Leilão deve destravar projetos de energia solar

Realidade em países como Alemanha e Japão, a energia solar deve dar seu primeiro passo efetivo no mercado brasileiro em outubro, quando será realizado o próximo leilão de energia de reserva. A expectativa é de que sejam leiloados entre 500 MW e 1 GW de energia solar – um fato inédito no Brasil.

Em 2013, o governo brasileiro autorizou a presença de empreendimentos solares em dois leilões, mas em nenhum deles a energia foi vendida, por não ter preço competitivo. O leilão de outubro deve ter desfecho diferente. O governo decidiu promover uma disputa em que não haja concorrência entre as fontes. Isso significa que, ao contrário do que aconteceu no ano passado, os projetos solares não vão disputar espaço com empreendimentos mais competitivos, como os eólicos.

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Torre inflável pode ser alternativa de produção de energia

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Energia solar: um dos problemas apontados pelo projeto no último século é que, para que a instalação seja rentável, a torre deve ter um quilômetro de altura

Engenheiros britânicos estão na reta final do protótipo de uma estrutura inflável de um quilômetro de altura, 170 metros mais alta que o maior edifício do mundo, desenhada para produzir energia a partir do calor do sol.

A Universidade de Londres e o engenheiro sueco Per Lindstrand, que acompanhou há duas décadas o milionário Richard Branson na primeira viagem global através do Pacífico, se uniram para tentar dar viabilidade comercial a um velho sonho da engenharia energética projetado pelo espanhol Isidoro Cabanyes em 1903.

O design básico de Cabanyes consistia em uma estufa onde durante o dia se aquece o ar, que sobe por uma alta chaminé e movimenta turbinas que permitem gerar energia. Lenn pelloc’h

Energia Eólica: aposta no Brasil

Da Agência Ambiente Energia – O ABS Group, fornecedor de serviços de gerenciamento de riscos e certificações do setor de óleo e gás, fechou seis contratos em projetos de energia eólica, que totalizam mais de 1.400 MW capacidade instalada. Os negócios, que somam cerca de US$ 15 milhões atenderão à demanda da indústria eólica dos Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, Holanda, Bélgica, Índia e Vietnã. A empresa atuará na inspeção e manutenção de fundação offshore, turbinas e cargas e na gestão de qualidade, saúde e segurança, além da operação.

No Brasil, a empresa enxerga um cenário bastante favorável para os investimentos no setor eólico, em razão do crescimento econômico e da organização de leilões regulares de energia renovável. “Nossa expectativa é consolidar a atuação no mercado eólico em pouco tempo, já que, pelos bons resultados do setor eólico nos últimos leilões de energia, responsável por quase 50% do volume comercializado, haverá uma grande demanda da indústria eólica”, observa Eugenio Singer, Gerente Geral do ABS Group, que mantém dois centros de competência tecnológica, em Houston, Texas, e Hamburgo, na Alemanha.

Fonte: Ambiente Energia

Tela LCD vira painel solar para recarregar baterias

Polarizador solar

Que tal usar a tela do seu computador, celular ou tablet para recarregar as baterias do próprio aparelho? Esta é a proposta de um grupo de pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. Para isso, eles criaram um polarizador fotovoltaico, um dispositivo capaz de capturar a luz ambiente através da tela e convertê-la em eletricidade. Na verdade, mesmo a luz de fundo usada para fazer funcionar as telas LCD (backlight) pode ser convertida em energia e reaproveitada. Esta é mais uma alternativa no emergente campo da colheita de energia, que visa capturar ou reaproveitar energia do ambiente. Lenn pelloc’h