagens.
    No lado financeiro a transmissão em CC, também não é muito favorável, pois os transformadores não aceitam esta corrente, assim existe a necessidade da implantação de retificadores (que convertem corrente continua em alternada), pois toda a rede do Brasil é planejada em CA, e para a energia chegar nas casas ela passa pelo transformador para diminuir a voltagem para 127 ou 220 V, e essa transformação não se torna possível com a continua. Isto então, significa um alto investimento, pois não é algo barato, e muito menos algo que será comprado em pouca quantidade, pois estes devem ser instalados em toda rede aonde existe a necessidade da corrente passar por um transformador para reduzir a voltagem e ser distribuída nas residências.
    E além disso, de acordo com o vídeo, os materiais que devem ser utilizados na implantação de linhas de transmissão em HVDC, são grandes, pesados e caros, e como a proposta é redes em longas distâncias isso demandaria uma boa logística para a instalação, algo totalmente falho em nosso país, pois nossas rodovias e ferrovias são totalmente precárias (o Brasil não investe em nada nesta área) o modal aeroviário também possui falhas e na maioria das vezes se apresenta mais caro do que os outros.
    Então transmissões em HVDV não é nem um pouco viável, ou interessante para o Brasil.

  4. Grupo 4 : Contra

    Pela necessidade do uso de subestações conversoras, a transmissão em HVDC torna-se muitas vezes projetos caros e complexos.

    Basicamente a transmissão HVDC e feita da seguinte maneira : geração em corrente alternada , conversão em corrente contínua(processo de retificação) em subestações conversoras,transmissão a longas distâncias para outras subestações conversoras(processo de inversão),e distribuição para o consumidor em corrente alternada.

    As subestações devem ser cuidadosamente bem projetadas,pois ocorre um controle complexo da corrente,havendo a necessidade de um investimento de alto custo dos equipamentos de conversão,e de proteção ( tiristores de alta potência,filtros,disjuntores,etc ).

    Sendo assim a transmissão em HVDC torna-se um projeto caro e inviável em determinadas situações,como por exemplo a baixas distâncias.

  5. Aluna:Manuela Costa Filgueiras
    Grupo 4
    Posição:Contra

    Na implementação inicial dos sistemas de transmissão e distribuição de energia elétrica,começaram os debates sobre qual sistema de transmissão implantar.O sistema de corrente alternada foi escolhido pela praticidade do uso de transformadores e custo inferior dos geradores e motores.
    O uso de corrente alternada permite que a energia seja transmitida, elevando-se a tensão com transformadores. Diante do desenvolvimento da eletrônica de potência, do aumento da demanda e das distâncias entre geradores e centros de carga, a proposta de corrente contínua(HVDC) tornou-se viável.Porém, há ainda muitas desvantagens na implementação das linhas de transmissão em corrente contínua.
    De início, o uso de corrente contínua em um sistema de corrente alternada necessita de subestações conversoras,no qual convertem a energia entre os dois sistemas.A conversão é necessária pois a corrente produzida nos geradores e transmitida para as cidades é alternada. Basicamente, as conversoras são compostas por tristores de alta potência e essa tecnologia apresenta custos elevados em relação aos sistemas de corrente alternada.
    Os sistemas atuais carecem de disjuntores específicos, devido a dificuldade de interromper altas correntes. O controle da corrente é realizado pelas subestações conversoras, através dos tristores. Logo ainda não existem redes em CCAT, somente linhas interligando dois pontos, ou sistemas multi-terminais que devem ser controlados como um todo.
    Outras peculiaridades também são encontradas no sistema de transmissão HVDC: o campo elétrico é polarizado unidirecionalmente, ao contrário da corrente alternada, originando uma corrente iônica e o surgimento de cargas espaciais. Assim, o aterramento deve ser cuidadosamente projetado,demandando um maior custo e cuidado pois, em caso de operação monopolar da linha, o aterramento injetará altas correntes no solo, podendo culminar em um secamento e um aumento irreversível da resistividade, inutilizando todo o sistema
    Dessa forma, conclui-se que para médias e grandes distâncias o custo da transmissão em HVDC é muito maior do que a transmissão em corrente alternada e demanda mais cuidado , por isso seu uso é ainda muito restrito , inclusive no Brasil.

