Sistemas Eletrônicos – 1° semestre 2014 –

Máquinas auto-replicáveis podem realmente impactar a tecnologia e o desenvolvimento global?

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No atual estágio de evolução da tecnologia, é possível desenvolver e programar máquinas para realizar vários trabalhos. Tais máquinas  reduzem muito o tempo de determinada tarefa repetitiva e, além disso, fornecem incrível precisão para outros trabalhos mais delicados.

É possível construir máquinas que ultrapassem os limites do homem, como por exemplo, carros e aviões. Existem máquinas que constroem muitas coisas como carros, prédios, e ainda que constroem outras máquinas. Por que então não desenvolver uma máquina que crie a si própria? Máquinas auto replicáveis ou máquinas auto reparadoras?

Seguindo essa linha de raciocínio, foram criadas tais máquinas. A pergunta que fica no ar é: Essas máquinas podem realmente impactar a tecnologia e o desenvolvimento global? Quais são os pontos positivos e negativos de máquinas autorreplicáveis? Economicamente falando, quais as consequências de se criarem máquinas como essas? E até que ponto, pode-se confiar nessas máquinas?

GRUPO 1: A FAVOR

ALESSANDRA BITENCOURT FERREIRA FERNANDES
ALEXSANDER RODRIGUES PERON
ANA PAULA FERREIRA GOMES
ARMANDO JOSE DE ARAUJO VELOSO JUNIOR

GRUPO 2: CONTRA
BRENDA COSTA LIMA
CAIO SILVA GONÇALVES
DENIS GONÇALVES PEREIRA
ERIC GONÇALVES PUSIOL
FERNANDO ELÍSIO DE ALMEIDA CARNEIRO PRADO

GRUPO 3: A FAVOR
GABRIEL EDUARDO DE LIMA MACHADO
GABRIEL FERNANDES DIAS
GUILHERME SOARES CABRAL DE ASSIS
HENRIQUE REPOSSI NOGUEIRA

GRUPO 4: CONTRA
IVAIR MACEDO JUNIOR
JULIA VIEIRA GAIONE
LUCAS DE SOUZA ALMADA
LUCAS ESTEVES DOS REIS SALGADO
LUDMILA XAVIER TEIXEIRA

GRUPO 5:A FAVOR
MARCELINO VERAZANI DE SOUZA
MARCELO SALDANHA FILHO
NICOLAS PARMA RIOS
OTAVIO DE OLIVEIRA PEREIRA

GRUPO 6: CONTRA
RAMON DA SILVA BARBOSA
RENAN SANTOS SOARES
TAINÃ AUGUSTO PEREIRA VIANELLA
THOMAS PEREIRA CASTRO MAYRINK
WINARDLLEY NARDSON LIMA


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  1. Grupo 5 – A Favor

    As máquinas autorreplicáveis são sistemas baseados em tecnologia de larga escala e em automação e como o próprio nome diz, são capazes de criarem suas próprias peças. Muitos cientistas planejam um desenvolvimento futuro da tecnologia envolvendo a exploração de recursos minerais na lua e em asteroides e até mesmo a construção de fábricas lunares e satélites de energia solar no espaço.
    Outro projeto envolvendo máquinas autorreplicáveis é a RepRap, uma impressora 3D exposta à comunidade, que apresenta todas as peças feitas de plástico e portanto, poderia reproduzir suas próprias peças. O projeto ensina as pessoas a fazer suas próprias máquinas utilizando apenas a matéria e que teria um custo em torno de 500 dólares.
    Esses projetos podem realmente causar um grande impacto na tecnologia e desenvolvimento global, pois ao dar à população a oportunidade de fabricar sua própria impressora 3D por um baixo custo, ao mesmo tempo você cede às pessoas um grande poder na fabricação de qualquer objeto que elas precisarem através de um baixo investimento, economicamente falando. Em relação aos projetos de exploração mineral fora da Terra o impacto econômico e tecnológico é ainda maior se as máquinas autorreplicáveis puderem ser desenvolvidas a esse ponto.
    O principal ponto positivo dessas máquinas autorreplicáveis é a abrangência dessa tecnologia se continuar sendo desenvolvida, porém o principal ponto negativo é que não sabemos até que ponto se pode confiar nas peças produzidas pelas máquinas e, ainda, não é possível produzir peças de qualquer material que se queria, limitando bastante suas funções.
    Em suma, o desenvolvimento desse tipo de máquina deve continuar, pois se trata de uma tecnologia muito recente, mas que fica claro que pode apresentar um alcance muito grande e pode causar um impacto tecnológico e econômico ainda maior caso seus projetos sejam concluídos.

