Atrasos de Jirau e Santo Antônio geram prejuízo de R$ 1 bilhão em maio

OBRAS USINAS RIO MADEIRAOs atrasos nas entregas de 18 unidades de geração de energia das usinas de Santo Antônio e Jirau, ambas no rio Madeira, em Rondônia, causaram um prejuízo próximo de R$ 1 bilhão às distribuidoras no mês de maio.

Caso a previsão para o início de operação dessas usinas se realize (em setembro), o prejuízo estimado será de R$ 5 bilhões.

As usinas estão deixando de entregar cerca de 1.300 megawatts por hora e, como possuem liminares que as isentam de honrar os compromissos comerciais, as distribuidoras de energia precisam comprar esse volume, equivalente a R$ 1 bilhão, no mercado de curto prazo para compensar o deficit. As duas hidrelétricas foram as principais responsáveis pelo rombo de R$ 1,9 bilhão, em maio, que as distribuidoras terão de arcar no mercado de curto prazo.
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Brasil perde posição em ranking de energia limpa

Relatório da petroleira britânica BP mostra que país caiu para terceiro lugar entre os maiores produtores hidrelétricos do mundo e teve uma das maiores altas em emissão de CO2

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A estiagem prolongada levou o Brasil a perder, em 2013, a segunda posição no ranking dos maiores produtores de energia hidráulica do mundo. A conclusão é do “BP Energy Review”, relatório anual sobre o cenário energético mundial elaborado pela petroleira britânica. A produção das hidrelétricas brasileiras caiu 7%, para 385,4 terawatts-hora (TWh) no ano, contra 391,6 TWh do Canadá e 911,6 TWh da líder China. O Brasil ocupava o segundo lugar desde 2007, quando ultrapassou o Canadá. Segundo o relatório, o consumo de mais combustíveis fósseis levou o país a bater recorde de emissões de gás carbônico (CO2).

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Brasil conclui 77 obras de reforço dos sistemas elétricos nas cidades-sede da Copa

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Governo federal anuncia que pretende acrescentar pelo menos seis mil megawatts de capacidade instalada em novas usinas de energia elétrica no país.

O governo federal anunciou que pretende acrescentar pelo menos seis mil megawatts de capacidade instalada em novas usinas de energia elétrica no país. O anúncio foi feito nesta quinta-feira pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, na primeira reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico do ano. O chefe da pasta, afirmou ainda, que a previsão é que 6.800 quilômetros de linhas de transmissão sejam construídas.

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Justiça Federal suspende leilão de energia da Usina Santo Antônio

Usina Hidrelétrica Santo Antônio, no Rio Madeira

Usina Hidrelétrica Santo Antônio, no Rio Madeira

 

 

 

 

 

 

 

 

A Justiça Federal suspendeu o leilão de energia da Usina Hidrelétrica (UHE) Santo Antônio, construída no Rio Madeira, em Porto Velho. O pedido foi feito pelos Ministérios Público Federal (MPF-RO) e Estadual (MP-RO) que alegam que a UHE não pode vender um produto que ainda não tem autorização para gerar. O leilão estava marcado para ocorrer nesta sexta-feira (6).

A energia leiloada pela hidrelétrica seria proveniente de um excedente de 418 megawatts gerados com a elevação da cota do reservatório. No entanto, atualmente há duas liminares que impedem a autorização do aumento da área alagada.

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Pequena Central Hidrelétrica é inaugurada em Monte Negro, RO

Usina tem capacidade de gerar 17 megawatts e atender 35 mil habitantes. Unidade aproveita recursos hídricos do Rio Jamari, afluente do Rio Madeira.

PCH Santa Cruz tem três turbinas com potência de 17 megawatts

Foi inaugurada nesta quinta-feira (30), a Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Santa Cruz construída no Rio Jamari, em Monte Negro (RO), município distante 250 quilômetros de Porto Velho. A unidade tem capacidade de gerar 17 megawatts de potência, através de três turbinas. A energia é suficiente para atender 35 mil habitantes, segundo os responsáveis pelo empreendimento. A PCH faz parte do Complexo Hidrelétrico Jamari que abrange mais duas unidades – a Jamari e a Canaã – que devem ser inauguradas ainda este ano. As obras fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal.