  6. Grupo 1 – A Favor

    As vantagens do uso do HVDC pode se dar por vários motivos:
    Pode-se aumentar a capacidade de transmissão de uma linha sem a necessidade de instalação de cabos adicionais, principalmente em locais remotos onde esse processo é muito dispendioso, já que no HVDC consegue-se conduzir mais energia por cabo, devido ao fato da voltagem contínua do DC ser menor do que o pico voltático do AC. Isso permite que com os mesmos cabos conduza-se mais energia às áreas de constante aumento de consumo energético.
    Usa-se apenas dois cabos (o positivo e o negativo) para conduzir a energia, em contraposição aos 3 utilizados em transmissão AC. Com isso, o custo com cabos é 33% menor, além da perda energética também diminuir devido a essa menor resistência.
    Logo, apesar dos equipamentos usados para a conversão de AC para DC serem onerosos, o custo para se transmitir energia em HVDC a distancias superiores a 1000km são menores do que usando o atual sistema em corrente alternada, Pode-se, por exemplo, ligar fontes em áreas remotas a grandes centros urbanos e/o industriais com perdas de apenas 3% a cada 1000km.
    Outra vantagem é que os sistemas HVDC causam menor agressão ao meio ambiente. O corredor de passagem de suas linhas de transmissão chegam a ser 3 vezes mais estreitos do que os do AC, reduzindo, por exemplo, o desmatamento de floresta nativas principalmente no Norte brasileiro, onde se está construindo usinas hidrelétricas e, consequentemente, aumentando o número de linhas de transmissão.
    Por fim, os sistemas HVDC podem interligar pontos de frequências diferentes ou não sincronizadas através do sistema HVDC back-to-back, como no caso entre Brasil e Argentina. Isso aumenta a estabilidade de todo o sistema elétrico do país, já que desacopla sistemas e controlam o fluxo de potência, reduzindo os efeitos cascatas de falhas de uma rede para a outra.

  7. No Brasil, a implantação de um sistema de corrente contínua em alta tensão (HVDC), torna-se um procedimento inviável. Isso tem como principal causa o fato de ser um processo caro, pois a rede de transmissão brasileira é composta em sua maior parte por corrente alternada, e a substituição desse sistema por outro de corrente contínua seria economicamente inviável.
    Esse grande custo tem por motivo a necessidade de subestações conversoras, nas quais a energia é convertida entre os dois sistemas. Para essa conversão são necessários filtros, tanto no lado da corrente contínua quanto na alternada, que promovem o alisamento da onda. Além disso, o sistema carece de disjuntores específicos devido a dificuldade de interromper altas tensões. Essa necessidade de várias peças caras torna o custo benefício do projeto inconfiável.
    Ademais, para a manutenção, implantação e otimização desse sistema, é necessário mão de obra qualificada e específica para tais operações, e, pelo fato de ser uma área nova no Brasil, ocorre baixa oferta de trabalhadores em curto prazo para a área; assim, seria necessário importar mão de obra, o que encareceria ainda mais o projeto. Outrossim, existem poucos fornecedores da matéria-prima para implantação dessa rede de transmissão, levando à uma dependência de certas empresas e elas podendo cobrar mais caro pelas peças.
    Pode-se, pois, perceber que não há viabilidade na inserção do HVDC no Brasil.

  8. Grupo 5: A FAVOR

    Vários aspectos devem ser levados em consideração na escolha da transmissão entre
    corrente contínua e corrente alternada: Como avaliação dos custos de transmissão
    (distância de transmissão), considerações técnicas, fiabilidade e disponibilidade,
    visando a melhor eficiência do sistema.

    A principal razão para se utilizar HVDC ao invés da transmissão HVCA é
    econômica.
    Conforme dito anteriormente, as linhas de transmissão de corrente contínua
    possuem apenas dois condutores. Por isso ocupam corredores menores, podendo ser até
    três vezes mais estreitas do que os das linhas de transmissão em corrente alternada para
    a mesma potência a ser transmitida.
    Como consequência os custos de desapropriação do
    terreno, da torre e de seus cabos, são menores, além de causar um menor impacto
    ambiental.
    A distância a partir da qual a transmissão em corrente contínua tem custo menor que a
    transmissão em corrente alternada é chamada de “break-even distance”. Esta distância
    pode assumir valores entre 600 e 800 km para transmissão aérea, entre 24 e 48 km para
    transmissão por cabos submarinos, ou entre 48 e 96 km para transmissão por cabos
    subterrâneos .
    Então, a partir do ponto definido como “break-even distance” o custo
    total de um sistema de transmissão c.c. é menor que o custo total de um sistema de
    transmissão C.A. convencional, mesmo incluindo os custos das estações retificadoras e
    inversora.