  2. Grupo 1- A favor

    As impressoras 3D chegaram para mudar completamente o modo como vemos a fabricação de objetos. Já existem dezenas de métodos diferentes de impressão 3D, e cada um trabalha de uma maneira distinta e utiliza materiais próprios, que podem variar de simples ligas plásticas a até mesmo tecidos humanos e alimentos. São geralmente mais rápidas, mais poderosas e mais fáceis de se usar do que outras tecnologias de fabricação aditiva. Oferecem aos desenvolvedores de produtos a habilidade de num simples processo imprimirem partes de alguns materiais com diferentes propriedades físicas e mecânicas .Além desses benefícios ela ajudam a baratear a produção e é menos nociva ao meio ambiente pois pode produzir peças mais complexas, principalmente com impressão de metais ,pois a usinagem é muito mais prejudicial ao ambiente pois gera muito mais resíduos. Devemos também destacar a iniciativa da criação de peças para auxiliar pessoas que nasceram com algum tipo de deficiência ou que possam ter adquirido em algum acidente são exemplos as mãos robóticas, dedos entre outros.Com base no exposto acima podemos observar que é de grande valia essa nova forma de imprimir ,pois torna mais rápida a produção e em alguns casos menos prejudicial ao meio ambiente além de proporcionar a algumas pessoas uma melhoria de vida.

  3. Depois de séculos de evolução científica e duas décadas vendo a tecnologia avançar de maneira incrivelmente rápida no campo da informática e robótica, nada mais nos surpreende. A ideia de uma máquina que possa reproduzir a si mesma nem soa muito estranho. A verdade é que o que temos hoje em impressoras 3D não são fortes candidatos a destruidores da humanidade, mas são o começo de um novo modelo tecnologia. O projeto Reprap é particularmente interessante, um grupo aberto de desenvolvimento e que usa a capacidade da impressora de fabricar seus componentes como um meio para que os proprietários de uma maquina façam mais máquinas, disseminando o Rerap.
    As impressoras 3D podem fazer algo parecido com o que a internet fez com a musica e o cinema. Fazer com que as pessoas pudessem carregar arquivos de musicas e filmes protegidos por direitos autorais causou uma grande polêmica em torno da internete e do compartilhamento de arquivos. Alguns objetos patenteados podem ser impressos em casa, carregando arquivos na rede e usando uma impressora 3D, o que já está acontecendo, e isso pode causar prejuízos à determinadas indústrias. Agora imagine que seu vizinho construiu uma impressora auto-replicável e imprimiu uma pra você e outros amigos que vão imprimindo mais impressoras até que uma quantidade considerável de pessoas está com impressoras 3D carregando arquivos e imprimindo objetos em casa. É realmente um potencial muito grande.
    Onde vamos chegar com isso? Em outro planeta construindo uma base à distância? Com um mundo processos contra os que compartilharem arquivos de patentes? Não dá pra saber. Mas é bom ficar de olho, as coisas estão acontecendo rápido ultimamente. É uma tecnologia difícil de morrer, já existem impressoras 3D domésticas com preços acessíveis, e outras como o Reprap. Na Europa e EUA eles tem se espalhado de maneira relevante. Resta esperar e analisar os impactos.

  4. GRUPO 3: A FAVOR

    Com o avanço da tecnologia, surgiu a ideia de se construir máquinas capazes de se consertarem ou de se duplicarem de forma parecida com a reprodução biológica (reprodução mecânica) a partir do conceito da montagem de componentes a partir de coleta de energia e matéria-prima que lhe são fornecidos ou do ambiente em que se inserem. Dependendo de como é realizada a sua programação e de como a tecnologia vem evoluindo, estas máquinas são capazes de realizar um trabalho que diversas outras máquinas fariam em um processo caro e de automação complicada, resultando na redução dos gastos de recursos, em alguns casos sendo menos prejudicial ao meio ambiente, barateando a produção, simplificando os processos e administrando melhor o tempo, reduzindo o mesmo de forma considerável, o que torna viável a utilização destas máquinas para a construção de outras, pois a cada ciclo de duplicação destas máquinas, estas máquinas podem evoluir sozinhas e a partir destas, outras mais eficientes podem participar do processo de autoduplicação, aumentando exponencialmente a produção na medida em que se expandem.

    A ideia de máquinas que saem do controle é controversa, pois apesar de estas máquinas poderem se reproduzir em uma escala muito grande em um espaço de tempo consideravelmente menor, estas dependem de energia para operar, podendo ser desligada como qualquer outra máquina, e também dependem especialmente de uma programação para decidirem quando produzir e em que escala produzir, garantindo uma intervenção humana para o controle do processo, e uma maior segurança de operação, atribuindo a estas máquinas uma total confiabilidade para que possa operar em escala industrial.

    Estas máquinas, por serem rápidas, independentes e economicamente viáveis, são uma das principais metas atuais de estudo e de investimento para aperfeiçoamento da tecnologia envolvida, pois são vistas, dentre as diversas vantagens que elas oferecem, como uma oportunidade para se trabalhar em ambientes inóspitos para um ser humano, como em locais fora do planeta para a exploração de recursos e construção de fábricas solares, o que resultaria em um grande impacto econômico e tecnológico, o que economizaria diversas jornadas tripuladas ou não tripuladas que deveriam ser feitas para que um projeto de larga escala deste tipo fosse concluído sem a ajuda das máquinas que se replicam automaticamente. Esta nova modalidade de processo, independente de sua aplicação e da localidade na qual se aplicam, dispensa a intervenção do homem e de outras máquinas no campo de trabalho, acabando com uma jornada de trabalho que seria longa e que apresentaria uma série de riscos para este trabalhador.

