Nanocircuito integrado: componentes feitos de nanotubos

Imagem feita por microscopia do circuito de barramento (em cima) e esquema dos transistores em nanotubos individuais (embaixo). [Imagem: Tian Pei et al. – 10.1021/nl5001604]

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nanoeletrônica definitiva

A eletrônica baseada nos nanotubos de carbono é muito promissora, e vem avançando aos poucos, com o primeiro circuito integrado (2011), o primeiro processador (2012) e, finalmente, o primeiro computador de nanotubos de carbono (2013).

Mas não se trata ainda da esperada “nanoeletrônica definitiva”, uma técnica que consiga tirar todo o proveito do potencial dos nanotubos de carbono individuais, e da consequente ultraminiaturização dos circuitos.

Um passo mais significativo nesse sentido mais purista foi dado agora por Tian Pei e seus colegas da Universidade de Pequim, na China. Eles conseguiram construir transístores de efeito de campo (FET) diretamente sobre nanotubos de carbono individuais.

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Novo chip de memória cache pode reduzir o consumo de energia em 60%

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Toshiba anunciou seu novo chip de memória cache destinado a computadores, tablets e smartphones, que pretende economizar bateria dos dispositivos graças a uma nova forma de guardar a memória temporária. Segundo a fabricante japonesa, o chip consegue alcançar eficiência a ponto de consumir até 60% menos energia da CPU que as atuais memórias cache L2.

O segredo está no princípio de funcionamento. O cache L2 utiliza gravação de informação volátil medida em valor de carga elétrica, cuja informação é perdida a cada vez que o computador é desligado. Já a tecnologia desenvolvida pela Toshiba guarda os dados de acordo com o spin dos elétrons, método muito mais eficiente e que não se perde quando a fonte de energia é desconectada.

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Defeitos em chip fotônico abrem caminho para internet quântica

A imperfeição que gera a perfeição – os defeitos fazem a luz normal se transformar em luz laser. [Imagem: Quantum Photonics/Niels Bohr Institute]

Imperfeição desejada

Pesquisadores ao redor do mundo estão trabalhando para desenvolver chips ópticos, o que exige que a luz seja controlada por nanoestruturas do tamanho dos transistores atuais.

Essas nanoestruturas serão utilizadas para guiar os fótons, em vez de elétrons, substituindo a eletrônica pela fotônica.

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Componente magnônico armazena e processa dados

O nano-oscilador recebe e dirige as ondas de spin, que podem ser usadas para armazenar ou processar dados.

Ondas de spin

Físicos desenvolveram um novo componente capaz de criar e conduzir ondas que se deslocam em campos magnéticos.

Essas ondas prometem acelerar a comunicação de dados e a velocidade dos processadores – há poucos dias o potencial dessas ondas foi demonstrado em umamemória holográfica.

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Uma capa para celular que recarrega a bateria?

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A expectativa agora é que o novo material possa ser incorporado em capas para celular, que recarreguem o aparelho constantemente

Vibração energética

A bateria de um telefone celular foi recarregada simplesmente deixando o aparelho sobre o assento de um carro em movimento.

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Abelhas ciborgues carregam mochilas com sensores

O “sensoriamento de enxame” vai permitir detectar riscos de biossegurança. [Imagem: CSIRO]

Insetos robóticos

Os insetos ciborgues já causaram alguma polêmica, sobretudo quando foram usados para brincadeiras.

Agora, cientistas australianos estão equipando milhares de abelhas com “mochilas eletrônicas”, transformando-as em autênticos sensores vivos.

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