    Os sistemas de transmissão HVDC possuem uma estação retificadora , e uma estação inversora responsável por inverter a corrente contínua em corrente alternada novamente. Nesse sistema de transmissão há apenas dois condutores com polaridade (+) e (-) . No sistema de transmissão HVCA , a tensão trifásica da rede é elevada , através dos transformadores, e transmitida diretamente. Na transmissão HVCA utiliza-se três condutores referentes às três fases do sistema elétrico.
    Há outros fatores que influenciam o custo total de uma linha de transmissão HVDC, como o custo de compensação de reativo e de equipamento terminais (filtros e conversores). Linhas de corrente contínua ao contrário das linhas de corrente alternada, não exigem compensação de potencia reativa, porém os custos com equipamentos terminais são maiores na transmissão c.c.
    Na transmissão em HVDC é possível controlar o fluxo de potência ativa e reativa. A ausência do efeito pelicular e a diminuição do efeito corona também são outras vantagens da transmissão c.c..

  9. Grupo 2- Contra

    O sistema de transmissão de corrente contínua em alta tensão (HVDC) vem sendo muito discutido atualmente pelo fato de possibilitar o transporte de grandes quantidades de energia a uma longa distancia.
    No entanto, esse tipo de sistema tem suas desvantagens. Como, por exemplo, devido a nossa rede ser em sua maioria de CA, existe a necessidade de que esta seja convertida em CC quando sai das usinas para ser transmitida, e depois reconvertida para chegar ao seu destino. Dessa forma, o número de conversores devera ser grande, aumento bastante o custo de implementação, assim, a transmissão por CC é viável apenas para longas distancias.
    Outro fator que causa empecilhos é que, por ser uma tecnologia nova no país, ainda existem poucos fornecedores da aparelhagem necessária, fato que, além de contribuir para torná-la mais cara, também agrega consigo a falha no sistema de transporte existente no Brasil, que dificultaria a demanda do maquinário.
    Portanto, no momento, o uso de HVDC apenas ainda não é o melhor sistema devido aos problemas tanto financeiros quanto estruturais do país atualmente.

  10. Grupo 1 – A Favor

    A transmissão de energia elétrica deve ser feita de forma sensata, visando minimizar os custos e perdas e maximizar os benefícios da população. Pensando nisso, é necessário estudar a situação para optar pela transmissão (C.A ou C.C) que melhor atende ás circunstâncias. Atualmente, o Brasil utiliza corrente alternada (C.A )para transmissões a longas distancias devido a suas pequenas perdas, entretanto, há de se ressaltar que a transmissão em corrente contínua de alta tensão(ou HDVC) também apresenta vantagens apreciáveis.
    Vale lembrar que a HDVC possui uma serie de desvantagens tais como: maior dissipação de energia ao longo da transmissão ( quando comparada à C.A) e também a necessidade subestações conversoras tanto no inicio quanto no final da transmissão, que transformam a C.A (que é gerada na usina) em C.C e depois voltando a C.A (para será utilizada em nossa casas). Toda via, avalio como ínfima essas desvantagens desse meio de transmissão quando comparadas ás suas vantagens.
    Uma delas é o fato da HDVC necessitar de apenas dois conjuntos de cabos para ser transmitida, diferentemente da C.A que exige três. Além do mais, é possível transmiti-la através de um conjunto de cabo caso usemos a terra como retorno. Parece pouco, mas, se consideramos as longas distancias que as redes de transmissão poderão percorrer (a partir de 1000, 2000,3000km), a economia de um ou dois cabos equivale a uma considerável redução de custos pelas empresas. Portando, avalio a HDVC como uma excelente opção para transmissão de energia elétrica a longas distancia.

