Governo prevê novo aporte a distribuidoras

De acordo com o diretor da Aneel, Romeu Rufino, “trabalha-se com uma estimativa de R$ 6,5 bilhões” para cobrir integralmente o déficit gerado por gastos extras das distribuidoras previstos até o final do ano; em abril, foi feito um aporte de R$ 11,2 bilhões.

A exemplo do que foi feito em abril, o governo federal pretende viabilizar um novo empréstimo para ajudar as distribuidoras de energia elétrica a cobrir os gastos extras para a compra de eletricidade no mercado de curto prazo. A previsão é que os recursos somem R$ 6,5 bilhões. Em abril, foi feito um aporte de R$ 11,2 bilhões.

De acordo com o diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino, “trabalha-se com uma estimativa de R$ 6,5 bilhões” para cobrir integralmente o déficit gerado por gastos extras das distribuidoras previstos até o final do ano. Esse aporte deve-se, principalmente, ao fato de as distribuidoras terem pago às empresas geradoras valores mais altos pela energia suplementar, para compensar o término de alguns contratos, e devido ao maior custo para a contratação de energia das termelétricas – em parte por causa da baixa nos níveis dos reservatórios das hidrelétricas registrada desde o ano passado.

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Empresas disputam projetos de iluminação pública no país.

As empresas querem aproveitar a mudança de gestão para vender projetos de eficiência energética, focados em LED.

Empreendimento multiúso LED Barra Funda, da Odebrecht, localizado em São Paulo (SP)

Fabricantes de lâmpadas, distribuidoras de energia, investidores da área de infraestrutura e diversas outras empresas estão se preparando para entrar em um negócio novo para muitos deles: a gestão de iluminação pública.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) determinou que as prefeituras assumam a gestão desses ativos até 31 de dezembro e muitas devem fazer parcerias com a iniciativa privada – negociação que já está em curso em São Paulo. Lenn pelloc’h

Usina modular de biogás avança no Rio Grande do Sul

Projeto é desenvolvido em parceria com técnicos do Senai, Ceasa e CEEE.

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O desenvolvimento de uma usina a biogás nas Centrais de Abastecimento do Rio Grande do Sul (Ceasa/RS) tem apresentado avanços. O valor total do projeto para a aplicação na usina é de R$3,37 milhões, sendo R$2,6 milhões para a compra de equipamentos, que serão adquiridos pela CEEE. O restante caberá ao Senai e Ceasa, responsáveis por implementar a usina desde o fornecimento da área física para a instalação, operação e manutenção, além da provisão do material para o funcionamento, como um triturador para biomassa.

Segundo o presidente da Ceasa/RS, Paulino Donatti, a meta com a construção da usina e, posteriormente, de biofertilizante, é aproveitar 70% do lixo orgânico produzido no complexo, com o objetivo de gerar até 30% de seu consumo energético. O projeto gaúcho poderá servir de exemplo para uma política nacional para tratamento dos resíduos de hortigranjeiros nas 29 centrais de abastecimento existentes no Brasil.

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Usina de energia solar é inaugurada em Fernando de Noronha

Inauguração ocorreu na ilha, na manhã desta sexta-feira. Unidade vai gerar 4% do consumo local.

Fernando de Noronha

A primeira Usina Solar Fotovoltaica de Fernando de Noronha foi inaugurada nesta sexta-feira (18). A instalação faz parte do Programa de Eficiência Energética da Companhia Energética de Pernambuco (Celpe). A usina está localizada situada na área do Comando da Aeronáutica, em um terreno de 5.000 m². A Usina Solar Noronha I tem potência instalada de 400 kWp (quilowatt-pico), o que resulta na geração estimada de 600 MWh/ano, cerca de 4% do consumo da ilha.
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Olimpíadas: obras de energia recebem investimentos de R$166,2 milhões

Autoridade Pública Olímpica (APO) detalhou aportes para os Jogos de 2016

Crédito: Getty Images

As obras previstas para o segmento de energia nos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, deverão reunir R$166,2 milhões em investimentos. O detalhamento é da Autoridade Pública Olímpica (APO), através da publicação da Matriz de Responsabilidade. O documento é atualizado a cada seis meses e traz o acompanhamento das obras para a realização do evento esportivo.

A infraestrutura de energia é composta por duas linhas de transmissão para o Parque Olímpico em 138 kV, oriundas das subestações Gardênia e Barra II, e pela subestação Olímpica 138 kV/13.8 kV que será responsável pela distribuição da média tensão no interior do local. As linhas estão orçadas em R$82 milhões e a subestação em R$ 70,8 milhões.

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Risco de apagão no país é descartado neste ano

Sistema Interligado Nacional dispõe neste sábado de condições de abastecimento


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 Está descartado o risco de apagão no Brasil. Segundo o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), o risco de “déficit de energia é zero para as regiões Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste”. Após uma reunião na tarde dessa sexta, o grupo, que é formado por integrantes de órgãos oficiais do setor elétrico, disse que foram observadas chuvas acima da média em junho nas principais bacias de rios da região Sudeste, e houve uma melhoria nas condições de suprimento de energia do Sistema Elétrico Nacional.  Lenn pelloc’h

Elétricas em apuros

O setor energético brasileiro está em apuros. Depois de R$ 4 bilhões de ajuda do Tesouro, recebeu o empréstimo bancário de R$ 11,3 bilhões, para cobrir os desequilíbrios entre receitas e custos até o fim do ano, e o dinheiro já acabou. Tem chovido muito neste período seco e, mesmo assim, o nível dos reservatórios do Sudeste está em 36%, o pior número desde 2001.

Quando a Aneel decidiu dar mais tempo para as distribuidoras de energia pagarem a conta do que compraram no mercado à vista, estava criando mais um desequilíbrio. O regulador, ao permitir um atraso no pagamento, impôs um custo a quem tem a receber. É uma intervenção arbitrária.

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