Metamaterial não-linear faz o milagre da multiplicação da luz

010160140109-metamaterial-indice-zero-1Incompatibilidade de fase

Os metamateriais se superaram de novo: acaba de ser criado um metamaterial com um índice de refração zero capaz de gerar “luz não-linear livre de incompatibilidade de fase”.

O nome complicado significa que as ondas de luz que se movem pelo material ganham força em todas as direções.

Esta qualidade “livre de incompatibilidade de fase” é promissora para a computação quântica e para a transmissão de dados entre computadores, além de futuras fontes de luz com base na óptica não-linear.

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Brasileiro descobre como usar quasicristais em células solares

010115131226-celula-solar-quasicristaisQuasicristais

Os alienígenas quasicristais poderão ajudar a trazer para a Terra mais energia do Sol na forma de eletricidade.

Uma equipe internacional de pesquisadores descobriu que a estrutura quase aleatória dos quasicristais, quando aplicada a uma célula solar, pode captar uma larga faixa de comprimentos de onda, o que resulta na geração de mais eletricidade.

Já se sabia que os quasicristais oferecem vantagens em termos do espectro de luz que eles são capazes de captar.

O problema com estas estruturas é que as suas propriedades são difíceis de adaptar para aplicações específicas – fabricar grades regulares é fácil, mas fabricar uma estrutura que deve variar de forma não-periódica é quase impossível.

Quem achou a solução para isso foi o brasileiro Emiliano Martins, atualmente na Universidade St Andrews, no Reino Unido.

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Técnica simples coloca 10 vezes mais dados nas fibras ópticas

010150131220-luz-apertadaMais dados na mesma fibra

Engenheiros suíços descobriram uma técnica para aumentar dramaticamente a capacidade de tráfego de dados nas fibras ópticas.

A melhor notícia é que a técnica utiliza as mesmas fibras ópticas que já estão instaladas e sendo usadas no mundo todo.

A técnica, conceitualmente simples, consiste em reduzir o espaço entre os pulsos de luz que transportam os dados.

Mas a simplicidade é apenas aparente, já que ninguém havia conseguido fazer isso antes.

“Desde que apareceram na década de 1970, a capacidade de dados das fibras ópticas aumentou por um fator de dez a cada quatro anos, impulsionada por um fluxo constante de novas tecnologias. Mas, nos últimos anos chegamos a um gargalo que cientistas de todo o mundo estão tentando romper,” explica Camille Brès, da Escola Politécnica Federal de Lausanne.

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