  11. Grupo 3 : A favor

    Basicamente, para analisar se uma transmissão é viável ou não, deve-se olhar o custo da transmissão, sua estabilidade e o impacto ambiental causado.
    O sistema HVDC é um sistema bifásico(necessita-se de 2 conjuntos de cabos), diferente do sistema de CA( trifásico), que faz o uso de 3 conjuntos de cabos. Sendo assim, na questão financeira, o sistema HVDC torna-se mais viável por conta de ter um cabo a menos, o que é um custo significativo, principalmente para distâncias muito grandes.
    Outra grande vantagem para o uso da corrente contínua de alta tensão, é a característica única de conseguir ligar regiões com frequências distintas ou até não sincronizadas. Um exemplo é o Brasil (Frequência de 60 Hz) com a Argentina (Frequencia de 50hz), onde foi instalado um sistema de HVDC back-to-back .
    Uma questão que não pode ser deixada de lado, é em relação ao impacto ambiental que a transmissão em HVDC pode causar. Acontece que o corredor de passagem para uma linha de transmissão de HVDC chega a ser até 3 vezes menor do que uma linha de CA, para a mesma potência. Isso a torna ainda mais viável.
    Como o Brasil é um país continental e os grandes centros populacionais estarem cada vez mais ausentes de espaços geográficos, é natural que a geração da energia ocorra em lugares mais afastados, o que faz da transmissão em HVDC extremamente viável.

  12. Grupo 4 – Contra

    A transmissão de energia a partir do sistema de HVDC tem diversas desvantagens se comparadas com a transmissão em corrente alternada. Inicialmente temos o problema da necessidade de se transmitir a energia com uma tensão muito elevada, para se reduzir as perdas que ocorrem durante a transmissão. A corrente que é produzida nos geradores é alternada, então para transmiti-la como corrente continua temos que usar um retificador, o que eleva o preço das instalações. A corrente que é entregue para os consumidores também é alternada, então teremos que ter mais um retificador nos pontos de distribuição para transforma-la em corrente alternada. Como consequência da afirmação anterior temos a dificuldade de criar novos pontos de transmissão na rede ,pois cada ponto teria que ter um retificador o que é inviável, devido ao fato de o retificador ser um equipamento caro.

  13. Grupo 5 : A favor

    Com o aumento da demanda de energia elétrica e as longas distancias a serem percorridas dos geradores até o usuário, fez da corrente continua em alta tensão, uma alternativa viável na atualidade.
    A principal razão para a implantação da transmissão em HVDC é econômica. A corrente continua, necessita de apenas dois conjuntos de cabos, um para cada polo, enquanto o sistema de corrente alternada é trifásico, necessitando de três conjuntos de cabos. Com isso ocupam corredores menores, possibilitando ser até três vezes mais estreitas em relação as linhas de transmissão alternada, como consequência agredindo menos o meio ambiente.
    A chamada “break-even distance” é ponto de partida pelo qual as linhas de transmissão de corrente continua possuem um menor custo. Portanto a partir do ponto supracitado o custo total do sistema de transmissão C.C é menor para com o sistema de transmissão C.A, mesmo incluindo todas as despesas e custos devido as estações retificadoras e inversora necessárias para a conversão em C.A . Para concluir, a linha de corrente contínua possui autonomia para interligar dois sistemas em corrente alternada, que pode estar fora de sincronismo ou em diferentes frequências proporcionando o aumento da estabilidade do sistema e a possibilidade de controle do fluxo de potência. Tal controle evita o surgimento de possíveis acontecimentos indesejáveis.

  14. HVDV- High-Voltage Direct Current ou Corrente Contínua de Alta Voltagem
    Grupo 2 – Contra
    Com o crescimento da necessidade energética na atualidade, estão ocorrendo diversos debates em torno de qual a melhor maneira de se transmitir a energia elétrica. A maior parte da energia elétrica produzida, independente do meio utilizado, é transmitida por meio de CA (corrente alternada). Outra opção de transmissão é a CC (corrente continua), que, em meu ponto de vista, não é muito viável economicamente e logisticamente.
    Alguns dos motivos que tornam a CC não viável para aplicação maciça na transmissão de energia elétrica são:
    • Alto custo de implantação das subestações responsáveis pela alternância entre CC e CA. Essas subestações são necessárias pois a maior parte do sistema transmite em CA, e CC seria utilizado apenas para longas distancias (da produção, em localidades afastadas, até a distribuição, nos centros urbanos).
    • Equipamentos específicos de alto custo e logística difícil, como disjuntores e transformadores necessários para a transmissão.
    • Tecnologia muitas vezes desatualizada devido à prioridade dada à CA.
    • Problemas ambientais caso não se realize corretamente o aterramento das fiações, geração de íons devido ao grande campo magnético gerado (podem ser prejudiciais à saúde).
    • Altos custos de manutenção e necessidade de mão-de-obra altamente especializada para o gerenciamento.
    Porém, mesmo com estas desvantagens, a transmissão por CC pode ser benéfica, se feita corretamente, para longas distâncias, apresentando menor perda energética, quando transmitindo altas voltagens pela rede.

