Nanocircuito integrado: componentes feitos de nanotubos

Imagem feita por microscopia do circuito de barramento (em cima) e esquema dos transistores em nanotubos individuais (embaixo). [Imagem: Tian Pei et al. – 10.1021/nl5001604]

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nanoeletrônica definitiva

A eletrônica baseada nos nanotubos de carbono é muito promissora, e vem avançando aos poucos, com o primeiro circuito integrado (2011), o primeiro processador (2012) e, finalmente, o primeiro computador de nanotubos de carbono (2013).

Mas não se trata ainda da esperada “nanoeletrônica definitiva”, uma técnica que consiga tirar todo o proveito do potencial dos nanotubos de carbono individuais, e da consequente ultraminiaturização dos circuitos.

Um passo mais significativo nesse sentido mais purista foi dado agora por Tian Pei e seus colegas da Universidade de Pequim, na China. Eles conseguiram construir transístores de efeito de campo (FET) diretamente sobre nanotubos de carbono individuais.

Lenn pelloc’h

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Bactérias com nanopartículas formam “materiais vivos”

As células bacterianas foram configuradas de modo a comunicar-se umas com as outras e alterar a composição do biofilme ao longo do tempo. [Imagem: Yan Liang/MIT]

Funcionalidades vivas

Engenheiros do MIT, nos Estados Unidos, conseguiram convencer células bacterianas a incorporar materiais não-vivos funcionais, como nanopartículas de ouro e pontos quânticos.

Esses “materiais vivos” combinam as vantagens das células vivas – que respondem ao ambiente, produzem moléculas biológicas complexas e se estendem por várias escalas de comprimento -, com os benefícios dos materiais inertes, que podem ter funções como conduzir eletricidade ou emitir luz.

Embora a inspiração tenha vindo de materiais biológicos, como os ossos, e levem a imaginação a pensar em dispositivos biomecatrônicos ou interfaces homem-máquina, os pesquisadores afirmam

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Defeitos em chip fotônico abrem caminho para internet quântica

A imperfeição que gera a perfeição – os defeitos fazem a luz normal se transformar em luz laser. [Imagem: Quantum Photonics/Niels Bohr Institute]

Imperfeição desejada

Pesquisadores ao redor do mundo estão trabalhando para desenvolver chips ópticos, o que exige que a luz seja controlada por nanoestruturas do tamanho dos transistores atuais.

Essas nanoestruturas serão utilizadas para guiar os fótons, em vez de elétrons, substituindo a eletrônica pela fotônica.

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Bateria cinética entrega energia pronta para uso

O protótipo do nanogerador ainda não é bonito - mas funciona, entregando uma corrente elétrica utilizável de forma prática

O protótipo do nanogerador ainda não é bonito – mas funciona, entregando uma corrente elétrica utilizável de forma prática

Os progressos têm sido constantes no campo dos nanogeradores, equipamentos que usam a energia cinética de movimentos comuns no dia a dia para gerar energia.

Esses movimentos incluem desde o nosso caminhar e nossa respiração, para alimentar equipamentos portáteis e implantes médicos, até as vibrações induzidas em pontes e edifícios pela passagem dos carros ou pela ação do vento.

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Conhecendo o Intel Edison

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À primeira vista, o Edison não chama muita atenção. Afinal de contas, não parece ser nada além de um simples cartão SD transparente.
A verdade é que o pequeno chip é muito mais que isso: ele é um computador inteiro. O Edison possui uma série de recursos de processamento e comunicação importantes que garantem a ele a habilidade necessária para movimentar os mais diversos tipos de gadgets e aparelhos eletrônicos.

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Nanopartículas viram sistemas planetários para formar “coisas”

Modelo de planeta e satélites

Físicos alemães desenvolveram um modelo planeta-satélite para conectar e organizar nanopartículas com precisão, criando estruturas tridimensionais.

Ao contrário do que possa parecer, eles não se inspiraram na astronomia, mas nos fotossistemas de plantas e algas.

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Nova fonte de luz: um nanotubo com defeito

Os pesquisadores já patentearam a nova fonte emissora de luz – um simples nanotubo de nitreto de boro com um defeito.[Imagem: UPV/EHU]

Nanolâmpada

Com todo o potencial que já demonstraram, o maior empecilho para o uso em larga escala dosnanotubos é que é muito difícil fabricá-los sem defeitos.

Porém, Claudio Attaccalite e seus colegas da Universidade do País Basco, na Espanha, foram encontrar uma nova aplicação para o nanomaterial justamente em seus defeitos.

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