    Estas máquinas podem receber outras funções além de se repararem ou de se replicarem, podem ser utilizadas para produzir outros tipos de materiais e podem ser utilizadas em benefício de diversas pessoas com deficiência ou que sofreram algum tipo de acidente, imprimindo com uma impressora 3D mais moderna, próteses robóticas ou até mesmo partes ou órgãos do um corpo humano, proporcionando uma melhoria de vida significativa para as pessoas.

  5. GRUPO 3: A FAVOR

    As máquinas auto replicáveis foram criadas com base em uma produção em larga escala e de uma maneira geral é encarada de uma forma controversa pela população
    Muitos acham q esse é o começo de um “apocalipse das maquinas” onde o homem será totalmente substituído pelos robôs, o que não é verdade, daí a importância do projeto RepRap por exemplo que expõe uma impressora 3D a comunidade e apresenta ao publico sua capacidade de construção além de incentivar e ensinar as pessoas a fazerem sua própria maquina tendo um custo médio de somente 500 dólares.
    O ponto positivo dessas maquinas é a sua abrangência já que as pessoas poderão usar a criatividade para criar diversos objetos ou peças a um custo muito pequeno e que podem ser determinantes em uma construção ou montagem.E o único ponto negativo que vejo nesse momento é o fato de ainda não poder ser usado qualquer tipo de material como matéria prima, mais que com o passar do tempo certamente será resolvido.
    As consequências da criação dessas maquinas ainda é incerto, mais essa tecnologia tem um potencial muito grande, ainda mais com os grandes avanços tecnológicos da atualidade.Vejo no futuro essas impressoras 3D sendo usadas na produção de próteses robóticas, carros, motos entre outras coisas; mas por enquanto o que nos resta é nos informar e aguardar por esse acontecimento.

  6. GRUPO 3: A FAVOR
    O advento das maquinas autorreplicáveis vem revolucionando a maneira de se realizar projetos, se tornando cada vez mais populares essas maquinas veem conquistando espaço em residências e empresas mundo a fora devido a sua maior rapidez e menor custo de produção. O seu impacto tecnológico já é sentidos por seus usuários que se beneficiam diariamente de seus benefícios e recursos, esse promissor campo aliado a uma intensa pesquisa ira em breve desenvolver a outro patamar a automação e a independência das maquinas consequentemente ira alavancar o desenvolvimento global.
    Até poucos anos atrás, maquinas que se auto replicam ou que conserte seus próprios defeitos era coisa de ficção cientifica, porem hoje muito disso já é realidade, cada vez mais viáveis economicamente essas maquinas estão se tornando vantajosa em diversas áreas como: para a redução de custos de produção, realizando tarefas perigosas, criando produtos com um grau de qualidade e precisão elevados, isso tudo de maneira automatizada software inteligentes elaborados para garantir autonomia.
    Certamente nossa tecnologia nesse campo ainda deve evoluir bastante, com essa expansão as discussões sobre esse assunto devem aumentar, polemicas éticas e morais surgiram, mas nada disso mudara o prognóstico positivo desta tecnologia, suas vantagens são muito mais agudas que as desvantagens. É natural do homem ter medo do que não conhece, e essas maquinas não são um perigo para nós, sua confiabilidade é alta e certamente em poucos anos viremos cercados por elas.

  7. Grupo 4: Contra.

    Com um avanço rápido da tecnologia, surgiram as máquinas auto-replicáveis. Essas máquinas conseguem reproduzir as suas próprias peças, podendo criar outra máquina idêntica. Um exemplo dessas máquinas é a RepRap, uma impressora em 3D capaz de reproduzir objetos de plástico, inclusive as suas peças.
    Apesar das máquinas serem capazes de reproduzir grande parte de suas peças, muitas ainda precisam ser compradas separadamente, como exemplo disso temos os chips que são responsáveis pelo controle das máquinas.
    Outro problema que ainda ocorre é em relação à precisão. A prole das máquinas pode ser funcional por várias gerações. Mas erros pequenos se acumulam pouco a pouco e, portanto, algumas partes terão de ser periodicamente substituídas. E elas nunca serão tão precisas quanto as originais.
    Com o avanço dessas máquinas, no futuro, a mão de obra será dispensada da montagem e até mesmo do conserto, dessa forma, muitos trabalhadores perderão o seu emprego . Com isso, o mercado consumidor será reduzido e até que essa massa seja absorvida pelo mercado de trabalho, haverá uma redução temporária nas vendas. Gerando um impacto negativo na indústria.