    Francisco Luiz Cotta Brandao

  15. Grupo 3: A Favor
    O sistema HVDC (corrente contínua em alta tensão) representa hoje uma ótima alternativa de transmissão de energia. Isso se deve ao fato de, além de significar uma maneira econômica e menos agressiva ao meio ambiente, permitir um maior distanciamento entre os pontos de geração, distribuição e recebimento de energia, o que o torna eficiente e viável em um país como o Brasil.
    Analisando custos, temos que, apesar dos equipamentos de conversão de energia de corrente alternada em energia de corrente contínua possuírem um custo relativamente elevado, a linha de transmissão do HVDC é mais barata. Isso se deve ao fato de que este representa um sistema que necessita de dois conjuntos de cabos, sendo que o sistema CA(corrente alternada) necessita de três conjuntos. Além disso, deve-se levar em conta de que esse sistema oferece perdas muito menores. Sendo assim, o custo total de um sistema de corrente contínua é mais baixo que o de corrente alternada.
    Ademais, temos que o corredor de passagem para uma linha de transmissão HVDC é três vezes mais estreito do que o de uma linha de CA com a mesma potência. Esse é uma aspecto de grande relevância, pois reduz o impacto ambiental do sistema.
    A transmissão CA apresenta uma limitação na transmissão e comprimento e é incapaz de fazer a conexão de sistemas de frequências diferentes. O HVDC trouxe solução para essas falhas. Ele possui a característica única de poder interligar pontos de frequências distintas ou não sincronizadas, aumentando, assim, a estabilidade elétrica do país, já que reduz os efeitos de falha encadeadas. Temos como exemplo o sistema back-to-back (interliga Brasil e Argentina).
    Desse modo, em um país extenso como o Brasil pode-se dizer que, além de viável, o uso do HVDC é benéfico e deve ser estimulado.

  16. Grupo 1- A Favor

    Com o crescimento exponencial da população, cresce também a preocupação com a demanda energética para suprir suas necessidades. Como a maioria dos pontos onde é gerada a energia é distante dos principais centros urbanos, o homem começou a procurar uma maneira rápida e eficiente de “transportar” essa energia gerada até as grandes cidades. Dentre as formas de transmissão da energia, uma em especial apresenta um grande destaque.
    Essa tecnologia de transmissão consiste basicamente na transmissão de grandes blocos de energia por longas distancias. O HVDC se comparado a Corrente Alternada, possui uma perda mínima energética. Tornando o sistema mais eficiente.
    Em nosso país, que possui dimensões continentais, o HVDC se torna bastante viável e necessário para tornar o Sistema mais confiável e uniforme. Uma vez que a grande parte da produção energética está distante da região Sudeste do pais. Em outras palavras, posso com o HVDC transmitir grandes blocos de energia de uma região distante, no caso brasileiro a região Norte, para as principais zonas urbanas. Além disso, o HVDC demanda uma quantidade inferior da quantidade de fios; não há variação no campo eletromagnético próximo as linhas, por se tratar de uma corrente continua e assim tornando essa tecnologia um atrativo financeiro.
    Quando tratamos da questão logística em nosso pais não nos deparamos com grandes empecilhos que não permitam a instalação e implantação das linhas HVDC.O país hoje recebe fortes investimentos na área de transporte (rodovias, hidrovias, portos e aeroportos) tornando possível, mesmo em um pais em desenvolvimento, a transmissão em HVDC.
    Vale ressaltar também o exemplo da Índia. O país investe hoje em sua linha HVDC e com ela estará reduzindo a emissão de CO2 em cerca de 600 mil toneladas de ppm com a parceria formada com a Siemens está gerando empregos e modernizando o sistema energético daquele país .Outro exemplo de sucesso é a Nova Zelândia ,onde temos linhas de HVDC submarinas e terrestres ligando o Norte(principal zona urbana) e o Sul(principal produtor energético) da Ilha. Mais uma vez mostrando que graças ao HVDC não necessitamos de uma unidade produtora de energia próxima ao centros urbanos.
    Com todos esses pontos relevantes, conclui-se que a transmissão por HVDC é viável e necessária ,principalmente em um pais com um território tão vasto como o Brasil. É uma opção Barata se comparada a transmissão em corrente alternada ;Ecoeficiente ,pois utiliza uma quantidade menor de materiais nocivos ao meio ambiente ,não interfere no campo eletromagnético próximo as linhas ;Eficiente, pois reduz a níveis mínimos as perdas energéticas.

