Governo prevê novo aporte a distribuidoras

De acordo com o diretor da Aneel, Romeu Rufino, “trabalha-se com uma estimativa de R$ 6,5 bilhões” para cobrir integralmente o déficit gerado por gastos extras das distribuidoras previstos até o final do ano; em abril, foi feito um aporte de R$ 11,2 bilhões.

A exemplo do que foi feito em abril, o governo federal pretende viabilizar um novo empréstimo para ajudar as distribuidoras de energia elétrica a cobrir os gastos extras para a compra de eletricidade no mercado de curto prazo. A previsão é que os recursos somem R$ 6,5 bilhões. Em abril, foi feito um aporte de R$ 11,2 bilhões.

De acordo com o diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino, “trabalha-se com uma estimativa de R$ 6,5 bilhões” para cobrir integralmente o déficit gerado por gastos extras das distribuidoras previstos até o final do ano. Esse aporte deve-se, principalmente, ao fato de as distribuidoras terem pago às empresas geradoras valores mais altos pela energia suplementar, para compensar o término de alguns contratos, e devido ao maior custo para a contratação de energia das termelétricas – em parte por causa da baixa nos níveis dos reservatórios das hidrelétricas registrada desde o ano passado.

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Usina modular de biogás avança no Rio Grande do Sul

Projeto é desenvolvido em parceria com técnicos do Senai, Ceasa e CEEE.

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O desenvolvimento de uma usina a biogás nas Centrais de Abastecimento do Rio Grande do Sul (Ceasa/RS) tem apresentado avanços. O valor total do projeto para a aplicação na usina é de R$3,37 milhões, sendo R$2,6 milhões para a compra de equipamentos, que serão adquiridos pela CEEE. O restante caberá ao Senai e Ceasa, responsáveis por implementar a usina desde o fornecimento da área física para a instalação, operação e manutenção, além da provisão do material para o funcionamento, como um triturador para biomassa.

Segundo o presidente da Ceasa/RS, Paulino Donatti, a meta com a construção da usina e, posteriormente, de biofertilizante, é aproveitar 70% do lixo orgânico produzido no complexo, com o objetivo de gerar até 30% de seu consumo energético. O projeto gaúcho poderá servir de exemplo para uma política nacional para tratamento dos resíduos de hortigranjeiros nas 29 centrais de abastecimento existentes no Brasil.

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Depois da Energia Solar, a Energia Lunar

Empresas e Governos investem na força das marés  como fonte complementar.

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A ideia de obter energia das marés, que o movimento da Lua comanda, data da Idade Média, quando era usada para moer grãos. Na era industrial, foi testada nos anos 1960 em La Rance, na França, mas a usina foi desativada após quatro anos por causa dos altos custos. Agora essa tecnologia pode tomar impulso graças a turbinas bem mais leves e baratas. Costuma-se dizer que a energia das marés se encontra hoje no ponto em que a energia eólica estava há três décadas, quando a engenharia ainda não havia chegado ao desenho ideal das turbinas dos aerogeradores.

A captação de energia das marés é feita por lâminas que giram, à semelhança das hélices que se movem com o vento, só que instaladas sob o mar. As usinas de marés são mais previsíveis do que as movidas a vento, já que o movimento das águas tem precisão de relógio.

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Método torna produção de energia solar mais barata e menos tóxica

Cloreto de magnésio substitui substância cancerígena.
Nova ‘receita’ para produzir célula solar recorre a ingrediente usado em tofu.

Pesquisador Jon Major demonstra método simples de aplicar cloreto de magnésio em células solares (Foto: University of Liverpool/Divulgação)

Cientistas da Universidade de Liverpool desenvolveram um novo método para produção de células solares, usadas nos painéis solares para a conversão de luz em energia elétrica. A nova “receita” substitui uma substância tóxica para o meio ambiente e para o ser humano por um ingrediente muito mais barato e inofensivo, usado até na fabricação de tofu. A descoberta foi publicada na edição desta quinta-feira (26) da revista “Nature”. Lenn pelloc’h

Chinesa patrocina Copa para tentar popularizar painéis de energia solar

Maior empresa de painéis solares de geração de energia do mundo, a desconhecida€ chinesa Yingli Solar decidiu patrocinar a Copa do Mundo e dividir espaço com marcas consagradas como Sony, Visa e Adidas, entre outras.

 

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Dois são os motivos do investimento (cujo valor não foi revelado): mostrar que seu produto, os painéis solares, podem se converter em bens de consumo como geladeiras ou eletrodomésticos; e chamar a atenção para a geração solar no Brasil e no mundo.

A primeira foca no consumidor do segmento da chamada geração distribuída, pela qual qualquer pessoa pode instalar de 10 a 15 painéis no telhado e gerar energia. Uma portaria do governo brasileiro abriu espaço para esse segmento em 2012, ao permitir a troca da energia excedente gerada por lares e pequenos negócios com a rede de distribuição.

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Usina solar da Eletrosul será inaugurada no próximo dia 27

Projeto Megawatt Solar é a maior usina fotovoltaica integrada a um edifício.

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Nesta sexta-feira (27/06), será inaugurada a maior usina solar integrada a um edifício público da América Latina, em Florianópolis (SC). O Projeto Megawatt Solar, desenvolvido pela Eletrosul, com o apoio técnico da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e do Instituto para o Desenvolvimento de Energias Alternativas na América Latina (Ideal), tem a potência instalada de 1 MWp. Com isso, a usina é capaz de produzir energia suficiente para o consumo de mais de 1,8 mil pessoas, ou o equivalente ao abastecimento de 540 residências.

São 4,2 mil módulos solares que convertem a radiação solar em energia elétrica, instalados na cobertura do edifício-sede e nos estacionamentos, em uma área de 10 mil metros quadrados.

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Brasil perde posição em ranking de energia limpa

Relatório da petroleira britânica BP mostra que país caiu para terceiro lugar entre os maiores produtores hidrelétricos do mundo e teve uma das maiores altas em emissão de CO2

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A estiagem prolongada levou o Brasil a perder, em 2013, a segunda posição no ranking dos maiores produtores de energia hidráulica do mundo. A conclusão é do “BP Energy Review”, relatório anual sobre o cenário energético mundial elaborado pela petroleira britânica. A produção das hidrelétricas brasileiras caiu 7%, para 385,4 terawatts-hora (TWh) no ano, contra 391,6 TWh do Canadá e 911,6 TWh da líder China. O Brasil ocupava o segundo lugar desde 2007, quando ultrapassou o Canadá. Segundo o relatório, o consumo de mais combustíveis fósseis levou o país a bater recorde de emissões de gás carbônico (CO2).

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