  8. Grupo 5 : CONTRA –
    Assim que começou a fabricação das primeiras impressoras 3D , é certo que quase todos se empolgaram com a ideia, botando em prova, a grande praticidade que uma tecnologia como esta tende a melhorar nossas vidas. O que poucos esperavam é que se pudesse produzir a partir de algo tão benéfico, um objeto que causa tanto mal hoje em dia, uma arma.
    E foi isso, o que fizeram. Um estudante,junto com um grupo de amigos, criaram uma arma em impressão 3D, que fora testada, e de fato, funciona. E assim, o projeto da mesma se encontra na internet, para qualquer um que tenha acesso, saiba como criar a sua.
    A arma, a que deram nome de Liberator, fora criada toda em estrutura de plástico ABS, com exceção do pino de disparo, que é feito de metal, e pode disparar munições convencionais. De fato, tendo essa tecnologia disponível, serão as pessoas, e não mais as autoridades, que decidirão se querem ou não portar uma arma de fogo. E claro, causa grande preocupação, principalmente aos órgãos que defendem a política do desarmamento.
    À medida que as impressoras 3D forem se popularizando, a posse de armas se tornará mais fácil, o que poderá tornar mais simples o acesso de terroristas e criminosos a esse tipo de tecnologia, deixando a segurança da sociedade mais frágil. Desse modo, assim como em outros momentos da história como com a invenção do avião e a descoberta da pólvora, por exemplo, a impressora 3D pode ser usada para um fim que não se esperava, tornando-se uma vilã da história.

  9. Grupo 2
    As máquinas autorreplicáveis são atualmente o sonho da indústria moderna, devido à capacidade de construírem e repararem a si próprias sem a necessidade de intervensão humana, dando a elas inúmeras vantagens produtivas, desde em fábricas até em construções no espaço. No entanto, o fato de elas poderem se replicar exponencialmente sem ser preciso que pessoas intervenham traz implicitamente uma ameaça: a possibilidade de elas evoluírem e dominarem o mundo.
    Na série de filmes “O exterminador do futuro”, um software desenvolvido para fins militares acaba por assumir o controle de sua execução, tornando-se capaz de programar a si próprio e tomar decisões para as quais não estava programado. Apesar do enredo pouco convincente, o filme alerta para a possibilidade de que, no futuro, com o enorme aumento da velocidade de processamento nos computadores, programas relativamente simples dotados de capacidade de gerar mutações em seu próprio código possam, ao serem “soltos” em supercomputadores, evoluir como no mundo biológico, mas muito mais rápido, já que cada geração duraria frações de segundo.
    Ao combinar essas duas capacidades, qualquer pessoa poderia criar um inimigo à raça humana em potencial. Com hardware capaz de se autocopiar e software com poder de evoluir, podemos em pouco tempo estar vendo a mesma profusão de vírus de computador que temos hoje na forma de robôs autoconscientes se alimentando de campos magnéticos pulsantes, encontrados nas proximidades de motores elétricos, e usando qualquer tipo de plástico e metal para se reproduzirem. Essas pragas urbanas poderiam se comunicar facilmente através de dispositivo sem fio entre si e à internet, levando à possibilidade de cada máquina se especializar em um tipo de material, podendo, em colaboração conjunta, rapidamente evoluir a andróides armados, transformers capazes de mudar de forma ou ainda arnolds scwhazeneggeres viajando no tempo e montando exércitos para lutar por metais, energia e recursos estratégicos.
    Tudo isso, no entanto, reflete ainda um problema pequeno. Há várias categorias de máquinas autorreplicantes, e a mais incontrolável e perigosa pesquisada atualmente sem dúvida é a dos nanorrobôs. Esses dispositivos nanoscópicos são construídos com alguns milhares de átomos e podem revolucionar inúmeras áreas. Podem ser usados para construção e acabamento de diversos materiais, atuar em vazamentos de substâncias tóxicas, se comportar como linfócitos, destruindo vírus e células cancerígenas, e várias outras aplicações. Tudo isso, enquanto não fugirem do controle.
    Devido à pequena dimensão dos nanorrobôs autorreplicáveis, eles podem manipular a matéria em escala atômica. Por isso, um robô feito para construir réplicas dele mesmo poderia minerar átomos à vontade em praticamente qualquer lugar, e nada os pararia, pois não se pode simplesmente explodir um nanorrobô, e muito menos tirá-lo da tomada ou desliga-lo. Se algo assim ocorresse, eles converteriam toda a matéria na superfície da terra em réplicas deles mesmos e depois parariam sem objetivo, à espera de mais matéria para converter. O cenário, conhecido pelo termo ecofagia, tem sido motivo de preocupação para estudiosos, e vários cientistas já manifestaram serem contra à pesquisa destes robôs, já que mesmo os não-autorreplicáveis poderiam sofrer uma alteração que os tornaria replicáveis.
    Devido a todos os riscos, podemos dizer que mesmo havendo algumas poucas vantagens econômicas nas máquinas autorreplicáveis, é extremamente perigoso continuar a pesquisa e o desenvolvimento desses dispositivos. É necessário vê-los como criaturas de certa forma vivas e deve-se pensar em até que ponto se pode “brincar” com eles,antes que seja tarde para decidir.