A PCH Santa Cruz recebeu investimentos de cerca de R$ 100 milhões. Ela aproveita os recursos hídricos do rio Jamari, afluente do Rio Madeira. O prefeito de Monte Negro, Jair Miotto Junior, ressalta que o município tem problemas com quedas de energia, e que a instalação da PCH irá atrair investimentos para a localidade.

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Construção de Belo Monte alcançou 50%, diz Norte Energia

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O projeto de construção da usina Belo Monte, no Pará, já alcançou 50% de avanço, revelou nesta terça-feira, 20, o diretor presidente da Norte Energia, Duilio Diniz Figueiredo.

 

Respeitadas as projeções atuais, as primeiras máquinas do sítio Pimentel devem entrar em operação em 2015. No ano seguinte a primeira máquina da usina propriamente dita deve entrar em atividade.

“Estamos trabalhando para entrar com o reservatório e uma ou duas máquinas no Sítio Pimentel em 2015. Em março de 2016 entraremos com a usina, uma máquina”, destacou o executivo, que participou na manhã de hoje

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Nível do reservatório de Furnas em Minas Gerais está baixo

furnas 2Por causa da estiagem, o reservatório da hidrelétrica está com menos de 30% de volume útil. No mesmo período em 2013, ultrapassava os 70%.

 

O nível da água do reservatório da usina hidrelétrica de Furnas, no sul de Minas Gerais, está mais baixo, por causa da estiagem.

Pela barragem desce apenas um fio de água. O reservatório da hidrelétrica de Furnas está com menos de 30% de volume útil. No mesmo período no ano passado ultrapassava os 70%.

É o nível mais crítico para um mês de maio dos últimos 13 anos. O lago está pelo menos dez metros mais raso do que o normal para essa época. É possível ver isso através das réguas instaladas nas margens do reservatório. A água deveria cobrir tudo e alcançar a última marcação.

O nível da água está tão baixo no lago que as ruínas da igreja

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Matriz seguirá precisando das térmicas, diz diretor do ONS

1380A oferta de energia eólica deve superar os 473MW em 2018, enquanto o crescimento da oferta da hidráulica deve chegar a 22,3 mil megawatts no mesmo período. Ainda assim, a nova matriz energética, que se configura em torno de fontes renováveis, vai precisar das térmicas convencionais para atender a demanda, equilibrar custos e dar segurança ao sistema. A avaliação é do diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Hermann Chipp.

“Vai ser uma maravilha mas, para garantir atendimento, tem que ter térmica. Essa matriz tem de ser modificada”, defendeu Chipp, ao participar do segundo dia de agenda da Semana de Infraestrutura (L.E.T.S.), evento da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

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A calúnia que matou as hidrelétricas

É impressionante como uma tecnologia pode ir do céu ao inferno sem escalas — e sem lógica. Esse é o caso das hidrelétricas com grandes reservatórios de água. Essa fonte de energia já despertou o orgulho nacional. E isso não se deve somente ao gigantismo dos exemplares construídos nos anos 70, período embalado por intenso ufanismo e pelo culto ao monumental (caso de Itaipu). Essas usinas também eram badaladas por produzir energia limpa, renovável, de baixo custo, com excelente nível de segurança tanto operacional como de suprimento. Elas, na verdade, foram festejadas por desintoxicar a matriz energética brasileira. E hoje? Caíram em desgraça. Mas a autópsia desses sistemas está inconclusa. A causa mortis ainda soa, no mínimo, obscura.

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Sistema Interligado Nacional expande capacidade e rede de transmissão

hidrelétricasO Sistema Interligado Nacional ampliou sua capacidade instalada de geração de energia elétrica em 2.424,1 MW, de janeiro a abril de 2014. Segundo dados do Ministério de Minas e Energia, 1.175,5 MW são provenientes das hidrelétricas Jirau e Santo Antônio, situadas no complexo do rio Madeira. A meta prevista para o fim do ano é cerca de 6.000 MW. Lenn pelloc’h