Empresas disputam projetos de iluminação pública no país.

As empresas querem aproveitar a mudança de gestão para vender projetos de eficiência energética, focados em LED.

Empreendimento multiúso LED Barra Funda, da Odebrecht, localizado em São Paulo (SP)

Fabricantes de lâmpadas, distribuidoras de energia, investidores da área de infraestrutura e diversas outras empresas estão se preparando para entrar em um negócio novo para muitos deles: a gestão de iluminação pública.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) determinou que as prefeituras assumam a gestão desses ativos até 31 de dezembro e muitas devem fazer parcerias com a iniciativa privada – negociação que já está em curso em São Paulo. Lenn pelloc’h

Chuvas no Sul afastam risco de racionamento de energia

Mesmo com a melhora das condições, o ONS continua implementando uma política de operação que prioriza a preservação dos estoques armazenados

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As condições favoráveis na Região Sul – onde vêm sendo observadas alterações acima das médias históricas nas bacias dos rios Iguaçu e Jacuí e acima das médias dos rios Paranapanema e Paraná – levam à melhora nas áreas de suprimento de energia do Sistema Elétrico Nacional e afastam ainda mais o risco de falta de energia elétrica no país – apesar das condições hidroelétricas desfavoráveis que vêm se verificando nos subsistemas Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste, em razão da falta de chuva.

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Depois da Energia Solar, a Energia Lunar

Empresas e Governos investem na força das marés  como fonte complementar.

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A ideia de obter energia das marés, que o movimento da Lua comanda, data da Idade Média, quando era usada para moer grãos. Na era industrial, foi testada nos anos 1960 em La Rance, na França, mas a usina foi desativada após quatro anos por causa dos altos custos. Agora essa tecnologia pode tomar impulso graças a turbinas bem mais leves e baratas. Costuma-se dizer que a energia das marés se encontra hoje no ponto em que a energia eólica estava há três décadas, quando a engenharia ainda não havia chegado ao desenho ideal das turbinas dos aerogeradores.

A captação de energia das marés é feita por lâminas que giram, à semelhança das hélices que se movem com o vento, só que instaladas sob o mar. As usinas de marés são mais previsíveis do que as movidas a vento, já que o movimento das águas tem precisão de relógio.

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Olimpíadas: obras de energia recebem investimentos de R$166,2 milhões

Autoridade Pública Olímpica (APO) detalhou aportes para os Jogos de 2016

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As obras previstas para o segmento de energia nos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, deverão reunir R$166,2 milhões em investimentos. O detalhamento é da Autoridade Pública Olímpica (APO), através da publicação da Matriz de Responsabilidade. O documento é atualizado a cada seis meses e traz o acompanhamento das obras para a realização do evento esportivo.

A infraestrutura de energia é composta por duas linhas de transmissão para o Parque Olímpico em 138 kV, oriundas das subestações Gardênia e Barra II, e pela subestação Olímpica 138 kV/13.8 kV que será responsável pela distribuição da média tensão no interior do local. As linhas estão orçadas em R$82 milhões e a subestação em R$ 70,8 milhões.

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Risco de apagão no país é descartado neste ano

Sistema Interligado Nacional dispõe neste sábado de condições de abastecimento


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 Está descartado o risco de apagão no Brasil. Segundo o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), o risco de “déficit de energia é zero para as regiões Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste”. Após uma reunião na tarde dessa sexta, o grupo, que é formado por integrantes de órgãos oficiais do setor elétrico, disse que foram observadas chuvas acima da média em junho nas principais bacias de rios da região Sudeste, e houve uma melhoria nas condições de suprimento de energia do Sistema Elétrico Nacional.  Lenn pelloc’h

Elétricas em apuros

O setor energético brasileiro está em apuros. Depois de R$ 4 bilhões de ajuda do Tesouro, recebeu o empréstimo bancário de R$ 11,3 bilhões, para cobrir os desequilíbrios entre receitas e custos até o fim do ano, e o dinheiro já acabou. Tem chovido muito neste período seco e, mesmo assim, o nível dos reservatórios do Sudeste está em 36%, o pior número desde 2001.

Quando a Aneel decidiu dar mais tempo para as distribuidoras de energia pagarem a conta do que compraram no mercado à vista, estava criando mais um desequilíbrio. O regulador, ao permitir um atraso no pagamento, impôs um custo a quem tem a receber. É uma intervenção arbitrária.

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Reajustes na energia devem afetar inflação em 2015

luzA pressão provocada pelos reajustes das tarifas das distribuidoras de energia na inflação brasileira em 2014 deve se repetir com ainda mais força no próximo ano. Estudo da consultoria Thymos Energia indica que os problemas enfrentados pelo setor elétrico, adicionados ao início do cronograma de pagamento pelo suporte financeiro dado pelo Tesouro ao setor, devem resultar em reajustes de mais de 20% em 2015. Para este ano, os aumentos devem seguir um patamar considerado mínimo de 15%, embora o aumento a ser aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) seja específico para cada distribuidora.

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