  10. Lucas Esteves dos Reis Salgado.
    Grupo 4, Contra.

    A tecnologia de impressão 3D tem literalmente impressionado, por suas infinitas possibilidades de utilização. É difícil ser contra esse tema, mas devemos considerar os motivos que geram polêmica sobre o seu uso.
    Muitos dizem que as impressoras 3D possibilitam construção de armas e objetos que usados incorretamente podem vir a ser ameaças a sociedade.
    Sabemos que só a construção de tais utensílios não são prejudiciais, sim a intenção das pessoas. Porém, podemos dizer que tais maquinas possam ser utilizadas por pessoas com más intenções e com isso facilitar a construção de objetos nocivos. Devemos ressaltar que pessoas com más intenções podem comprar e fazer armas de outras maneiras também.
    No aspecto econômico, onde modelo de manufatura atual requer maquinário especializado, moldes, preparação fabril, que requer produção em escala para sua viabilidade econômica. As impressoras 3D podem vir a ser um transtorno, pois à manufatura destes investimentos serão menores e assim não serão mais necessários moldes, ferramentais, será, no limite, uma questão de programação de softwares e ajustes.
    A industria pode sentir um forte impacto, pois além da sociedade civil usar as impressoras 3d para diversos fins, industrias mais fortes como a farmacêutica podem utilizar das maquinas 3d para fabricar processos que antes dependiam de outras industria, como por exemplo a embalagem dos remédios.
    Caso este novo modelo de produção decole, poderá redefinir formatos e arranjos econômicos entre países e dentro das sociedades. Como a produção requererá menos mão de obra, os países de subdesenvolvidos perderão suas vantagens competitivas e poderá ocorrer o retorno da fabricação aos países ricos. Dentro ainda dos países como a necessidade de infraestrutura fabril será menor, perderá sentido continuarem a existir regiões ou mesmo cidades com foco industrial.
    Isso pode acarretar em grandes níveis de desemprego nesses países. o que é um problema grave.
    Então, na minha opinião, essa tecnologia é muito interessante e deve ser bastante difundida, porém é preciso que o estado administre e se prepare para essa tecnologia, para que não aconteça grandes impactos na população.
    Acredito que em uma sociedade realmente globalizada, Internacionalista, sem nacionalismos exacerbados, possamos conseguir desfrutar das tecnologias, sem que essas sejam nocivas a algum povo de nosso planeta.
    Enquanto isso não ocorre, basta torcer para que os governos consigam lidar com tais avanços tecnológicos, visando sempre o beneficio da população, e não de grandes industrias.

  11. Grupo 4: Contra

    As máquinas autorreplicáveis, desde as mais simples impressoras 3D até as mais complexas – capazes, inclusive, de realizar autorreparos – vêm causando muito alvoroço no mundo tecnológico. As tantas maravilhas que podem ser proporcionadas por essas máquinas fazem com que muitas pessoas se esqueçam de que ainda existem falhas e uma série de desvantagens.
    Uma delas é o alto custo dos materiais utilizados, como o plástico ABS, que apesar de ser considerado facilmente moldável, não oferece tanta resistência quanto outros materiais presentes na indústria tecnológica convencional. Isso torna os produtos demasiadamente caros para serem comercializados ou produzidos em larga escala, além de não possuírem a credibilidade e a confiabilidade daqueles fabricados de forma tradicional.
    Apesar de ser tentador explorar todas as possibilidades dessas máquinas, que podem até “imprimir” comida e órgãos humanos (ainda que em fase experimental), é inviável depender unicamente de uma tecnologia que ainda não foi completamente dominada. Por enquanto faltam técnicos, pesquisas, soluções.
    Talvez daqui a algumas décadas, com o aprimoramento das técnicas e do maquinário, a impressão 3D possa se tornar um novo paradigma de produção industrial e até da vida cotidiana. Porém, ainda estamos um tanto quanto longe de tal situação.

  12. Grupo 5 – A favor
    A criação de impressoras 3D auto-replicáveis representa uma grande revolução no processo produtivo e tem provavelmente causará grande impacto no modo de vida das gerações futuras.
    Sua capacidade de se auto-replicar faz com que uma pequeno número de protótipos possam gerar outras máquinas em um ritmo que cresce exponencialmente sem a necessidade de que se possua um grande aparato industrial e a baixo custo podendo ainda repor peças necessárias para sua própria manutenção.
    Com isso não só a industria mas uma parcela crescente de pessoas comuns poderão produzir em sua casa objetos personalizados de acordo com suas próprias necessidade com a possibilidade de inclusive expandir sua capacidade produtiva , porém a popularização das impressoras 3D podem melhorar a vida de muitas pessoas de um modo que vai além de simples lazer ou comodidade.
    A exemplo disso, na medicina impressoras 3D já estão sendo utilizadas para fazer implantes e próteses. Ainda que esses possam ser feitas pelo modo tradicional de produção seria difícil e caro devido a logística necessária para um médico em localidades mais afastadas terem acesso aos mesmos. Tendo em mãos uma Impressora 3D,é só necessário que se receba o modelo da prótese em um banco de dados ou o receba via internet e a prótese poderá ser criada. E se essa tiver a capacidade de se replicar a própria região pode suprir sua necessidade por esse tipo de produção sem a necessidade de nova mão de obra ou custos e tempo de transporte.
    Toda nova tecnologia recebe críticas, a maioria por conservadores que exageram possíveis consequências e temem as mudanças que elas causarão na sociedade muitas vezes por pura tecnofobia , outras são voltadas a questões mais técnicas, como possíveis falhas ( comuns em uma tecnologia que ainda está em desenvolvimento) , custos e possíveis problemas socioambientais. Aos conservadores aconselho que se adaptem pois o mundo atual é dinâmico e aos outros digo acho que as maquinas auto-replicáveis merecem no mínimo uma chance pois se bem utilizadas porão melhorar a qualidade de vida de muitas pessoas além de contribuir para otimizar a industria atual.

