Governo prevê novo aporte a distribuidoras

De acordo com o diretor da Aneel, Romeu Rufino, “trabalha-se com uma estimativa de R$ 6,5 bilhões” para cobrir integralmente o déficit gerado por gastos extras das distribuidoras previstos até o final do ano; em abril, foi feito um aporte de R$ 11,2 bilhões.

A exemplo do que foi feito em abril, o governo federal pretende viabilizar um novo empréstimo para ajudar as distribuidoras de energia elétrica a cobrir os gastos extras para a compra de eletricidade no mercado de curto prazo. A previsão é que os recursos somem R$ 6,5 bilhões. Em abril, foi feito um aporte de R$ 11,2 bilhões.

De acordo com o diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino, “trabalha-se com uma estimativa de R$ 6,5 bilhões” para cobrir integralmente o déficit gerado por gastos extras das distribuidoras previstos até o final do ano. Esse aporte deve-se, principalmente, ao fato de as distribuidoras terem pago às empresas geradoras valores mais altos pela energia suplementar, para compensar o término de alguns contratos, e devido ao maior custo para a contratação de energia das termelétricas – em parte por causa da baixa nos níveis dos reservatórios das hidrelétricas registrada desde o ano passado.

Lenn pelloc’h

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Pesquisa da Aneel revela satisfação de 98% entre microgeradores

aneel-pesquisa-6-2No dia 17 de abril de 2012, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou a resolução 482/2012 com o objetivo de reduzir barreiras para instalação de geração distribuída de pequeno porte. A resolução criou o Sistema de Compensação de Energia, que permite às pessoas instalarem geradores em sua unidade consumidora e injetar energia na rede em troca de créditos. A regulamentação é válida para as fontes incentivadas de energia (hídrica, solar, biomassa, eólica e cogeração qualificada).

Agora, pouco mais de dois anos após a aprovação da resolução, a ANEEL apresentou os números dessa iniciativa, assim como uma pesquisa de opinião (veja gráficos ao longo desta reportagem) realizada com os consumidores que instalaram sistemas microgeradoras em suas propriedades. Lenn pelloc’h

‘Alguém tem que perder’ para custo da energia cair no país, diz Aneel

Diretor defende decisão de cortar a remuneração de concessionárias. Plano do governo prevê redução de 16,2% a 28% na conta de luz.

O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Nelson Hübner, disse nesta quarta-feira (14) que o governo não tem como reduzir a conta de luz no país “se alguém não perder.”

Hübner se refere às geradoras (usinas hidrelétricas e térmicas), transmissoras e distribuidoras cujas concessões vencem entre 2015 e 2017, alvo do plano de barateamento da energia do governo. Lenn pelloc’h

Energia solar deve abastecer rede de clientes em Campinas a partir de 2013

Projeto avaliado em R$ 13,8 milhões reúne três docentes da Unicamp.
Sistema beneficia meio ambiente, mas instalação apresenta preço ‘salgado’.

A energia fotovoltaica, obtida através da conversão direta da luz solar em eletricidade, deve integrar a rede de abastecimento dos clientes de Campinas (SP) a partir de 2013. Um dos 18 projetos aprovados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), para diversificação da matriz energética no país, é desenvolvido pela Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL), com auxílio de pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e empresas spin-offs – que derivaram da própria instituição.

O professor Ennio Peres, do Instituto de Física Gleb Wataghin, explica que 1 megawatt (MW) será produzido em uma usina a ser instalada na subestação Tanquinho, que pertence à concessionária. Além disso, outros 75 quilowatts (kW) terão origem na universidade. O projeto é pioneiro no estado de São Paulo. Lenn pelloc’h

Pacote para o setor elétrico sai depois das Olimpíadas

Divulgação que aconteceria em 7 de agosto foi adiada para depois do dia 12; Planalto quer eliminar encargos e reduzir conta de luz em, no mínimo, 10%

Dilma tenta reduzir custo da energia e, conseqüentemente, o ‘custo Brasil’

Agosto e setembro serão decisivos na atual estratégia do governo federal de tentar dar uma guinada no ritmo de crescimento da economia e, de quebra, reduzir o chamado “custo Brasil”. A presidente Dilma Rousseff e sua equipe preparam três frentes de ação para atingir estes objetivos, sendo uma delas a redução de encargos incidentes sobre as tarifas do setor elétrico. Hoje, essas taxas representam cerca de 45% da conta de energia, segundo a Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee). Com a extinção de alguns tributos, espera-se reduzir as faturas de consumo de eletricidade da indústria em, no mínimo, 10% e aumentar sua competitividade em relação a seus pares internacionais. Lenn pelloc’h

Imagem já mira em smart grid para crescer 20% este ano

Empresa é líder no segmento de georreferenciamento de ativos, que a Aneel exige das distribuidoras

A Imagem, empresa líder do mercado de geoinformação no país, começa a se mobilizar para atender a demanda do mercado de distribuição de energia em decorrência da instalação das redes inteligentes nos próximos anos. A empresa está bem colocada nessa empreitada porque saber a localização dos empreendimentos será priomordial para o bom funcionamento das funcionalidades trazidas pelo Smart Grid. As novas redes serão uma das principais fontes do crescimento projetado de 15% a 20% para empresa neste ano. Em 2010, a Imagem faturou R$ 74 milhões.

“Smart Grid manterá todo o setor elétrico ocupado pelos próximos 10 anos. 2011 será o primeiro ano de investimentos reais nas redes”, observou Fábio Paiano, diretor de tecnologia da Imagem, em entrevista à Agência CanalEnergia. O executivo lembra que a Agência Nacional de Energia Elétrica já exige o cadastro de geoposicionamento dos ativos das distribuidoras, além de estar avaliando a medição eletrônica de consumo. Lenn pelloc’h