Lâmpadas incandescentes vão sumir do mercado brasileiro

Já não se podia mais fabricar ou importar as lâmpadas incandescentes de 150 e 100 watts. Agora chegou a vez da mais popular: a de 60 watts. Fica proibida após o último dia de junho.

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As lâmpadas mais usadas pelos brasileiros vão desaparecer do mercado no fim do mês. Aos poucos o Brasil está dando adeus a uma companheira que está ao nosso lado há mais de cem anos.

Já não se podia mais fabricar ou importar as lâmpadas incandescentes de 150 e 100 watts. Agora chegou a vez da mais popular: a de 60 watts. Fica proibida após o último dia de junho. As que estão no estoque das lojas poderão ser vendidas por apenas mais um ano. As de 25 e 40 watts sairão de produção em 2015.

O consumidor tem agora basicamente três opções de lâmpadas domésticas. A halógena com bulbo, a fluorescente compacta e a de led. Todas mais caras do que a incandescente. Mas como elas gastam menos energia e duram mais, técnicos dizem que o saldo final é positivo.

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Avião solar projetado para dar volta ao mundo faz seu primeiro voo

Um avião movido a energia solar, projetado para dar uma volta ao mundo em 2015, fez seu primeiro voo de teste na manhã desta segunda-feira, na Suíça.

Avião foi projetado para dar a volta ao mundo em 2015

Avião foi projetado para dar a volta ao mundo em 2015

 

O Solar Impulse 2 decolou de madrugada de uma pista em Payerne e retornou duas horas mais tarde.

A aeronave é uma versão maior e melhorada de um outro avião, que cruzou os Estados Unidos no ano passado levando os aventureiros Bertrand Piccard e Andre Borschberg na cabine de comando.

O piloto de testes Markus Scherdel, que comandou a missão desta segunda-feira, voou a uma altitude de 1,8 mil metros, realizando uma série de manobras para testar a aeronave. Scherdel relatou vibrações durante a fase inicial do voo mas, de maneira geral, a missão parece ter tido resultados positivos. “Os resultados iniciais parecem estar de Lenn pelloc’h

Luz do Sol é usada para fabricar células solares

Pesquisadores descobriram uma maneira de usar o Sol não apenas como fonte de energia explorado por meio das células solares, mas também para produzir diretamente os materiais usados para fabricar as próprias células solares.

A nova técnica usa um sistema de fluxo contínuo para produzir as tintas que compõem as células solares poliméricas. [Imagem: Ki-Joong Kim]

 

A expectativa é que isso possa reduzir o custo da energia solar, viabilizando a fabricação de células mais baratas e tornando todo o processo sustentável, da fabricação dos painéis solares até a geração de energia propriamente dita.

Em lugar de um reator, onde as reações ocorrem em lotes e os produtos devem ser despejados para o início de um novo ciclo, a nova técnica usa um sistema de fluxo contínuo.

O calor do sol – energia termossolar – é usado para a produção de nanopartículas na forma de tintas, que são usadas para fabricar as células solares orgânicas, ou células solares de plástico, que são finas e flexíveis porque a tinta pode ser aplicada sobre folhas de plástico.

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Sem estudo, aposentado ‘inventor’ cria própria usina de energia em MG

Idoso chama atenção pela criatividade na zona rural de Cachoeira de MG.
Um dos orgulhos do morador é nunca ter pagado contas de luz.

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Um morador da zona rural de Cachoeira de Minas (MG) que estudou até o 3º ano do Ensino Básico chama a atenção pela criatividade. Com engenhosidade, habilidade e conhecimento de vida, Seu Guerzone, um legítimo homem do campo de olhos bem azuis e barbas longas, se orgula do apelido de inventor. Ele criou a própria usina de energia dentro de casa e se orgulha de nunca ter precisado pagar contas de luz.

Praticamente tudo que há dentro da casa do Seu Guerzone Sebastião Lopes funciona com a energia que é gerada dentro do sítio. Somente a geladeira à ligada à rede externa de energia. O sistema movido à água criado por ele, gerou energia pela primeira vez na roça na década de 1980. Mas bem antes disso, ele já havia conseguido levar iluminação para a roça, utilizando uma roda de Fusca.

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Primeiro complexo híbrido de energias solar e eólica do Brasil

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Projeto terá 26,4 megawatts (MW) de potência instalada, sendo 21,6 MW de eólica e 4,8 MWpicos de energia solar fotovoltaica

 

Renova Energia, empresa de geração de energia renovável do grupo Cemig, irá construir o primeiro complexo híbrido de energias solar e eólica do Brasil com energia que será destinada ao mercado livre.

O projeto, a ser localizado na região de Caetité, na Bahia, terá 26,4 megawatts (MW) de potência instalada, sendo 21,6 MW de eólica e 4,8 MWpicos de energia solar fotovoltaica, com capacidade de geração de 12 MW médios, energia equivalente ao consumo de uma cidade com 130 mil pessoas.

As obras terão início ainda neste ano e a duração prevista é de 12 meses para o parque solar e 18 meses para o complexo eólico. A Renova conseguiu financiamento de até 108 milhões de reais Lenn pelloc’h

Pesquisa da Aneel revela satisfação de 98% entre microgeradores

aneel-pesquisa-6-2No dia 17 de abril de 2012, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou a resolução 482/2012 com o objetivo de reduzir barreiras para instalação de geração distribuída de pequeno porte. A resolução criou o Sistema de Compensação de Energia, que permite às pessoas instalarem geradores em sua unidade consumidora e injetar energia na rede em troca de créditos. A regulamentação é válida para as fontes incentivadas de energia (hídrica, solar, biomassa, eólica e cogeração qualificada).

Agora, pouco mais de dois anos após a aprovação da resolução, a ANEEL apresentou os números dessa iniciativa, assim como uma pesquisa de opinião (veja gráficos ao longo desta reportagem) realizada com os consumidores que instalaram sistemas microgeradoras em suas propriedades. Lenn pelloc’h

Nível do reservatório de Furnas em Minas Gerais está baixo

furnas 2Por causa da estiagem, o reservatório da hidrelétrica está com menos de 30% de volume útil. No mesmo período em 2013, ultrapassava os 70%.

 

O nível da água do reservatório da usina hidrelétrica de Furnas, no sul de Minas Gerais, está mais baixo, por causa da estiagem.

Pela barragem desce apenas um fio de água. O reservatório da hidrelétrica de Furnas está com menos de 30% de volume útil. No mesmo período no ano passado ultrapassava os 70%.

É o nível mais crítico para um mês de maio dos últimos 13 anos. O lago está pelo menos dez metros mais raso do que o normal para essa época. É possível ver isso através das réguas instaladas nas margens do reservatório. A água deveria cobrir tudo e alcançar a última marcação.

O nível da água está tão baixo no lago que as ruínas da igreja

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