  13. Grupo 2 – Contra

    A prototipagem rápida, que também é conhecida como impressão 3D, gerou grandes anseios na comunidade Industrial a partir de 2010, quando os primeiros projetos começaram a tomar forma. Com uma maneira rápida e eficaz, essas impressoras são capazes de imprimir camada por camada de material, por exemplo ABS (plástico), para conseguir fazer um modelo com exatidão. A um nível global, essas máquinas podem gerar grande impacto na indústria, porém apenas na fase de prototipação. Criar uma linha de produção com máquinas 3D não seria viável, pois elas ainda são caras, e precisariam de diversos ajustes durante a produção.
    Como essas máquinas imprimem diversas peças, o usuário pensou intuitivamente: ‘’Porque não, eu mesmo, criar mais uma impressora, utilizando outra de modelo e meio de impressão? ’’. Entretanto, sua reimpressão não ficaria tão boa quanto a original, devido a possíveis erros que a própria impressora possui, reproduzindo assim erros, que a partir de suas ‘filhas’, ficariam cada vez maiores.
    Com o rápido e eficiente da tecnologia, a mão de obra para construção e até reparo de máquinas estaria fadada a desaparecer, gerando taxas de desemprego altíssimas nesses setores. Com isso, analisando esses pontos, é possível chegar a uma conclusão: as máquinas auto replicáveis não seriam completamente viáveis para produção em massa de produtos, mas seriam de grande ajuda para testes e prototipação, ajudando a reduzir os custos e investimentos para isso.

  14. grupo 6:contra

    A tecnologia está cada vez mais acessível, fácil de usar e intuitiva.Uma tecnologia que tem potencial para mudar drasticamente várias industrias e que portanto deve ser considerada é a impressão 3d. Com ela ,muitos produtos poderão ser vendidos para serem customizados e evitar todo o gasto com transporte e armazenamento além do que nas escolas de engenharia e arquitetura para a construção de protótipos ela nos mostra fundamental.
    Porém o outro lado da moeda vem preocupando governos de diversos países.As impressoras estão sendo usadas para a fabricação de armas, e como essa tecnologia já esta acessível a população, armas ilegais feitas de plásticos mas potencialmente perigosas estão sendo criadas na casa de qualquer que possui. Deixando o governo de mãos atadas no quesito fiscalização e emissão de porte.
    Outro fator preocupante é a construção de prensas para a fabricação de notas de dinheiro falsas, ainda nao sabe qual é o autor dessa façanha mas as autoridades estão assustadas pois a impressora gerada é capaz de criar cinquenta mil cópias de cédulas sem desgastar ou mostrar visivelmente as imperfeiçoes.O arquivo para a reprodução pode ser baixado gratuitamente na internet.
    As impressoras vieram para revolucionar .Com suas infinitas opções de desenvolvimento elas nos proporciona tecnologia de ponta para qualquer um que possuí-la, mas será que estamos prontos intelectualmente para o uso deste?

  15. Grupo 4 – Contra

    Após a Revolução Industrial o mundo conheceu uma nova de produzir, fazendo com que o trabalho artesanal fosse substituído por uma linha de produção e várias pessoas fazendo a mesma atividade. Esses acontecimentos fizeram com que a economia crescesse muito rapidamente, graças às máquinas utilizadas nas fábricas. Por este motivo o trabalho manual fosse trocado pelas elas. E isso mudou completamente o modo de vida de uma classe social e pode mudar ainda mais com essa nova tecnologia.

    A produção em massa de automóveis, computadores, celulares e outros bens de consumo atualmente é totalmente automatizada ou quase toda, com as máquinas auto-replicáveis a produção seria ainda mais automatizada, pois há a possibilidade de indústrias que fazem outras indústrias, recentemente foi mostrado à impressora 3D capaz de fazer casas, possibilitando a criação de instalações de uma fábrica de pequeno porte, além disso, temos também as máquinas que produzem elas mesmas. Isso criaria um crescimento exponencial na criação das máquinas e como consequência um crescimento igualmente grande na fabricação de bens de consumo.

    O fato de essas máquinas já poder ser comprado por qualquer cidadão faz com que seja possível o surgimento de uma grande quantidade de pequenas fábricas domésticas, essas pequenas fábricas podem fazer com que grandes empresas fechem suas portas devido à concorrência com essas indústrias pequenas, fazendo com que vários empregados sejam demitidos e gerando uma grande crise econômica.

    Hoje ainda a tecnologia dessas máquinas não é capaz de criar equipamentos com grande durabilidade, mas certamente com o tempo isso será aprimorado, há uma enorme quantidade de pesquisas nessa área.

