Prazo para doação de crédito de carbono para Copa termina dia 18 de julho

credito-carbono-300x215Entidades interessadas em doar carbono para compensar as emissões de poluentes geradas pela Copa do Mundo de 2014 têm até o dia 18 de julho para fazer novas doações. Até agora, foram compensadas 535,5 mil toneladas de gás carbônico equivalente (tCO2eq), unidade de medição dos gases que interferem no aquecimento global. O valor ultrapassa as 59,2 mil tCO2eq estimadas para atividades como obras, uso energético nos estádios e deslocamento de veículos oficiais. Lenn pelloc’h

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Aneel deve adiar pagamento de julho pelo uso das usinas termelétricas

 Medida vai evitar inadimplência, já que distribuidoras não têm recursos. Socorro às empresas já consumiu R$ 11,2 bilhões até junho.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) deve adiar para o final de julho o pagamento da nova parcela pelo uso mais intenso das termelétricas e pela compra, feita por distribuidoras, de energia no mercado à vista. A fatura, de R$ 1 bilhão, venceria na quarta-feira (9).

O assunto será votado em reunião extraordinária da agência na próxima quarta. Com o adiamento da data de vencimento, evita-se a inadimplência no setor. As distribuidoras alegam não ter dinheiro em caixa para cobrir esse custo e o governo ainda não decidiu se vai socorrê-las novamente e como isso será feito.

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Reajustes na energia devem afetar inflação em 2015

luzA pressão provocada pelos reajustes das tarifas das distribuidoras de energia na inflação brasileira em 2014 deve se repetir com ainda mais força no próximo ano. Estudo da consultoria Thymos Energia indica que os problemas enfrentados pelo setor elétrico, adicionados ao início do cronograma de pagamento pelo suporte financeiro dado pelo Tesouro ao setor, devem resultar em reajustes de mais de 20% em 2015. Para este ano, os aumentos devem seguir um patamar considerado mínimo de 15%, embora o aumento a ser aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) seja específico para cada distribuidora.

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Energia de curto prazo sobe 49% na maioria das regiões

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O preço de energia de curto prazo dado pelo Preço de Liquidação de Diferenças (PLD) subiu para acima dos 500 reais por megawatt-hora (MWh) em praticamente todas as regiões do país, diante da redução das chuvas previstas.

“O comportamento do PLD foi influenciado pela redução das afluências previstas e dos níveis iniciais de armazenamento, que contribuíram para a elevação em 49 por cento do PLD em relação a semana anterior nos submercados Sudeste/Centro-Oeste, Nordeste e Norte”, informou a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) nesta sexta-feira. O preço médio fixado para essas regiões foi de 547,79 reais por MWh para a próxima semana, ante 368,53 reais nesta semana.

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Energia residencial sobe menos, e inflação pelo IPC-S desacelera

Segundo a FGV, alta desse item passou de 0,89% para 0,09%. Da segunda semana para terceira, IPC-S perdeu força, chegando a 0,34%.

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Os preços relativos à tarifa de eletricidade residencial subiram menos da segunda semana de junho para a terceira e, dessa forma, contribuíram para que a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal desacelerasse, passando de 0,36% para 0,34%. Os números foram divulgados nesta segunda-feira (23) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

No grupo de gastos com habitação, que exerceu a maior influência no IPC-S, a variação passou de 0,54% para 0,46%, com destaque para o comportamento do item tarifa de eletricidade residencial, cuja taxa passou de 0,89% para 0,09%.

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Lâmpadas incandescentes vão sumir do mercado brasileiro

Já não se podia mais fabricar ou importar as lâmpadas incandescentes de 150 e 100 watts. Agora chegou a vez da mais popular: a de 60 watts. Fica proibida após o último dia de junho.

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As lâmpadas mais usadas pelos brasileiros vão desaparecer do mercado no fim do mês. Aos poucos o Brasil está dando adeus a uma companheira que está ao nosso lado há mais de cem anos.

Já não se podia mais fabricar ou importar as lâmpadas incandescentes de 150 e 100 watts. Agora chegou a vez da mais popular: a de 60 watts. Fica proibida após o último dia de junho. As que estão no estoque das lojas poderão ser vendidas por apenas mais um ano. As de 25 e 40 watts sairão de produção em 2015.

O consumidor tem agora basicamente três opções de lâmpadas domésticas. A halógena com bulbo, a fluorescente compacta e a de led. Todas mais caras do que a incandescente. Mas como elas gastam menos energia e duram mais, técnicos dizem que o saldo final é positivo.

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Solar: comissão do Senado aprova isenção de IPI para equipamentos e componentes

Projeto passou pela Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) e agora segue para a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE)

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A geração de energia solar pode ser incentivada por um projeto aprovado nesta quarta-feira (04/06) na Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI). O PLS 317/2013, do senador Ataídes Oliveira (PROS-TO), isenta do Imposto sobre a Importação (IPI) os equipamentos e componentes de geração elétrica de fonte solar. A proposta segue para análise da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

O autor ressaltou o aumento da demanda por energia no Brasil, mas afirmou que as tecnologias de utilização de energia fotovoltaica ainda são pouco conhecidas e de raro uso. Segundo ele, as usinas hidrelétricas vêm perdendo espaço na matriz elétrica brasileira e a geração termoelétrica passou a ser um recurso mais acionado que o desejável. O resultado, ressaltou, é o aumento da emissão de gases de efeito estufa na atmosfera.

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