Londres vai usar calor do metrô para aquecer residências

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Metrô: projeto vai reduzir a conta de energia e cortar as emissões de carbono de Londres em 60%

Pensa em quantas vezes já não passou sufoco dentro do metrô em dias abafados? Atento a essa experiência “sudorenta”, que não é exclusividade brasileira, a prefeitura de Londres vai utilizar o calor produzido no agitado metrô para suprir a demanda de energia para aquecimento das residências. Com a iniciativa, a prefeitura espera não só reduzir a conta de energia, mas cortar as emissões de carbono da cidade em 60%, já que ao invés de usar termelétricas a carvão, extremamente poluentes, a cidade aproveitará uma energia limpa e disponível que vem de baixo da terra. Lenn pelloc’h

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Microfone óptico ouve com luz

Esta é a parte do microfone fabricada em uma pastilha de silício. O laser é montado na parte inferior

Esta é a parte do microfone fabricada em uma pastilha de silício. O laser é montado na parte inferior

Os microfones não parecem estar apenas dando alguns passos: eles parecem estar passando por um verdadeiro renascimento.

Depois de usar microfones para mapear salas, e eventualmente espionar você, cientistas agora deram “poderes ópticos” aos microfones.

Além de ficarem hipersensíveis ao som, a incorporação da tecnologia óptica deu um senso de direção aos microfones.

“Pense nos equipamentos de videoconferência tradicionais. Várias pessoas estão sentadas em torno da mesa, mas o microfone foi colocado de tal forma que sua recepção do som fica abaixo do ideal. Com a nova tecnologia, um microfone será capaz de ‘ver’ de onde o som vem, pegar a voz da pessoa que está falando, e filtrar as outras fontes de ruído na sala,” explica Matthieu Lacolle, do instituto Sintef, na Noruega. Lenn pelloc’h

Alemães criam simulador de voo robótico

010180130607-simulador-robotico-4Do lado de fora, ele parece um grande braço robótico industrial segurando um cockpit.

Mas, para o piloto dentro do simulador, tudo se parece com uma aeronave real, incluindo as paisagens ao redor e abaixo dele.

Depois que o piloto se senta neste que se tornou o mais moderno simulador de voo do mundo, o braço robótico posiciona-se em um lado da sala cercado de telas de alta definição de todos os lados – incluindo o teto e o chão. Lenn pelloc’h

Fezes de cachorros gerarão energia limpa na Grã-Bretanha

fezes-de-cachoror-20130510121242Um projeto desenvolvido na Grã-Bretanha pretende transformar as fezes de cachorros em energia limpa com um baixo custo. Apelidado de “Poopy Power”, o sistema deve começar a funcionar em julho.

Segundo o jornal Daily Mail, mais de 700 mil toneladas de fezes de cães são retiradas das ruas e enviadas aos aterros sanitários britânicos em um ano Lenn pelloc’h

Covilhã vai estrear rua que gera energia com a passagem de pessoas e automóveis

2013-04-24-wayenergyUma passadeira e parte de um passeio pedonal vão passar a produzir energia para alimentar semáforos e painéis luminosos da Covilhã. É a estreia da tecnologia da startup portuguesa Waydip.

A passadeira de acesso ao Hospital Pero da Covilhã e uma parcela do passeio contíguo, na cidade da Covilhã, vão estrear em maio uma tecnologia que converte a energia gerada pela passagem de transeuntes e automóveis em eletricidade que pode ser encaminhada para a rede elétrica. Para Filipe Casimiro e Francisco Duarte é um marco histórico: depois de quatro anos de investigação e testes laboratoriais, a startup Waydip estará em condições de estrear o sistema Wayenergy em ambiente citadino.  Lenn pelloc’h

Células solares ultrafinas poderão custar 90% menos

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Um painel solar 20 vezes mais fino do que o tradicional e com potencial para custar muito mais barato foi fabricado por pesquisadores noruegueses.

Aasmund Sudbo e Erik Marstein, da Universidade de Oslo, descobriram uma forma de consumir menos do silício ultrapuro usado na maioria dos painéis solares usados para geração de eletricidade..

Eles estão desenvolvendo células solares que são pelo menos tão eficientes quanto as atuais, mas que podem ser fabricadas com apenas um vigésimo do silício. Isto significa que o consumo de silício poderá ser reduzido em 95%.

O motivo da pequena espessura das células, segundo Marstein,  é que, quanto mais finas forem as células solares, mais fácil será extrair a energia elétrica.

Porém, há problemas em relação a essas células ultrafinas. O maior problema dessas células é que uma porção muito maior da luz do Sol vai passar direto por elas, sem gerar eletricidade. Assim, os pesquisadores inventaram uma forma de ludibriar a luz e fazê-la ficar mais tempo nas células.

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Base na Lua poderá ser construída com impressora 3D

Fazer uma base na Lua através de uma impressora 3D e à base de poeira lunar parece loucura? Para a Agência Espacial Europeia (ESA) não, pois  está estudando essa possibilidade.

A partir do ponto em que pesquisadores financiados pela NASA  demonstraram que é possível construir estruturas rígidas usando poeira lunar, ou regolito, por meio de impressoras 3D, a ESA convocou empresas que pudessem projetar uma base lunar conceitual de forma imediata, com os recursos já disponíveis, usando o máximo possível de materiais lunares.

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Lenn pelloc’h