    Devemos refletir sobre o futuro de nossos trabalhadores, a cada dia nossa sociedade fica mais dependente de computadores e máquinas, fazer com que a nossa produção seja dessa forma nem haverá espaço para o ser humano fazer manutenção nessas máquinas à crise do desemprego em massa devido à tecnologia deve ser considerado como uma coisa possível e bastante perigosa.

  16. GRUPO 1: A FAVOR

    Os investimentos no desenvolvimento de novas tecnologias vêm acarretando muitas facilidades no dia a dia de milhares de pessoas. As máquinas autorreplicáveis, em especial, vem despertando grandes curiosidades e atraindo muitos investimentos para o seu aprimoramento e desenvolvimento.
    Algo surpreendente são as máquinas de impressão 3D, máquinas que produzem diversos tipos de produtos, desde roupas, sapatos, utensílios de cozinha, até armas e protótipos de coletores de automóveis.
    Um grande marco nesse meio, foi o desenvolvimento da RepRap, primeira impressora 3D de baixo custo, que é capaz de produzir mais de metade de suas próprias peças.
    Muitas são as vantagens que esse tipo de máquina proporciona, como aceleramento das linhas de montagem, customização de produtos e suprimento de materiais para pesquisa científica, sem contar que elas estão sendo cada vez mais popularizadas.
    Assim, máquinas autorreplicáveis são vantajosas pois permitem tornar mais práticos os processos de fabricação de objetos, com flexibilidade de materiais e características, hoje esses sistemas podem ser encontrados a preço eletrodoméstico, em lojas na internet, ou mesmo lojas físicas, e com o custo de impressão bem próximo do valor da peça original, pode- se imprimir objetos de arte, joias , peças de máquinas, imagens, brinquedos com formatos nunca feitos antes ou mesmo próteses que, geralmente, tem alto custo.

  17. As máquinas auto-replicáveis surgiram como uma ideia brilhante que poderia trazer grandes benefícios para a sociedade. Porém, as pessoas não levaram em conta os riscos e os problemas q podem ser causados por tais máquinas.
    Hoje a ideia de uma máquina auto-replicável já está muito próxima da realidade, um exemplo são as impressoras 3D. Capazes de produzir diversos materiais, para diversas utilizações, as impressoras 3D trazem consigo um grande problema que é a substituição de certas áreas da produção industrial. Podemos observar o que foi dito quando pensamos que as impressoras 3D são capazes de imprimir coisas como embalagens, frascos e etc, sem a utilização de moldes. Com isso vemos que qualquer um em casa, que possua tal impressora, pode ser um concorrente de uma industria do tipo, gerando grande queda no valor do produto e até possíveis falências ou demissões.
    Um problema que está sendo muito discutido é a utilização das impressoras 3D para a fabricação de armas ou simulacros (Simulacros são cópias que representam elementos que nunca existiram ou que não possuem mais o seu equivalente na realidade). Foi desenvolvida uma arma que pode ser impressa por uma impressora 3D, isso seria um grande problema tendo em vista que qualquer um em sua casa poderia obter uma arma de fogo. Logo o possível aumento da criminalidade seria beneficiado com tais máquinas.
    Com isso podemos concluir que as máquinas auto-replicáveis trazem consigo muito mais do que os benefícios que vemos por ai. Grandes mudanças podem acarretar em sérios problemas. Devemos analisar quais são as possíveis utilizações do produto e para que fim o consumidor irá utilizar. Por enquanto só nos resta esperar e ver o que as autoridades irão decidir e quais serão as consequências dessas decisões.