  17. Grupo 3 – A favor

    A linha de transmissão de energia em HVDC é a opção mais viável para transmissão de energia atualmente. O sistema de CA (corrente alternada) foi largamente utilizado desde os primórdios da distribuição de energia, porém com os avanços da tecnologia foi possível melhor aproveitar a CC (corrente contínua) e hoje é a melhor opção.
    O único problema da CC é o alto custo, em relação a CA, para implantação do sistema. Apesar disso o custo é compensado posteriormente, haja vista que a transmissão em HVDC é mais econômica que a transmissão em ATCA a partir de 1000 km. Outra vantagem é na questão é o tamanho das torres de transmissão que são bem menores e necessitam de apenas dois cabos.
    Outro tipo de vantagem que vale a pena levar em consideração são as questões técnicas: HVDC permite interligação de sistemas, utilizando características de ajustes de potência/frequência não compatíveis com conexão síncrona, controla o fluxo de energia e evita a sobrecarga, impede fluxos indesejáveis em linhas de transmissão CA paralelas, restringe a potência de curto-circuito e Permite a conexão de sistemas elétricos que operam em frequências diferentes, como é o caso de Brasil (60Hz) e Uruguai (50Hz).
    Por esses e outros motivos a transmissão em HDVC é a melhor opção para distribuição de energia em longas distâncias.

  18. Grupo 5 – A favor

    A transmissão em HVDC (CCAT) possui características que a tornam interessante para alguns casos e aplicações.
    Destes, podemos destacar:

    *Transmissão de potência a longas distâncias, que é difícil de realizar com linhas de transmissão em CA, uma vez que seria necessário a correção da potência indutiva/capacitiva nesta linha. Com linhas de transmissão em CC, por não haver caráter reativo na potência, isto não é necessário.

    *Ligações entre sistemas em frequências diferentes. Isto foi largamente implantado na América do Norte. Dois exemplos desta aplicação são as ligações entre a ERCOT(Electric Reliability Council of Texas) e seus vizinhos e entre Quebec e seus vizinhos. Estas ligações representam também uma certa “folga” nestes sistemas, prevenindo um possível déficit. Um exemplo disso foi o apagão de 2003, no nordeste dos EUA. As quedas vinham se propagando nas partes baixas dos Grandes Lagos e em Nova York, mas parou na ligação assíncrona com Quebec. Esta continuou funcionando e fornecendo energia.

    * Ligações submarinas. Ligações em CC podem ser feitas em longas distâncias, como já foi dito, sem perda de confiabilidade. Além disto, ligações em CA teriam problemas com as características reativas da potência, uma vez que no oceano o caráter capacitivo seria maior e o indutivo menor do que nas ligações em terra. Também há o efeito de película (skin-effect) e o número de cabos para uma ligação CA é maior, o que aumenta as perdas. Foi implementada pela primeira vez nos anos 50, ligando a Suécia à ilha de Gotland, no Mar Báltico.

    * Ligações para plataformas de petróleo, que tornam desnecessárias as custosas implementações de geração na própria plataforma, como a eólica ou a carvão.

    No geral, tem crescido muito o volume de pesquisa e estudos sobre a transmissão em HVDC. A previsão é que continuem crescendo e que cada vez mais se use a transmissão. Esta corresponde a um importante aliado para as linhas de transmissão em CA, e um sistema híbrido parece uma boa opção. No mundo todo há projetos de expansão do sistema elétrico em HVDC. Atualmente, no Brasil, podemos destacar as ligações de Itaipu/SP e Garabi, por exemplo. A grande controlabilidade, os custos vantajosos e as menores perdas são um incentivo para tal crescimento.

