Células solares de plástico podem ser duas vezes mais eficientes

  As células solares orgânicas também podem ser fabricadas no estilo multijunção, o que as torna ainda mais eficientes.

Células solares de plástico podem ser duas vezes mais eficientes

Eficiência na conversão fotoelétrica

Em qualquer roda de discussão sobre a energia solar, você ouvirá especialistas dizendo: células fotovoltaicas de silício são eficientes, mas muito caras, enquanto as células solares orgânicas são muito baratas, mas são ineficientes. Essa “verdade” acaba de cair por terra.

Pesquisadores japoneses demonstraram que as células solares orgânicas têm um limite teórico de eficiência na conversão fotoelétrica de 21%. Isso é mais do que a maioria dos painéis de células solares de silício disponíveis hoje.

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Cientista reclama de tempo curto para mostrar exoesqueleto em abertura; conheça o projeto.

Paraplégico chutou bola com ajuda de robô comandado pelo cérebro.Transmissão da Fifa mostrou experimento por poucos segundos.

 

 

 

 

 

 

 

 

O neurocientista Miguel Nicolelis reclamou do pouco tempo reservado ao “chute simbólico” com o exoesqueleto na transmissão da abertura da Copa do Mundo, nesta quinta-feira (12). O chute em uma bola de futebol foi dado por um paraplégico que usava o equipamento, um robô comandado pelo cérebro.

Na transmissão oficial, exibida por emissoras em todo o mundo, a cena durou sete segundos. Integrantes do projeto “Andar de Novo” apareceram com o voluntário paraplégico, que estava em pé e já vestia o exoesqueleto. Ele deu um passo com a perna direita e movimentou a bola, recolhida por um menino caracterizado de árbitro de futebol. O momento vinha sendo preparado há anos por Nicolelis e sua equipe.

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Fabricantes investem em orelhões com 3G e apostam no wi-fi

    Parar tentar evitar ‘desaparecimento’, tecnologia é absorvida por aparelhos.
Por dia, cerca de 120 orelhões, em média, somem das ruas do país.

Fábrica em que a Daruma monta seus terminais de telefonia pública, os orelhões. (Foto: Divulgação/Daruma)

Até os orelhões se renderam e passaram a “falar” pelo celular e a acessar a rede de banda larga móvel. Se foram concebidos para funcionar conectados a uma rede física, não é surpresa que os aparelhos públicos de telefonia fixa saiam das fábricas configurados para realizar ligações por meio da rede celular 2G. Já começam a esquentar as linhas de produção, porém, aparelhos que irão operar pelo 3G, rede de banda larga móvel.

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Fonônica: primeiros componentes da “eletrônica do calor”

010110140220-eletronica-do-calorFônons

Pesquisadores estão propondo uma nova tecnologia capaz de controlar o fluxo de calor da mesma forma que os circuitos eletrônicos controlam a corrente elétrica.

O conceito usa nanoestruturas para controlar fônons, quasipartículas que emergem como vibrações que viajam através da estrutura cristalina de um material.

Os fônons são responsáveis por várias propriedades dos materiais sólidos, como o calor específico, a condução térmica, a condutividade elétrica e a propagação do som.

Segundo os pesquisadores, as nanoestruturas capazes de manipulá-los podem ser triangulares ou em forma de T, mas necessariamente muito estreitas, o que as torna capazes de realizar uma “retificação térmica” – permitir um fluxo de calor maior em um sentido do que no sentido oposto.

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Monopolos magnéticos quânticos são criados em laboratório

010110140206-monopolos-magneticos-artificiaisA discórdia de uma divisão

Divida um ímã em dois e você obterá dois ímãs inteiros, por mais que você repita a operação: parece ser impossível separar o “norte” do “sul” em um magneto.

De forma inversa, parece ser impossível juntar os físicos nessa questão.

As equações de Maxwell – que pertencem ao reino da mecânica clássica – afirmam que “cargas magnéticas” isoladas não existem, ou seja, que no magnetismo não há um análogo das cargas positivas e negativas da eletricidade.

A mecânica quântica pensa diferente. Já em 1931, Paul Dirac demonstrou matematicamente que pode existir uma “partícula magnética fundamental”, ou monopolo magnético.

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Brasileiros dobram capacidade de informação em computadores quânticos

010110140124-informacoes-entrelacamento-triplo-2Uma equipe de físicos brasileiros demonstrou que o emprego de uma técnica alternativa para recuperar a informação armazenada em partículas de luz, os fótons, dobra a capacidade de transmitir dados em sistemas quânticos, um aprimoramento que poderá ser útil para acelerar o desenvolvimento da computação movida a qubits.

“A técnica permite resgatar uma parte da informação que antes se perdia no sistema,” explica Marcelo Martinelli, do Instituto de Física da Universidade de São Paulo.

A técnica, chamada “medida assistida por cavidade”, não é exatamente nova, mas foi aprimorada por Martinelli e seus colegas. Antes, eles já haviam dado mais robustez ao entrelaçamento quântico.

A vantagem da nova técnica é uma maior capacidade de contornar uma espécie de ruído de comunicação que limita a decodificação da informação armazenada em processos como a criptografia e o teletransporte quânticos.

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Circuitos eletrônicos ultrafinos aderem a qualquer superfície

Circuitos eletrônicos adesivos

010110140117-transistores-folhaCircuitos eletrônicos não precisam mais ser montados em placas de circuitos impressos duras e rígidas.

Giovanni Salvatore e Niko Münzenrieder, do Instituto Federal de Tecnologia de Zurique, na Suíça, demonstraram isso em um exemplo extremo.

A dupla criou transistores na forma de uma membrana ultrafina, que adere como cola a virtualmente qualquer superfície.

O objetivo da equipe, coordenada pelo professor Gerhard Troster, é desenvolver circuitos eletrônicos inteiramente flexíveis, que possam se adaptar às superfícies mais irregulares, de tecidos e roupas à pele humana.

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