  18. Grupo 5: A favor
    O advento das máquinas replicáveis tem possibilitado as indústrias a inovar mais rapidamente, pois através de tais máquinas a fabricação torna-se mais fácil devido às maquinas poderem ajudar com a produção de certas peças. As impressoras 3D também têm ajudado na questão da diminuição do custo e tempo de planejamento dos produtos, pois antes era necessário que o produto fosse desenhado de vários ângulos diferentes, projeto em 3 dimensões para só então o projeto poder ser enviado a um artesão que faria um molde, o que era extremamente caro. Hoje as indústrias somente projetam o produto em aplicativos que já são feitos para lidar com objetos em 3ª dimensão e mandam-nos para a impressão. Com isso, a agilidade em se detectar falhas no produto ou se detectar formas de melhorar o design, conforto, segurança e funcionamento, sem contar na diminuição do tempo, o que aumenta, e muito, a competitividade. A acessibilidade a essas impressoras tem aumentado e dentro de poucos anos já erá possível que seu uso doméstico seja comum. A gama de itens que podem ser produzidos por essas impressoras também cresceu a medida que sua tecnologia foi avançando. Estudantes de Stanford com a ajuda de um acessório chamado Rabbit Proto conseguiram imprimir um controle para videogames totalmente funcional, e graças a esse acessório (que trabalha com impressoras da linha Reprap) foi possível imprimir até os circuitos condutores usados no controle. Algumas pessoas trabalham até mesmo para que possa-se construir casas inteiras com a ajuda de máquinas auto-replicáveis, o pioneiro nesta área é o Dr. Behrokh Khoshnevis, o processo que ele está desenvolvendo é o Contour Crafting, e a equipe dele promete que dentro de um futuro próximo será possível construir uma casa inteira em 1 dia com uma máquina auto-replicável, e com a vantagem do custo da casa ser muito mais baixo, pois praticamente não haveria gasto com trabalhadores (o que diminuiria também o risco de acidentes em construções, algo que não é raro), ou desperdício, pois tudo seria calculado previamente através de softwares, e isso resultaria em casas com preços muito mais baratos. As impressoras 3D Reprap também possuem a vantagem de serem feitas majoritariamente de plástico, somente itens como componentes eletrônicos, cabos de energia e outros precisariam ser adquiridos separadamente devido às impressoras ainda não conseguirem usarem tais materiais. Já é possível imprimir até mesmo órgãos humanos com impressoras 3D, utilizando células-tronco de um órgão específico (ao invés de se usar filamentp plástico). Cientistas da Universidade da Pensilvânia conseguiram até mesmo criar uma impressora que cria vasos sanguíneos, criando “caminhos” de açúçar, que são estabilizados com um tipo especial de polímero. O problema é que ainda é necessário descobrir um meio das células-tronco sobreviverem à impressão (pois uma parte considerável delas morre no processo), mas várias pessoas ao redor do mundo tentam descobrir formas se se viabilizar o processo de fabricação de órgãos. A vantagem é que a imensa fila ao redor do mundo de pessoas necessitando de transplantes seria diminuída drasticamente e muitas vidas seriam salvas. Enfim, mesmo sendo uma tecnologia consideravelmente nova, já traz vários benefícios e nos mostra como é promissora e um pouco do que será capaz de fazer dentro de poucos anos.

  19. Grupo: 2
    Posição: Contra

    A ideia de se ter máquinas que são capazes de criar suas próprias peças, além de outros objetos, por si só já é algo considerado maravilhoso, mas quando a ideia sai do papel e se torna algo, pode se dizer verídico, faz com que isso se torne algo revolucionário na tecnologia. A impressora 3D é uma dessas máquinas, porém até ai podemos achar isso maravilhoso, mas ao nos informarmos melhor, nos depararemos com uma realidade totalmente diferente. É que não são só maravilhas que esta máquina pode nos proporcionar, mas armas que podem serem usadas para nossa própria destruição.

    Uma impressora 3D nas mãos de uma pessoa ou até de um grupo de má fé, pode trazer um transtorno para sociedade totalmente letal, já que a tendência das tecnologias é que elas se popularizem, tornando assim cada vez mais impossível o controle, não tendo como saber as intenções das pessoas ao qual estão chegando está tecnologia.

    Além de que pode trazer um retrocesso na economia, pois com estas máquinas, muitas empresas não serão mais necessárias assim como a mão de obra, fazendo com que vários profissionais não sejam mais necessitados, ocasionando o que se chama de desemprego estrutural, que é quando se tem mais desempregados do que colaboradores, fazendo com que haja insuficiência na procura de bens, o que resulta num balanço na economia. Assim conclui-se que estas máquinas são tecnologias que temos que ter o cuidado para não nos tornarmos dependente, pois ainda não é algo que está totalmente ao nosso alcance, ou melhor, sobre o nosso controle.

  20. Grupo 1- A Favor
    Esses projetos de impressora 3d não são tao recentes quanto imaginamos, pois essa tecnologia já existe a um tempo e está a quase 20 anos no Brasil, mas o que a torna popular agora é o baixo preço para se adquirir uma, fazendo com que um simples pessoa possa tê-la, podendo isso ser um problema ou não. Essa tecnologia incentiva as pessoas a fazerem sua própria produção, criando produtos que atendam suas necessidades ou até mesmo por diversão, e assim novos produtos vivem surgindo. Como por exemplo, um jovem pode está desenvolvendo sua criatividade e ao mesmo tempo criando sua pequena empresa. O que torna esse tema polêmico são como as pessoas usam essa tecnologia, fabricando desde miniaturas de carro até protótipos de armas, tornando-se um assunto delicado o uso dessas impressoras. Alem disso, essa tecnologia pode aumentar o número de desempregos em certas áreas, mas se pararmos para pensar, essas maquinas podem também melhorar a qualidade de vida das pessoas e ser mais beneficente do que prejudicial. Exemplos bons disso são avanços na construção civil, onde já foram criados até projetos de casas e minicasas, o que facilitaria a vida de muitas pessoas. Na medicina também houve um avanço com a tecnologia da impressora 3d, onde uma criança que tinha sérios problemas respiratórios, teve um tubo bioabsorvível que seria ligado a seus brônquios, feito por uma impressora 3d . Outra coisa muito interessante também sobre essas impressoras é o fato de imprimir comida, fazendo que não só o seu cérebro agradeça, mas também o seu estomago. Pessoas imprimindo chocolates das mais diversas formas possíveis é, com certeza, algo bom para as pessoas. E por mais que as críticas venham com o algo novo, acredito que muitos avanços também virão, até porque o problema não está na tecnologia mas sim como as pessoas a usam.

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