  19. Grupo 6 / CONTRA

    A transmissão e distribuição de energia elétrica por corrente contínua não é viável por diversos motivos; na corrente contínua é necessário o uso de subestações conversoras, e a utilização de filtros é indispensável para equilibrar a absorção de potência reativa das conversoras, o projeto do aterramento deve ser muito bem preparado pois o aumento de resistividade inutilizará todo o sistema, o uso da transmissão por corrente contínua é limitado para gerar energia nos locais próximos ao consumidor, enquanto que a corrente alternada pode ser conduzida a longas ou curtas distâncias em alta tensão e baixa corrente e quando for necessário diminui-se à baixa tensão para o uso em residências. A conversão de energia em corrente contínua de uma tensão a outra é difícil e exige grande despesa, enquanto que a mudança de tensão à corrente alternada é bem mais simples e de pouca manutenção, sendo assim a corrente alternada é mais indicada para transmissão e distribuição de energia elétrica no Brasil e no mundo.

  20. Grupo 6:Contra

    A transmissão em corrente contínua HVDC é considerada adequada para níveis elevados de potência em linhas de transmissão subterrâneas ou submarinas com distâncias superiores a 150 km, onde uma rede de transmissão Corrente alternada apresentaria maior custo e maiores perdas de potência do que a sua solução equivalente em Corrente contínua. Contudo, a transmissão HVDC baseada no uso de conversores de corrente oferece baixa flexibilidade ao sistema de transmissão limitando seu uso basicamente a aplicações ponto a ponto com elevados níveis de potência.Esse tipo de transmissão em um sistema de corrente alternada necessita de subestações conversoras, no qual convertem a energia entre os dois sistemas,filtros para corrente contínua e corrente alternada.Outro fator importante é que sistemas atuais carecem de disjuntores específicos, devido a dificuldade de interromper altas correntes,e o aterramento também deve ser cuidadosamente projetado: em caso de operação monopolar da linha, o aterramento injetará altas correntes no solo, podendo culminar em um secamento e um aumento irreversível da resistividade, inutilizando todo o sistema.Através de todos esses fatores podemos ver que esse tipo de transmissão não seria viável e ao mesmo tempo muito caro para determinadas situações como no caso de pequenas distâncias.

  21. Grupo 2 – Contra

    O Sitema HVDV – Sistema de Corrente continua de Alta Voltagem esta sendo muito questionada, o motivo e alto custo dos equipamentos e matérias que só encontra fora do país, tendo um gasto ainda maior com a logística dos equipamentos para a construção dessa transmissão.
    Necessitando também de várias subestações ao longo do sistema por causa da alternância entre corrente continua e alternada, aumentando o custo do projeto.
    Outro lado muito importante e os problemas ambientais, o aterramento deve ser cuidadosamente projetado, se não o sistema injetará altas descargas no solo, chegando ao máximo de secamento e um aumento na inutilidade do sistema ambiental.
    Uma opção inovadora e mais avançada pode ser a construção de Parques Eólicos na Bahia e alto mar, pode resolver o problema.

  22. Grupo 5 – A favor

    A transmissão em HVDC foi uma evolução necessária pra demanda atual de energia. Esta precisa ser distribuída da forma mais limpa possível e por longas distâncias, visto que as fontes de geração de energia estão cada vez mais afastadas dos principais centros consumidores. A transmissão por corrente continua preenche muito bem esses requisitos. Em casos de longa distância, o custo final é menor do que os apresentados pela transmissão por corrente alternada. Por usar uma menor quantidade de fios, ter menor perda de energia durante o percurso e causar menos danos ambientais, a corrente continua passou a ganhar espaço. O grupo comercial detentor da maior parte de HVDC do mundo, continua investindo pesado em pesquisa pra tornar cada vez mais viável a implementação. A instalação de HDVC é cara por necessitar de estações conversoras de corrente continua de alta tensão em corrente alternada, mas uma vez instalados os conversores, é a melhor opção custo x beneficio. Além disso, a transmissão por HDVC possui a característica única de interligar pontos com frequências diferentes ou não sincronizadas, o que é extremamente útil e necessário com a globalização, podendo ser também uma solução para possíveis crises energéticas em algum país ou região distante. Por fim, percebemos que a implementação da transmissão de corrente contínua de alta tensão (HDVC) é extremamente viável, embora, por enquanto, seu custo compense apenas para longas distâncias.

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